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Cristas, a ausente

13 Março, 2017

Assunção Cristas ao jornal Público: «O CDS foi sempre, no Governo, e antes na oposição, um partido muitíssimo activo e na linha da frente do escrutínio da actuação da supervisão bancária. (…) nunca os temas da banca foram discutidos em profundidade em Conselho de Ministros».

Ora, enquanto Cristas foi ministra, o Governo de então fez um primeiro resgate à CGD (2012), nacionalizou o BANIF (2013) e aprovou a resolução do BES (2015). Tudo somado, foram torrados pelo governo de que fazia parte, pelo menos 7 mil milhões de euros. No último caso ficamos a saber que assinou de cruz por «estar de férias». Nos outros dois casos revela que nada foi falado «em profundidade». Seja isso o que for, parece que em vez de «muito activo» houve uma enorme inércia e em vez da «linha da frente», Cristas e o seu partido nem sequer na retaguarda estiveram, primando pela total ausência. Afinal, o que estavam lá a fazer? Mas alguém acredita que isto foi assim?
Toda a história é muito mal contada e deixa a suspeita sobre do porquê agora tentar tirar o cavalinho da chuva.

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9 comentários leave one →
  1. bst permalink
    13 Março, 2017 20:32

    Cecília Meireles, eis um nome.

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  2. 13 Março, 2017 21:51

    A ACristas expressou-se mal ou mentiu. Parece-me mais que mentiu.

    Toda a estoria do PNúncio-offshores está mal esclarecida pelo ex-secretário de estado.

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  3. 13 Março, 2017 22:47

    Um sujeito ouve, lê e pensa: como é possível uma mentirosa destas estar à frente do CDS e querer ser Presidente da Câmara de Lisboa?
    E está a senhora preocupada com a data das autárquicas. Pede para que sejam o mais tarde possível. para que os votantes em Lisboa se esqueçam da primeira página do Público de hoje

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    • Euro2cent permalink
      13 Março, 2017 23:17

      > como é possível uma mentirosa

      Se calhar é melhor começar pelos factos básicos da vida, tipo as flores e as abelhas …

      OK, pronto. Quando um político quer muito, muito, ser eleito/nomeado para um lugar, pode ser que enfie uma petazinha pequenina num orifício apropriado (e.g. uma caixa de correio).

      Depois cresce, e torna-se uma “posição”.

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  4. 13 Março, 2017 23:11

    Excelente post.

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  5. José Domingos permalink
    13 Março, 2017 23:13

    Acho estranho, que A. Cristas, não diga que P.Nuncio, fez o que lhe mandaram, a começar no gabinete de advogados, e ver qual é o patrão.
    A.Cristas, quer estar bem com todos, não se afirma como líder. a sombra do PP, paira sobre o cds, é uma direitinha envergonhada, se é que é de direita, não tem força nem carisma.
    Talvez C. Meireles ou então Nuno Melo.
    O melhor mesmo, era aparecer um partido de direita, desenvergonhado e com eles no sitio
    Esperemos.

    Liked by 1 person

  6. adelinoferreira45 permalink
    14 Março, 2017 00:11

    O termo utilizado foi para ser delicado, pois inicialmente tinha escrito alimária.. Gostas mais assim….

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  7. Arlindo da Costa permalink
    14 Março, 2017 03:30

    A verdade mesmo é que o PSD fazia todas as maroscas.

    O CDS foi um ornamento para dar credibilidade ao grupinho de neo-comunistas do PSD de Passos Coelho.

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  8. piscoiso permalink
    14 Março, 2017 14:01

    Assunção bem, ou mal, pretende assumir-se como líder do Partido, mas há por lá melhor.

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