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Leituras:

15 Novembro, 2013

«Governo esmaga Norte e Centro», por Daniel Deusdado

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  1. Mario Braga's avatar
    15 Novembro, 2013 20:44

    ao deus dado o vazio na palavra de deus….adeus

    O PROblema nessa inequação é não existirem novos sujeitos políticos, num mundo monopolizado pelos velhos, basta ver que soares vai a Paris receber as chaves de qualquer coisa, lançar um livro e um discurso em péssimo francês, comparando a democracia à ditadura e alienando ainda mais quem é abstencionista militante.
    Logo o que joga neste jogo é mais uma brigada do reumático que dá congressos laudatórios sem contraditórios ao estilo da velhinha CCCP.
    Não se debate nada, é o país em simplex do mais simples
    basta ver o bailinho do soares ilhéu alberto joão…
    corsário das ilhas maravilhas

    deuses desses….

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  2. Fincapé's avatar
    Fincapé permalink
    16 Novembro, 2013 14:30

    Cá para mim isto é o “mercado” a funcionar e os amanhãs que cantam do “liberalismo” em toda a pujança. 😉

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  3. YHWH's avatar
    YHWH permalink
    16 Novembro, 2013 15:23

    «COMO ENTÃO SE DISSE A TEMPO

    A questão do situacionismo não é de conspiração, é de respiração.
    E, nalguns casos, de respiração assistida.

    Quatro paginas da Visão retratam, na voz de um dos participantes (que não quer que se esqueçam do seu papel), como, sob a batuta de Miguel Relvas, um grupo de autores de blogues e jornalistas, ajudou a ascensão de Pedro Passos Coelho, o “derreter” de Manuela Ferreira Leite, o papel de Aguiar Branco, e, mais tarde, a transumância desta gente para o poder. Está lá quase tudo: nomes, circulação de informações, circunstâncias, combinações, manipulações e prémios. O modelo foi a Câmara Corporativa do PS de Sócrates.

    O único sitio onde este processo foi analisado e denunciado foi aqui no Abrupto. Enquanto estava a decorrer. Houve quem rasgasse as vestes, quem me acusasse de conspirativite, tudo, o habitual. Agora aqui tem parte da história. Agora falta ir mais longe na relação com a comunicação social, embora haja já muitos jornalistas envolvidos directamente em operações de desinformação e combate político. Sem consequências, bem pelo contrário.» (in Abrupto)

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