O dr. Vítor Constâncio acautela-se contra um possível caso Benjamin Button?*
A não ser que o Governador do Banco de Portugal tema que alguém no dia em que faz 18 anos volte a ter 17, como se entende que se exija aos recém-adultos que façam uma prova de maioridade nos bancos onde os seus familiares lhes abriram conta geralmente quando eles ainda andavam de fraldas? Nos tribunais, forças armadas, mesas de voto, empresas, conservatórias ou escolas de condução 18 anos são 18 anos, ou seja, a idade em que se é automaticamente maior. Nos bancos não. Tem de se fazer prova de maioridade. ‘Adultos para tudo o mais menos para mexerem no seu dinheiro’ têm de se deslocar ao banco munido de documentos que provem a sua idade. Mas não basta que provem que já têm 18 anos. Exige-se-lhes também que provem a sua residência – o que em algumas agências chega ao requinte de ter de se levar um atestado passado pela respectiva junta de freguesia – e um comprovativo de profissão ou cartão de estudante se for esse o caso. E estas duas outras exigências – a do comprovativo de morada e de profissão – extensíveis neste momento a quem, velho ou novo, pretende abrir uma conta bancária remetem para uma outra questão: os desempregados ou as pessoas sem actividade profissional não podem abrir uma conta bancária? Lendo as normas do Banco de Portugal sobre esta matéria pode dizer-se que tal não está previsto. Tal como também não está previsto que não seja a morada de residência aquela para a qual o banco envia a correspondência. É um verdadeiro “complex” que se foi criando em torno da abertura de contas bancárias entre 2005 e 2007, “complex” esse que trata cada um de nós como um potencial mafeitor. Por ironia, ao mesmo tempo que o Banco de Portugal ia fazendo sair legislação que nos obriga a informar os bancos sobre o que fazemos, quais as nossas habilitações e até fazer uma inusitada “prova de maioridade”, o seu Governador não considerou anormal o funcionamento do BPN, também não se inquietou com os empréstimos feitos pela CGD para que determinados investidores adquirissem acções e consequentemente o controlo do BCP e aceitou com tranquilidade desconhecer a identidade dos accionistas da Sociedade Lusa de Negócios (SLN) e o que ligava a mesma SLN ao Banco Insular. Fundamental para o doutor Constâncio é saber se os 18 anos são mesmo 18 anos.
*PÚBLICO

Eles andam mesmo a gozar connosco, e nós merecemo-lo!
Sacar e já, todo o nosso dinheiro da Banca! Trazê-lo para casa e esperar que eles, de joelhos, no-lo venham pedir.
Afinal, de quem é o “taco”?!… Pelo juro que “eles” pagam, mais vale tê-lo enterrado no quintal, ou cimentado na parede.
Isto é um país de sonsos… e, ao mesmo tempo, de “serenos”.
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a resposta é simples, o governador nao governa, aliás como é usual nas estruturas complexas, há uma nuvem cinzenta de sub-governadores
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Excelente Post.
Rua com o Constâncio!!!!
3aneldaluz.wordpress.com
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As taxas de juro de 30% no crédito ao consumo publicadas em anúncios no Expresso e outros jornais locais, também ninguém achava anormal, ou talvez a taxa não fosse má de todo. Se calhar havia outras superiores.
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Helena:
Já lhe passaram cheques carecas? Claro que não.
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“1984”
Voilá.
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Não se justifica o Banco de Portugal tal como está, vem de uma linha do tempo da outra senhora. Ora, o BP esta reduzida a sua acção, já não emite moeda fiduciaria, já não desconta letras comerciais, enfim, é peso morto e sorvedor dos nossos impostos, com as desmensuradas reformas.
Ja escrevi isto há mais 3 anos
Querem lá saber somos um Pais rico.
Portugal é unico de despesismo
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Tamanha é a fartura
neste jardim fedorento,
a nossa falta de cultura
apodrece este país lamacento!
De desilusão em desilusão
o (des)Governador continua amenizo,
a descarada falta de razão
adensará o nacional prejuízo!
O mexilhão prejudicado
por toda esta podridão,
vê o seu esforço aplicado
para alimentar a devassidão!
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Ès um poeta famoso…de S.José – USA
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.
-Germany and EU to Legalise Paedophilia ?
http://www.tpuc.org/node/151
.
-‘Taken’ and global sex traffic
http://www.worldnetdaily.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=92566
.
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A non ser que o gobernador do Banco de Portugal tema que alguén o día
en que fai 18 anos volva a ter 17, como se entende que se exija aos
recén-adultos que fagan a proba de maioridade nos bancos onde os seus
familiares lles abrir conta xeralmente cando eles aínda andavam de
fraldas? Nos tribunais, forzas Armada, mesas de voto, empresas,
conservatórias ou escolas de conducción 18 anos son 18 anos, ou sexa, a
idade en que se é automaticamente maior. Nos bancos non. Ten que se facer
proba de maioridade. ‘Adultos para todo o máis mínimo para mexerem no seu
diñeiro ‘deben se deslocar ao banco munido de documentos que proporcionar a
súa idade. Pero non basta que proveer que xa teñen 18 anos. Esixe se lles
tamén que proveer a súa residencia – o que en algunhas axencias chega ao
requinte de ter que levar un afirma pasado pola respectivas Junta de
parroquia – e un comprovativo de profesión ou tarxeta de estudante se for
ese o caso. E estas dúas outras exigências – a do comprovativo de
enderezo e de profesión – extensive neste momento a quen, vello ou novo,
pretende abrir unha conta bancaria remetem para outra cuestión: os
desemprego, ou as persoas sen actividade profesional non poden abrir
unha conta bancaria? Lendo as normas do Banco de Portugal sobre esta
materia pode dicir que non está previsto. Como tampouco
está previsto que sexa o enderezo de residencia aquela á cal o
banco enviar a correspondencia. É un verdadeiro “complex” que se foi
creando en torno da apertura de contas bancarias entre 2005 e 2007,
“Complex” ese que trata cada un de nós como un potencial mafeitor. Por
Iron, ao mesmo tempo que o Banco de Portugal ia facendo saír
lexislación que nos obriga a informar os bancos do que facemos,
as nosas habilitações e ata facer unha inusitada “proba de
maioridade “, o gobernador non considero anormal o funcionamento do
BPN, tampouco se inquietou cos empréstimos feitos pola CGD para que
determinados investimentos adquiriron accións e en consecuencia o
control do BCP e aceptou con tranquilidade descoñecido a identidade dos
accionamento da Sociedade Lusa de Negocios (SLN) eo que ligava a mesma
SLN ao Banco Insular. Fundamental para o doutor Constâncio é saber se os
18 anos son aínda 18 anos.
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O Vitinho “marou” de vez…. eheheheh!
É do stress de contar, lá no “banco dele”, “tanta nota” que é nossa… Ya! E não só, é também a canseira de arranjar lugar para guardar essa “maquia toda”, sim, a que ele leva para casa todos os dias… claro, ganha ele mais num dia que eu em não sei quantos meses!
Não sei porquê, mas ele faz-me sempre lembrar o tio Patinhas… assim pequerruchito, meio vestidito mas bem calçado, e sentado num montão de notas lá num quarto do seu “palácio”… e, ainda por cima, aborrecidito, coitadito…
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não gostei
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Bem, e para cancelar uma conta foi-me exigido que “requeresse” o cancelamento em impresso do próprio banco, sendo que o impresso só estaria disponível dois dias mais tarde. O desejo de cancelar foi originado em vários débitos a título de “manutençaõ da conta”, uma invencionice para simplesmente roubar o dinheiro (se for pouco) depositado à guarda do banco. Como se, do ponto de vista prático, as empresas pudessem pagar em numerário e não fossem coagidas, como são, a pagar por transferência ou cheque a trabalhadores que òbviamente terão saldos médios muito baixos.
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