Carta aberta aos britânicos e outros súbditos da Rainha do Reino Unido
Súbditos da Sua Alteza Real, Elizabete II, a Rainha do Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Jamaica, Barbados Granada, Papua Nova Guiné, Ilhas Salomão, Tuvalu, Santa Lucia, São Vicente e Granadinas, Belize, Antígua e Barbuda, São Cristóvão e Nevis e Chefe da Commonwealth,
Venho, por este meio, pedir desculpa pelo comportamento inadequado do nosso presidente da república perante a vossa rainha. Quando o escolhemos para o cargo tomamos em consideração todas as alternativas. Sabíamos que os candidatos sofriam de perturbações mentais graves, por isso optamos pelo que nos pareceu capaz de comer com faca e garfo e com a boca fechada durante grande parte do tempo. A função do presidente da república de Portugal é a de legitimar os bananas do governo e fazer cumprir a constituição da república, um documento iterativo que vai sendo interpretado como aparentar conveniente num dado momento pelo colectivo de juízes que os partidos nomeiam (com a excepção de três, que são nomeados pelos próprios, que quando mija um português mijam logo dois ou três), daí que não seja importante escolher alguém que se saiba comportar.
Compreendo que estejam habituados a um sistema de ordenamento político diferente e que esperem encontrar chefes de estado que acumulam com palhaços apenas quando oriundos de países totalitários e notoriamente despóticos. No nosso caso é diferente: não é uma ditadura de indivíduos com fato de treino, é uma oligarquia judicial abençoada pelos grupos de comunicação social e pela apetência do português para o papel de corno.
O nosso presidente gosta de contar histórias que o incluam, como menino deslumbrado que ainda é, pronto para a selfie de ocasião e rendido aos afectos que tanto agradam aos progressistas, aqueles que não julgam o pecado e sim o pecador, para usar conceitos bíblicos de fácil compreensão. Se tivessem que escolher entre as alternativas com que nos confrontamos, talvez tivessem escolhido o candidato Tino de Rans, um calceteiro que seria ideal para o cargo não fossem os maus dentes. Anteriormente caímos no erro de eleger uma pessoa que comia Bolo-Rei com a boca aberta e juramos que não repetiríamos a dose.
Peço desculpa em meu nome e do das pessoas que se revêm na necessidade de explicar as tristes figuras do nosso presidente no estrangeiro. Por favor, não nos bombardeiem: já temos problemas de sobra com o badocha do primeiro-ministro que come hambúrgueres na boda do seu próprio casamento.
Respeitosamente,
VC

Marteladas pelo menos duas foram.
– Uma no palácio real. Completamente ché-ché
outra
-Na visita a Paula Rego. A conversa conseguiu ser ainda pior que aquela que Jorge Jesus teve com a pintora, há dois anos atrás
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Tem desculpa.
Quem é que pode ter uma conversa com uma fulana que nunca teve contacto nenhum com a realidade e com outra que é completamente choné da cabeça?
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O gajo não vos ajudar a deitar a geringonça abaixo pôe-vos loucos!
Acalmem-se!
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Não te irrites, pá: a conversa não é contigo.
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BINGO! Dr. Vitor Cunha.
Uma Criança . Tenho um neto com 8 anos que tem mais juízo do que este “tontinho”!
Esta Criança a prestar Vassalagem a quem sempre nos tratou abaixo de cão com raríssimas excepções e porque estavam os franceses metidos no barulho.
UMA VERGONHA!
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priceless,
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…” Quando se fala de Portugal…. pensa-se logo em Paula Rego” !
“Cristiano Ronaldo, go procession the portuguese presidente”” New York Times
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Bull’s eye!
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Mais um parolo para nos envergonhar – coisa que não deve incomodar minimamente os parolos que o elegeram…
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Badocha? nem por isso! ele recusou-se, isso sim, a engolir o pau de vassoura que Cavaco engolia sempre antes de casa acto oficial…
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Para quem pensa que já viu tudo , o nosso Marcelinho tem marcado na agenda de 2018 uma visita ao atelier da Joana Vasconcelos , presença em missa campal do Papa em Fátima , desfile militar em PyongYang e ainda , lá para o fim do ano , uma recepcao apoteótica nos Paços da AR do último preso político em Portugal …
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Por fim … saíra do armário 😛
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Não sejam injustos, com Nóvoa estaríamos melhor?
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Cuidado com o relativismo. Eu não sei se é melhor a peste negra ou ébola.
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Dr. Vitor Cunha,
Naqueles catrefada de países e lugares que pertencem à Commonwealth, faltam as Ilhas Malvinas.
E pensar que fomos nós que lhe abrimos as portas das Índias.
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Eu penso que as Malvinas são British Overseas Territory, como Gibraltar, as Caimão ou Montserrat. Já Isle of Man ou Jersey são dependências da coroa.
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A brincar a brincar HMQ pode continuar a dizer o que uma sua antecessora dizia ” O Sol não se põe no Império Britânico”.
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____________Her Majesty, I was just a child [1957]
____________Was you? I´m sure you was . . .
(O sr, Contente visita Elisabeth )
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Paula who? Paula qui? Paula, die? Paula quién? 保拉是谁?Паула кто? पाउला कौन?
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