Perguntas aos professores
Onde está a independência intelectual e o espírito crítico dos professores?
Como é que é possível que 100 mil professores adiram a uma mesma manifestação? Não existem divergências de opinião entre eles?
Como é possível que 100 mil professores aceitem ser liderados por um personagem como Mário Nogueira e manipulados indirectamente pelo PCP? Ninguém se demarca? Já agora, Mário Nogueira é professor de quê?
Alguém conhece algum movimento de professores que exija reformas do sistema de ensino e que não seja corporativo?
Existe algum movimento de professores que reconheça os vícios e que critique determinados comportamentos e atitudes dos restantes colegas? Será que esses vícios não existem?
Levantei aqui o caso de um professor que se queixa em público de não conhecer programas que tem que avaliar, quando podia simplesmente lê-los. Porque é que todos os comentadores acham que essa atitude de desleixo é aceitável e normal?
Chamei aqui à atenção para o facto de o sistema de avaliação estar a ser complicado pelos próprios professores e pelas próprias escolas. Creio que só um professor é que reconheceu que as escolas estão mal organizadas e que os próprios professores contribuíram para complicar o processo de avaliação. Porquê? Será que as escolas são organizações exemplares? Não existirão por lá reuniões inúteis, procedimentos desnecessários e trabalho redundante?
Fiquei com a sensação que todos os professores concordam com a ideia de que um professor senior, com redução de tempo lectivo, só tem obrigação de conhecer a sua própria disciplina. A ieia de que a obrigação de um professor sénior é expandir as suas áreas de conhecimento e prestar serviços de coordenação em áreas alargadas é estranha às escolas portuguesas. Acreditam mesmo que é isso que acontece noutras profissões? Isto é, acreditam que, numa empresa, um profissional que sobe na carreira não tem que coordenar áreas de actividade mais abrangentes que aquelas em que se especializou?

será que você existe mesmo…
eu não o acho burro… acho que você posta assim para ver reacções… com sucesso… mas será que você acredita mesmo nas barbaridades que diz?
uma coisa tenho como certa: você precisa de arranjar um trabalho a sério. alguma coisa em que se trabalhe mesmo. é que se tivesse um trabalho como o de um professor não conseguiria manter um blogue assim… o seu desconhecimento do que é ter de trabalhar a sério retira-lhe a capacidade de perceber os que têm de trabalhar a sério… e não podem manter blogues… têm de trabalhar.
no dia em que João Miranda tiver um trabalho a sério dedicarei outro tempo às suas considerações… que serão muitas menos… pois ele terá de trabalhar
GostarGostar
Os professores são um rebanho que gostam de receber directivas de um Ministério Soviético e depois queixam-se que este tem poderes para tudo. Capacho dos Sindicatos e depois admiram-se…
Os professores tal como qualquer Português, desde o Governo que recebe as directivas da União Europeia até trabalhador com salário mínimo não querem é ser chateados. Vontade própria, ideas, pensar pela própria cabeça, lutar para construir a sua escola sem interferência do Governo, nah é melhor estar quieto…
GostarGostar
“Como é que é possível que 100 mil professores adiram a uma mesma manifestação? Não existem divergências de opinião entre eles?”
Como é que é possível que um pseudo liberal (daqueles que mama na teta do estado e têm salário certinho no final do mês)adira às posições da ministra mais centralizadora que alguma vez passou pelo ME? Será que não tem divergências de opinião com ela?
GostarGostar
quanto às perguntas… você não quer as respostas, você acha que já nasceu com elas, elas já lhe foram respondidas várias vezes (basta ler comentários anteriores nessas postas (nenhum meu!)), você não as lê porque não quer, mas enfim, você é um iluminado liberal, o mundo nasceu para os destinados a isso como você, o resto da humanidade é escumalha é que só suga impostos.
vá-se divertindo sendo assim… até encontrar um trabalho a sério…
GostarGostar
http://way-toblue.blogspot.com/2008/11/luta-dos-professores.html
GostarGostar
Excelente texto, JM.
GostarGostar
Onde está a independência intelectual e o espírito crítico dos professores? Está nas diversas manifestações que têm feito.
Como é que é possível que 100 mil professores adiram a uma mesma manifestação? Não existem divergências de opinião entre eles? É tão idiota que não devia merecer resposta. O que é que uma manifestação tem a ver com divergências de opinião. Quantos portugueses votaram Sócrates? E Cavaco Silva? Não existe divergência de opinião? Somos todos manada por causa disso? E o JM em quem votou? No E.T.? Discorda de todos os colegas de profissão?
Como é possível que 100 mil professores aceitem ser liderados por um personagem como Mário Nogueira e manipulados indirectamente pelo PCP? Ninguém se demarca? Já agora, Mário Nogueira é professor de quê? Sei que muitos professores que estiveram presentes nas 2 manifs. não se identificam em nada com Mário Nogueira e PCP. Sim, claro. Não sei.
Alguém conhece algum movimento de professores que exija reformas do sistema de ensino e que não seja corporativo? Aos anos que exigem reforma do sistema de ensino. Quanto ao corporativo diga-me um sector de actividade que não o seja quando está em jogo a carreira profissional?
Existe algum movimento de professores que reconheça os vícios e que critique determinados comportamentos e atitudes dos restantes colegas? Será que esses vícios não existem? Não existem movimentos mas existem professores que o reconhecem. Sim, os vícios existem como em todos os sectores profissionais. Take a look to your beloved Banca.
Levantei aqui o caso de um professor que se queixa em público de não conhecer programas que tem que avaliar, quando podia simplesmente lê-los. Porque é que todos os comentadores acham que essa atitude de desleixo é aceitável e normal? É perfeitamente normal um professor que estuda e se especializa em equações, derivadas, logaritmos e afins não tenha nem tempo, nem paciência nem vocação para estudar programas de biologia ou outras.
Chamei aqui à atenção para o facto de o sistema de avaliação estar a ser complicado pelos próprios professores e pelas próprias escolas. Creio que só um professor é que reconheceu que as escolas estão mal organizadas e que os próprios professores contribuíram para complicar o processo de avaliação. Porquê? Será que as escolas são organizações exemplares? Não existirão por lá reuniões inúteis, procedimentos desnecessários e trabalho redundante? Não sei. Não. Sim
Fiquei com a sensação que todos os professores concordam com a ideia de que um professor senior, com redução de tempo lectivo, só tem obrigação de conhecer a sua própria disciplina. A ideia de que a obrigação de um professor sénior é expandir as suas áreas de conhecimento e prestar serviços de coordenação em áreas alargadas é estranha às escolas portuguesas. Acreditam mesmo que é isso que acontece noutras profissões? Isto é, acreditam que, numa empresa, um profissional que sobe na carreira não tem que coordenar áreas de actividade mais abrangentes que aquelas em que se especializou? Acontece. Concerteza que tem de ter noções do panorama geral mas nem por isso o torna avalizado para avaliar o trabalho do especialista na matéria.
Não sou professor nem tenho qualquer aspiração a ser mas apeteceu-me responder. Trabalho pouco no privado e ganho rios de dinheiro.
GostarGostar
E tu Miranda! És investigador de quê?
GostarGostar
O próprio Nogueira não se deve lembrar qual a disciplina de que deveria ser perofessor.
Há vinte e tal anos que não dá aulas.
Mas, no partido, tem sido dos melhores…alunos!
Já agora um pouco de publicidade:
malaaviada.blogspot.com
POst : O Regresso dos Professores – Os Amigos de Gaspar
GostarGostar
JM está cada vez mais parecido com o Bruno Paixão.
Querer arbitrar sem estatura.
GostarGostar
“Onde está a independência intelectual e o espírito crítico dos professores?
Como é que é possível que 100 mil professores adiram a uma mesma manifestação? Não existem divergências de opinião entre eles?”
Normalmente, o que faz as pessoas aderir a manifestações é estar contra algo, não estar a favor de algo, de forma que é perfeitamente possivel que pessoas com opiniões completamente diferentes possam aderir à mesma manifestação (pouco mais é preciso do que concordarem no que recusam).
“Como é possível que 100 mil professores aceitem ser liderados por um personagem como Mário Nogueira e manipulados indirectamente pelo PCP? Ninguém se demarca? Já agora, Mário Nogueira é professor de quê?”
Atendendo que os sindicatos (e, através deles, o PCP) não queriam convocar nenhuma manifestação, e, só após uns movimentos alternativos terem convocado outra manifestação (para o próximo fim-de-semana) é que os sindicatos convocaram a manifestação de sábado passado, este comentário do JM parece-me um perfeito disparate.
Acho que, se estamos perante alguma coisa, parece-me ser perante aquelas situações em que os sindicatos já perderam completamente o controlo da situação e a única coisa que podem fazer é correr à frente da multidão para não serem atropleados por ela.
GostarGostar
JM,
Sabe que gosto da sua irrever~encia e da sua forma de estar de “livre pensador”.
Mas, é preciso nós prepararmo-nos, antes de começar a arremessar pedras.
Você, é só pedras. pedras. Mais pedras.
1. João Miranda, alguma vez soube como se organiza uma empresa, nacional ou estrangeira (retiro daqui a Repartição Pública)?
2. João Miranda, Você diz que os Professores têm um défice imenso de Organização. De acordo. É verdade. Mas, Você está numa Universiadde, ao que sei. as Universidades são tão más, como as escolas Secumdárias. e falo-lhe com conhecimento de causa.
4. Se há organização corporativa, é a Universidade.
5. Se há organização endogâmica é a Universidade.
6. Se o que foi escrito neste “post”, fosse escrito pelo Eng. Belmiro de Azevedo, até aceitava. mas, qual é o seu exemplo de vida para mostrar aos Professores que não sabem de organização? Você, JM, sabe de organização empresarial? Não, com toda a certeza. Nunca trabalhou numa empresa, em concorrência aberta. Não sabe o que é faltar dinheiro na caixa registadora. Não sabe o que é captar clientes.
7. Finalmente, Você comporta-se como os políticos, “fala de cátedra”, sem saber nada de nada!
8. Depois, se o João Miranda perecebesse alguma coisa de “gestão de pessoas” verificava que algo está errado quando um chefe é posto em causa por 2/3 dos seus subordinados! É o Chefe que tem que mudar, ou são os subordinados que têm que ser mudados?
9. João Miranda, não confunda a necessidade de ser avaliado, com um “fingimento de avaliação”.
10. Porque acabou o Governo Guterres (em que estava Sócrates) com o modelo de avaliação que existia antes de 1996?
GostarGostar
“Atendendo que os sindicatos (e, através deles, o PCP) não queriam convocar nenhuma manifestação, e, só após uns movimentos alternativos terem convocado outra manifestação (para o próximo fim-de-semana) é que os sindicatos convocaram a manifestação de sábado passado, este comentário do JM parece-me um perfeito disparate”.
Toda a razão, Miguel Madeira.
Mário Nogueira vê o poder sair-lhe das mãos….e cola-se à voragem dos acontecimentos.
GostarGostar
“Como é que é possível que 100 mil professores adiram a uma mesma manifestação? Não existem divergências de opinião entre eles?”
O João Miranda deve mesmo ficar sinceramente espantado por haver manifestações. Qualquer tipo de manifestações colectivas, aliás, incluindo eleições.
GostarGostar
Que se passará com o miranda?
Não é normal nenhum animal (de qualquer espécie) procurar deliberadamente o sofrimento, no entanto…
miranda insiste em escrever posta atráz de posta onde se erege em alvo fácil do sarcasmo, do insulto e do opróbio.
Porquê?
O que o motiva?
É claro que mesmo alguém tão pouco inteligente como o miranda é capaz de perceber o que está a fazer.
É claro que mesmo o miranda entende a suprema imbecilidade das posições que vai repetidamente vomitando, com um agravamento notável desde que Obama ganhou as eleições nos EUA.
Será isso?
Será o facto de até um humano com parte da sua herança genética proveniente de uma origem que o miranda obviamente considera inferior ter sido capaz de chegar à Casa Branca, enquanto um “ariano de gema” não descola dum blogezito?
O que leva o miranda a este auto-flagelo, a esta necessidade de expiação pública?
Será que o miranda não tem amigos nem família?
Ninguém que lhe pegue por um braço e o ajude a encontrar a ajuda que tão claramente precisa?
Já passei a fase do desgosto, do asco, do riso…
Agora já só tenho pena do miranda
Ajudem o miranda, porra!!!
GostarGostar
Questões pertinentes. Bom post.
GostarGostar
Os sindicatos meu caro andaram como os caranguejos.Para não perderem o combóio…
Venha a avaliação para toda a gente!Exames nacionais a todas as disciplinas e em todos os graus de ensino como nos tempos negros do fascismo!Onde a máquina funcionava tão bem que o ministro limitava-se a entrevistar as empregadas de limpeza das escolas…ou será que face aos resultados dos exames não se conseguem avaliar os professores?
Agora turmas com 28 “meninos”, com deficientes no meio, com quase 1/3 de estrangeiros a fazer tempo para a nacionalidade…o que interessa mesmo é passar tudo!E de facto esse empreendedorismo revolucionario é condizente com as novas oportunidades que permitem o 12ª ano a quem de nada percebe, a não ser o “papael” que lhe dão no final, como acontece com o BI que o Sócrates vai distribuindo aos “novos portugueses” sem os quais a nossa nova riqueza cá não chegava metida na tripa dos mesmos…
GostarGostar
“Será o facto de até um humano com parte da sua herança genética proveniente de uma origem que o miranda obviamente considera inferior ter sido capaz de chegar à Casa Branca, enquanto um “ariano de gema” não descola dum blogezito?”
Não havia necessidade.
GostarGostar
Estimado JM: o prof. Mário Nogueira é professor de…de…de…de…sindicalismo????? trabalhos manoais????? Teoria sovietica aplicada a rebanhos?????
Uma coisa é certa, ó JM, o homem é competente: trazer à arreata 120 mil licenciados lá das berças, em plena ditadura socialista, é obra.
Digo eu…
GostarGostar
JM a presidente! Prosápia demagógica é com ele. Os erros de raciocínio são tantos que uma pessoa nem sabe por onde começar.
E é mesmo verdade que o vertebrado é assalariado duma Universidade? Será pública? Alguém que me elucide.
GostarGostar
E como é que os restantes blasfémos não ficam envergonhados com a triste actuação deste biocoiso?
GostarGostar
Ohh saloio (será de Torres?), o país, felizmente, não é só Lisboa. E provavelmente a sua mãe ou pai também vieram das berças (como prai metade dos “cosmopolitas” lisboetas, gente sofisticadíssima e culta).
Mais lhe digo, prefiro viver numa bela vivenda a 5 minutos do Atlântico e a 35 de Lisboa (onde se vai para fazer negócio e trazer dinheiro, ou para visitar quando nos dá na gana), do que num T3 na Amadora ou na Rinchôa. Há gente que não se enxerga mesmo!
GostarGostar
Se este JM não é burro, casmurro, nem a ministra é feia. Mas o que é que lhe querem? Essa freira gorda já era ruim e autista, antes de ser ministra.
GostarGostar
Fiquei com a sensação que todos os professores concordam com a ideia de que um professor senior, com redução de tempo lectivo, só tem obrigação de conhecer a sua própria disciplina.
Qual redução de tempo lectivo?A diferença actual entre quem entra e quem está no final de carreira é de 1 hora…Porque será que não aplicaram o mesmo principio nas universidades?
Para fazer sair os incompetentes do sistema de ensino têm que acabar com muita coisa “fracturante”, nomeadamente no capitulo da EDUCAÇÃO coisa que os meninos agora nem sonham que existe…
GostarGostar
Pelas primeiras reacções, e por muitas que veem certamente a seguir, se ve que o JM acertou em cheio na “mouche” !
Claro que muitos professores desenvolvem um trabalho intenso, de qualidade, e socialmente util.
Mas muitos mais são autenticos parasitas, trabalham pouco e são incompetentes.
E quase todos se habituaram a fazer o que lhes apetece e convem, sem terem de prestar contas a quem quer que seja.
A verdade é que estarão sempre contra qualquer mecanismo efectivo de avaliação. Apenas concordarão com uma avaliação feita … pelos proprios … uma que os não obrigue a mudar de atitude e que não ponha em risco o lugar ao sol !!
O problema é que tudo isto é feito com o dinheiro dos impostos pagos pelos outros, por aqueles que teem de trabalhar a sério para ganhar um salario ou um rendimento e não perderem o emprego ou a clientela.
Quando se põe a descoberto “o sistema” … os tachistas ficam naturalmente nervosos !!
GostarGostar
«Alguém conhece algum movimento de professores que exija reformas do sistema de ensino e que não seja corporativo? Aos anos que exigem reforma do sistema de ensino. Quanto ao corporativo diga-me um sector de actividade que não o seja quando está em jogo a carreira profissional?»
Repare, há coorporativo e há coorporativo. Existem Ordens, existem associações e existem sindicatos. Os sindicatos são daquele tipo coorporativo que só defende, só pode defender e só está habilitado e legitimado para defender os interesses laborais dos professores. De todas as vezes que os ouvir a dizer que estão a fazer alguma coisa pelo “Ensino”: esqueça, apague, ria-se, faça chacota, difame. É mentira. Não estão, não podem, nem têm legitimidade para tal. Nenhum os professores que participa nestas “marchas” e manifs está a fazer alguma coisa pelo Ensino. Não podem, pois ao participar nestas manifs estão a subscrever integralmente e até aos seus curtos limites as posições dos sindicatos.
É óbvio que não existe pensamento crítico. A prova cabal disso é que não foi feita nenhuma manifestação pelo ensino, sem o poder organizativo que os sindicatos e os partidos políticos conferem, ao longo dos últimos 35 anos. Mais, dificilmente encontrará algum assunto na sociedade em que 85% das pessoas estejam integral e completamente de acordo. Participar nestas manifestações, assinar petições e coisinhas afins, significa exactamente isso: absoluto acordo. Por exemplo, existe absoluto acordo que este regime de avaliação é excessivamente burocrático, mas já não existe “absoluto acordo” quanto à burocracia que é (um professor) preencher cinco páginas por aluno, para se obter um Magalhães (SIC). Cinco, por aluno vs uma folha com objectivos. Não, não existe massa crítica. É demasiado absurdo.
GostarGostar
JM,
Mas, Você que tanto gosta desta política miserável da Maria de Lourdes, diga-me lá se concorda com a “lógica” do Professor Titular?
É que, segundo um Amigo que é Professor há mais de 20 anos, me dizia, para se ser “Professor – Titluar” tem que se ter mais de 30 anos de carreira!
Que raio de carreira. Isto mais parece aquela Instituição castrense, em que a “antiguidade é um Posto”.
Mas, apesar de ser uma Instituição com muito má fama, o General Delgado sempre foi General antes dos 50 ans de idade. Isto no tempo do “António das Botas”!
Oh JM, junte-se aos “bons”. Você sabe o que fez na vida a Maria de Lurdes? E o Valter Lemos de Castelo Branco? e o Jorge Pedreira, ex-Sindicalista?
Quem sabe, a Maria de Lourdes resolveria o “seu” problema, convidando o Mário Nogueira para Secretário de Estado, e os professores se calavam…..
Olhe que não. Os professores estão muito para além dos “Nogueiras” que para aí andam!
É que a profissão de “Professor” só não é respeitada em países desqualificados!
GostarGostar
Eh, como é que maioria, há quatro anos votou no mostrengo do Bush, como o JM?
Mas não haveria ali diferença entre ecada um desses milhões de votantes?
Onde está a independência intelectual de cada um deles?
Onde a diferença de sexo?
De religião?
De seita?
Já agora, como é possível que lá 50 milhões deles se tenham deixado levar, não digo já do candidato, terrorista à légua, mas por autistas seus apaniguados como o JM?
A menos que lá tenham canalizado o mesmo fito terrorista da guerra ao mundo em busca prepotente das rotas do gás e petróleo da China.
Pois há sempre alguma causa a congregar a variedade de carácter e juízos, mais não seja uma ministra bera, de cabeça apoucada e autista.
GostarGostar
Natural de Penamacor, Valter Lemos tem 51 anos, é casado e possui uma licenciatura em Biologia: até aqui nada a apontar. Os problemas surgem com o curriculum vitae subsequente. Suponho que ao abrigo do acordo que levou vários portugueses a especializarem-se em Ciências da Educação nos EUA, obteve o grau de mestre em Educação pela Boston University. A instituição não tem o prestígio da vizinha Harvard, mas adiante. O facto é ter Valter Lemos regressado com um diploma na “ciência” que, por esse mundo fora, tem liquidado as escolas. Foi professor do ensino secundário até se aperceber não ser a sala de aula o seu habitat natural, pelo que passou a formador de formadores, consultor de “projectos e missões do Ministério da Educação” e, entre 1985 e 1990, a professor adjunto da Escola Superior do Instituto Politécnico de Castelo Branco. Em meados da década de 1990, a sua carreira disparou: hoje, ostenta o pomposo título de professor-coordenador, o que, não sendo doutorado, faz pensar que a elevação académica foi política ou administrativamente motivada; depois de eleito presidente do conselho científico da escola onde leccionava, em 1996 seria nomeado seu presidente, cargo que exerceu até 2005, data em que entrou para o Governo. Estava eu sossegadamente a ler o Despacho ministerial no Diário da República, quando notei uma curiosidade. Ao delegar poderes em Valter Lemos, o texto legal trata-o por “doutor”, título que só pode ser atribuído a quem concluiu um doutoramento, coisa que não aparece mencionada no seu curriculum. Estranhei, como estranhei que a presidência de um politécnico pudesse ser ocupada por um não doutorado, mas não reputo estes factos importantes. Aquando da polémica sobre o título de engenheiro atribuído a José Sócrates, defendi que os títulos académicos nada diziam sobre a competência política: o que importa é saber se mentiram ou não. Deixemos isto de lado, a fim de analisar a carreira política do sr. Secretário de Estado. Em 2002 e 2005, foi eleito deputado à Assembleia da república, como independente, nas listas do Partido Socialista. Nunca lá pôs os pés, uma vez que a função de direcção de um politécnico é incompatível com a de representante da nação. A sua vida política limita-se, por conseguinte, à presidência de uma assembleia municipal (a de Castelo Branco) e à passagem, ao que parece tumultuosa, pela Câmara de Penamacor, onde terá sofrido o vexame de quase ter perdido o mandato de vereador por excesso de faltas injustificadas, o que só não aconteceu por o assunto ter sido resolvido pela promulgação de uma nova lei. Em resumo, Valter Lemos nunca participou em debates parlamentares, nunca demonstrou possuir uma ideia sobre Educação, nunca fez um discurso digno de nota.
Chegada aqui, deparei-me com uma problema: como saber o que pensa do mundo este senhor? Depois de buscas por caves e esconsos, descobri um livro seu, O Critério do Sucesso: Técnicas de Avaliarão da Aprendizagem. Publicado em 1986, teve seis edições, o que pressupõe ter sido o mesmo aconselhado como leitura em vários cursos de Ciências da Educação. Logo na primeira página, notei que S. Excia era um lírico. Eis a epígrafe escolhida: “Quem mais conhece melhor ama.” Afirmava seguidamente que, após a sua experiência como formador de professores, descobrira que estes não davam a devida importância ao rigor na “medição” da aprendizagem. Daí que tivesse decidido determinar a forma correcta como o docente deveria julgar os estudantes. Qualquer regra de bom senso é abandonada, a fim de dar lugar a normas pseudocientíficas, expressas num quadrado encimado por termos como “skill cognitivos”. Navegando na maré pedagógica que tem avassalado as escolas, apresenta depois várias “grelhas de análise”. Entre outras coisas, o docente teria de analisar se o aluno “interrompe o professor”, se “não cumpre as tarefas em grupo” e se “ajuda os colegas”. Apenas para dar um gostinho da sua linguagem, eis o que diz no subcapítulo “Diferencialidade”: “Após a aplicação do teste e da sua correcção deverá, sempre que possível, ser realizado um trabalho que designamos por análise de itens e que consiste em determinar o índice de discriminação, [sic para a vírgula] e o grau de dificuldade, bem como a análise dos erros e omissões dos alunos. Trata-se portanto, [sic de novo] de determinar as características de diferencialidade do teste.” Na página seguinte, dá-nos a fórmula para o cálculo do tal “índice de dificuldade e o de discriminação de cada item”. É ela a seguinte: Df= (M+P)/N em que Df significa grau de dificuldade, N o número total de alunos de ambos os grupos, M o número de alunos do grupo melhor que responderam erradamente e P o número de alunos do grupo pior que responderam erradamente. O mais interessante vem no final, quando o actual secretário de Estado lamenta a existência de professores que criticam os programas como sendo grandes demais ou desadequados ao nível etário dos alunos. Na sua opinião, “tais afirmações escondem muitas vezes, [sic mais uma vez] verdades aparentemente óbvias e outras vezes `desculpas de mau pagador’, sendo difícil apoiá-las ou contradizê-las por não existir avaliação de programas em Portugal”.
http://terrorinformatico.blogspot.com/2007/10/valter-lemos-por-maria-filomena-mnica.html
GostarGostar
Para ele, a experiência dos milhares de professores que, por esse país fora, têm de aplicar, com esforço sobre-humano, os programas que o ministério inventa não tem importância. Não contente com a desvalorização do trabalho dos docentes, S. Excia decide bater-lhes: “Em certas escolas, após o fim das actividades lectivas, ouvem-se, por vezes, os professores dizer que lhes foi marcado serviço de estatística. Isto é dito com ar de quem tem, contra a sua vontade, de ir desempenhar mais uma tarefa burocrática que nada lhe diz. Ora, tal trabalho, [sic de novo] não deve ser de modo nenhum somente um trabalho de estatística, mas sim um verdadeiro trabalho de investigação, usando a avaliação institucional e programática do ano findo.” O sábio pedagógico-burocrático dixit.
O que sobressai deste arrazoado é a convicção de que os professores deveriam ser meros autómatos destinados a aplicar regras. Com responsáveis destes à frente do Ministério da Educação, não admira que, em Portugal, a taxa de insucesso escolar seja a mais elevada da Europa. Valter Lemos reúne o pior de três mundos: o universo dos pedagogos que, provindo das chamadas “ciências exactas”, não têm uma ideia do que sejam as humanidades, o mundo totalitário criado pelas Ciências da Educação e a nomenklatura tecnocrática que rodeia o primeiro ministro.
http://terrorinformatico.blogspot.com/2007/10/valter-lemos-por-maria-filomena-mnica.html
GostarGostar
Eh, como é que maioria, há quatro anos votou no mostrengo do Bush, como o JM?
Mas não haveria ali diferença entre cada um desses milhões de votantes?
Onde está a independência intelectual de cada um deles?
Onde a diferença de sexo?
De religião?
De seita?
Já agora, como é possível que lá 50 milhões deles se tenham deixado levar, não digo já do candidato, terrorista à légua, mas por autistas seus apaniguados como o JM?
A menos que lá tenham canalizado o mesmo fito terrorista da guerra ao mundo na busca ingente de rotas do gás e petróleo da China.
Pois há sempre alguma causa a congregar a variedade de carácter e juízos, mais não seja uma ministra bera, de cabeça apoucada e autista.
GostarGostar
«6. Se o que foi escrito neste “post”, fosse escrito pelo Eng. Belmiro de Azevedo, até aceitava. mas, qual é o seu exemplo de vida para mostrar aos Professores que não sabem de organização? Você, JM, sabe de organização empresarial? Não, com toda a certeza. Nunca trabalhou numa empresa, em concorrência aberta. Não sabe o que é faltar dinheiro na caixa registadora. Não sabe o que é captar clientes.»
Os professores sabem de organização. Organização de aulas, por exemplo. Recentemente, têm trabalhado arduamente no doutoramento em organização de manifestações: nomeadamente, manufactura de bandeiras e panfletos e também estão a tirar uma pós-graduação em composição musical. Organização de escolas, toda gente sabe que fazem o possível.
Mas ninguém pode ser um organizador expert em todas as áreas. Muito menos quando se está a fazer doutoramentos e pós-graduações noutras áreas. Os professores não querem saber organizar um procedimento de avaliação dos seus pares. Com a avaliar os alunos podem eles bem. Mas avaliar os pares é chato. Só traz aborrecimentos e com jeitinho algumas cenas de pancadaria, para delícia dos alunos.
Mas, a sério, se fala de organização, não pode estar a querer falar de professores. Ninguém pode, honestamente, dizer que um gestor não faria um trabalho muito melhor, caso o Estado estivesse disposto a contrata-los. É certo que alguns professores tiram os cursos de gestão escolar, mas são cursos tão limitados…
GostarGostar
“Já agora, Mário Nogueira é professor de quê?”
Pergunta demagógica, mas que faz delirar a malta. Ó João Miranda, o Mário Nogueira, julgo eu, é professor primário, neste momento afastado dessa função por estar em funções exclusivas num sindicato. Não é possivel dar aulas e estar ao mesmo tempo a dirigir um sindicato desta dimensão. Se ele estivesse colocado numa escola, estaria agora o João Miranda a acusá-lo de estar a deixar as crianças sem aulas, para ir fazer manifestações. Conclusão, os sindicatos e as manifestações fazem uma confusão tremenda ao João Miranda.
Talvez se os sindicatos só funcionassem ao fim de semana, e as manifestações se transformassem em pacatas reuniões de debate, o João Miranda aceitasse melhor.
GostarGostar
J
«Mas, Você que tanto gosta desta política miserável da Maria de Lourdes, diga-me lá se concorda com a “lógica” do Professor Titular?
É que, segundo um Amigo que é Professor há mais de 20 anos, me dizia, para se ser “Professor – Titluar” tem que se ter mais de 30 anos de carreira!»
Mas essa é a questão de quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha. Quem é que pode ser avaliador, quando, nas últimas décadas, não houve nenhuma avaliação credível? Mas não me preocuparia muito. Se são aqueles que têm mais de 30 anos de carreira, é porque também já estão perto da reforma. Quando as avaliações passarem a contar, daqui a 4 anos, já as coisas estarão diferentes.
GostarGostar
«Se ele estivesse colocado numa escola, estaria agora o João Miranda a acusá-lo de estar a deixar as crianças sem aulas, para ir fazer manifestações. Conclusão, os sindicatos e as manifestações fazem uma confusão tremenda ao João Miranda.»
Acho que o João Miranda estava era a querer dizer que esse indivíduo “Mário Nogueira” é sindicalista há tanto tempo que ninguém sabe o que é que ele ensina. Não é novidade nenhuma este sindicalismo de carreira.
GostarGostar
Excelente porquanto espelha a realidade dos factos que ocorrem no sistema de ensino português.
A maior parte dos professores enveredaram pelo professorado para garantir emprego vitalício; não têm qualquer vocação para ensinar. Falta de estimulo e espírito de sacrifício são os sentimentos que mais mobilizam a maior parte dos profissionais do ensino a manifestarem-se na praça pública, ao lado de “paus mandados” ligados aos partidos políticos, cujo único objectivo é o aproveitamento político da situação para fins eleitoralistas.
GostarGostar
Os professores titulares têm mais de 20 anos de serviço Pode-se chegar ao titulo ao fim de 18 anos de serviço(nos quarentas).
GostarGostar
“Como é que é possível que 100 mil professores adiram a uma mesma manifestação? Não existem divergências de opinião entre eles?”
Ora, que pergunta interessante! Como e’ que e’ possivel que milhoes de portugueses votem no mesmo candidato ‘a presidencia da Republica? Não existem divergências de opinião entre eles?
GostarGostar
JLS, ele neste momento não ensina. É dirigente sindical a tempo inteiro. Na democracia há coisas destas horriveis: sindicalistas a tempo inteiro, politicos a tempo inteiro, etc. E porquê “Mário Nogueira”, entre aspas?
GostarGostar
“Os professores titulares têm mais de 20 anos de serviço Pode-se chegar ao titulo ao fim de 18 anos de serviço(nos quarentas)”.
Porquê 20 anos?
Obama Barrack chegou a Presidente dos EUA, sem 20 anos de nada, que se saiba!
Isto é, Obama chegou a Presidente com 2 anos de mandato de Senador (4 , no dia de hoje, mas 2, a quando da candidatura).
Para se ser Titular, é preciso muito mais….
GostarGostar
“JLS, ele neste momento não ensina. É dirigente sindical a tempo inteiro. Na democracia há coisas destas horriveis: sindicalistas a tempo inteiro, politicos a tempo inteiro, etc. E porquê “Mário Nogueira”, entre aspas?”
Caramelo,
Você percebeu bem, mas chutou para canto!
Há quantos anos, Mário Nogueira não dá aulas? Há quantos anos, Mário Nogueira não prepara aulas? Mário Nogueira é com certeza um Professor do Século XX.
GostarGostar
Resumindo e concluindo, ninguém sabe dizer o quê que esse tal de Mário Nogueira algum dia leccionou, se é que leccionou alguma coisa. Há quem tenha avançado com a hipótese de ter ensinado criancinhas a ler. Talvez! Uma coisa é certa, é “compagnon de route” e está no sindicato há tanto tempo que já não há memória do que algum dia fez na vida. Professor, se é que alguma vez o foi, já não o é há décadas. O que ele é, é um profissional do sindicato.
GostarGostar
Não percebi, J.? Respondi exactamente nos termos em que a questão está colocada. Se a pergunta tinha segundas intenções, as mesmas devem ser explicitadas. Quanto à sua pergunta, suponho que queira saber o curriculum do Mário Nogueira. O curriculum dele é público, não sei se sabe, está em montes de sítios. Vou fornecer-lhe uma nota biográfica que retirei do DN:
“Nascido em Tomar em 1958, Mário Nogueira, hoje com 50 anos, tem um filho médico e prima por hábitos dignos da classe média, de que é exemplo o facto de guiar um Citroen Xsara Picasso. Concluiu o curso de professor do primeiro ciclo em 1978, o antigo curso do magistério primário, em Coimbra, cidade onde mora desde há 33 anos. A mesma onde, na Escola Superior de Educação, se veio a licenciar em 2001.
Mas não se pense que esta área foi a primeira escolha de Mário Nogueira, que tentou tirar o Economia, o que só não conseguiu por não poder ir às aulas de dia. Tornou-se dirigente sindical a tempo inteiro no final de 1993, muito pouco tempo depois de ter começado a dar aulas após ter cumprido o serviço militar obrigatório. Como o próprio contou ao DN, abraçou o sindicalismo desde o primeiro dia em que começou a trabalhar. Espécie de obrigação moral, imperativo de consciência. “A minha formação foi sempre no seio de movimentos populares. O meu pai fez sempre parte da oposição ao regime e eu integrei associações de estudantes ainda antes do 25 de Abril”. A progressão no seio da Fenprof, a maior federação dos professores portugueses, fez-se de forma natural. “Participei nos congressos da federação, fui sempre delegado sindical e acabei por ser eleito de forma sucessiva”, conta o secretário-geral da Fenprof.
Nas últimas presidenciais, foi mandatário nacional da candidatura de Jerónimo de Sousa e liderou, em 2005, a lista de candidatos da CDU, por Coimbra, à Assembleia da República.|Com P.V.M.”
Viu? Eu tenho a certeza que vai encontrar aqui montes de coisas terriveis para dizer do gajo…
GostarGostar
Por mim, de coração digo uma coisa terrível do gajo, que só não tem a culpa toda de a malta dos professores votar em maioria nele, como quem deixa a pior parte ao colega oferecido pa fazer de vilão.
E fora essa tem outra, que era preciso chegar uma pessoa tão bera e autista como essa ministra para o gajo achar tamanha adesão.
GostarGostar
“Viu? Eu tenho a certeza que vai encontrar aqui montes de coisas terriveis para dizer do gajo…”
A primeira que me ocorre é esta: “Mario Nogueira = CHULO”.
GostarGostar
E eu creio, ó Tiago, que ainda não há muito houve eleições, com mais candidatos à perna, só que não eleitos ao fim, talvez porque lá tenha faltado o voto de vosemecê…
Por outra, quer dar-me a ideia que o Mário Nogueira foi eleito dessa, apenas, a primeira vez. E da segunda, não sei, pois creio de dessa estará lá você.
Ai, esta malta é capaz de dizer qualquer coisa, a lembrar o bieira do Benfica, mais não seja a abrir a boca de um que parece por acaso ovir dezer…
GostarGostar
Eh,
aí como
o Jason, um
chulo a dobrar,
pois dessa sei eu.
GostarGostar
E o Jason
é aquele da foto,
de barrete vermelho,
na avenida ao meio,
número vinte e
três.
GostarGostar
Caramelo,
A única coisa, é esta: parece-me que Mário Nogueira práticamente não foi nunca Professor. Como “representante da classe” é muito pouco.
É como o Presidente da República, o ser aos 36 anos, sem nunca ter desempenhado nenhum cargo ou função relevante. Mas, isto é possível!
GostarGostar
E a Lurdes
Rodrigues de momento
não ensina nem o Lemos
sacratairo, de serviço,
ambos, nessa barafunda
de darem à coba o
pobre ensino.
GostarGostar
Joãozinho, (volto ao tom humorista), então você quando vota é liderado por quem? Não vota na mesma coisa de que umas centenas de milhares de pessoas?Onde está o seu espirito critico? como é que é manipulado pelo dirigente de um partido, ou por outra ideal de voto (porque não foi nem será o primeiro a abster-se ou a votar em branco). Afinal quem é que o Joãozinho segue? Será que os seus trabalhos serão sempre discordantes de todas as teorias existentes sobre biotecnologia? Será que afinal o Jm terá na sua área de trabalho ideias proprias e se prepara para um Nobel, ou será que se baseia sempre em algum trabalho já feito?
“Porque é que todos os comentadores acham que essa atitude de desleixo é aceitável e normal?” Porque será aceitável e normal?
Porque é que o João acha que toda a gente está errada quando tem uma opinião diferente da dele? Será aceitável e normal?
GostarGostar
E além de aluna das freiras, onde aprendeu a ser mazinha, a Lurdes mal ensinou alguma vez, se ensinou, como o sacratairo Lemos, apenas fugido ali à estranja a tirar curso de mestre de professores, com a chefa em cima. E onde a diferença deles com outra, ó J caro, assim tanta?!
GostarGostar
J. ser sindicalista é uma função relevante, essencial numa democracia. E o sindicalismo, para ser eficaz, precisa de ter dirigentes a tempo inteiro. É preciso que compreenda isto. O facto de ter sido professor por pouco tempo, não retira legitimidade ao Mário Nogueira para ser representante da classe. Durante o tempo em que foi professor, teve tempo para conhecer os problemas da sua classe profissional. Aliás, o problema da representatividade respeita à classe, não ao J. que nem sequer é professor, ao que percebo. Se a classe não reconhecesse representatividade ao Mário Nogueira, não iria em massa a manifestações por si promovidas. Não se preocupe o J. com a classe.
Quanto ao resto, o Mário Nogueira sabe dos problemas dessa classe profissional como poucos. É a vida dele saber dos problemas comuns aos professores.
GostarGostar
Valente, ó Fernanda, mas quem tem vocação para alguma coisa, se tudo custa, de alguma maneira, e não a têm os pais, especialmente, nem o J Sócrates?!
E tem-na você, porventura?
Qual? Dir-nos-á?!
GostarGostar
Acabem com as comissões directivas e nomeiem um director, com responsabilidade efectiva da escola.
Nomeiem um assistente com responsabilidade na administração da escola e pessoal auxiliar.
Façam contratos com várias empresas, para a avaliação das qualidades profissionais e morais de cada professor.
Passem a haver inspectores que visitam as escolas para :
Avaliar o desempenho dos professores/dos alunos/ em termos escolares e disciplinares.
E assim as escolas funcionarão!
GostarGostar
Sábado lá estaremos novamente.
Desta vez levo pasteis de bacalhau e um garrafão de água-pé.
Preciso é de pão e alguma fruta.
Parece que vai estar bom tempo e vai ser giro à brava, vou ver se vejo a Bizé outra vez…
Fiquei assim com que um pouco… agarrado!
GostarGostar
Primeiro: nem todos os titulares são coordenadores de departamento, logo só uma pequeníssima minoria terá como responsabilidade coordenar o trabalho de professores de outras áreas.
Segundo: existe legislação sobre os deveres dos titulares.
JM critica quem não leu os programas de outras disciplinas, mas não acha que para opinar sobre a avaliação de professores, deveres dos titulares e coordenação de departamnetos não é preciso ler os documentos que contêm essa informação.
Não se escandalize JM. O dito professor não se lastimava por ter que ler programas, estava, até, orgulhoso porque para opinar sobre os outros basta ter uns palpites. Tudo má interpretação sua.
GostarGostar
Ei, nós somos muitos, biba a ministra.
Ninguém nos verga, que nem o Benfica ajunta tantos.
Que importa ao fim mais ser a situação, o PS, como se viu ontem da Maria de Belém e aquele ex-tudo CDS, conquanto diga a previsão que sábado vai estar bom tempo?!
Ai, queria ver de novo lá uma Bizé, que eu disse nunca antes ser Lisboa assim bonita!
GostarGostar
Pronto, eu arredondo. 60 comentários. Era esse o objectivo, não era?
GostarGostar
E eu gostava de acrescentar mais uma pergunta, saber se, nesta manifestação, houve algum professor a reinvindicar o direito de ensinar Marx nas escolas da Madeira, algo que não é fácil atentendo às “pressões” para não ensinar um dos maiores filósofos de sempre.
Cumprimentos.
GostarGostar
Onde está a independência intelectual e o espírito crítico dos professores?
Como é que é possível que 100 mil professores adiram a uma mesma manifestação? Não existem divergências de opinião entre eles?
– Essa técnica, usada frequentemente pelo Governo, só atordoa os descuidados. Eu explico, a técnica quero dizer. Rotular os outros daquilo que somos de forma a desarmá-los. Para quem ainda não percebeu, vou ser mais directo: agora os que vão às manifs é que são cordeirinhos! Melhor que isso só a anarquista lá de cima vir dizer que os professores se manifestam porque são medrosos!
Como é possível que 100 mil professores aceitem ser liderados por um personagem como Mário Nogueira e manipulados indirectamente pelo PCP? Ninguém se demarca? Já agora, Mário Nogueira é professor de quê?
– O Mário Nogueira é um professor destacado para o sindicato. Isto é tão simples de perceber. Digo eu que não sou nem alguma vez fui sindicalizado. Mas agora também me apetece ser infantilóide: e o João Miranda, é professor? Nhã nhã nhã, toma toma! O João Miranda não gosta da blogosfera, o João Miranda não gosta da blogosfera! Porque os sindicatos foram pressionados por uma manif convocada por sms de que a blogosfera e os movimentos de professores fizeram eco, e circulou pelas escolas do país e mobilizou os professores, e só por isso os sindicatos convocaram outra manif! O João Miranda não gosta da blogosfe-ra! O João Miranda está com inveja do Umbi-go!
Levantei aqui o caso de um professor que se queixa em público de não conhecer programas que tem que avaliar, quando podia simplesmente lê-los. Porque é que todos os comentadores acham que essa atitude de desleixo é aceitável e normal?
– É extrordinária esta forma de raciocinar! A cegueira de querer aplicar modelos em vigor nalgum mundo empresarial, nalgum sector privado de excepção, diga-se de passagem, porque inúmeras empresas não possuem qualquer sistema de avaliação de desempenho implementado, isto frise-se contra a mistificação que por aí vai, mas, dizia eu, querer transportar modelos daqui para ali e tal conduz aos paralelismos mais estultos! E que são ainda por cima aventados com orgulho como se de argumento sagaz e irrebatível se tratasse. Olhe, imagine que é professor de 2º ciclo de Matemática/Ciências da Natureza, titularóide de um Departamento constituído pelos grupos de professores de Ciências e Matemática de todos os níveis de ensino, Química, Física e Informática, dos níveis de ensino nos quais existem estas disciplinas, imagine e pense sobre este exemplo real, que ainda há-de acabar a assobiar aquela música, aquela assim “Surrealizar por aí…” Se ainda lhe disser que a professora em causa, tinha-me esquecido de dizer que é uma professora, quase na reforma, quase me esquecia de mencionar e é relevantíssimo para o que vem a seguir, só o ano passado é que aprendeu a criar um email, fale-me depois na competência científica de que está dotada para avaliar as aulas do colega de Informática. Ler os programas? Quererá dizer as planificações de aula? Ou fez de propósito, evitando dizer conhecer os programas, conhecer, porque disso se trata. Mas, se referia as planificações, é simples, mesmo que na planificação estejam expressos os maiores chorrilhos e o professor vá debitá-los para a aula, será sempre para ela um óptimo professor se for um bom actor, eia!
Chamei aqui à atenção para o facto de o sistema de avaliação estar a ser complicado pelos próprios professores e pelas próprias escolas. Creio que só um professor é que reconheceu que as escolas estão mal organizadas e que os próprios professores contribuíram para complicar o processo de avaliação. Porquê? Será que as escolas são organizações exemplares? Não existirão por lá reuniões inúteis, procedimentos desnecessários e trabalho redundante?
– Um, não, vários, eu incluído, mais o outro, olhe aquele ali, aqueloutro além, em breve seremos 100000, 120000, e convocamos mais uma manif! Sim, é verdade. E sobre isto haveria muito que dizer, mas não tenho tempo. Sempre existiram reuniões inúteis, trabalho desnecessário e procedimentos redundantes, ou vice-versa. Só que agora isso decuplicou. O pior é que o rol de inutilidades é de tal monta que se está a sobrepor ao essencial: preparar aulas, dar aulas. Como na Finlândia. Lá, os professores só preapram aulas, dão aulas, preparam aulas, dão aulas, tic-tac, tic-tac, mais, nada, mai, nada. Digo assim para ver se lhe recorda uma linha de montagem e pede ao ME para importar de lá o medelo todo, com avaliação e tudo! Se não acredita veja leia aqui na embaixada da FinLãndia (http://www.finlandia.org.pt/pt/) Pessoalmente, não tenho motivo para assumir que o senhor embaixador é um aldrabão como muitos governantes que temos, por exemplo… por exemplo… deixe para lá. Mas eu quero um sistema de avaliação de desempenho igual ao da Finlândia, eu quero, eu quero, disso quero fazer finca-pé como um puto!
Fiquei com a sensação que todos os professores concordam com a ideia de que um professor senior, com redução de tempo lectivo, só tem obrigação de conhecer a sua própria disciplina. A ieia de que a obrigação de um professor sénior é expandir as suas áreas de conhecimento e prestar serviços de coordenação em áreas alargadas é estranha às escolas portuguesas. Acreditam mesmo que é isso que acontece noutras profissões? Isto é, acreditam que, numa empresa, um profissional que sobe na carreira não tem que coordenar áreas de actividade mais abrangentes que aquelas em que se especializou?
– “Estou na lua, não me chateies que eu agora estou na lua…” Mas de que empresas é que está a falar? Não serão com certeza a maioria, aquelas onde as habilitações, a formação e a capacidade de inovação dos patrões é inferior, em média, aos trabalhadores que empregam, segundo a OCDE, pois não? Já sei, outro dia viu a entrevista daquele guru de que não recordo o nome, na SIC Notícias, e convenceu-se que nós, como país com sector empresarial de excelẽncia, estamos cheios de empresas assim. Olhe, aqui na zona de Leiria, das doze sobre as quais já me informei, só duas têm avaliação de desempenho, e ridícula e ridícula, veja lá a excelência! Mas avante! Ora bem , nas escolas nós temos o Conselho Pedagógico. E temos também os Departamentos, por exemplo, pt/ing/fr, Mat/cn/a sua (agora com inf/tabeladoselementostodossãodemasiadassiglas/), hgp/fil/ , etc. Tivemos sempre, não só desde os anos 80! E servem para isso mesmo que diz. Donde (olha eu como outro) os profs mais velhos já presta(va)m esses serviços de coordenação de que fala. Donde (olha, olha) é uma mentira tão redonda como a de que os professores nunca foram avaliados nem tinham sistema de avaliação. Se não tinham, então a esmagadora maioria dos países da UE também não tem. Donde (eia) nós, como sempre, os pioneiros, os iluminados!
GostarGostar
Uma última pergunta, ainda, se permitem, quem avaliou essa ministra, quem? Só 120 mil professores do terreiro ao marquês, aqui há dias, mais 100 mil do marquês ao paço, faz meses oito, além os que vêm aí, dizer que ela não serve, feia, má, gorda, autista, a fulana que não presta.
GostarGostar
55.
A questão não anda à volta da minha vocação pessoal. Não sou eu que estou a ser escrutinada; não sou professora. No entanto, e à margem do texto, devo dizer que nunca tendo exercido o professorado, dei explicações, tendo sempre conseguido que os alunos obtivessem os melhores resultados. Para isso é preciso: conhecimento da matéria, método pedagógico, saber dosear autoridade com humanidade, ao mesmo tempo, incutindo confiança na capacidade do aluno, motivando-o ao estudo.
É difícil de coordenar isto tudo, não é? Pois é. Aí é que entra o factor “vocação” ao qual se deve juntar o espírito de sacrifício e a total disponibilidade, física e psicológica, por parte do professor.
Se me perguntar se eu acho que os professores são mal pagos, direi que sim. Mas, a maior parte, até é remunerada muito acima das suas reais capacidades.
GostarGostar
Caro Miranda,
Eu até lhe respondia, mas como dificilmente entenderia, afinal foi ensinado por professores acéfalos que se deixam manipular, prefiro deixar para exercício de T.P.C., pois ser-se auto-didacta fica sempre bem.
GostarGostar
JOÃO MIRANDA:
VOCÊ É PROFESSOR? SE É, RESPEITO A SUA OPINIÃO EMBORA NÃO CONCORDE.
SE NÃO É, POR FAVOR, CALE-SE.
OBRIGADO
GostarGostar
Abrilistasanonimos
isso é o chamado «argumento» fascista.
GostarGostar
Ó Fernanda, 64
E você acha que algum professor/a, ai, gaba-te, cesta, lhe fica a dever em dosagem?!
GostarGostar
Mas, a maior parte, até é remunerada…
Estão a mais, na frase, as vírgulas, se não deve separar-se do predicado o sujeito, que já mal se usa, é certo. Daí o compreensível erro, fruto desta ministra, do sacratairo dela e dessa deseducação.
GostarGostar
Caros Gabriel e João Miranda
Argumento fascista é um termo que equivale ao zero à esquerda, sem vírgulas: nada. E disso não se aceitam lições.
Em acrescendo, devo ser honesto e dizer que, sobre Mário Nogueira e todo o restante lixo sindical – dos professores e não só – concordo inteiramente com João Miranda, que apenas peca por defeito; foi e é toda essa tralha humana (mais os Governos que os pagam e lhes pedem os favores) que conduziu à situação actual, e o que estará para vir.
E devo esclarecer que para debater, publicamente, um assunto complexo, é necessário ter alguma autoridade.
Pelo menos, exercer ou ter já exercido a profissão…
GostarGostar
“Onde está a independência intelectual e o espírito crítico dos professores?
Como é que é possível que 100 mil professores adiram a uma mesma manifestação? Não existem divergências de opinião entre eles?”
Existem e muitas…
Sou professor de Física e Química
A 1ª é ser avaliado por uma “professor” que tem o 12º ano + uma semana de formação em didáctica + uma equivalencia em licenciatura em 2 meses na universidade aberta e por fim ser titular por decreto…
A 2ª Quero trabalhar
A 3ª não quero brincar às avaliações
A 4ª Não sou do PCP
A 5ª Não sou sindicalizado
A 6ª Sou independente intelectualmente
A 7ª Tenho espirito critico
A 8ª Não entendo porque se escreve em blogs/jornais/revistas/Tv´s sobre os professores se não percebem minimiamente do que se trata…
A 9ª A si e aos jornalistas considero-os isso sim dependentes intelectualmente, sem espirito critico
poderia escrever muito mais,
Não me conhecem mas ataca~-me por estar numa manifestação
A si não o conheço mas considero-o um tachista do partido socilaista
GostarGostar
já que só acha virtudes neste sistema de avaliação porque é que não propõe ao seu amigo vendedor de magalhães (e respectiva dona de casa) que o aplique a todos os sectores da sociedade? de caminho vá ler algumas coisas sobre educação para saber do que fala. trabalhar também não lhe faria mal, ..da-se!
GostarGostar
Senhor Rxc, às 23: não costumo deitar palha a quem zurra sem razão, mas vá lá…hoje estou bem disposto.
Para seu esclarecimento: tanto o senhor meu pai, como a senhora minha mãe nasceram em Lisboa, assim como os respectivos pais.
Eu também aqui nasci, na freguesia de Campo Grande, aqui vivi 50 anos e há uns tempos vivo na Malveira – enquanto os meus pais e os meus filhos continuam vivem em Lisboa.
Contudo, moro na Malveira com muito gosto e apenas por razões de trabalho, e não por ser “cagão”, pois muito antes de voçê, já os “cagões” há uns 10 anos se deslocaram para as periferias “finas” – S. Estevão, Verdizela, Belas, Marinhais, Arruda.
Voçê limita-se a ser um pálido imitador da burguesia decadente e da esquerdalhada fashion…mas, como me parece pela sua prosa, apenas um pálido imitador.
Um conselho: preocupe-se com as prestações que se calhar assumiu irrefletidamente só para também querer ser fashion, e deixe lá os das berças, como eu agora – que nós não nos ofendemos.
Deixe-se de comentários saloios e vá mas é à manif do Nogueira, que sempre faz exercício, vem ver o leão do Marquês e vê-se livre da Maria por umas horas.
Digo eu…
GostarGostar
Senhor Rxc, às 23: não costumo deitar palha a quem zurra sem razão, mas vá lá…hoje estou bem disposto.
Para seu esclarecimento: tanto o senhor meu pai, como a senhora minha mãe nasceram em Lisboa, assim como os respectivos pais.
Eu também aqui nasci, na freguesia de Campo Grande, aqui vivi 50 anos e há uns tempos vivo na Malveira – enquanto os meus pais e os meus filhos continuam a viver em Lisboa.
Contudo, moro na Malveira com muito gosto e apenas por razões de trabalho, e não por ser “cagão”, pois muito antes de voçê, já os “cagões” há uns 10 anos se deslocaram para as periferias “finas” – S. Estevão, Verdizela, Belas, Marinhais, Arruda.
Voçê limita-se a ser um pálido imitador da burguesia decadente e da esquerdalhada fashion…mas, como me parece pela sua prosa, apenas um pálido imitador.
Um conselho: preocupe-se com as prestações que se calhar assumiu irrefletidamente só para também querer ser fashion, e deixe lá os das berças, como eu agora – que nós não nos ofendemos.
Deixe-se de comentários saloios e vá mas é à manif do Nogueira, que sempre faz exercício, vem ver o leão do Marquês e vê-se livre da Maria por umas horas.
Digo eu…
GostarGostar
Como é que esta escumalha que se diz de professores,” com tanto trabalho”; uma está aflita porque tem de entregar 20 computadores aos seus alunos, outra não sabe preencher uma ficha,etc.Como tem tanto tempo para manifestações e para dizer tantas besteiras? Até parece que para estes pseudo-intelectuais, quem não é professor é burro…
GostarGostar
68.
O problema da maior parte dos comentadores, é não conseguir fazer uma análise do problema de um modo imparcial, objectivo e sério. A maior parte dos comentários têm conotações políticas, são extensões de partidos politicos na blogosfera, e assim sendo, é difícil fazermo-nos entender e conseguirmos debater a questão com curialidade e isenção.
Manifestei a minha opinião sem intencionalmente pretender atingir quem quer que fosse. Um sistema de avaliação é uma medida basilar em qualquer país evoluído, com um programa de ensino destinado a formar cidadãos que, mais tarde, irão competir num mercado de trabalho exigente e restritivo.
Penso que o meu português é bastante perceptível; a falha no entendimento está na capacidade de interpretação de quem o lê.
GostarGostar
Pois é , eu estou reformado e como tal, tenho algum tempo disponivel para, por aqui, me ir instruindo com as lições que, de borla , os nossos iluminados e ilustres sotores nos ministram.
Enquanto estive no activo, não me podia dar a este luxo.
Pelos vistos os nossos sotores agora tem muito tempo livre ,porísso nos facultam estas lições de democracia(usam os putos para aulas de cidadania) como hoje se viu…
É uma tristeza ver esta classe, fazer figuras, que envergonhariam qualquer operário iletrado de outros tempos.
GostarGostar
300 alunos e a maioria dos professores da escola de fafe… juntam-se na festa do lançamento de ovos…
instante 1m07s do vídeo…
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=372368&tema=27&pagina=0&palavra=&ver=1
depois querem querem ser levados a sério.. alunos e professores…
recorrem ao insulto fácil… agressão cobarde..
enfim
GostarGostar
“Alguém conhece algum movimento de professores que exija reformas do sistema de ensino e que não seja corporativo?”
Sugestão: http://www.anprofessores.pt
GostarGostar
Convém perceber que o ensino, assim como determinados sectores, é bem diferente das empresas comuns. Portanto não se podem fazer comparações tão lineares.
GostarGostar
Como pode um investigador dedicar tanta prosa a assuntos que demonstra desconhecer completamente…!
Será que o João Miranda não se importa de avaliar as capacidades científicas de um investigador da área das bases de dados por objectos?
Desconfio que não, uma vez que a sua sapiência sobre todos os assuntos é deveras reveladora!
GostarGostar