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O que diz o programa do PS sobre as SCUT?

30 Julho, 2009

Diz o seguinte:

c) Quanto às SCUT, deverão permanecer como vias sem portagem enquanto se mantiverem as duas condições que justificaram,em nome da coesão nacional e territorial, a sua implementação: i) localizarem-se em regiões cujos indicadores de desenvolvimento sócio-económico sejam inferiores à média nacional; e (ii) não existirem alternativas de oferta no sistema rodoviário.

Note-se que este foi o critério usado pelo PS nesta legislatura. Note-se que a linguagem utilizada dá a entender que só excepcionalmente é que serão implementadas portagens. Note-se ainda que as portagens nas SCUTs foram prometidas e adiadas várias vezes nesta legislatura. Note-se finalmente que o que interessa saber é quais as auto-estradas que o PS considera que respeitam ou que se prevê venham a respeitar os critérios estabelecidos.

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22 comentários leave one →
  1. Lisboeta permalink
    30 Julho, 2009 12:45

    Ainda há pouco tempo ouvi o minostro das obras publicas dizer que as autos-estradas à volta do porto iriam ter portagens, e que só não as tinham já por questões tecnicas.

    É evidente que é uma vergonha as pessoas aqui na zona de Lisboa terem de pagar tudo, auto-estradas, pontes, e os tipos do porto andarem a passear em auto-estradas com o nosso dinheiro.

    Cá para mim era portajar tudo, quem anda numa auto-estrada paga.

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  2. 30 Julho, 2009 12:48

    Há lógicas engraçadas: a A7 entre Guimarães e Vila Pouca de Aguiar, portajada desde o início, atravessa uma das zonas mais pobres do País e a estrada alternativa – pela serra do Alvão – é das mais horrorosas que se pode imaginar. A A41 liga Matosinhos a Felgueiras e atravessa uma das zonas mais industriais do distrito do Porto – não tem portagem. A A28 (Porto-Viana) serve o litoral rico do Minho – não tem portagem. E que dizer da Via do Infante, na 2ª região mais rica do continente e que não pode ter portagem para não afastar os pobrezinhos dos turistas?

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  3. 30 Julho, 2009 13:18

    ESTE TEMA (as SCUT que vão deixar de o ser) vem com frequência à baila, mas desnecessariamente. E explico porquê:

    Estão, essencialmente, em causa as 3 da Costa de Prata.

    Nestas, e dadas as condicionantes topográficas (não há espaço disponível para a existência de praças-de-portagem do tipo clássico), as portagens só poderiam avançar se fossem 100% electrónicas. Isso foi o que sempre disse Mário Lino, e o que levou à criação do famigerado ‘chip’.

    No entanto, tudo parece encravado, como se poderá ler [AQUI], de tal forma que “não vale a pena bater mais no ceguinho” por causa desse assunto – que se pode considerar morto e enterrado.

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  4. Anónimo permalink
    30 Julho, 2009 14:10

    convinha comparar com a proposta do psd sobre o mesmo assunto.

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  5. 30 Julho, 2009 14:22

    Estão a terminar de colocar os porticos para cobrança automática

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  6. Santo Pragal permalink
    30 Julho, 2009 14:24

    O Blasfemias não foi considerado para “falar” com o Zé?

    E pena podiam dizer que eram Funcionario Publicos e professores

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  7. 30 Julho, 2009 14:38

    sou contra portagens em scuts ou fora delas… a anormalidade que pagamos em IA, ISP e IVA em dupla tribitação dão para o asfaltamento completo de portugal e a sua manutenção… o resto é paisagem… ou chulice se preferirem…

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  8. 30 Julho, 2009 15:01

    Sendo as auto-estradas uma infra-estrutura para utilização exclusiva de quem tem carro (não se pode andar a pé), o custo das auto-estradas deveria ser suportado apenas pelos seus utilizadores, com portagens.
    Tal como nos caminhos de ferro, onde também é proibido andar a pé.

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  9. 30 Julho, 2009 15:01

    #5

    Podem colocar postes para a cobrança automática, mas NUNCA PODERÁ SER O ÚNICO sistema, como queria o governo.

    Entre muitas razões, porque a cobrança electrónica obriga a associar o pagamento da portagem a uma conta bancária, e ninguém pode ser obrigado a ter uma. O problema da cobrança a estrangeiros de passagem também é um berbicacho.

    Ou seja:

    Por essas e outras razões (que agora não vêm ao caso), terá de haver sempre (e Mário Lino já teve de o reconhecer) portagens do tipo clássico, juntamente com as electrónicas, como agora já sucede com a Via Verde.

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  10. 30 Julho, 2009 15:09

    Quando houver um chip nas matrículas, para toda a Europa, esse problema deixa de existir.
    Carros extra-comunitários, têm de adquirir o chip.
    Quando o chip for implantado no próprio cidadão, a coisa ainda pode ficar mais fácil, ainda que susceptível de provocar algumas dores de cabeça.

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  11. Marafado de Buliquei-me permalink
    30 Julho, 2009 15:21

    E quando mandarem colocar um “chip ” no aparelho recreativo cá da malta para cobrança de mais valias para o pessoal que anda práí no fornício a torto e a direito, é que eu quero saber como é.
    O que terá a velha senhora a dizer sobre tema tão importante !!

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  12. Anónimo permalink
    30 Julho, 2009 15:45

    “Sendo as auto-estradas uma infra-estrutura para utilização exclusiva de quem tem carro (não se pode andar a pé), o custo das auto-estradas deveria ser suportado apenas pelos seus utilizadores, com portagens.
    Tal como nos caminhos de ferro, onde também é proibido andar a pé.”

    estou admirado com o pscoiso. eu ca tb sou pelo principio utilizador pagador, portanto ha q deixar de subsidiar com impostos dos contribuintes:
    . a cp
    . a carris
    . o metro

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  13. Marafado de Buliquei-me permalink
    30 Julho, 2009 15:52

    Falta aí:

    A TAP, as escolas, os hospitais !!

    Queres ver que este é o Sousa Tavares…. Rico !!!!

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  14. Manuel Castro permalink
    30 Julho, 2009 16:09

    Miranda ao poder……
    Os funcionarios publicos Portugueses sao os que menos trabalham em toda a Europa, por isso tem blogs

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  15. 30 Julho, 2009 17:07

    #12.
    A sua comparação só seria exequível se fornecessem os carros à entrada das auto-estradas, devolvidos à saída.

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  16. 30 Julho, 2009 17:50

    PIscoiso… de acordo, mas então devolvam o dinheiro que pago em impostos para a saúde, que tenho seguro de saúde, e para a educação que tenho as minhas filhas em escolas privadas, em RSI, que não contribuem nem para IRS nem para a Seg. Social…

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  17. Anti - Poder permalink
    30 Julho, 2009 18:29

    Esta das portagens está explicada por LR às 12:48 o resto é engar BURROS . Por cá a maioria são pessoas merdosas nada mais além medricas.

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  18. Anónimo permalink
    30 Julho, 2009 18:32

    As autoestradas são apenas um grande negócio corrupto. O Estado demite-se de ter estradas públicas gratuitas como em qualquer país, para transformar tudo num negócio bem pago. A mesma coisa está a ser feita com a ferrovia, o TGV vai acabar de destruir o que resta da ferrovia em Portugal, passaremos de um bom meio de transporte público e acessível para um caro e subsidiado. Governos socialistas de vários países europeus e alguns sul americanos tem as mãos todas sujas em praticamente todos os negócios do TGV, é raro o caso em que não esteja envolvida corrupção.

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  19. Madre Tarada de Maçada permalink
    30 Julho, 2009 19:10

    # 8
    É proibido andar a pé mas anda-se de pé: O que ão acontece a quem viaja de automóvel.

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  20. Anónimo permalink
    30 Julho, 2009 19:10

    “A sua comparação só seria exequível se fornecessem os carros à entrada das auto-estradas, devolvidos à saída.”

    pscoiso, a comparacao baseou-se no que disse:

    “Tal como nos caminhos de ferro, onde também é proibido andar a pé.”

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  21. 30 Julho, 2009 20:11

    #20.
    Como sou filho de ferroviário, desde miúdo que me habituei a andar a pé pela via férrea. Com a passada das travessas. É quase sempre mais perto do que ir pela estrada. Como o meu pai tinha um passe que lhe permitia andar a pé pela via férrea, eu ia à boleia.
    Ora se o meu pai fosse cantoneiro de auto-estradas e eu andasse a pé por essas vias, já estaria a fazer tijolo há muito tempo.
    O que teria sido um alívio para o Blasfémias.

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  22. Anónimo permalink
    30 Julho, 2009 20:32

    “…desde miúdo que me habituei a andar a pé pela via férrea.”

    também tentei, mas não me adaptei. os degraus são fáceis de subir, mas o corrimão dá cabo das costas.

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