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PIDE a gosto do difamador

8 Novembro, 2020

Pouco depois de se saber que Vítor Aguiar e Silva era o vencedor do Prémio Camões de 2020, um professor catedrático reformado da Universidade de Coimbra, José Oliveira Barata, escreveu num post na sua página de Facebook, segundo informa o PÚBLICO, que Aguiar e Silva fora um “delfim do regime”, por ter sido deputado da Assembleia Nacional durante a ditadura e por ter colaborado “com a PIDE na denúncia dos estudantes da sua própria Faculdade”. A PIDE deu para muito e já dava antes do 25 de Abril: quando nos meios progressistas se pretendia destruir a reputação de alguém lá vinha a história da PIDE, aí não na versão informador mas com o bizarro “ter falado na PIDE”. O  episódio que envolveu Mário Dionísio, escritor e pintor que politicamente estava do lado oposto ao de Aguiar e Silva, é um caso exemplar de como essa insinuação foi utilizada. O boato terá sido lançado em 1953, quando num curso sobre pintura que Mário Dionísio estava a leccionar, um dos presentes disse sobre o professor: “Um tipo bestial. É pena como se portou enquanto esteve preso. Meteu muita gente dentro.” Acontece que Mário Dionísio nunca tinha sido preso pela PIDE, logo não era nem deixava de ser responsável pela prisão de quem quer que fosse.

15 comentários leave one →
  1. Prova Indirecta permalink
    8 Novembro, 2020 09:36

    Entretanto a coisa piorou , com o advento das redes sociais e a captura dos OCS pela ” esquerda democrática ” …

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  2. marão permalink
    8 Novembro, 2020 10:18

    Num chiqueiro não há espelhos.

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  3. voza0db permalink
    8 Novembro, 2020 12:09

    Agora já se sabe porque a PPS (Polícia de Protecção de Salafrários) foi recolhida e deixaram de fazer “gratificados”!

    TÊM DE CONTROLAR A MANADA DE ESCRAVOS BOÇAIS TUGAS

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  4. PORTUGA permalink
    8 Novembro, 2020 12:54

    Aos poucos vai-se percebendo que de que lado estava a razão. A PIDE e mais tarde DGS, defendia Portugal e os portugueses da tirania dos comunistas que queriam impor cá o mesmo regime e a mesma ditadura que existia nos países que eles defendiam. Como está provado, esses regimes já quase não existem na Europa e no mundo, porque pela sua natureza os cidadãos os têm rejeitado. Portanto, o Estado português tinha de lutar contra essas forças que inclusivamente utilizavam a violência (bombas, assaltos a bancos, desvio de aviões e barcos, etc., ) para levarem a cabo o que lhe era incumbido pelos comités internacionais que defendiam os ideais comunistas e pretendiam impor a hegemonia comunista no mundo. Viu-se!
    Então como é que o Estado se defendia da agressão comunista? Só com uma polícia especializada. É claro que para investigar o crime, seja ele qual for, as polícias por vezes utilizam métodos não recomendáveis e isso foi o que com certeza aconteceu. Na altura e ainda hoje muitos portugueses foram vítimas desses métodos, mas foram porque se puseram a jeito. Não sabiam que era proibido exercer atividades subversivas? Sim, na altura e ainda hoje dizem que eram apenas democratas. Isso é treta. E como é que a polícia sabia se o individuo era apenas um simples cidadão opositor ao regime ou se era um ativista comunista aleado daqueles que pretendiam derrubar o governo pela força? Só através da investigação. Posto isto, dá-se o 25abr. por traição de alguns militares das F.A. (eram eles que defendiam o Estado e por inerência o Governo) e lança-se então um anátema sobre a instituição para salvar a face dos comunistas e incriminar os agentes de tudo e mais alguma coisa, muitas delas mentiras como agora vem a lume. Agora pergunta-se? Porque é que não desmantelaram a PSP, a GNR e a PJ.? Porque é que só devassaram os arquivos da DGS? Vá, devassem lá os arquivos das outras polícias a ver o que é que encontram? A cidadã Irene Pimentel foi e é uma das maiores devassadores dos arquivos da DGS e uma das maiores culpadas pelo rastilho que lançou contra os agentes, alguns foram mortos, outros deram em doidos, outros ficaram a sofrer uma vida inteira pelo rótulo que lhe puseram. Um pide é um criminoso. A cidadã Irene Pimentel levará para a cova a raiva que lançou sobre gente séria e honesta e isso um dia lhe fará dar voltas no túmulo.

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    • 8 Novembro, 2020 13:58

      A dita cidadão Irene Pimentel é a prova viva de que a PIDE/DGS era uma policia pouco invasiva contra os criminosos Marxistas e Comunistas. Se o fosse esta cidadã e muitos milhares de escroques teriam morrido e não teriam contaminado a Pátria, entregue as provincias Ultramarinas aos Soviéticos e criado a bandalheira em que vivemos e a que chamam “Democracia”.
      Por motivo de clareza esclareço que à data da “Abrilada” eu tinha quase 18 anos conhecia Portugal no seu todo dos salões de Lx, aos do Porto onde sempre vivi, mas também e por razões de ascendência familiar, conhecia o povo de Monção, Chaves e Bragança até ao Algarve. Conheci o bom e o pouco menos bom do Estado Novo e conhecia a porra da “Comunada” desde pequenino!
      Por isso em 75 no “Verão Quente” estava com o MDLP e em actividade no Exército de Libertação de Portugal com General Kaulza de Arriaga. O 25 de Novembro do General Ramalho Eanes foi bom como pacificador, mas permitiu a construção e a recuperação da Corja Comunista, hojej designado por: esquerdalha!
      Os PIDEs foram uns santos que os deixaram viver, e pior, reproduzir-se … dixit!

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      • Maria permalink
        8 Novembro, 2020 18:15

        Jorge, que prova de enorme patriotismo acabou de dar com as suas palavras. O mesmo se detecta nas corajosas palavras de Portuga, outro patriota de excepção. A certeza de que ainda vamos a tempo de salvar o que ainda resta de Portugal das garras dos muitos traidores que ainda se passeiam entre nós, ficou patente nos testemunhos comoventes de heróis como vosoutros que nos confortam o coração e a alma.

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      • 8 Novembro, 2020 22:35

        Obrigado Maria! O Patriotismo é o orgulho de quem nasceu português de 48 gerações de Portugueses!

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    • Maria permalink
      8 Novembro, 2020 17:02

      Portuga, que grande e nobre comentário. Muitos parabéns.

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  5. Vasco Silveira permalink
    8 Novembro, 2020 16:55

    Eu, hoje acordei assim!..
    .
    ( Não consegui fazer o copy/paste de uma imagem; está no Corta Fitas num comentário ao post do João Távora, “Já podemos ir dormir”.)

    Até 2024.

    Vasco Silveira

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  6. A. R permalink
    8 Novembro, 2020 17:33

    A PIDE é uma conta bancária que vai render ainda durante muitos anos: filhos dos que nasceram no dia 26 de Abril, netos dos mesmos, etc.Basta lembra o avôzinho do Coletas.

    Claro que as vítimas do CopCon -prisões a qualquer hora do dia e da noite, interrogatórios com cano de pistola encostada à cabeça, tortura, ameaças à familia- e da famigerada FP-25, cujos bandoleiros foram amnistiados pelo Soares, são limpicamente esquecidos

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  7. 8 Novembro, 2020 21:07

    Aqui está um exemplo eloquente da ‘superioridade moral’ dos comunistas. (superioridade moral com risos, claro!)

    Ou de como os ensinamentos deixados pelos criminosos comunistas que tomaram conta da Rússia foram adquiridos e utilizados pelos seus adeptos e seguidores lusos …

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  8. 8 Novembro, 2020 22:43

    A ciência e outros negligenciaram o vírus C 1917. Até hoje já morreram milhões de seres humanos à conta dele e a nossa CRP também foi infectada. A vacina parece ainda estar longe, mas parece haver agora uma pequena luz ao fundo do túnel vermelho que inspira mudanças. Em breve os Patrióticos, os inteligentes, os letrados e o povoléu terão a hipótese de mostrar se realmente querem a cura. Já Chega!

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  9. PORTUGA permalink
    9 Novembro, 2020 00:53

    Esta gente do 25abr, fez coisas que vão ficar na história pela negativa. E que negativa! Se calhar nem os povos indígenas faziam o que estes falsos amigos do povo fizeram. O que fizeram a Marcelo Caetano foi uma canalhice de bradar aos céus. Fosse ele o que fosse politicamente, era um estadista e um distinto português que deu muito à nossa cultura e que merecia ser respeitado como figura humana e histórica. Foi desterrado para o Brasil e lá ficou a sofrer até à morte. Isso, aos olhos de pessoas que dão valor à vida humana, foi um crime bárbaro e tendo em conta que foi um Homem de Estado, foi um crime de lesa-Pátria. Quem leu o livro do professor Veríssimo Serrão, seu grande amigo que o foi visitar ao Brasil várias vezes e testemunhou o seu sofrimento, pode dar valor à humilhação a que aquele português foi sujeito. De facto tinha razões para dizer que nem mesmo depois de morto queria vir para Portugal. Desde 1926 que todas as figuras de relevo da nossa história são lembradas de modo respeitável: no Panteão, em nomes Ruas, em Bibliotecas, em Edifícios, etc., só os cidadãos que serviram em cargos de destaque no Estado Novo é que foram abandonados e alguns vilipendiados pelos novos “donos” deste pedaço de terra lusitana. Tenham vergonha!

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