Traz um amigo também
Enquanto decorre a novela “Joacine Katar-Moreira destrói o Livre, graças a Deus”, as pessoas encontram-se sem energia para noticiar o lançamento do livro “Linhas Direitas. Cultura e Política à Direita” coordenado por Miguel Morgado e Rui Ramos e publicado pela D. Quixote/Leya. Por “as pessoas” refiro-me ao jornal Observador. Reunindo mais de 80 autores, entre os quais cinco ilustres desta casa (melhor: quatro ilustres e eu), vários colunistas dos mais lidos da praça e pessoas famosas por conseguirem usar as duas partes do cérebro ao mesmo tempo, parece-me uma omissão tão mais estranha quão a referência de Outubro ao thriller de João Tordo, “A Noite em que o Verão Acabou”, em particular porque toda a gente sabe que a noite em que o Verão acabou foi a noite de Domingo, dia 22 de Setembro. (Correndo o risco de spoiler para o próximo livro de João Tordo, adianto já que a noite em que o Inverno vai acabar será a de quinta-feira, dia 19 de Março de 2020).
Hoje há lançamento no Porto, pelo que não há qualquer motivo para que quem estiver algures do raio Santiago de Compostela-Salamanca-Mafra deixe de comparecer.


Quando o parlamento não passa de uma casa de comicios partidários, que apareçam e se multipliquem deputados para chatear o circo instalado.
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Comícios Partidários?
Que estranha forma de dizer “Negócios Privados”! (públicas virtudes!”)
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É nisto que se vive agora:
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Não estou nada indignado, mas oiça o padre e verificará que ele é bem anticomunista. Juizos apressados é o caminho para a desgraça
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Já sabia.
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