Será a isto que se chama direito ao esquecimento?
António Filipe, Janeiro de 2014 a propósito da privatização dos estaleiros de Viana do Castelo: “Nós entendemos que a indústria naval é necessária ao nosso País e rejeitamos totalmente a decisão política do Governo de liquidar a construção naval em Portugal. Garantias de que os Estaleiros Navais de Viana continuarão a fazer construção naval não há nenhumas. Zero garantias de que a empresa poderá continuar a fazer aquilo que sempre soube fazer.“
Nos afamados serviços privados de saúde frequentados pelo deputado comunista António Filipe existem certamente consultas para a perda de memória. Ma se não for esse o caso o senhor deputado terá de se desenvencilhar no centro de saúde da sua residência e entre a consulta de urgência mais a espera por uma desistência e a marcação no médico de família para daqui a dois meses deve conseguir que alguém o trate de tão grave problema. Até lá pode ir tomando

Deixe lá! A doença é incurável. Nada a fazer. Decorrem 50 anos desde a Primavera de Praga. É certo que a invasão “libertadora” foi só a 20 de Agosto. Mas por esta altura já aquilo estava ao rubro com a KGB a inventar manobras imperialistas. Aqui o silêncio é sepulcral, ao contrário do que se passou com Maio de 68. Já devem ter esquecido. Seria bom que a imprensa começasse a preparar as comemorações de tão memorável operação, se a censura deixar, claro!
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Nos tempos da ENVC faziam-se melhores barcos. Quer em quantidade, quer em qualidade.
Bons tempos esses. Agora fazem lanchas.
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