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“Uma nova era para os pepinos curvos e as cenouras nodosas”

27 Junho, 2009

A única coisa que consegue ultrapassar a imaginação dos burocratas é a linguagem dos burocratas sobre a burocracia

17 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    27 Junho, 2009 20:13

    podia comentar o boicote da sonae e jerónimo martins aos produtores nacionais de leite.

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  2. Piscoiso's avatar
    27 Junho, 2009 20:17

    Se reparar nuns parágrafos mais abaixo, a calibragem mantém-se para os tomates.

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  3. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    27 Junho, 2009 20:56

    a pepineira habitual.

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  4. .'s avatar
    27 Junho, 2009 21:06

    O meu pepino é curvo. Vou poder usá-lo muitas mais vezes.

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  5. Pergunta incómoda's avatar
    Pergunta incómoda permalink
    27 Junho, 2009 21:08

    Porque será que esta postadora helenafmatos é a menos comentada?!

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  6. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    27 Junho, 2009 21:15

    #4 – sim, mas tira a cenoura primeiro.

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  7. .'s avatar
    27 Junho, 2009 21:35

    Os nodos estão a magoar-te?

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  8. ips's avatar
    27 Junho, 2009 22:31

    Não é mediático, é certo, mas a agricultura volta outra vez a ter um impacto real na vida das sociedades. Muitas vez negligenciado pelas urbanidade do litoral, o desenvolvimento rural, principalmente no interior do País é peça basilar na sustentabilidade de uma nação e no combate às desigualdades sociais.

    Da ‘Europa’ para Portugal poderiam ter vindo 1,268 milhões de euros, nos últimos dois anos, destinados ao desenvolvimento rural. Veio uma terça parte disso. O Governo e o seu Ministro Jaime Silva foram negligentes. Desperdiçaram 840 milhões de euros, em plena crise económica, quando todos os ‘tostões’ contam. Justificam-se. À frente do PRODER (programa para o desenvolvimento rural) está Carlos Guerra, ex-presidente do Instituo de Conservação da Natureza e arguido no caso Freeport.

    Enquanto o dinheiro não chega, há um Primeiro-Ministro que força uma demissão, uma carta que chega mas ainda não foi escrita e um Ministro da Agricultura desautorizado em pleno hemiciclo .É a pandilha em português. joaompinto
    http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/2745990.html?mode=reply#reply

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  9. MRG's avatar
    MRG permalink
    27 Junho, 2009 22:53

    Vamos imaginar que Portugal é uma nação e não uma colonia.

    Vamos imaginar que criamos salvar a amazónia.

    Vamos imaginar que gostavamos de agricultura.

    Vamos imaginar que a Europa nos dava, mesmo que fosse por especial favor, uma quota para produzir beterraba sacarina, a fabrica que foi construida, para laborar a beterraba podia produzir açucar que não sendo importado do brasil, não contribria para que o desmatamento da amazonia avançasse devido ao aumento da procura de açucar.

    Vamos imaginar que o subproduto da laboração da beterraba, o etanol era utilizado como aditivo nos motores a gasolina em portugal como os brasileiros já o fazem evitando a utilização de aditivos com chumbo toxico na sua composição.

    Vamos imaginar que os caules da beterraba eram utilizados para alimentação dos animais, ao invés de utilizar soja brasileira para produzir rações diminuindo assim o incentivo para o desmatamento da amazónia para produzir essa mesma soja.

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  10. PMF's avatar
    27 Junho, 2009 23:27

    Sublinho:

    – “Os agricultores europeus já disseram que estão contra. E que os preços não vão baixar para os consumidores”…porquê? temores concorrenciais:

    “Em Portugal, tanto a Federação Nacional de Produtores de Fruta e Hortícolas como a Confederação dos Agricultores de Portugal já disseram que o fim do calibre abre a porta à invasão de produtos de menor qualidade provenientes de outras partes do mundo”.

    – Mas, bem vistas as coisas, em rigor a “burocracia” é muito útil e cómoda para as decisões políticas de conveniência (pelo que depreendo, de caracter proteccionsista) dos Estados (do nosso e dos nossos governos, inclusivamente), pois:

    “As regras comuns de calibragem na União Europeia foram impostas há várias décadas pelos Estados-membros”.

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  11. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    27 Junho, 2009 23:37

    coitados dos empregados das calibragens ,e dos fabricantes de balanças xpto , Helena , já viu ? com medidas inovadoras , estratégicas e estruturantes como esta ainda vão destruir carradas de empregos terciários , bué precisos , por essa europa fora…e os professores doutores economistas funcionários públicos a dizer que o emprego bla bla bla..

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  12. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    27 Junho, 2009 23:38

    já me esquecia: e coitados dos fiscais , menos uma cena para fiscalizar. se a moda pega..ainda vão pró olho da rua. e pronto , lá terão de arranjar trabalho , que é diferente de emprego.

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  13. Jack's avatar
    Jack permalink
    27 Junho, 2009 23:42

    Entrei em pânico com quando li esta notícia. Será que vão desaparecer do mercado aquelas cenouras grossas e compridas tão apreciadas? E as courgettes ligeiramente curvam que dão um jeitão? Mas porque é que estes chatos da UE estão sempre a mudar as coisas? Que horror!!!

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  14. OLP's avatar
    OLP permalink
    28 Junho, 2009 09:45

    9— CRIAMOS????????
    É uma boa criação sim senhor.
    Todo o texto é.
    Você crê que cana-de-açúcar se cria na Amazónia?
    Ainda crê no chumbo na gasolina?
    Você imagina quantos milhões (de pessoas) no mundo o “incentivo” (subsídio) à beterraba sacarina, atirou para a miséria extrema?.
    Pare um pouco, informe-se um pouco, e depois verá que há grandes diferenças entre criar e querer.

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  15. Oscar Maximo's avatar
    Oscar Maximo permalink
    28 Junho, 2009 16:15

    9, como é que o incentivo do bio-combustivel pode desincentivar a desmatação da Amazónia? Basta procurar a razão da demissão do anterior ministro do ambiente brasileiro. Como o Brasil se comprometeu a não usar a floresta para bio-combustivel, troca essas áreas com outras usadas em criação de gado. Usar (potencial) alimento humano nos pópós é um crime contra a humanidade!

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  16. MRG's avatar
    MRG permalink
    29 Junho, 2009 00:21

    14,15 Não queria criar caso mas o raciocínio é: se não plantar cana em São Paulo o terreno livre pode servir para criar gado e logo não desmata a amazónia para esse fim, poupando muito dinheiro no transporte da carne para o centro consumidor, que no caso de ser a zona mais densamente povoada do Brasil que é o eixo São Paulo/ Rio dista mais de 2000km.
    Quanto a cana na amazónia, ela lá cresce bem, já têm muita lá plantada e há gente querendo plantar mais

    http://www.ecodebate.com.br/2008/07/31/ministro-da-agricultura-admite-plantio-de-cana-de-acucar-na-amazonia/

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  17. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    29 Junho, 2009 12:40

    #7 – quem pôs o anúncio foste tu, eu sou só da protecção civil.

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