A importância da morada única
Posted by helenafmatos em 16 Fevereiro, 2009
Cartão do Cidadão obriga portugueses a votar no concelho onde residem
«Vamos aproveitar cada um dos titulares do cartão de cidadão para estabelecer essa regra de coincidência entre a morada declarada e a circunscrição eleitoral» - José Magalhães, Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna. E qual é o interesse? É a isto que se chama Choque Tecnológico?
Piscoiso disse
Vai ser uma chatice para a minha tia de Brites, que mora no Douro e vota no Algarve.
Anónimo disse
Esperem porque isto está apenas a começar.
joão melo disse
espero então que com isso passe a votar em lisboa e não na covilhã . porque onde ele reside é em lisboa .
Esse pequeno truque de votar na santa terrinha apenas para se armar em homem bom da terra é um esquema tão pateta que serve apenas para arrancar uma lágrima aos saudosistas…
fado alexandrino disse
Não compreendo nada.
Eu sempre votei onde o cartão de eleitor dizia.
Alguém fez diferente disto?
E não acho nada bem mudarem, porque nos dias das eleições muita gente vai à terrinha votar e traz cabazes de chouriços, queijos, batatas e demais virtualhas.
Não acabem com o nosso querido folclore.
José Manuel Faria disse
É necessário a introdução desta obrigatoriedade para tipos como o nosso PM votarem onde residem!
Um exemplo de cidadania que este sr., dá.
O Mário Crespo está a entrevistar o Prof. Queiróz, não, Carlos Queiróz a propósito de quê?
Futebol nesta altura de crise!
Q disse
Fado Alexandrino,
Pode ser uma virtude, pode ser virtual, mas as vitualhas nunca são demais, porque não se escreve assim.
vale de lobos disse
mudando de assunto:
repararam nesta história?
http://www.independent.co.uk/news/world/americas/a-fraud-bigger-than-madoff-1622987.html
Anónimo disse
vitualhas…não se escreve
claro vi toalhas
MJRB disse
NÃO !! Assim, NÃO !!
Basta de apalpar “terreno” dos cidadãos, para aquilatarem quais as reacções….
“Bigh Brotter”, “1984″, resquícios de stalinismo, controleirismo, José Magalhães ?
Exemplo: a Lei Autárquica permite que um cidadão residente e registado como eleitor num concelho, se candidate no concelho vizinho ou no mais longínquo.
Porque há-de o Ministério da Administração Interna impôr o voto obrigatório no concelho onde uma pessoa reside ?
Onde está, como outro exemplo, a defesa do afecto de cidadãos registados nas localidades onde nasceram e que fazem questão de nelas votar ?
Esta “sugestão”, de JMagalhães, terá a ver com “continhas” feitas pelo PS, pelo governo(*), sobre anteriores resultados eleitorais nas quatro principais cidades, grandes e médias cidades, vilas e aldeias, face a um eventual desaire eleitoral ?
Será só isso ? Ou algo mais e perigoso, pela crescente ânsia de controlar tudo e todos ?
(*) fáceis de fazer…
Q disse
Quanto ao tema do poste, “já agora”, porque é que o chip do carro, o nº de contribuinte, do BI e NIB não hão-de corresponder ao nº de eleitor?
Se assim fosse, era mais fácil mandarem-me as luvas para casa, quando eu me esquecesse de as levar da loja.
O mundo está a ficar uma grande loja…
Q disse
É este o Magalhães que dizem que vão distribuir nas escolas?
É para isso que serve?
Para chats e jogos?
Anónimo disse
chip do carro
com 2 carros votavas 2 vezes
john disse
Mas isso não é já assim? Eu vivo em Lisboa há seis anos e sempre fui votar lá na aldeia… e nunca soube de que seria possível votar noutro sítio qualquer.
De qualquer forma, com o Cartão do Cidadão e com toda a “modernização administrativa” em curso, seria de esperar que eu pudesse votar noutro qualquer lugar… mas pelos vistos a “modernização administrativa” em Portugal é apenas mais uma camada de burocracia. Mais ou menos como aqueles serviços que agora só podem “ser feitos pela Internet”, apesar de termos de nos deslocar à mesma à repartição para entregar meia dúzia de papéis…
Piscoiso disse
E q2uem não tem carro não vota.
a prima do picoiso disse
Não te vi na eros-porto, andas mesmo em baixo.
jacaré disse
Ainda bem que acabam os paraquedistas. Moram em Lisboa e votam no Minho.
Deveriam acabar também os deputados paraquedistas. Só devia ser deputado por um distrito, um candidato residente ou natural desse mesmo distrito.
Há um deputado natural de Beja que foi eleito pelo circulo do Porto. Recebe subsíos para cá vir mas poucas vezescá veio. É costume reunir em Lisboa à quinta feira com os depuyados do Porto
Anónimo disse
MJRB #9
Também vou por aí. Estes senhores não olham a meios para atingir os fins.
frio porte disse
o verdadeiro magalhães totalmente “manufacturado” em portugal
José Manuel Santos Ferreira disse
Não está na lei ??
Um gajo, gaja ou qualquer outra coisa que esteja à mão quando muda de “place” actualizar o local de voto ????
Claro que é
Mas ninguèm liga
Ninguém controla
Há artolas que vêm do cu de judas votar ao pé da mamã
Jorge disse
Boa parte da minha família vive para o centro. Considero-me mais Figueirense do que Lisboeta. Lá porque pago os impostos em Lisboa, tenho que aí votar? Mas havia nexexidade? Haja pachorra.
Luis Melo disse
Quem estiver atento ao que faz o governo já reparou que para Sócrates choque tecnológico = magalhães
MJRB disse
Mr. Luís Melo,
…É um pouquinho mais.
Mas a obsessão pelo Magalhães, (que afinal não chegou a todas as crianças), raia o caricato.
maribantenisso disse
O “Cagalhães” não passa do velhinho Classmate PC.
fado alexandrino disse
Pode ser uma virtude, pode ser virtual, mas as vitualhas nunca são demais, porque não se escreve assim.
Muito obrigado.
Acho sempre imensa piada aos fulanos que andam nos blogs à cata de uma imperfeição técnica para mostrarem toda a sua sabedoria e se esquecem de comentar o assunto do mesmo.
Assim a modos de um fulano que vai ao futebol e em vez de se divertir com o jogo e gritar se é falta ou não, prefere ver se os sapatos da loira condizem com o vestido.
Este texto foi passado pelo corrector do Word e fiscalizado pela Dra. Edite Estrela
rf disse
então mas isto já é obrigatório por lei há uns 20 ou 30 anos pelo menos! é obrigatório votar no local de residência – o problema é que não havia sanções para quem não o fizesse, e por isso mesmo muita gente marimbava-se para o que a lei dizia e votava onde bem queria.
não vejo onde está o problema nesta medida, sinceramente. está de acordo com a legislação que temos há anos e anos.
João Sousa disse
Não era suposto não existir o cruzamento de informações entre os diversos componentes do cartão do cidadão?
dói muito? isso passa disse
É giro ver os alfacinhas de gema aflitos porque se esqueceram das manjedouras onde nasceram mas agora vão perder a identidade da terrinha no bilhete. Já não vão poder dizer que são de trás-os-montes, beirãos ou alentejanos se sempre viveram em Cascais, na casinha da Câmara ou debaixo da ponte do vinte e cinco do quatro. Cada macaco na árvore da sua freguesia é que é.