A APAV, em parceria com a Intercampus, voltou a aplicar em 2017 o inquérito que já tinha realizado em 2012 sobre “Criminalidade e Insegurança”, em que questionou os portugueses sobre o “sentimento de segurança” face à zona residencial e aos bens pessoais, sobre o “sentimento de segurança em termos pessoais” e a “experiência pessoal nos últimos 12 meses”.
Os dados divulgados esta quarta-feira, que resultam de 600 entrevistas feitas entre 24 de outubro e 11 de novembro a pessoas com 15 ou mais anos, residentes em Portugal continental, indicam “uma tendência para a expressão de um menor sentimento de insegurança por parte da amostra, quando comparados com os resultados obtidos em 2012”.
Como uma das explicações para o aumento do sentimento de segurança dos portugueses, Carmen Rasquete [secretária-geral da APAV] apontou o facto de haver “mais paz social neste momento”.
A responsável lembrou que em 2012 estava-se “no centro da crise económica” e “existia muito o sentimento de negativismo, de pessimismo quanto ao futuro, não só em questões de criminalidade como em questões pessoais”, relacionadas com a “insegurança sobre o futuro e a própria vida”.
Tudo até que a propaganda da desbunda volte a atrair a criminalidade itinerante.
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Os nove mortos de sábado concordarão. Nada mais lhes pode acontecer.
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Os lacaios dos “merdia” comunicacionais “delivering the goods”…
É natural que as pessoas se sintam mais seguras na rua. Os criminosos agora estão mais confinados ao parlamento e outras entidades públicas, ou às sedes dos sindicatos…
O dinheiro para a publicidade já não chega, o jornalixo nacional passou a aceitar encomendas.
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