Uma nota sobre votações
15 Março, 2014
Ao contrário do ex-deputado Miguel Vale de Almeida, que decidiu dar os parabéns a quem votou a favor da lei da co-adopção, eu queria dar os parabéns aos deputados que votaram a favor, que votaram contra e que se abstiveram.
Quer querem? Sou um democrata.
78 comentários
leave one →

Os únicos parabéns merecidos seria mesmo aos que sendo homossexuais entendem que em entrando crianças não há lobby corporativo que mereça respeito
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Irritam-me estes fascistas com a mania que há votos certos e votos errados num parlamento. Posso não gostar do resultado mas a regra do jogo é essa. São grandes defensores da constituição e tudo. Enfim.
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São estalinistas e gostam destas porcarias porque depois do fim da luta de classes é a única ditadura de “igualdade” que lhes resta.
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Palmas merecem aqueles que votando assim na ultima vez, agora votaram assado.
Sabe no que dá a diferença de 5 votos??? É o mesmo que dizer que na proxima , esta lei é aprovada. Deixe-me adivinhar, deixa é ser ser desmocratica…
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Repetir até ser democrático. Para já não é.
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Pior do que ser o não demoratico é andarmos brincar aos paises , quando o país é um pais do faz de conta, onde falta tudo até o basico e neste caso o basico é ser-se ou não vertical e ha-os que não foram.
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Por mim, limito-me a gritar:
Abaixo a democracia!
A não ser que seja proibido. Ou pecado. Credo!
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Eu também me indigno consigo. E também felicito quem votou contra ou se absteve.
Em Portugal criou-se uma falácia de que as ideias que são boas e as ideais ou propostas que são válidas são todas que não só reclamam, mas verdadeiramente arrebanham para si «adjectivos mágicos».
«Adjectivos mágicos» são umas palavras dotadas de uns «pozinhos de perlimpimpim» que só pelo facto de «virem anexos» ao que se pretende, tornam logo tais ideais ou propostas boas e positivas…. Logo, logo.
Ou seja, não interessa o conteúdo, não interessa a materialidade do assunto de que se está a falar. O que interessa é que se a ideia é «progressista», «fracturante», ou se pertence à «ética republicana» (??!).
Ao revés, todas as ideais conservadoras são logo apodadas de lixo, ao adjectivarem-nas com palavras de conteúdo negativo: «retrógrado», «acomodado», «sexistas», «homofóbicos» (este agora muito em voga).
Tudo isto ao arrepio da enorme e vasta maioria sociológica do país. Ou seja, a grande maioria dos portugueses está errada. Respeitem-se uns paneleir… iluminados.
Por isso, para o paneleir… quer dizer, para o ex-deputado MVM, quem está de parabéns é quem votou a favor do que seria uma aberração (ver http://www.publico.pt/sociedade/noticia/a-coadopcao-e-os-filhos-de-pai-incognito-1621436), mesmo estando a maioria dos portugueses contra a consagração da co-adopção por casais de paneleir… homossexuais.
E, repito, tudo isto ao arrepio da enorme e vasta maioria sociológica do país. Mas estes são politicamente incorrectos, são retrógrados. Não são dotados de ideias progressistas, nem guiados pela ética republicana.
É a maioria a impor-se à minoria, o que não pode ser!!! Ora pois, têm que se respeitar as minorias… Tem que se aceitar que as minorias se imponham à maioria. Estão a ver a funcionar aqui a ética republicana.
Esta gente não se enxerga.
Victor Cunha, muitos parabéns pelo post.
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Não é apenas uma questão de dar ou não os parabéns mas sobretudo de quem defende a co adopção por casais do mesmo sexo se considerar imbuído duma superioridade natural. veja-se o que é relatado aqui
http://mais.blogs.sapo.pt/coadopcao-metem-me-nojo-32004
e que na correcção aqui
http://jugular.blogs.sapo.pt/eco-do-pensamento-3719129
não dsmente o sucedido mas tão só o número de vezes que foi proferia a palavra nojo e se o proferir da palavra nojo foi ou não ouvido na esplanada
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Claro- são sempre gente feita de uma matéria superior. Quando não é a superioridade moral é a cultural- por isso conseguem falar ao mesmo tempo com pobrezinhos na boca e mirós pendurados à janela.
Nesta anormalidade a luta é contra a discriminação da natureza. É simbólica, como na rábula da Loretta dos Monty Python.
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– “He’s a man: he can’t have babies!”
– “Don’t you oppress me!”
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Este pessoal amaricado tem o condão de se apresentar como santinhos humanistas, enquanto os outros são porcos preconceituosos… O lobby está bem entranhado na CS.
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Desculpem-me, tenho que discordar.
Concordo com o resultado de qualquer votação democrática, mas só dou os parabéns aqueles que votam no sentido do que eu votaria.
Porquê?
Porque penso que estes estão certos e os outros estão errados.
Certo ou errado?
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Neste caso nem poderia dar parabéns a uma imbecilidade que nem devia ter chegado ao parlamento.
Chegou exclusivamente por importação de moda. Basta um grupo de palermas para se inventar um caso nacional e político.
Portanto, é também por estas coisas que nem voto e que cada vez acho mais grotesca a dita democracia.
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É óbvio. No entanto, neste caso, houve hipótese de referendo, que os do “sim” recusaram. Assim sendo, estão também de parabéns por aceitarem ser demonstrados como errados poupando-nos o circo das campanhas.
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eheheheh Por isso é que me deu gozo o tiro no pé.
Mas não vão largar. Estes tarados hão-de repetir votações até conseguirem fazer passar o resto do pacote que sempre tiveram escondido na manga do “casório”.
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Abaixo os rabetas!
É que já nahácucaguente, pô!
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Obrigado.
Como se percebe a minha opinião era generalizada e não sobre este caso particular, embora também o pudesse ser.
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Mas, já todos percebemos que política também é um catálogo Primavera/Verão; Outono/Inverno.
Efeminização geral da sociedade, é o que é. O mando e o poder consegue-se pelo grau de palpitações que provoca.
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Não tenho tv e nem estou a par de séries ou novelas mas contaram-me que não há uma, seja cá, seja onde for, em que toda a dicotomia bons/maus e castigo final não gire em torno da dita homofobia.
Isto significa a existência de um lobby poderosíssimo. Porque vai entrando, vai fazendo a cabeça das pessoas. E a caixinha mágica é um meio zombie tremendo.
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Bem sei que muita gente não concorda com a obra de Gramsci, mas tudo o que ele teorizou está plasmado na abordagem que este lobby tem tido ao longo das últimas décadas.
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Há tanta lei votada na AR, porquê escolher esta para dar parabéns?
Só cousas que m’apoquentam.
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Está um bocadinho distraído.
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Diria antes indiferente a essa problemática.
Deve ser problema meu.
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Eu faria um referendo às problemáticas que interessam mas não é democrático.
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Sobre o referendo, e como é sabido, há diferenças entre democracia directa e representativa.
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Muito bem. E como o PSD, que ganhou as eleições, não apresentou no programa a co-adopção… É fazer as contas.
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Como nunca li nenhum programa de Partido…
deixo essas contas para si.
Co-adopções são peanuts.
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Pois Piscoiso
Só estranho que na lei da interrupção da gravidez (que não é bem voluntária pois mete menores no assunto!) não se tenham lembrado da democracia representativa, e tenham feito referendos até dar o resultado pretendido, isto apesar do argumento para a “invalidar” o primeiro não tenha servido para o segundo.
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Eu, que não sou distraído, lembro-me do grande líder, Álvaro Cunhal:
“Não vamos perder em eleições o que ganhámos na rua”.
Alto conceito democrático que esteve mais ou menos adormecido e regressa em força porque, em tempos de crise as pessoas menos informadas sentem-se atraídas pelo oculto, quer seja bruxas, videntes ou comunistas.
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Apesar de se estar a comemorar há mais de 24 horas a “vitória”, devem-se parabéns à democracia, que tratou de um assunto que alguns queriam que tivesse sido tratado por referendo.
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Referendo indemocrático.
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AAHAHAHAHA Só faltava um fóssil para considerar uma votação de gente partidária mais democracia que voto por referendo à disposição de toda a população
“:O)))))))))))
São uma anedota completa.
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Estas coisas são estúpidas em toda a parte. Mas, quando chegam cá requentadas, ainda conseguem servir o anedotário nacional
ahahahahahah
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ainda bem que zazie tem um novo estatuto no Blasfémias 🙂
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indemocrático é a “participação activa na sociedade” quando ela não participa activamente como nós queremos. Nem que seja a maior imbecilidade.Democrático democrático só um referendo que tenha a participação inferior à constitucionalmente prevista para ser vinculativo mas que devido “à participação das forças vivas da sociedade” seja revertida em lei que além dos objectivos preveja a gratuitidade e o subsídio.
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anti-democrático foi, após terem aprovado na AR uma lei na generalidade, terem tentado levar a lei a um referendo. Para essa derrota não houve comemorações.
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O povo não sabe nada. Precisamos de senadores. Metade têm que ser gays.
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É. O problema deve ser meu que nem dei pelos bloqueios nas estradas e nas revoltas de operários e camponeses por causa da adopção rabeta.
Mas pronto. Sempre é gratificante confirmar-se que a Esquerda continua do lado dos mais fracos- os coitadinhos dos homo que nem crianças podem usar como de direito.
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É, a rabetagem quer adoptar criancinhas assim como quem cultiva um alfobre, eheheheh
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É a nova reforma agrária.
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Não sei porquê paira a impressão de que se abriu uma ‘caixa de Pandorra’.
A actual maioria deve tirar conclusões do processo parlamentar tecido sobre o caso da co-adpoção. Não ficar por cínicos festejos.
Nada do que se passou é edificante principalmente para quem repete à saciedade – e para o exterior – que as reformas estruturais (muitas delas votadas por maioria simples) são duradouras.
Embora o assunto submetido a decisão na AR seja um problema relativamente ‘marginal’ em relação às prementes preocupações dos portugueses ( a realidade é que o assunto foi agendado) a conduta processual não serve a incessante campanha do ‘consenso’, já que vai acirrar desentendimentos.
É muito difícil apagar a imagem de uma medíocre ‘chicana parlamentar’ e este ‘método’ corre o risco de ‘clonagem’ no futuro (incidindo sobre outros assuntos/temas).
Hoje, muitos portugueses perante a votação de ontem fazem pertinentes perguntas:
– O que o grupo parlamentar do PSD vai fazer do referendo recusado pelo TC?
– Vai reformulá-lo e enviá-lo de novo ao PR para fazer de novo uma penosa tramitação?
– Se o não fizer estará a dar razão aos que interpretaram o referendo como sendo uma manobra dilatória para ‘corrigir’ (anular) o resultado de uma votação anteriormente efectuada?
– …?
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A minha interpretação é a seguinte: referendos são bons quando dão o resultado certo; são maus quando os 6 interessados aparecem em 7 canais de TV.
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ahahahahahaha
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Se reparar bem não teci qualquer juízo de valor sobre o referendo em causa.
Mas o silêncio será a minha expectativa pessoal mas o mesmo não posso dizer em relação ao grupo parlamentar do PSD de cuja direcção faz parte o deputado Hugo Soares um ‘apóstolo referendário’ que não mostrou satisfação plena com a votação de ontem. Seria curioso (já não digo importante) saber se o PSD vai voltar ao referendo (bom ou mau tanto faz) depois das eleições europeias e antes das legislativas.
Em resumo: vamos dar-nos por satisfeitos com a ‘chicana’ de ontem?
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Tomando em consideração que a lei não se aplica a mim, não posso considerar uma ‘chicana’. Admito que pessoas que pudessem beneficiar da lei o considerem mas, depois, não venham com a sagrada constituição quando dá jeito.
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De realçar no público de hoje, a propósito da votação de ontem, a posição de Teresa Caeiro do CDS. Ser deputado é antes de mais e de pensar no seu próprio umbigo, lembrar-se de que tem um eleitorado que o elegeu, de acordo com um programa eleitoral. Era isto que se esperaria dos deputados do PSD e não a expressão das suas opiniões pessoais ou da sua consciência.
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Tomando em consideração que estes deputados não se apresentaram a eleições com isto no programa, o melhor que podem fazer é votar consoante o que pensam ser a vontade de quem os elegeu. Isso chama-se parlamentarismo.
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Exactamente. Julgo que tenha sido esse o raciocínio, o correcto, que indica ter feito a deputada Teresa Caeiro, e que deveriam ter feito todos os deputados da coligação governativa, principalmente aquela vice do PSD que armou toda aquela confusão na votação anterior. um deputado, antes de mais é representante de uma parte do eleitorado. E quando uma matéria não está explicita, ela está sempre implícita. Por alguma razão, um eleitor do CDS ou do PSD está nos antípodas do pensamento político de todos os partidos do PS e para a sua esquerda. É isso que os deputados devem avaliar, e a Teresa Caeiro fê-lo. Alias as declaracões dela podem levar eleitores a mudarem de sentido de voto, apesar da presença nociva no seu partido do presidente…
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Porquê usar estrangeirismos ( “gay”) se temos a palavra portuguesa “paneleiro”?
Estas coisas têm a sua importância : “gay” vem “lá de fora”, tem ares modernos e cosmoplolitas, ouve-se muito em séries e filmes – ao passo que ninguém, ou quase, gosta que lhe chamem paneleiro paneleiro…
Se ( aceito que estou a sonhar alto ) a “comunicação social” usasse os bons e velhos termos portugueses , desapareceria muito do ruído em volta destas aberrações.
Recorda-me a bem conhecida anedota alentejana :
– Compadre. sabe que fulano é “gay”, como o deputado Dr. Tal e tal
– Ná, ele nã tem estudos para isso. O que ele é , é paneleiro…
Vox populi…
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Vitor Cunha,
“Que querem? Sou um democrata.”
Quando se fala com alimárias como Miguel Vale de Almeida, Paulo Pamplona Côrte-Real ou Ana Matos Pires, não chega usar a palavra “democrata”, é preciso explicar-lhes o que isso significa. É que, para eles, democracia é eles ditarem o que os outros devem pensar e fazer.
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Mas a maluca da Matos Pires também já foi a deputada?
É no que dá ter vendido as tvs.
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O Vale de Almeida é a cabecinha pensadora deste grupelho. O Pamplona faz-me muita confusão porque é um tipo brilhante. Já a Matos Pires, em vez de exercer, deveria estar fechada numa sala almofadada.
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Os deputados da maioria que votaram a lei em Maio do ano passado, são exactamente os mesmos que votaram ontem? Como sabemos muitas vezes os deputados vão rodando por diversas razões que agora não vêm ao caso. Tendo o PSD dado liberdade de voto à bancada, basta ter havido cinco substituições para a votação ser completamente diferente.
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Se as pessoas não mudassem de posição, não se justificava propor a mesma lei várias vezes, como vai acontecer neste caso.
Mesmo os eleitores, podem mudar de opinião em função de vários factores. E isso é normal e às vezes salutar em democracia.
.
O que quase nunca muda é a opinião comunista, assim como a fascista e a talibã. Se além pensa um milímetro fora da caixa é expulso e nunca mais volta.
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Churchill,
Salutar em democracia é governar para o povo e não contra o povo, tanto que o voto é popular – mas governar contra o voto do povo é crime, não se dá é por isso.
Um exemplo de governar contra o povão???? ” Pedro Mota Soares referiu que é preciso perceber que a extinção do posto de trabalho só acontece para a viabilização da empresa e manutenção dos restantes postos de trabalho ”
http://noticias.sapo.pt/banca/#4098
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Nós conhecemos o “governar para o povo” dos comunistas. O povo está sempre de acordo, quem não está, fuzila-se.
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Sem tirar nem por, quantos já foram fuzilados em Portugal pelos comunistas???
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Fuzilados, não sei.
Com bombas também não sei. A Isabel do Carmo não diz o número.
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Um comunista verdadeiro nunca fuzila antes de chegar ao poder. Nem fuzila depois de chegar ao poder.Chegando ao poder ele só limpa da sociedade daqueles que não entendendo as suas superiores intenções são burgueses capitalistas reaccionários sabotadores.
Ele faz esse favor à sociedade.
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O que une Portugal, Roménia e Rússia? Quem respondeu que estão juntos os que aceitando a co adopção por casais heterossexuais, a impedem por casais homossexuais acertou. Grandes companhias
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O que une Venezuela, Cuba e Coreia do Norte? Três sítios onde há grande aceitação de “pai, quando eu nasci do pai, que fizeste ao pai?”
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ahahahahahahha
Isto só para rir
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qual foi mesmo a mentira que escrevi?
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Qual foi mesmo a mentira que escrevi?
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é só a diferença entre um facto e uma opinião subjectiva.
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Caro Portela,
O menos um do seu nome refere-se ao que estou a pensar?
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não, não se refere, esteja descansado; senão VC nem se preocupava comigo!
ps: “portela menos 1” … deve lembrar-se da polémica da construção e alternativas de aeroportos, eu também tinha a minha opção 🙂
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Que risota, lembrei-me agora.
Portela Mais 1, era para ser anunciado depois de “muitos estudos” o nome desse mágico lugar, creio que no Verão passado e que balançava entre Sintra, Alverca, Montijo e Punta Cana..
Nunca disseram nada.
Quem me dera ter pertencido ao “grupo de trabalho” que estudou intensivamente o problema.
Fizeram o mesmo que aqueles fulanos que andam atrás do treinador com o saco das bolas, ganham bem e nunca são aborrecidos com notícias nos jornais.
Mais uns cêntimos para o deficite.
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Este marciano de Sacavem esta’-se a revelar outro para o qual o cheiro a *erda e’ afrodisiaco.
Eles andem ai’……..
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Fosca-se… pior só mesmo o editorial do PÚBLICO a dizer “é pena que os deputados do PSD não tivesses estado distraídos”… como? queria que os representantes democraticamente eleitos não votassem para que uma lei retrograda, iníqua e bárbara fosse aprovada? Grandes democratas que me sairam os editorialistas rabetas do PÚBLICO que choram por um país tendencialmente cristão (Uganda, embora a lei tenha sido proposta por parlamentares muçulmanos) ter aprovado uma lei que criminaliza a homossexualidade e não escreve uma linha que seja sobre a mil vezes pior situação dos direitos dos homossexuais em inumeros países islâmicos?
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Realmente, o editorial do público é escabroso e lamentavelmente tendencioso. Aliás, toda a “zona” de opinião do jornal de hoje, à excepção do vpv é um manifesto de esquerda.
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E mesmo o Vasco é excepção quando é. Ainda há dias a falar da “outra senhora” parecia mais um batráquio com óculos do que um historiador.
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“Ao contrário do ex-deputado Miguel Vale de Almeida… eu queria dar os parabéns aos deputados que votaram a favor, que votaram contra e que se abstiveram.”
———–
Ao contrário, não, Vítor. Há quase 50% de coincidência entre a sua atitude e a de Miguel de Almeida. 😉
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A minha não é discriminatória. A do Vale de Almeida discrimina a maioria. Eu digo não à discriminação.
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Desta vez tem razão. 😉
MVA é aquele senhor que também discriminou todos os outros temas da sociedade, exceto um, quando foi deputado?
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Exactamente. Acho que o termo foi “missão cumprida”. Más línguas dizem “missão comprida”.
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As más línguas são mesmo más línguas. 🙂
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