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o estado social… à sua custa

21 Outubro, 2016
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Graças ao governo da geringonça, a teoria política viu-se enriquecida por um novo conceito: o do Estado Social… à custa dos outros. Isto é: em vez do estado promover as condições necessárias ao crescimento económico das pessoas que nele vivem, leva-o à falência e, para se sustentar e desenvolver a sua benemérita actividade vai sacar mais dinheiro «onde ele está», citando a feliz frase da menina Mortágua. Dito doutro modo, vai aos bolsos de quem não andou a desbaratar dinheiro e conseguiu economizar algum, para pagar as ideias que saltitam e pululam nas cabecinhas dos ministros. Assim, para aumentar as pensões saca-se um novo imposto sobre os imóveis. Para sustentar o rendimento mínimo aumenta-se o IMI. Para segurar os despedimentos na função pública aumenta-se o imposto sobre os produtos petrolíferos. Para financiar as 35 horas do sector público cria-se uma taxa sobre os alimentos e as bebidas com açúcar. Para pagar os manuais escolares aumenta-se o imposto sobre o tabaco e as bebidas. E por aí em diante: o estado gasta o muito que lhe damos a pagar as dívidas que a sua exemplar gestão foi gerando, e, para o resto, vem-nos sacar ainda mais. Falta apenas esclarecer se será criado algum novo imposto para pagar os salários dos administradores da Caixa. Ou já estavam provisionados?

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14 comentários leave one →
  1. Ar Cansado permalink
    21 Outubro, 2016 18:45

    … É verdade… A geringonça em vez de criar riqueza… lança impostos sobre os contribuintes… Filosofia dos parasitas… Dar esmolas com o dinheiro dos outros… Claro só contribui para haver cada vez mais pobres e mais parasitas

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  2. Filipe Costa permalink
    21 Outubro, 2016 18:57

    Para a Admin da caixa,o dinheiro entra directo, via recapitalização, quem paga? A divida. Quem paga a divida? Os contribuintes.

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  3. Elmano permalink
    21 Outubro, 2016 19:26

    Quando queremos fazer caridade devemos fazer com o nosso dinheiro. Fazer com o dinheiro dos outros dá sempre mau resultado, tanto para quem a faz como para quem a recebe. Nada está garantido.

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  4. Manuel permalink
    21 Outubro, 2016 19:26

    Em quase todos os impostos existe margem para planeamento fiscal e “ajustamento” de comportamento. Se os portugueses tivessem força de vontade poderiam mostrar que, taxar pode não significar mais receita. Rezemos para que nem todos assim procedam, então era o fim da geringonça. Os impostos de consumo é uma questão de disciplina e, mesmo nos 0,3% sobre o património de 600000, é possível com propriedade horizontal e/ou divisão de coisa comum(entre família) reduzir os imóveis sujeitos a incidência, auguro muito trabalho para os notários e advogados, outra vantagem: evitar o mais que provável imposto de herança. Existe outra área onde os portugueses podem poupar: em multas e coimas, são valores astronómicos.

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    • sam permalink
      21 Outubro, 2016 21:52

      “Os impostos de consumo é uma questão de disciplina”.
      É uma questão de contrabando e economia paralela.
      A ciganada vai ser a nossa salvação.

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  5. Anónimo permalink
    21 Outubro, 2016 19:30

    Estado social ?. “Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é bobo ou não tem arte”. Será que AR quererá dizer Academia de Recorrentes (artistas) ?.

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  6. Arlindo da Costa permalink
    21 Outubro, 2016 21:14

    O Estado Social ia ser à custa dos marcianos? Essa é boa!!!!!!

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    • sam permalink
      21 Outubro, 2016 21:56

      Já todos percebemos que à tua custa é que não é, Lindinho.

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  7. Alain Bick permalink
    21 Outubro, 2016 21:57

    o monhé da ditadura social-fascista
    é quem cria os postos de traabalho

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  8. 21 Outubro, 2016 23:03

    O porcalhão preto e obeso, com a sua tropa fandanga vai ter que resolver! Agora que instalaram as peidas anafadas nos cadeirões. Que ninguém tenha pressa em os tirar de lá… O Marcelo está a ajudar…

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  9. Arlindo da Costa permalink
    21 Outubro, 2016 23:58

    Portugal tem a sua economia a crescer e está optando por um modelo fiscal que coloca no contribuinte o ónus. Se consumires mais, vais pagar; se queres poupar, sê moderado ou mesmo frugal.
    Aos poucos os portugueses vão recuperar os seus antigos bons hábitos de poupança, enquanto os estrangeiros (turistas, sobretudo) vão largando aqui o bago e os respectivos impostos indirectos…

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