“Mas o ponto mais espantoso do texto é aquele em que Pacheco afirma que o PSD tem tido, nos últimos anos, uma «estrutura burocrática que se instalou no partido, que fala como se fosse dona dele», cuja eventual perda das eleições em favor de Ferreira Leite lançará no «desespero com uma possível perda de poder, depois de se terem assenhoreado dele nos últimos anos» (bold nosso).
Ora, há aqui qualquer coisa que não bate certo: que se saiba, Menezes não esteve à frente do partido mais do que seis meses. Antes dele mandou Marques Mendes (que Pacheco apoiava freneticamente), e antes do «credível» Mendes, Durão Barroso, que acredito ter sido também um líder muito «credível», segundo os critérios de Pacheco Pereira. Entre os dois, quatro meses de Santana, um populista desacreditado, segundo Pacheco. Antes de Barroso esteve Marcelo (que certamente não terá sido um populista manipulador do aparelho), antes de Marcelo foi líder Fernando Nogueira (provavelmente o mais taciturno líder partidário de sempre), e antes de Nogueira estava Cavaco, o símbolo maior da «credibilidade». Ou seja e para encurtarmos razões, dez meses de «populismo» nos últimos vinte anos de PSD. A quem se refere, então, Pacheco Pereira, quando diz que esta gente vai perder o senhorio que mantém nos «últimos anos» no PSD? Francamente, não se consegue perceber.”
Bom artigo. O asco(não tenho bem a certeza se é a palavra indicada, mas parece muito mais que discordâncias políticas – aliás JPP tem uma ideologia um bocado flutuante) que JPP tem a Santana Lopes & Co. nunca foi explicado, eu nunca vi nada escrito que especificasse e se alguém sabe algum artigo que o diga. Pode-se dizer que o Princípio de Peter atingiu Santana Lopes quando foi P.M. com alguma cautela porque existiu um Golpe Constitucional que só deixou ST uns meros meses á frente do Governo, mas Santana Lopes autarca não parece ter sido pior que muitos autarcas.
tá calado o mau
tu só gostas do ribau.
o gaioso minesis vive a sua némesis. u restu é cunbersa
“me cago en los politicos”.
afins e equiparados
deviam morrer “empalados”
JPP tem toda a razão. A grande prova de que o partido não está em sintonia com o país foi quando insistiram com Santana Lopes depois do seu governo ter sido dissolvido. Mas, alguma vez Santana Lopes tinha hipótese de ganhar? Claro que não, todos sabiam mas isso pouco lhes interessava. Agora, a maneira como Menezes parece ligar tão pouco à escolha de um líder popular entre os portugueses, mostra que mais uma vez não estão preocupados em oferecer uma alernativa ao eleitorado. ***** para este artigo de JPP.
Vejamos pois as ideias fundamentais do Presidente da Confap/Secretário de Estado da Educação Almeida para salvar a Educação Nacional, nomeadamente o nicho de mercado das ESE«s:
A Confap já «há muito» que dizia isto tudo e se mais houvesse no estudo mais teria dito antecipadamente.
ESta crítica é mais uma das que se fazem ao Pacheco Pereira que são uma verdadeira patetice, cheias de erros e confusões e de imensa má fé. Mania de gente que pensa que meia dúzia de bocas chega para o atacar como esta:
“Mas o ponto mais espantoso do texto é aquele em que Pacheco afirma que o PSD tem tido, nos últimos anos, uma «estrutura burocrática que se instalou no partido, que fala como se fosse dona dele», cuja eventual perda das eleições em favor de Ferreira Leite lançará no «desespero com uma possível perda de poder, depois de se terem assenhoreado dele nos últimos anos»
O que é espantoso é que se diga que isto não existe, como se Cavaco, Marcelo, Barroso não tivessem problemas e sérios com esta gente. Só falta memória a este Rui A. E a contestação a Marcelo e Rio de Menezes contra a refiliação vinha de onde? Esta «estrutura burocrática que se instalou no partido, que fala como se fosse dona dele» já vem de longe só que com Lopes e Menezes controlava a direcção. Não critica o Pacheco Pereira quem quer, mas quem pode e quem sabe.
José Pacheco Pereira tem prestado, com as suas análises, relevantes serviços ao PSD.
Por exemplo, diz e escreve o que a cobardia e o oportunismo de muitos militantes calam ou comentam em surdina. E intrigam e apunhalam.
JPP é bem cristalino: chama os nomes às coisas e às pessoas.
Hostilizem a inteligência também dos partidos e depois queixem-se !…
A sensação que retiro da renúncia de LFMenezes é a de que alguns apaniguados já sonhavam com um podersito governamental ou numa secretaria de estado, ou numa embaixada, ou…
Não bastou ver quem eram os seus vices (de Bota a Ribau, Seara ou Gomes da Silva), para perceber que deles só poderia surgir indigência, oportunismo, “palco” ?
Essa, do Gandalf, é uma óptima imagem, mas adequada, neste recente momento do PSD, aos mentores da candidatura de LFMenezes, como Ribau ou Ângelo Correia, Gomes da Silva ou Zita…
A realidade já tem sido mais que “lembrada” por JPPereira !…
Não sou, nem serei militante de nenhum partido, mas tenho acompanhado com muito interesse a vida partidária. E afirmo convictamente que JPP tem traçado um excelente retrato do que tem sido os bastidores, ansiedades, desvarios nesse partido.
E prepotências fátuas também, para além de delírios individuais, nas bases ou na Lapa.
Vim agora a pé, do Abrupto, onde estava “um álbum de fotografias publicado logo a seguir à guerra sobre as devastações na Normandia, em resultado do desembarque aliado.”, mas não vi foto nenhuma.
Volto lá prá semana, pra ver se vejo algum álbum de fotografias sobre as devastações no Iraque, em resultado da invasão americana.
… é sempre muito difícil a um maoísta descrever uma analise limpa, objectiva e ter uma mente aberta ao contraditório que é uma essência da democracia.
Quando a inteligência especial exprime-se, permiti-se-lhe até um qualquer despautério. Quem são lá uns pacóvios para ter opinião. Afinal Portugal esta no patamar mais alto de tudo que uma nação almeja para sua elevação cultural, politica, democrática, um nicho de exemplo perante seus pares europeus, que a nos só nos dão vénias de admiração.
Usemos uma expressão brasileira: “Caiam na real!”
Até parece uma discussão sobre a diferença entre um maremoto e um tsunami… 1755 foi um ou outro ou a mesma coisa?…
Hoje uma lembrança a um verdadeiro democrata – Lucas Pires…
De facto, Francisco Lucas Pires foi um extraordinário pensador da política e notável intelectual.
Hoje, creio que não militaria em nenhum partido.
Estaria muito para além dum Menezes ou dum Santana, ou dum Portas. Ou dum Sócrates.
Mas, se estivesse num partido, a sua inteligência seria hostilizada.
Pena que o Blasfémias não tivesse colocado um post sobre FLPires.
Da próxima vez qalguém se quiser propôr para líder do PSD tem que falar primeiro com a Tina (8).
Ela (e todos) sabem quem tem e quem não tem hipótese de ganhar.
(Ela é tão afirmativa que não sei mesmo se é precisa campanha e votação depois dessa consulta)
o Pacheco, e outros, anda(m) é a precisar de ouvir(em) uma musiquinha:
http://criticademusica.blogspot.com/
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De facto é para os anais… o JPP é demais!
“Mas o ponto mais espantoso do texto é aquele em que Pacheco afirma que o PSD tem tido, nos últimos anos, uma «estrutura burocrática que se instalou no partido, que fala como se fosse dona dele», cuja eventual perda das eleições em favor de Ferreira Leite lançará no «desespero com uma possível perda de poder, depois de se terem assenhoreado dele nos últimos anos» (bold nosso).
Ora, há aqui qualquer coisa que não bate certo: que se saiba, Menezes não esteve à frente do partido mais do que seis meses. Antes dele mandou Marques Mendes (que Pacheco apoiava freneticamente), e antes do «credível» Mendes, Durão Barroso, que acredito ter sido também um líder muito «credível», segundo os critérios de Pacheco Pereira. Entre os dois, quatro meses de Santana, um populista desacreditado, segundo Pacheco. Antes de Barroso esteve Marcelo (que certamente não terá sido um populista manipulador do aparelho), antes de Marcelo foi líder Fernando Nogueira (provavelmente o mais taciturno líder partidário de sempre), e antes de Nogueira estava Cavaco, o símbolo maior da «credibilidade». Ou seja e para encurtarmos razões, dez meses de «populismo» nos últimos vinte anos de PSD. A quem se refere, então, Pacheco Pereira, quando diz que esta gente vai perder o senhorio que mantém nos «últimos anos» no PSD? Francamente, não se consegue perceber.”
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Bom artigo. O asco(não tenho bem a certeza se é a palavra indicada, mas parece muito mais que discordâncias políticas – aliás JPP tem uma ideologia um bocado flutuante) que JPP tem a Santana Lopes & Co. nunca foi explicado, eu nunca vi nada escrito que especificasse e se alguém sabe algum artigo que o diga. Pode-se dizer que o Princípio de Peter atingiu Santana Lopes quando foi P.M. com alguma cautela porque existiu um Golpe Constitucional que só deixou ST uns meros meses á frente do Governo, mas Santana Lopes autarca não parece ter sido pior que muitos autarcas.
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tá calado o mau
tu só gostas do ribau.
o gaioso minesis vive a sua némesis. u restu é cunbersa
“me cago en los politicos”.
afins e equiparados
deviam morrer “empalados”
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O Balde é quem apresenta as melhores soluções.
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O JPP foi MRPP
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Ou foi do PCP: social-fachistóide.
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JPP tem toda a razão. A grande prova de que o partido não está em sintonia com o país foi quando insistiram com Santana Lopes depois do seu governo ter sido dissolvido. Mas, alguma vez Santana Lopes tinha hipótese de ganhar? Claro que não, todos sabiam mas isso pouco lhes interessava. Agora, a maneira como Menezes parece ligar tão pouco à escolha de um líder popular entre os portugueses, mostra que mais uma vez não estão preocupados em oferecer uma alernativa ao eleitorado. ***** para este artigo de JPP.
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Ideias do secretário Almeida
Vejamos pois as ideias fundamentais do Presidente da Confap/Secretário de Estado da Educação Almeida para salvar a Educação Nacional, nomeadamente o nicho de mercado das ESE«s:
A Confap já «há muito» que dizia isto tudo e se mais houvesse no estudo mais teria dito antecipadamente.
http://criticademusica.blogspot.com/
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Ideias do Almeida:
http://criticademusica.blogspot.com/
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Excelente análise do Rui A.
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ESta crítica é mais uma das que se fazem ao Pacheco Pereira que são uma verdadeira patetice, cheias de erros e confusões e de imensa má fé. Mania de gente que pensa que meia dúzia de bocas chega para o atacar como esta:
“Mas o ponto mais espantoso do texto é aquele em que Pacheco afirma que o PSD tem tido, nos últimos anos, uma «estrutura burocrática que se instalou no partido, que fala como se fosse dona dele», cuja eventual perda das eleições em favor de Ferreira Leite lançará no «desespero com uma possível perda de poder, depois de se terem assenhoreado dele nos últimos anos»
O que é espantoso é que se diga que isto não existe, como se Cavaco, Marcelo, Barroso não tivessem problemas e sérios com esta gente. Só falta memória a este Rui A. E a contestação a Marcelo e Rio de Menezes contra a refiliação vinha de onde? Esta «estrutura burocrática que se instalou no partido, que fala como se fosse dona dele» já vem de longe só que com Lopes e Menezes controlava a direcção. Não critica o Pacheco Pereira quem quer, mas quem pode e quem sabe.
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José Pacheco Pereira tem prestado, com as suas análises, relevantes serviços ao PSD.
Por exemplo, diz e escreve o que a cobardia e o oportunismo de muitos militantes calam ou comentam em surdina. E intrigam e apunhalam.
JPP é bem cristalino: chama os nomes às coisas e às pessoas.
Hostilizem a inteligência também dos partidos e depois queixem-se !…
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MJRB,
«Hostilizem a inteligência também dos partidos e depois queixem-se !…»
Não é questão de hostilizar o nosso Gandalf – é que o texto na Sábado não faz sentido. Ou melhor, esquece perigosamente a realidade.
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A sensação que retiro da renúncia de LFMenezes é a de que alguns apaniguados já sonhavam com um podersito governamental ou numa secretaria de estado, ou numa embaixada, ou…
Não bastou ver quem eram os seus vices (de Bota a Ribau, Seara ou Gomes da Silva), para perceber que deles só poderia surgir indigência, oportunismo, “palco” ?
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Mr. CAA,
Essa, do Gandalf, é uma óptima imagem, mas adequada, neste recente momento do PSD, aos mentores da candidatura de LFMenezes, como Ribau ou Ângelo Correia, Gomes da Silva ou Zita…
A realidade já tem sido mais que “lembrada” por JPPereira !…
Não sou, nem serei militante de nenhum partido, mas tenho acompanhado com muito interesse a vida partidária. E afirmo convictamente que JPP tem traçado um excelente retrato do que tem sido os bastidores, ansiedades, desvarios nesse partido.
E prepotências fátuas também, para além de delírios individuais, nas bases ou na Lapa.
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Vim agora a pé, do Abrupto, onde estava “um álbum de fotografias publicado logo a seguir à guerra sobre as devastações na Normandia, em resultado do desembarque aliado.”, mas não vi foto nenhuma.
Volto lá prá semana, pra ver se vejo algum álbum de fotografias sobre as devastações no Iraque, em resultado da invasão americana.
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Deve ser uma frutação desgraçada o JPP não ligar puto ao que diz ou pensa o CAA. Muita frustação deve andar aí…
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… é sempre muito difícil a um maoísta descrever uma analise limpa, objectiva e ter uma mente aberta ao contraditório que é uma essência da democracia.
Quando a inteligência especial exprime-se, permiti-se-lhe até um qualquer despautério. Quem são lá uns pacóvios para ter opinião. Afinal Portugal esta no patamar mais alto de tudo que uma nação almeja para sua elevação cultural, politica, democrática, um nicho de exemplo perante seus pares europeus, que a nos só nos dão vénias de admiração.
Usemos uma expressão brasileira: “Caiam na real!”
Até parece uma discussão sobre a diferença entre um maremoto e um tsunami… 1755 foi um ou outro ou a mesma coisa?…
Hoje uma lembrança a um verdadeiro democrata – Lucas Pires…
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Alice Goes,
De facto, Francisco Lucas Pires foi um extraordinário pensador da política e notável intelectual.
Hoje, creio que não militaria em nenhum partido.
Estaria muito para além dum Menezes ou dum Santana, ou dum Portas. Ou dum Sócrates.
Mas, se estivesse num partido, a sua inteligência seria hostilizada.
Pena que o Blasfémias não tivesse colocado um post sobre FLPires.
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Miss Alice Goes. Assim está bem.
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Da próxima vez qalguém se quiser propôr para líder do PSD tem que falar primeiro com a Tina (8).
Ela (e todos) sabem quem tem e quem não tem hipótese de ganhar.
(Ela é tão afirmativa que não sei mesmo se é precisa campanha e votação depois dessa consulta)
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