Descobri que a mãe do António Costa nunca teve instinto maternal
A selecção nacional de futebol, a que venceu o título europeu, não tem mulheres. Segundo a doutrina vigente, há duas hipóteses para isto acontecer: dominância social do heteropatriarcado e as suas noções rígidas de género e/ou prevalência da misógina ordem pré-estabelecida por cânones de representação não igualitária das múltiplas identidades divergentes.
O instinto maternal não existe, diz uma criatura fêmea, que se identifica como fêmea, e que consegue ser mais feia do que um homem a fingir que é uma fêmea. Muito parecida com um colega que tive na preparatória, a que carinhosamente chamávamos “saco de batatas”, Orna Donath é socióloga (coitada) e, como se isso não bastasse, conseguiu encontrar mais vinte e três amarguradas na secura que corrobora a sua tese anti-canônes-do-heteropatriarcado-opressor.
O Observador, em 6175 caracteres, dá espaço a esta coisa e a sua tese como se de ciência se tratasse. Têm razão: é mesmo ciência, é a ciência dos afectos, a que faz com que sondagens saiam ao lado, a que justifica as redacções de jornais carregadas de marxistas bondosos portadores de lastos de culpa do homem branco, a que permite sentimentos de normalidade perante geringonças, a que não compreende a eleição de Trump, a que culpa o homem branco “não instruído”, a que recebe a guerra cultural com os braços abertos da deserção e a que, devagar, devagarinho, há-de criar a geração mais intelectualmente regressiva da história recente.
Ao contrário das pessoas que estão fartas disto, estou optimista. O excesso de estupidez é o maior catalisador para o laissez-faire futuro. E, convenhamos, é bonito ver a esquerda a assumir em definitivo o papel que sempre lhe esteve destinado, o do moralismo que decide o que as pessoas devem ou não pensar.

Já nem inventar conseguem. Isso é treta do que foi escrito há séculos pela Badinter.
Esta é judia, é feia mas daquele tipo de feias feministas que agora estão na moda e se maquilham muito e querem fazer passar por serem “mulheres muito interessantes”.
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Muito “sexy”.
eheheh
É uma palhaçada que chega a ser grotesca. Então quando se armam em andróginas e andam de bonezinho na cabeça a imitar os homens e depois decoradas à “mulher-fatal” é cá uma coisa…
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Bom dia,
Sou cronista e reporter e gostava de ser vosso colaborador.
Rogerio Rosa
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Está ontratado, a oia de insrição pode eniar por paypal. lol
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es de onde~
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Texto brilhante (o seu, vitorcunha)
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Não tardará a ser convidada para a universidade de Verão do BE e para conferências promovidas pelos gays tugas. De seguida é entrevistada pela Cautela no programa para adolescentes 5 Para a Meia Noite (quando é que deixará de ser um albergue para humoristas-sem-graça ?) e como máximo reconhecimento público entra no estúdio, de surpresa, o afectuoso-mor. E espeta-lhe uma medalha na camisa — é o delírio total !
Esta (tem mesmo aspecto de judia-parva), não é nada vegan. Deve ajavardar-se a comer, beber melhor e para delírio dos fãs, arrota três vezes com um sonoro peido como final de sessão.
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ehehe Pois tem, tem
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É o que acontece à larga maioria destes ‘sociólogos’: em vez de aproveitarem o tempo livre e os subsídios que recebem para darem umas fodas, preferem ficar em casa a transcrever as suas frustrações para o papel. Nem o latex os salva.
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Esta teve tempo de antena do Observador que parece que não quer encontrar melhor. Ou só é capaz de copiar.
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São estúpidos e têm lobby de causa de mundo-às-avessas.
O que esta palerma diz até é total plágio do que a Elizabeth Badinter disse há séculos.
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Como estão as coisas julgo que um jornal para ter um mínimo de qualidade não pode ter jornalistas.
O que sai das escolas de jornalistas é só refugo Marxista.
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ahahah Podes crer. É impressionante. Não sabem sequer escrever mas debitam todos a mesma cartilha monga. A do politicamente correcto e das causas fracturantes do mundo-às-avessas.
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Graças a vinte e tal gajas! Provou algo graças a menos de 30 pessoas. Um dia vou provar que pedofilia é o usual, bastam 30 pessoas.
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Talvez gostes deste texto zazie que deixa ideias sobre educação fora do Estatismo e fora da Esquerda.
https://ricochet.com/395914/strange-new-respect-right-part-one/
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Basta ver os “artigos” desta Cristina Marques.
São cópias. Só sabe fazer cópias e escolhe toda a porcaria mais politicamente correcta que fareja.
Não sei quem contrata esta gente e, ainda menos, quanto ganham por consiguirem copiar e traduzir mal.
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Só agora lá chegaste? Há imenso que eu digo que um jornal de qualidade já não pode ter jornalistas.
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É preciso estudar muito para atingir estes níveis de estupidez.
Os “pouco instruídos” ficam limitados pelo senso comum, coitados.
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eheehhe
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Eu proponho o incêndio das universidades e dos jornais. Era suposto tornarem as sociedades mais “saudáveis”, mas tornaram-se num cancro de culto e propaganda. Deitem-lhes fogo, antes que proliferem mais, e destruam toda a civilização ocidental e não só. O tempo do dialogo e do pacifismo tem que acabar sob pena de nos tornarmos todos cobardemente servos, destes sociopatas lunáticos. Se for preciso guerra, que assim seja. O pacifismo patológico entorpece e apodrece as sociedades. Já o observador, vi-lhe logo as fuças escondidas salvo alguns poucos colunistas logo na primeira semana de inauguração. E qual jornalistas qual carapuça. Se querem ter um jornal de direita então que escolham gente de direita e não “paneleiros” lambe cús da esquerda que se dizem de “direita”. Não é preciso ir buscá-los aos seminários de culto universitário, que só produzem analfabetos funcionais lobotomizados. Se as direções não o fazem é porque não querem, e gostam do caminho que estão a seguir.
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Eu proponho o incêndio das universidades e dos jornais. Era suposto tornarem as sociedades mais “saudáveis”, mas tornaram-se num cancro de culto e propaganda. Deitem-lhes fogo, antes que proliferem mais, e destruam toda a civilização ocidental e não só. O tempo do dialogo e do pacifismo tem que acabar sob pena de nos tornarmos todos cobardemente servos, destes sociopatas lunáticos. Se for preciso guerra, que assim seja. O pacifismo patológico entorpece e apodrece as sociedades. Já o observador, vi-lhe logo as fuças escondidas salvo alguns poucos colunistas logo na primeira semana de inauguração. E qual jornalistas qual carapuça. Se querem ter um jornal de direita então que escolham gente de direita e não “paneleiros” lambe cús da esquerda que se dizem de “direita”. Não é preciso ir buscá-los aos seminários de culto universitário, que só produzem analfabetos funcionais lobotomizados. Se as direções não o fazem é porque não querem, e gostam do caminho que estão a seguir.
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Essas coisas não se incendeiam. Basta que deixwmos xe lhds ligar, e elas morrem por si.
Já deixei de ir ao sítio do Escarralhador, e não pretendo lá voltar amiúde.
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Como se os “cancros” desaparecessem, por deixarmos de lhos ligar…
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O que é que a esquerda tem a ver com o vosso «saco de batatas»?
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Onde há esquerda, em breve deixa de haver batatas.
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Tinham grelado.
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ehehehe
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