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A propósito

24 Fevereiro, 2008

sabem os leitores deste blog se as directivas do couvert se aplicam aqui e aqui? Podem deixar-se esclarecimentos na caixa dos comentários.  Obrigada.

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17 comentários leave one →
  1. cão tribuinte permalink
    24 Fevereiro, 2008 09:30

    os contribuinte são todos os dias comidos com requintes canibalescos pelo conde drácula do fisco.este ao contrário do sô zé sempre em festa anda com carranca de meter medo.por desleixo e irresponsabilidade deixou perder milhões.
    para dizer bem do desgoverno vêm aí os índios do costume: é um longo desfile de comissários políticos e bufos desta republiqueta nacional-socialista. posso fazer distribuição de bigodinhos e cruzes que foram “gamadas”. andam todos no gamanço

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  2. 24 Fevereiro, 2008 09:34

    Uma açorda alentejana com ovo a 45 euros, no Azinheirinha, é obra.
    Para os menos atentos, os ingredientes da açorda alentejana sâo azeite, alho, pão e água. Com ovo.

    O preço já incluirá as multas à ASAE.

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  3. Helena Matos permalink
    24 Fevereiro, 2008 09:39

    Experimente misturar «azeite, alho, pão e água. Com ovo» POde dar uma mixórdia que nem galinhas comem. Ou pode dar uma açorda sublime. No caso do Azinheirinha dá uma belíssima açorda. Só mais uma coisa: não como muitas vezes no Azinheirinha e não sei os preços de cor mas nunca paguei nem no Azinheirinha nem em parte alguma 45 euros por uma açorda.

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  4. 24 Fevereiro, 2008 09:50

    Esse preço é o que consta no link.
    Quanto à confecção da açorda, e atendendo ao custo dos ingredientes, só pode ser um artista.
    Ou então a quantidade é para um regimento.

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  5. Helena Matos permalink
    24 Fevereiro, 2008 10:00

    Mas basta olhar para os outros preços – por exemplo do gaspacho – para perceber que provavelmente estamos perante um engano. Mas deixe estar que eu conformarei in loco o preço da açorda

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  6. 24 Fevereiro, 2008 10:11

    -É perguntar ao pessoal da chamada esquerda moderna, ou caviar, vai dar ao mesmo. Eles pelos vistos têm bons gostos, quanto a pagar é que não lhes agrada.

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  7. 24 Fevereiro, 2008 10:13

    -Coitados dos incautos consumidores, esperam horas á porta de certos estabelecimentos, para depois serem enganados com o preço do couvert. E não é que muitos ainda voltam? Cambada de ignorantes!…

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  8. 24 Fevereiro, 2008 10:36

    Já telefonei para lá.
    É o preço por quilo.

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  9. All-facinha permalink
    24 Fevereiro, 2008 10:50

    É de fazer crescer água na boca. Aposto que nem no Darfur se come tão bem.

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  10. 24 Fevereiro, 2008 12:24

    Estou convencido que a açorda de marisco confeccionada por mim, é a melhor de todas. No entanto, se a Helena não acredita, um dia que venha ao Algarve, zona de Vilamoura, alerte-me, aqui no “Blasfémias” e terei muito gosto em submeter à sua avaliação os meus dotes culinários.
    PS – Uma única e inegociável condição: a licra vermelha. 🙂

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  11. 24 Fevereiro, 2008 16:38

    Então e da nova lei da pesca em águas interiores ninguém fala? Está aqui:

    http://portal.min-agricultura.pt/portal/page/portal/MADRP/PT/servicos/guias_uteis/legislacao/conteudos/F_LEGIS_2008/Lei_7.pdf

    Agora para além da licença de pesca é necessário uma carta da pesca, tal como é necessária uma carta de caça ou uma carta de condução. Porque um anzol é uma coisa muito perigosa.

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  12. 24 Fevereiro, 2008 16:39

    Peço desculpa pelo formato em que surgiu o comentário, o mau jeito falou mais alto! 🙂

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  13. 24 Fevereiro, 2008 18:27

    Não sei, e até estava interessado em saber se tivesse dinheiro para ir comer tão longe.
    Provavelmente não é problema que atormente os frequentadores de tais lugares.
    É particularmente interessante a maneira como as classes nobres de Lisboa e subúrbios bem se manifestam sobre estes restaurantes very typical onde a fauna local pouco consegue pôr os pés.
    Tirando lá o preço da açorda os outros pratos estão mesmo virados para os velhinhos que nas soleiras das portas vão contando o cheque da reforma.
    Fez-me lembrar uma simpática menina de Aveiro que num dos recentes concursos da TV explicou que mandava todos os meses uma mensalidade para um pretinho de Moçambique, mas que (isto sou eu a divagar) nunca dava esmola lá na terrinha.
    Fica mal na foto da compaixão.

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  14. Isabel Coutinho permalink
    24 Fevereiro, 2008 21:43

    Para mim, nenhuma comida sabe a nada, se não puder fumar no restaurante.
    Pão, queijo, vinho e azeitonas, sem um cigarro, a que é que sabe ?

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  15. cão tribuinte permalink
    24 Fevereiro, 2008 23:48

    a asae vai atacar na sopa dos pobres para ver se pagam o cu-vér. quem os mandasse para o local onde manda os politicos
    PQP

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  16. 25 Fevereiro, 2008 00:18

    A que é que sabe? Sabe a pão, queijo, vinho e azeitonas, ora essa. Sabor natural, genuíno, não adulterado por nicotina. Baaaaa…

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  17. Anónimo permalink
    14 Março, 2008 21:07

    Ganda noia ninguem diz coisa com coisa tudo isso por causa de uma açorda .O que quer uma boa açorda? quéralho claro e um bom tinto. Saudações do cartucho bem hája.

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