Mulatas
22 Junho, 2020
As imagens abaixo são auto-esclarecedoras da alucinação neo-fascista dos actuais anti-racistas e feministas.


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As imagens abaixo são auto-esclarecedoras da alucinação neo-fascista dos actuais anti-racistas e feministas.


A ver se alguém acorda para o café “Negrita”.
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Este neo-antirascismo do seculo XXI emana de um rascismo inconsciente de quem se considera superior e por isso não se pode expressar a realidade porque essa no seu entender é uma chamada de atenção á inferioridade que subconscientemente consideram nos outros que pretensamente querem defender .
Estes pretensos anti-rascistas com a ajuda dos MERDIA pretendem convencer todos os outros que são uma cambada de rascistas quando são eles proprios os verdadeiros rascistas .
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É Supremacismo Social
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Não censurem o nome destes imbecis.
Por dois motivos:
-eles não vão censurar o vosso nome, e vão divulgar tudo o que puderem, para vos lixar.
-é sempre bom saber quem são estes doidos, para não me associar com eles, nem que seja por engano.
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Que saudades do café Sical, com uma negra em destaque, ainda bem que acabou, senão fechavam por ideologia racista.
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SICAL era a abreviatura de, Sociedade Importadora de Cafés de Angola, Lda.
Exportei muitas toneladas de cafe para esta empresa que sei ter pertencido à familia do General Galvao de Melo.
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E se em vez de Mulata for Cabrita ? Ainda se lembram do que era em Angola quando fazia parte de um País a sério?
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Preto com branca também dá mulata. Essa não conta?
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Já hoje se saires à rua para protestares e destruíres a favor do racismo anti-racista és aplaudido, se for por outro motivo és criminoso.
Um Marxista tanto pode dizer uma coisa e o seu contrário.
Se for director das Bolachas Progressistas – Empresa Popular
pode colocar 2 negros como símbolo…diz que é homenagem aos dotes culinários e toda a Comunicação Social irá aplaudir.
Artigos elogiosos nas Universidades demonstram a bondade da ideia quando há 5 anos atrás eram considerado “ofensivos” nas mesmas Universidades…
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O “anti-racismo” nas sociedades ocidentais é actualmente a verdadeira e única descriminação racista em prejuizo das minorias étnicas :
“Não te iludas : não és uma pessoa como nós. Não vale a pena esforçares-te individualmente no sentido de seres aceite e reconhecido como um de nós porque tal não depende de ti mas sim do lugar estruturalmente subalterno da étnia a que pertences. Só confiando o vosso destino colectivo nas nossas mãos, estando ao nosso lado, apoiando as nossas causas, votando em nós, é que podereis esperar que um dia vos reconheçamos finalmente como iguais e responsáveis e não como inferiores e incapazes.”
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E homem preto com mulher branca o que dá? Um Hobama, presidente dos EUA!
Assim já está bem? Está. Até por isso, diziam com orgulho que era o primeiro presidente negro (afrodescendente) dos EUA. Porque não branco? Ele tem metade de cada um!
Só que negro parece estar muito mais na moda.
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É a melhor solução para acabar com o racismo (que está manifestamente por todo o lado em que escolhemos procurar): proibir e destruir palavras!
Se não o conseguimos expressar, este deixa de existir.
O Orwell é que a sabe!!
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‘Mulata’ veio de ‘mula’? Isso torna a palavra racista?
Sim, o parentesco etimológico da palavra “mulato(a)” com “mulo(a)” é verdadeiro.
Quanto a isso tornar racista o termo, bem, cabe aí uma longa – talvez infindável – discussão.
Em algum momento desse debate, vamos nos defrontar com a seguinte pergunta: apesar dos desdobramentos semânticos que muitas vezes conduzem seu sentido a territórios distantes – e às vezes até opostos – ao lugar de origem, devem as palavras ser eternas reféns da etimologia?
Tenho opinião formada sobre isso: não, não devem. Mas comecemos pela história.
O português foi buscar diretamente no latim mulus, no século XV, a palavra “mulo”, ou seja, “animal híbrido, estéril, produto do cruzamento do cavalo com a jumenta, ou da égua com o jumento”.
No século seguinte, por influência do espanhol, o termo “mulato” era usado para designar um mulo jovem, e foi certamente por analogia com o caráter mestiço do animal que a palavra passou – a partir de meados do século XVI, segundo o Houaiss – a ser aplicada também, como adjetivo e substantivo, a pessoas descendentes de brancos e negros.
O tom depreciativo da associação original é indiscutível e facilmente explicável pelo racismo escancarado de uma época escravocrata. O que cabe discutir é se vale a pena condenar o vocábulo por causa disso.
Fazê-lo significa manter artificialmente vivo na língua de hoje um parentesco praticamente esquecido, além de ignorar os novos sentidos – alguns deles francamente positivos, como o da exaltação da miscigenação – que foram se colando com o passar do tempo ao termo “mulato(a)”.
Não tenho a pretensão de esgotar o debate, mas lembro que não são poucas as palavras que, hoje vistas como inatacáveis, têm origem escusa. O singelo substantivo “rapaz”, por exemplo, é um parente etimológico do rapto e da rapina e nasceu com o sentido de “ladrão, salteador”.
Sérgio Rodrigues
Tirado de :
veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/8216-mulata-8217-veio-de-8216-mula-8217-isso-torna-a-palavra-racista/
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Isto é, se percebo, a respeito de um comentário no Facebook?
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Já faltou mais para vermos manifestações progressistas de racistas anti-racistas a exigirem a proibição de relações sexuais entre pessoas de cores diferentes. Certamente vão utilizar o argumento que a miscigenação, desde que praticada por um homem branco heterossexual, é uma herança imperialista do colonialismo. De fora ficarão as mulheres e todo o colectivo LGBTI para além de outras etnias, minoritárias ou não.
Irão defender a “pureza da raça”. Onde é que eu já vi isto?
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olhem que estas coisas são a sério. Vejam bem só o que sai do craneo pantanoso da picareta falante, vulgo, Guterres:
Human Rights Council concludes urgent debate on current racially inspired human rights violations, systemic racism, police brutality and violence against peaceful protests.
« Les experts des droits de l’homme à l’ONU expriment leur profonde préoccupation face à la récente déclaration du procureur général américain décrivant #Antifa et d’autres militants antifascistes comme des terroristes nationaux. Ils affirment que cela porte atteinte aux droits de libre expression et de réunion pacifique dans le pays. »
É o texto de um tweet da ONU que não consegui copiar para aqui.
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Claro que os Antifas são terroristas! PQP e ao “Pantanoso” de calças ridiculamente molhadas! Devemos ser um povo de vigaristas, conseguir exportar lixo como o Pantanoso ou o Cherne tem que se lhe diga!
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