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Imaginemos que Mamadou Ba ganhava bom senso

6 Janeiro, 2020

“Imaginemos que tinha sido um jovem branco a ser espancado por 15 jovens negros”, Mamadou Ba queixa-se de indiferença dada ao caso de jovem morto em Bragança.
Imaginemos que o jovem branco assassinado no Campo Grande tinha sido assassinado por negros, era muito estúpido estar a colocar a questão da cor da pele ou o país de origem , não era?
Se Mamadou Ba ganhasse bom senso era um sossego, não era?

20 comentários leave one →
  1. mariojgcfernandes permalink
    6 Janeiro, 2020 16:51

    Caríssima Senhora,

    Será o título deste post a nova definição de oxímoro?

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  2. 6 Janeiro, 2020 17:17

    “Imaginemos que tinha sido um jovem branco a ser espancado por 15 jovens negros e que essas agressões resultassem numa morte. Teríamos o país inteiro mobilizado, indignado, a exigir Justiça e o apuramento das responsabilidades.”

    Pode não ser “o país inteiro mobilizado, indignado, a exigir Justiça e o apuramento das responsabilidades”, mas o que é certo é que no google { assassinado “Campo Grande” } tem 899 000 resultados enquanto {assassinado Bragança} só tem 326 000 resultados (e desses muitos são de propaganda partidária, não de jornais).

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    • JPT permalink
      6 Janeiro, 2020 17:52

      Poderia apontar que o primeiro caso é anterior, em vários dias, ao segundo e que, por regra, o que acontece no centro de Lisboa preocupa muito mais pessoas do que acontece em Bragança, mas isso seria argumentar com factos e lógica, algo que neste blogue, se tornou um desperdício.

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      • 10 Janeiro, 2020 03:30

        “Poderia apontar que o primeiro caso é anterior, em vários dias, ao segundo”

        Não é não – o caso do Campo Grande foi a 28 de dezembro e o de Bragança a 21 de dezembro; olhe, mais um ponto para a tese de que o crime de Bragança foi desvalorizado, de tal maneira que muita gente até julga que foi depois do de Lisboa mesmo tendo sido antes.

        “e que, por regra, o que acontece no centro de Lisboa preocupa muito mais pessoas do que acontece em Bragança, ”

        Nesse ponto, concordo consigo.

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      • 10 Janeiro, 2020 09:26

        Miguel Madeira-
        Os factos chegam para se ver a anormalidade em que o Livre se meteu.

        Em Bragança foi um grupo de ciganos que provocou a confusão e cá fora bateram no desgraçado do rapaz que depois acabou por morrer. Fizeram espera- eram ciganos.

        Em Lisboa, ao contrário da anormalidade que os jornais inventaram, ninguém viu nada e o rapaz que também morreu tinha acabado de sair do autocarro no Campo Grande. Foi morto por um grupo de negros, armados com faca e que tinham feito assalto anteriormente. Em casa de um deles foi encontrada também droga.

        Com estes factos a imbecilidade da militância que quer racismo à força em Portugal, vá de fazer uma manif contra o racismo branco dos ciganos que mataram o rapaz de Bragança.

        Foi isto. É esta a perfeita anormalidade de terem já a historieta pronta antes de saberem factos. Por facciosismo ideológico e verdadeiro preconceito racista contra os portugueses autóctones brancos.

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      • 10 Janeiro, 2020 09:29

        Em Bragança houve testemunhas. As pessoas sabem quem provocou a rixa.

        Cá ninguém viu. Os jornais inventaram que o desgraçado do rapaz foi morto por resistir ao ataque e para o fazerem têm de ser bruxos.

        Porque ninguém viu resistência alguma e tinha várias facadas, na barriga e nas costas.

        Quem praticou os dois crimes foram as minorias protegidas pelos imbecis racistas que precisam de racismo para terem tacho político.

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      • 10 Janeiro, 2020 09:36

        Olhe- o que há em comum é outra coisa- as vítimas eram jovens socialmente integrados, com vida decente e com estudos.

        Os assassinos são marginais que não deixam viver. Existem para estragar tudo à sua volta. São parasitas da sociedade.

        É v.s gostam é de defender parasitas se, para tal, caberem na agenda da nova luta de classes, a do mundo às avessas pela ditadura do politicamente-correcto.

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      • 10 Janeiro, 2020 09:38

        O de Bragança nem cabe no uso de minorias de bairro que alimentam Livres/BEs e quejandos em toda a parte.
        Calhou a estúpida ver ali preto na pele do mulato. E achar que tinha sido o povo de Bragança a matar o mulato por ser mulato.

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      • 10 Janeiro, 2020 10:57

        “Com estes factos a imbecilidade da militância que quer racismo à força em Portugal, vá de fazer uma manif contra o racismo branco dos ciganos que mataram o rapaz de Bragança.”

        No caso de Bragança, pelo menos inicialmente, o ponto da polémica não era que o assassinato tinha sido racista, era que a pouco atenção da comunicação social é que era racista; é, por exemplo, isso que o Mamadou Ba refere no artigo que a Helena Matos linka – e eram variantes disso que dizia em quase todos os posts que os meus amigos bloquistas partilhavam no Facebook.

        Eu por acaso não partilhei nenhum desses posts por uma razão – pensei “a maior parte das pessoas vai ver os posts mas não vai realmente lê-los, e vai pensar que o que se está a dizer é que o crime foi racista – e não que a comunicação social foi racista – e quando se descobrir, como é muito provável, que o crime não foi por razões raciais, vamos à mesma ficar mal na chapa”

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      • 10 Janeiro, 2020 11:01

        Diga-se que eu não faço ideia se os assassinos eram ciganos ou não – mas desconfio que a nova “deontologia jornalística” de não revelar a etnia de autores de crimes está a ter um efeito perverso contrário ao pretendido: basta alguém (mesmo que seja um site manhoso ou um comentário numa rede social) dizer que um crime foi cometido por ciganos que toda a gente assume que é verdade, já que agora não há nenhum lugar em que se possa ir conferir se eram ciganos ou não.

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      • 10 Janeiro, 2020 12:39

        Eram ciganos; a informação está confirmada e as pessoas de lá sabem e viram.
        Não é a comunicação social que omite etnias; é o politicamente correcto que manda que sabe usar etnias quando convém para a militância ideológica.

        Confirma-se in loco. No relato dos factos. Coisa que os jornaleiros deixaram de fazer. Inventam. Inventaram tudo no caso de Lisboa. Até que tinha ido para o carro e resistiu ao assalto, quando ele foi de autocarro e ninguém viu.

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      • 10 Janeiro, 2020 12:40

        Aliás, só por pura imbecilidade se ia imaginar bragantinos à molhada a atacarem um rapaz mestiço e estudante universitário, por motivos racistas.

        E foi esta a narrativa do Livre e a que levou a convocarem manifestação.

        Já agora- a manif foi em Lisboa. Não foi em Bragança porquê?

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      • 10 Janeiro, 2020 12:46

        Isso de racismo é só usado sob a culpa do homem branco.

        Se não entrar essa “narrativa” que permite “crimes de ódio” e quiçá até holocausto, é para esconder.

        Neste caso os jornais esconderam.

        Porque sabia-se que não havia brancos na história. E, sendo assim, era negativo para o aproveitamento da esquerda e das suas vítimas escolhidas a dedo – sob critério verdadeiramente racista, contar os factos como aconteceram e os autores.

        Acabaram por ter de contar de cá porque ficaram sob prisão preventiva e foram identificados na altura.

        De lá foi rixa. A ser racista só pode ser de acordo com o tradicional racismo entre negros e ciganos e vice versa, como toda a gente sabe e é do senso comum.

        Quem tem falta de senso usa o parlamento português para acicatar racismos contra o próprio país.

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  3. Jorge MRA permalink
    6 Janeiro, 2020 22:31

    Pensava que este do Mamadao já tinha voltado às origens africanas, mas não. O Portugal oferecer-lhe a boa vida que ele quer.

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  4. Beirao permalink
    7 Janeiro, 2020 09:08

    Por que é que este racista de merda não vai bramar para a terá dele ou para a puta que o pariu? Não há pachorra para esta escória de parasitas dos meus impostos. Safa!

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  5. Zé Manel Tonto permalink
    7 Janeiro, 2020 09:24

    O Mamadou é um caso típico. Não gosta dos brancos, que são muito maus e racistas. Mas vive em Portugal, e nem pensar em voltar às origens, onde não teria brancos a discriminá-lo.

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  6. José Reis permalink
    7 Janeiro, 2020 09:52

    Este Mamadou Ba, verdadeiramente racista como todos os pretos o são, porque provavelmente, e lá no fundo, gostariam de ter outra cor de pele, mas isso é problema deles, como foi o caso do cantor Michael Jackson, que tudo fez para se tornar menos preto de aspecto, vem sempre a deixar a sua “bosta” de comentário a despropósito e sem qualquer fundamento de apreciação e julgamento, que se exige que seja séria e honesta, porque os seus neurónios, recauchutados por uma esquerdalha de ideias fracturantes e incestuosas, vê tudo a preto e branco, quando devia fazer um esforço para constatar e validar os factos.
    Este Mamadou Ba que vá visitar as prisões portuguesas e que explique porque é que a maioria dos “inquilinos” prisionais são de raça africana e cigana, e certamente que não estão ali por andarem a ajudar os velhinhos a atravessar as passadeiras ou por condenações racistas à reveria de um estado de direito cumpridor das leis, quanto muito estão lá, porque andam por aí a assaltar e a cometer crimes em pessoas, com facas e pistolas em punho ou a fazer arrastões nas praias onde pilham o que podem apanhar, sem se lhes conhecer nenhuma ocupação, na sua maioria cadastrados e ilegais, usufruindo, ainda como descaramento, de subsídios e mordomias sociais do Estado.
    Os Mamadous Bas só envergonham as sociedades ocidentais e dispensávamos bem de os ter por cá e a ter de gramá-los, porque existe sempre aquele remédio santo de que “quem está mal que se mude”, porque já todos percebemos que neste jogo de xadrez, cada qual movimenta as peças brancas e pretas conforme as estratégias e as tácticas, sabendo-se de antemão, que eles querem-nos dar xeque-mate sem ir a jogo, convencidos que a tolerância da igualdade do politicamente correcto e a vitimização da raça e da cor da pele, que nestas situações dão sempre jeito ao mediatismo da notícia, sejam suficientes para nos condoer ou comover, a ponto de abdicarmos do nosso espólio cultural e da nossa cidadania europeia. Isso nunca!
    Na nossa casa, mandamos nós, no nosso país, só podemos mandar nós, ainda que a insensata e descuidada abertura de fronteiras desse azo a esta promiscuidade pantanosa onde estamos hoje mergulhados até ao pescoço, pondo em confronto, claramente, a nossa sobrevivência ou a nossa extinção. É tempo agir contra o critério da hipocrisia dominante e contra o enviesamento do carácter e da dignidade!

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  7. Expatriado permalink
    7 Janeiro, 2020 14:21

    Segundo o Tavares da TVI, na entrevista ao secretário de estado da segurança, foram três negros que assassinaram o jovem branco no Campo Grande. Até agora não li ou ouvi esse detalhe nas noticias.

    Go figure…

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  8. Chopin permalink
    8 Janeiro, 2020 08:40

    Não precisamos de imaginar nada. Já se calaram os alarmes e o caso vai morrer rápido na imprensa, cá por coisas…

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