Cuidado com as ideias que parecem excelentes
26 Agosto, 2016
Há anos que os franceses andam em guerra com o Facebook e a Google. O resultado não podia ser pior: é dificílimo encontrar conteúdos em francês. Mesmo pesquisando em francês. Aliás boa parte do que acontece em França só é notícia quando chega aos sites ingleses. Em parte porque os jornalistas não sabem francês. Mas não só.
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Os próprios jornais franceses não valem um caracol na net.
Para se saber qualquer coisa sobre a França é melhor ler os ingleses ou os americanos.
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Nao é so Jornais 😛 os canais de TV tb!
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Como se a malta soubesse ler Francês ou Alemão? Desde que o tio Sam ganhou a guerra a malta só lê mesmo, Português e estrangeiro (leia-se Inglês)!
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Pacote “silêncios”:
http://observador.pt/2016/08/26/central-de-sines-e-unidade-que-mais-polui-o-ar-e-etar-de-matosinhos-a-agua/
Os jornais é que matam! 🙂
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o conselho de estado françês proibiu a proibição dos burkinis.de qualquer forma,eu estava cheio de vontade de proibir os saiotes dos escoses(eh,eh,eh)
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Proíbiu também a proibição de andar nú?
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certas pessoas de qualquer cor/credo/clube partidario,andarem nús,é infinitamente mais ofensivo do que qualquer farrapo que possa tapar a pouca vergonha(eh,eh,eh)
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Tenha o Licas antão atenção, pois ao desnudar a sua inteligência podem encontrar um pavio muito curto. 😉
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Escoceses hombre!
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Acho uma parvoíce proibir o burkini.
A moira não tapa a cara!
A França está à beira de um ataque de nervos.
O povo em pânico e o pinguim desorientado.
A Esquerda está a dar o peido mestre. E já é tempo de o povo meter as ideologias do século passado no cano de esgoto.
A Esquerda polui o ambiente!
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Mais preocupante é a união europeia já ter aprovado medidas de censura da internet sobre o pretexto de combater o “discurso de ódio” . E praticamente ninguém a querer falar, sobre isso.
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E ainda não se lembraram de criar também uma taxa sobre os dispositivos electrónicos para ajudar os jornais que ninguém quer ler.
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Há uns meses apareceu uma “jornalista” do Al-Púbico a exigir que os contribuintes lhe pagassem o ordenado se o jornal tivesse quebras nas vendas…
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Concordo. Muitos dos meus conteúdos e brilhantes ideias são partilhados «urbi et orbi» por uma chusma de pacóvios.
Tenho direito a essas royalties.
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Sabe que aquilo que é escrito em papel higiénico não constitui exactamente uma reflexão articulada, não sabe?
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Você devia pagar por escrever disparates. Afinal já se taxa a poluição.
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Ressalvadas as nossas distancias historico/culturais a anos luz das frogs e beefs ou dos passados mais recentes boches com as arabias ou ”hachachins’,
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o vestuario seja arabe, hindu, budista ou outro qualquer com a cabeça rapada ou cabeluda de tranças ou carrapitos ou tapada com mais ou menos coloridos, mais despido ou despido não reveste problema especial para as nossas coordenadas civilizacionais; pelo contrário é liberdade de escolha pessoal, respeito pelo outro,
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pelo que o caso ‘burquini’ surge de abordagem muito martelada e desajeitada, tão exotica como os fins que parece pretenderia alcançar que acabariam por ‘engenheirar’ conflitos em àreas de vivência social laica onde nunca existiram.
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Quanto muito a questão é de reciprocidade entre estados.
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Por exemplo muitas zonas culturais/religiosa arabes, hindus, budistas, zulus e tantas outras recebem-nos sem quaisqiuer restrições de vestuário etc.
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Respeitam o outro como o outro os respeita a eles. Em igualdade. Sem racismos, religiosidades, ódios, fés, rancores, marginalizações ou fanatismos.
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Que razão haveria para proibirmos estas gentes de irem à praia ou andarem na rua vestidos como gostam desde que repeitem a ordem publica local ? Nenhuma salvo se a ideia fosse hipocritamente negarmos-nos a nós proprios.
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Porém já surge bem diferente no caso dalguns paises que proibem outras gentes de fés diferentes de andarem vestidos como estão culturalmente habituados,
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aqui eo que está em causa é o principio da reciprocidade entre Estados,
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no tratamento e acolhimento doutros cidadãos e nesta àrea não parece que municipios tenham competencias para agir ou interferir sob pena de dividirem as sociedades a que pertencem;
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compete aos seus Governos centrais assumirem entre Estados: pela nossa parte estamos prontos a recebermos como nosso hábito civilizacional sem quaisquer restrições de vestuarios ou alimentares desde que nos recebam da mesma forma.
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A questão é pertinente! Da mesma forma que se partilharem ipsis verbis os textos do Blasfémias numa rede social, sem sequer incluir a respetiva hiperligação, não está correto! Um jornal paga para usar as notícias de uma agência de notícias, como AFP, Reuters ou Lusa; porque não deve pagar o Google News ou o Facebook se fazem o mesmo com as notícias dos jornais? Na natureza esse tipo de atividades tem um nome: parasitagem!
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