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Meter água (4)

7 Julho, 2008

«Existindo contratos de concessão que estão a ter uma taxa de incumprimento que ronda e até ultrapassa os 70%

in Auditoria do Tribunal de Contas ás Águas de Portugal, SGPS, S.A.
7 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    7 Julho, 2008 16:00

    Ó gabriel, por acaso saber dizer-me como é que se mede essa taxa de incumprimento. Não escreva sobre coisas que não percebe!

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  2. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    7 Julho, 2008 16:01

    isso é um grande disparate que foi escrito e o gabriel engole-o, e assim se nota que não percebe nada do que transcreve

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  3. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    7 Julho, 2008 16:02

    já agora, quem é que está a incumprir? sabe responder?

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  4. Gabriel Silva's avatar
    Gabriel Silva permalink*
    7 Julho, 2008 16:21

    1. O incumprimento é por parte do estado, que não monitoriza a aplicação dos contratos de concessão, nomeadamente as respectivas obrigações.

    2. O Estado é o sócio único da Adp.
    (ou seja, é o Estado quem exige as obrigações, é ele quem tem o dever de cumprimento e também quem monitoriza/não-monitoriza. É chamado «circuito fechado»…..)

    «Esta ausência de monitorização por parte do Estado
    concedente assume, no Grupo AdP, especial
    relevância já que, como adiante melhor se exporá,
    as concessionárias pertencentes à Unidade de
    Negócio Água-Produção e Depuração (UNA-PD)
    têm vindo a registar significativos desvios
    económicos, face aos estudos de viabilidade
    económico-financeira que suportam essas mesmas
    concessões. Sendo que a AdP, SGPS, nas suas
    contas consolidadas, tem vindo a contabilizar esses
    desvios como direitos a receber, colocando, assim,
    o Estado concedente numa posição de devedor
    dessas diferenças de resultados. Porém, parte desses
    desvios também pode advir de ineficiências de
    gestão, mas sem um eficaz acompanhamento da
    execução dos contratos, o concedente não possui,
    no momento, informação que o habilite a
    reconhecer qual a percentagem desses desvios que
    deve ser, por força contratual, por si assumida.»

    3. como se «mede essa taxa», pergunta.
    Através dos serviços audotoria e riscos da AdP

    (…)
    Importa, de seguida, fazer alusão ao trabalho que a
    AdP, SGPS tem vindo a realizar nesta matéria,
    através do seu Departamento de Auditoria e Risco,
    por via da implementação de um modelo eficiente
    de monitorização «com o objectivo de verificar o
    cumprimento das suas obrigações para com o
    Estado, não se substituindo às funções de
    monitorização do concedente»
    Ao longo de 2007, aquele departamento realizou
    auditorias internas junto de todas as empresas
    pertencentes à UNA-PD. Nesses Relatórios foi
    apurada a percentagem de incumprimento da
    execução dos contratos de concessão.
    E como se pode verificar no gráfico seguinte, em
    todos os contratos de concessão auditados pela
    AdP, SGPS foram detectados incumprimentos
    clausulais importantes com uma média de
    incumprimento superior a 53%.

    É sobretudo preocupante verificar que existem
    contratos de concessão que estão a ter uma taxa de
    incumprimento que ronda e até ultrapassa os 70%.»

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  5. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    7 Julho, 2008 23:09

    O gabriel emprenha pelas orelhas, como se costuma dizer, a sua resposta é esclarecedora quanto à infinita ignorância que sofre acerca deste assunto específico
    quanto ao resto, costumo gostar de o ler
    talvez por serem assuntos que tb ignoro…

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  6. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    7 Julho, 2008 23:12

    oiça uma coisa: o Estado não é devedor de nada disso, é um grande disparate que está aí escrito (um dos vários)

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  7. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    7 Julho, 2008 23:13

    o relatório que leu é de tal modo miserável que, em vez de apontar as falhas graves de gestão, em vez de apontar no sentido de uma privatização da empresa, por exemplo, é tão fértil em disparates que qualquer discussão a partir dele se torna impossível

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