De pé atrás
9 Setembro, 2008
Depois deste editorial (1ª parte) da Direcção do Expresso, se calhar terá de se passar a ler com bastante cuidado e, quiçá, desconfiança, quanto ao grau de veracidade e/ou obstrução informativa, as próximas notícias daquele jornal referentes a forças militares portuguesas colocadas nas, infelizmente, inúmeras missões em que estão envolvidas.

sempre que o ps está no governo existe um silêncio fúnebre na comunicação social sobre os problemas do país
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Tome cuidado com a língua, Gabriel.
Se a morder pode morrer envenenado!
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O Expresso não teve qualquer pudor em publicar as imagens de Abu Ghraib.
Se calhar eram mais folclóricas.
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Esclareçam-me p.f.: o Expresso é aquele notável semanário que eu não costumo ler?
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Pode-se criticar a América mas quando toca á Europa a coisa fia mais fino…na Ex-Jugoslávia foi calada o aceitar a limpeza étnica.
Há um fundo de razão no texto do Expresso a Segunda Guerra Mundial nunca teria sido ganha com estes jornalistas e meios de comunicação social.
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Para dar um exemplo entre muitos http://www.bbc.co.uk/ww2peopleswar/user/48/u844948.shtml
Se os aliados tivessem usado todas as informações do ULTRA que teriam salvo milhares de vidas só teriam o ULTRA a funcionar durante meses porque os Alemães o teriam descoberto. Imagine-se isto num jornal.
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È um a excelente lição para os meus amigos blasfemos que normalmente comem a informação mediática (propaganda) de forma alegremente acéfala.
Resta saber onde está o inimigo. Que estão as tropas francesas a fazer no Afeganistão? A reportagem destina-se a incitar a raiva da população francesa?
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Eh, tá giro, quando não nos convém, há que repensar a censura útil, não alheia, mas a nossa. Um pouco como aí faz o bom do Carlos Loureiro.
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“na Ex-Jugoslávia foi calada o aceitar a limpeza étnica”
lukiluki, tenho quase a certeza de que quase tudo o que você sabe sobre a ex-jugoslávia, incluindo as várias limpezas étnicas, você leu na imprensa europeia. No meu caso, pelo menos, foi assim.
Quanto ao texto do Gabriel, não percebo tanto espanto. O Expresso limitou-se a dizer o que toda a gente dos jornais sabe desde sempre: nem tudo se pode publicar. Seja na Europa, seja na América, a tão celebrada terra da absoluta liberdade de imprensa. É sempre um bom príncípio não tomar à letra tudo o que se lê nos jornais. Se não o fez até agora, foi somente por ingenuidade sua. E é por isso que felizmente podemos agora, com a internet, mais facilmente cruzar informações com a imprensa mundial.
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