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Foi assim que aqui chegámos e é assim que aqui voltaremos

10 Dezembro, 2013

A solução de Mário Soares para a crise: “Era tão fácil acabar com a crise que Portugal e sobretudo a zona euro atravessam, com cada vez mais dificuldades dos Estados membros. Era necessário somente que o Banco Central Europeu fosse capaz de fazer o que a América de Barack Obama faz: emitir dólares. Ora o Banco Central Europeu não fabrica euros, como devia. Porquê? Porque aparentemente a Alemanha não deixa. Parece querer mandar na Europa. O que só lhe vai trazer complicações, como começa a acontecer à própria Alemanha.”

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36 comentários leave one →
  1. vortex permalink
    10 Dezembro, 2013 09:49

    o ‘buraco obama’ fica num bairro periférico de Lisboa, de acordo com foto.
    o neandertal político do CG devia lembrar-se das duas falência do país nos seus governos.
    promoveu a 3ª e prepara-se para a 4ª.

    ‘siga o enterro!’

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  2. colono permalink
    10 Dezembro, 2013 11:07

    Será que não há ninguém que, por caridade, mande calar este idiota-ideólogo ?

    Foi a fazer dinheiro na Casa da Moeda que ele inflacionou o país em mais de 30%… com todo o rol de misérias!
    Efectivamente, a senilidade tem custos!

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  3. anónimo permalink
    10 Dezembro, 2013 11:28

    Cada país tem os velhos que merece.

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  4. 10 Dezembro, 2013 11:48

    Assim se compreende a onda de fome quando essa pessoa foi PM

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  5. Carlos permalink
    10 Dezembro, 2013 12:10

    E imprimir dinheiro resolve tudo, realmente, porque não o fazer? Mas não é só em épocas de crise, é sempre. Afinal, temos uma solução tão fácil à nossa frente para todos os problemas financeiros, porque não o fazemos?

    Incrível como este absoluto ignorante chegou a primeiro-ministro.

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  6. 10 Dezembro, 2013 12:52

    Ainda bem que Soares continua a emitir opiniões, indiferente aos insultadores da esquina.

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    • Expatriado permalink
      10 Dezembro, 2013 14:32

      Tachista…..

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      • und permalink
        10 Dezembro, 2013 18:51

        bom emitir deve emitir qualquer cousa caquilo cheira a merda a quilómetros

        já chamar-lhe opiniões é capaz de ser exagerado

        mas um débil mental ou um fanático podem cheirar o cu do messias e achar que são opiniões…a con tece

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    • colono permalink
      10 Dezembro, 2013 14:52

      Ainda bem.”.. só que as opiniões dele causam náuseas pelo mau cheiro…

      Ao Piscoiso, não. Ele usa máscara!

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    • 10 Dezembro, 2013 18:17

      Afinal há mais fascistas e seus primos direitos (os neo liberais) do que aquilo que eu pensava!

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  7. 10 Dezembro, 2013 13:38

    Revolta-me que usem as entrevistas de Mário Soares para o atacarem. Vocês não têm avôs? Já esqueceram as palermices que todos eles dizem quando a idade já lhes queimou os neurónios? Revejam-se nos vossos avôs e nos bisavôs aqueles que felizmente o tenham e deixam o velhinho em paz, até morrer.

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    • carlos II permalink
      10 Dezembro, 2013 17:31

      O meu avô também se mijava, mas os amigos não ligavam, nem ao mijo, nem ao que ele dizia.

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  8. RCAS permalink
    10 Dezembro, 2013 14:56

    Se todos direitolas que por aqui andam, não, todos não, é exigir de mais… mas bastava os suficientes, cantassem por aqui o fado, como o meu amigo (não se importa pois não?) canta o blasfémeas era mais sorridente !…
    Como vê os Sócraticos apreciam o bom humor! nada de ser mau para eles!
    Se quiser ser mauzinho vá para a catedral e ponha-me aqueles calões a fazer pela vida
    que eu ando-me a passar!!!

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    • 10 Dezembro, 2013 22:24

      E fizeram, mas no outro lado três penalties e mais três expulsões !!!
      O Pinto da Costa já requisitou a cassete para ver como se faz e entretanto queimou logo as três cartinhas testamentárias que tinha deixado com os números secretos das (palavras que não se podem dizer por causa dos processos tipo Goucha-Casa dos Segredos) mas que começa por “c” terminas em “cárias” e no meio tem conjuntos no género de “ontas” e “ban”.

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      • RCAS permalink
        10 Dezembro, 2013 23:14

        Fizeram si senhor! mas o braço do Pintinho é longo…

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      • ora permalink
        11 Dezembro, 2013 00:38

        bolas pá és uma génia i cu cómica adevias ganhar o prémio nobel de i cu comia…suábia? re suábiada….

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  9. RCAS permalink
    10 Dezembro, 2013 15:19

    Pois é fofinha… desta vez o teu sarcasmo bateu ao lado! é que desta vez ele acertou na mouche, não a 100% mas a 1000%!

    “O período desde 2008 tem produzido um conjunto abundante de falácias económicas recicladas, a maioria saiu das bocas dos líderes políticos. Aqui estão as minhas quatro favoritas.
    A dona de casa da Suábia. “Deveria ter-se perguntado simplesmente à dona de casa da Suábia”, disse a chanceler alemã, Angela Merkel, depois do colapso de Lehman Brothers em 2008. “Deveria ter-nos dito que não podemos viver gastando mais do que se ganha”.

    Esta lógica que parece sensata sustenta actualmente a austeridade. O problema é que ignora o efeito da poupança da dona de casa sobre a procura total.

    Se todas as famílias cortarem os seus gastos, o consumo total diminuiria e, assim, também diminuiria a procura de mão-de-obra. Se o marido da dona de casa perder o emprego, a família ficaria numa situação pior do que estava antes.
    Foi assim que chegámos na Europa (tendo como base estudos dos italianos Alesina e Ardagna) à conclusão que a austeridade não afectaria o crescimento.
    A ortodoxia tomou conta da zona euro e, exceptuando o caso da Grécia (onde as contas estavam completamente deturpadas e o sistema fiscal não funcionava minimamente), a austeridade continua, asfixiando as economias dos países que só com um perdão de parte da dívida conseguirão alguma vez pagá-la.
    A austeridade continua a ser um farol para a União Europeia, mas cada vez mais parece ser um poço sem fundo, como demonstra Mark Blyth neste livro fundamental.»

    Curiosamente os States que provocaram toda a crise,práticamente já saíram dela.
    E como? Uau…. com politicas Keynisianas…
    Espectáculo!

    PS – Estou inspirado… este Blasfémeas sem ti… é como um jardim sem flores!!!

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  10. JSP permalink
    10 Dezembro, 2013 15:30

    Mas um número circense da cloaca falante…

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  11. Surprese permalink
    10 Dezembro, 2013 18:33

    No meu tempo, um pacote de arroz custava 1 escudo.

    Depois do Mário Soares ter sido Primeiro-Ministro, e aplicado a sua receita para sair da crise, passou a custar 5 escudos.

    E também passou a haver fome em Setúbal, e também lhe deram porrada na Marinha Grande.

    O homem é um génio da economia: se não há dinheiro, faça-se!

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    • ora permalink
      11 Dezembro, 2013 00:19

      no teu tempo bolas pá és novinho

      as batatas a vintém o quilo o pão a pataco o bacalhau a 3 vinténs …..quase três anos já lá vão…terra livre Oh a república…quantas ilusões desfeitas

      fome adonde ? agente nem comia arroze

      um pacote de arroz já nem custava 1$00 em 1973 filha….

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  12. BELIAL permalink
    10 Dezembro, 2013 18:52

    EU AINDA SOU DO TEMPO em que o merdas-pai era um ignorante filaucioso.

    Constato que nada mudou.

    Sabia bem – que a fosse pregar à “Ceifeira”…

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    • 10 Dezembro, 2013 19:08

      deve escrever-se o merdas pai de todas as merdas…

      já filaucioso parece-me Filolau

      18 people like this Soares

      No Man Friday

      No Man Friday (also known as Sou Ares Planet of War )
      is a British science fiction novel by Rex Gordon (Stanley Bennett Hough)
      published in 1956.
      Although the story is set mainly on Mars, it was very influenced by Marocas

      Con Plot

      A Portuguese rocket, developed at minimal cost 200,000,000,000 euros
      by one PPP in Viana do Castelo, von Braun rockets and submarines S.A. OR S.S….
      and secretly from the Portuguese budjet officialdom,

      lifts off from the dOCTOR Who? Woomera rocket range
      on a mission to Mars…or só Ares in technical greek geek

      During the voyage, an accident in the airlock kills all but the narrator of future memoires in public vision or television some shit like this…
      Marocas, who was returning from EVA and still in his space suit.
      The rocket reaches Mars but crash lands.
      There, the narrator learns how to produce oxygen and water, also discovering more about Martian species and nourishment.
      Eventually, he starts cooperating with the titanic inhabitants of that planet to survive.

      After fifteen years, an American yes we can mission lands, thinking themselves the first to reach Mars.
      The narrator contacts the Americans, and then tries to return to the Dominant Beings, but is prevented from reaching them.
      He returns to Viana do Castelo with the Americans.

      Martian creatures[edit]

      In his book, Rex Gordon describes Mars as a planet inhabited by different kinds of life forms.

      Minerals
      Highly energetic flower-shaped mineral formations that grow in Martian valleys. Humidity disintegrates them.
      Plants
      Photosynthetic organisms growing throughout Martian surface. They bloom and produce hard fruits.
      “Ants”
      Social insect-like bugs that pollinate the plants’ flowers.
      “Humans”
      Humanoid creatures are not the dominant species in Mars. These animals eat the plants’ fruits, live in groups and have limited intelligence.
      Dominant Beings
      Gigantic nocturnal living beings that eat Martian humanoids. They use their body lights for communication.
      The book also suggests they have the capacity to distort spacetime…..and change the hystorical or hysterical narrative

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  13. BELIAL permalink
    10 Dezembro, 2013 18:58

    Retrato bem feito, fez-lhe o Joaquim Vieira.
    Eis uma sintese, pelo Saraiva – do SOL:

    “Joaquim Vieira foi meu director-adjunto no Expresso. Era um óptimo jornalista. Tínhamos feitios muito diferentes – ele era um homem frio, dificilmente se emocionava e não vibrava com os sucessos –, o que contribuía para nos afastar.

    Além disso, em volta dele gravitavam pessoas muito críticas relativamente à minha orientação (como o Alexandre Pomar ou a Clara Ferreira Alves), o que não podia deixar de ter consequências.

    Um dia disse-lhe que perdera a confiança nele – e comuniquei o facto a Balsemão, presidente do Conselho de Administração, que o convidou a demitir-se. Depois de alguma hesitação, ele acabou por fazê-lo.

    Apesar deste episódio, nunca cortámos relações, embora nos distanciássemos ainda mais. Tínhamos amigos comuns, como a Felícia Cabrita, o que nunca interferiu na nossa relação, num sentido ou noutro. Um dia, numa sessão ocorrida alguns anos depois de ele ter saído do Expresso, fez uma observação em público de que não gostei e escrevi-lhe um cartão bastante incisivo. Ele respondeu-me, mas eu nunca abri a carta. Guardei-a numa gaveta – e passado um tempo, ao fazer uma limpeza aos papéis, deitei-a fora.

    Não foi a primeira vez que agi assim. Como director de jornais há 30 anos, tenho passado por situações complicadíssimas – e uso às vezes este truque para evitar aborrecimentos maiores: ignoro os assuntos que podem magoar-me inutilmente. Nessas ocasiões, penso o seguinte: o ser humano tem uma reserva de energia limitada, pelo que só deve aplicá-la onde ela pode ser útil. Não vale a pena desbaratarmos energias em polémicas estéreis (ou causas perdidas).

    Este afastamento em relação a Vieira não significa que tenha ignorado os seus trabalhos. Comprei alguns volumes da colecção Portugal Século XX do Círculo de Leitores, que ele orientou. E adquiri agora, com expectativa, a sua biografia de Mário Soares.

    Devo esclarecer que não li as anteriores biografias de Soares, nem sequer a de Maria João Avillez, apesar de ser uma obra, hoje, de referência.

    Mas Avillez (que também trabalhou comigo no Expresso) é uma mulher emocional, que se deixa arrastar pelas personagens de quem gosta, e Vieira é a tal pedra de gelo. Por isso, esta sua biografia prometia ser mais irreverente – e não me desiludiu. É um livro notável, que aliás vou recomendar aos meus alunos da Católica. Trata-se de um excelente repositório não só sobre Soares mas sobre os últimos 60 anos da história política portuguesa.

    Ali vemos Mário Soares em corpo inteiro, num retrato que é ao mesmo tempo rico (de pormenores), glorificador (porque ficam claras todas as qualidades de Soares como líder político) e cruel (porque também ficam claros todos os seus defeitos).

    Embora não seja novidade, muitos não sabem que Mário Soares é filho de um padre católico, fruto da relação proibida entre este e a dona da pensão onde estava hospedado em Lisboa (vindo da província, já em consequência de um escândalo sentimental).

    Só depois de Soares nascer o pai decidiu sair da Igreja, pedindo escusa ao Papa e casando a seguir com a mãe do seu filho.

    Mário Soares é um homem de uma coragem física invulgar, que roça a irresponsabilidade (ele chama frequentemente «cobardes» a outros políticos), mas que faz tudo em função dos seus interesses pessoais. Esteve preso no Aljube, em Caxias e depois exilado em S. Tomé – onde vivia na pousada local, tinha um carro para andar pela ilha (um Volkswagen carocha), frequentava a casa do governador e recebia a família em visita de férias!

    Soares nunca se preocupou em demasia com a família: foi sempre a mulher quem aguentou o lar e o Colégio Moderno. Algumas cartas que Maria Barroso escreveu ao marido no fim dos anos 60 e princípios de 70, quando ele estava ausente no estrangeiro, são peças notáveis e lancinantes. Nelas confessa a sua insatisfação, inclusive no plano sexual. Estas cartas foram publicadas pelo SOL na colecção Cartas de Amor de Maria Barroso.

    Confirma-se, na biografia de Vieira, que Soares não lia os dossiês. Pedia que lhos resumissem numa folha A4. E Alfredo Barroso, que foi seu secretário de Estado e chefe da Casa Civil em Belém, adianta que uma folha A4 já era demais.

    Soares não fazia a menor ideia das questões económicas e financeiras. Uma vez, numa visita à Alemanha, pôs Constâncio a tratar com o chanceler Helmut Schmidt de problemas financeiros, enquanto foi visitar um museu. Mas deve dizer-se que, quando o PS ou até o país precisavam de dinheiro, ele pegava no telefone, ligava para os seus camaradas socialistas europeus ou para o ‘amigo Carlucci’, e resolvia o problema. Nunca perdeu uma noite por causa disso. Também nunca sofreu consequências pelo modo ‘despachado’ como resolvia esses problemas. Uma testemunha conta que para a candidatura de Soares a Belém entravam pacotes de notas embrulhadas em papel de mercearia. E uma fonte anónima garante que Soares, já Presidente da República, ajudou a campanha socialista à Câmara de Lisboa, desde que o filho fosse n.º 2 da lista: «Mário Soares aceitava desbloquear os dinheiros para o PS na condição, então, de o filho ser o n.º 2 da lista candidata pelo PS em Lisboa e, em caso de vitória, o substituto de Sampaio nas suas ausências como presidente da Câmara».

    Soares é um homem pragmático a 100% e um táctico puro. O político que hoje ataca a austeridade dizia em 1983 que não havia outro caminho senão apertar o cinto, e enfurecia-se por o bispo de Setúbal falar em «fome». Mas, quando se tratou de avançar para a Presidência da República, pediu a Ernâni Lopes, o seu ministro das Finanças, para aliviar a austeridade de modo a ganhar votos (o que este recusou).

    E num Congresso do PS irritou-se quando Maria Belo suscitou a questão do aborto, por ser politicamente «inconveniente».

    Nos momentos difíceis usava sem pudor os amigos, sacrificando-os quando era preciso. Tudo era feito em função da sua agenda pessoal. Nessa questão do aborto, quando se viu acossado pela direita e atacado pela Igreja, não fez mais nada: planeou uma visita ao Vaticano e conseguiu ser recebido pelo Papa (João Paulo II).

    Quem arranjou a audiência foi o embaixador Hélder Mendonça e Cunha, e Soares descreve assim a chegada ao Vaticano: «Cheguei e lá tinha o embaixador, muito maricão mas muito simpático, impecável, sempre muito bem vestido, a quem eu tinha feito alguns favores grandes, um deles mandá-lo para o Vaticano».

    Quando se zangava com os que antes o serviam, era implacável. Rui Mateus, que o acompanhou em inúmeras viagens ao estrangeiro, que foi seu tradutor e lhe angariou fundos para as campanhas, é definido por Soares no livro como «quase analfabeto» que «mal sabia ler e escrever».

    Mário Soares era assim: bonacheirão, desenrascado, pragmático, amante das mulheres (recusou uma sugestão do PCP para passar à clandestinidade porque dizia «gostar de mulheres e da boa vida»), um tanto leviano, afeiçoando a realidade aos seus interesses. Noutro contexto geográfico, poderia ser um Chávez mais soft, um caudilho do tipo sul americano, afectuoso, teatral, bom tribuno, despreocupado com a economia e as finanças, resolvendo os assuntos de Estado com uma palmada nas costas.

    Um dia, num jantar do Prémio Pessoa, em Seteais, ele disse a Balsemão, apontando para mim: «Aqui o Saraiva não gosta dos políticos bons vivants como eu ou você. Gosta mais dos caras-de-pau, como o Eanes e o Cavaco».

    A guerra sem tréguas de Soares contra Eanes também fica bem exposta no livro – e seria depois transposta para Cavaco Silva, que Soares considerava um provinciano, «sem mundo, sem currículo político» (embora depois confessasse que o «menosprezou»).

    Enfim, um livro para ler com muito prazer – cheio de pessoas ainda vivas e de outras que conhecemos de perto ou de quem ouvimos falar muito –, recheado de histórias pitorescas, assente numa investigação exaustiva e credível. E, depois de lido, é um livro para guardar – porque funciona como obra de consulta. Está lá boa parte da história da segunda metade do nosso século XX.”

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    • 10 Dezembro, 2013 19:12

      bolas um livro para ler com quê?

      deves ser um masoquista pá

      ide ler o viegas já que gostas de ler merda

      ou o manel tiago

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  14. BELIAL permalink
    10 Dezembro, 2013 19:09

    A sintese do SARAIVA está jeitosa.

    O modo como se refere a Joaquim Vieira e a si próprio dá vontade de rir.

    O homem tem ego e prosápia a dar com um pau.
    Em filáucia, não há muitos.
    Não se enxerga.
    “O gaba-te Sancho”, é uma segunda pele.
    Acredita em SI, demiurgo…

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    • 10 Dezembro, 2013 19:13

      demi urgo ou demi ogre e acredita em si ou em SI BEMOL

      num és capax de escrever sem ser com capachinho?

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      • ora permalink
        10 Dezembro, 2013 19:58

        o gajo é maricas e gosta do chico José…

        bom phodia ser peor olha s’elle gostasse do José socras tava fodido né

        oia induca-te pá
        Lote 27 – Livro “A ANALISE DAS IMAGENS” de Christian Metz, Jacques Durand, Georges Peninou, Louis Marin e Jean- Louis Schefer – 1973 – Editora Vozes Ltda. Nota: Apresenta sinais de uso miçlo descolado da lombada. 1h 5m 21s

        Valor actual:
        €3

        134970028 Lote 28 – Livro ” A CIDADE ANTIGA” de Fustel de Coulanges – 1971 – Editora Imprensa Portuguesa. Nota: Apresenta sinais de uso. 1h 5m 21s

        Valor actual 1

        carotes né

        134970059 Lote 59 – Livro “NO TEMPO DA REVOLUÇÃO FRANCESA” de Jean Robiquet – Edições Europa América. Nota: Apresenta sinais de uso. 1h 11m 54s

        Valor actual:
        €2

        134970060 Lote 60 – Conjunto de 13 revistas de “ABC da Electrónica” edição Brasileira do nº. 1 ao nº. 13. Nota: Sinais de uso. 1h 11m 54s

        Valor actual:
        €1

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  15. BELIAL permalink
    10 Dezembro, 2013 19:26

    Meu caro Braguinha:

    Eu acredito em SI.
    Em Si.

    Quanto ao Viegas: gosto do Xico José, sim Senhor.

    Dito isto, vá escamar o besugo para outra freguesia.
    Ou se prefere: esgane a cobra zarolha. E goze muito.

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    • ora permalink
      10 Dezembro, 2013 19:54

      gozo nada pá isso acaba com a edade daí o pateta alegre preferir matar bichos com caçadeira de 6000 aeurros em vez de ir-se às do Berlusconi a 7000 aeurros cada

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  16. BELIAL permalink
    10 Dezembro, 2013 21:02

    Tadito: é borracho!

    O rapaz, não está capaz.

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    • 10 Dezembro, 2013 21:06

      tadito

      é borracho

      tu capacho

      retardadito

      be leal

      ó rapaz

      tás bem mal

      ó goraz

      num estás

      capaz

      ó retardado mental

      borracho

      capacho?

      de água e sal?

      é natural

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  17. BELIAL permalink
    10 Dezembro, 2013 21:10

    Pilhas para malucos: acabaram-se.

    Vaya con Dios, pobrecito…

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    • 10 Dezembro, 2013 21:15

      e as tuas não acabam ó retardado?

      dado à masturmação cu lectiva né?

      e inda por cima ass assumido

      ide ao viegas ide…

      pobrecito?

      não te cito

      mas a electricidade nem no lagarteiro é de graça

      iste é desporto de classe média pá

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