Só aos gregos? alguém vai ter de explicar muita coisa a muita gente. Sobretudo se, políticos, grandes banqueiros e agentes da alta finança, deixarem a corda esticar, esticar até que esta se parta.
Nessa altura só espero que haja tempo para explicações.
Porquê? foram os povos que votaram nos Governos que têm, já não há o alibi do Ditador .
Os Portugueses votaram em Sócrates.
A nossa bancarrota é culpa nossa especialmente daqueles que votaram no PS e de uma Constituição votada pelos Portugueses que dá demasiado poderes aos Governos sobre o dinheiro dos Portugueses.
Ó lucky, você fala como se houvesse muita escolha. Entre o Pinócrates, o Festerolas Lopes e a Manuela Fora-de-Prazo você escolhe quem? Olhem que os anteriores (desde o Cavaco, que antes eu não sabia o que era política) também foram uma valente treta.
Pode ser que sirva de aviso antes que se traga a guilhotina de volta, mas parece-me que não se aprendeu nada nos últimos anos.
Na revista Marianne que compro desde o primeiro número, esta semana há um editorial interessante que diz no título mais ou menos isto: Lisboa e Atenas já ficam na África?
O artigo ( ainda não disponível online) diz algo que por cá não se escreve: a União Europeia dos alemães quer acabar com estes dois países, por serem os mais vulneráveis e em obediência às imposições do capitalismo neoliberal que continua a mandar na Economia.
Neste caso, temo que os comunistas tenham razão: o neoliberalismo não acabou e em vez de se transformar, refinou-se. O fenómeno das agências de rating é apenas o seu fenómeno mais visível.
Não percebo porque transcreve de um jornal espanhol uma notícia sobre factos noticiados pela imprensa portuguesa, ou de qualquer país.
E até com mais pormenor, pois essas 3 vítimas resultaram de um incêndio num Banco.
“Ó lucky, você fala como se houvesse muita escolha. Entre o Pinócrates, o Festerolas Lopes e a Manuela Fora-de-Prazo você escolhe quem?”
Ninguém.Não há ninguém.
Não há escolha enquanto forem todos socialiistas da direita à esquerda e quererem viver da dívida. O José é um bom retrato dessa Europa da dívida que não aprende nem quer aprender coisa nenhuma. E para a maioria dos preguiçosos o caminho mais fácil são as teorias da conspiração. Agora já são os Alemães deve ser por não estar Bush na Casa Branca.
A verdade é que a maior parte da Europa está debaixo de água por os Políticos Europeus terem demasiado poder para endividar os próprios cidadãos aproveitando a ignorância económica destes. Nem percebem que são corrompidos por promessas feitas com dinheiro seu que ainda nem sequer ganharam.
parece que não é só aos manifestantes gregos que se tem de explicar algumas coisas!…
vejamos os pensamentos alternativos:
“Quelle est la nature profonde de la crise que nous traversons ?”
Par delà son déclenchement local, aux Etats-Unis, cette crise est liée à l’autonomisation du capitalisme financier, à l’ampleur de la spéculation, au recours de plus en plus important au crédit chez les classes moyennes appauvries, et aux excès d’un crédit incontrôlé. Mais la cause globale est l’absence de régulation du système économique mondial. Le règne du libéralisme économique est fondé sur la croyance que le marché possède en lui des pouvoirs d’autorégulation, et aussi des pouvoirs bénéfiques sur l’ensemble de la vie humaine et sociale. Mais le marché a toujours eu besoin de régulations externes dans le cadre des Etats nationaux. Après la mythologie du communisme salvateur, la mythologie du marché salvateur a produit des ravages, de nature différente, mais tout aussi dangereux. (excerto duma entrevista a Edgar Morin: http://www.latribune.fr/actualites/economie/france/20100502trib000504686/edgar-morin-l-une-des-tragedies-de-l-europe-c-est-que-les-nations-sont-egocentriques.html )
“Au contraire, l’option néolibérale défend une redistribution dramatique du revenu aux dépens des salariés et des catégories les plus pauvres de la population: il s’agit de diminuer les salaires et autres revenus de 10 à 20%, voire 30% pour les retraites. Ce nouveau transfert de revenus vers le capital et vers les revenus supérieurs ne résoudra pas le problème de la dette ‑ au mieux il la déplacera‑ , mais précipitera l’effondrement et la désintégration de l’économie et de la société grecque en réduisant la capacité de production d’excédents du secteur primaire. Et l’on peut prévoir qu’une économie si faible sera incapable d’assurer, à terme, de façon productive son maintien dans la zone de l’euro.”
“La diminution des salaires proposée par le «Plan de soutien» pour le secteur privé et public est présentée comme le moyen de rétablir la compétitivité de l’économie grecque. Mais le naufrage de l’économie, submergée par la récession et l’augmentation du chômage, conduira à la fermeture d’entreprises, à des licenciements et, par conséquent, à une dévalorisation du potentiel de production, ainsi qu’à la poursuite de la baisse du niveau de compétitivité, au point qu’il faudra deux décennies pour reconstruire ne serait-ce que les capacités de production actuelles. Pour reconstruire le tissu de production, améliorer la productivité, les capacités d’innovation de l’économie et la compétitivité, il importe, au contraire, d’accorder immédiatement la priorité à la planification de nouvelles politiques pour l’énergie et l’environnement, l’industrie, l’économie agricole et le soutien aux petites entreprises.
“Une telle stratégie aujourd’hui n’est pas seulement valable pour l’économie grecque. Elle constitue une stratégie crédible et viable pour la plupart des économies surendettées et déficitaires de l’Union européenne et par conséquent, pour l’ensemble de la zone euro et de l’Union européenne. Il deviendra bientôt évident que se servir, pour affronter la crise, des méthodes, des politiques et des conceptions néolibérales qui l’ont engendrée, ne peut qu’aggraver la situation économique et sociale à travers toute l’Europe. Une stratégie radicale pour affronter la crise en Grèce contribuera à l’élaboration de politiques de développement et de redistribution alternatives à l’échelle du continent européen.” (excertos de artigo do média online independente Mediapart de que é director Edwy Plenel: http://www.mediapart.fr/club/edition/les-invites-de-mediapart/article/050510/un-autre-plan-pour-la-grece )
Os alternativos e socialiistas de diversas cores protestavam sempre quando os juros do BCE subiam uma décima, os neoliberais eram quem estava por detrás de tal malvadeza, o contrário parece que é outra vez do culpa do neoliberalismo por os juros terem estado tão baixos que facilitaram os empréstimos…excès d’un crédit incontrôlé.
Aha! Se os juros estão altos a culpa é deles porque nos querem explorar, se estão baixos a culpa também é deles porque nos querem seduzir a um crédito incontrolado.
E ficam uma data de burros produzidos pela Escola Publica em que não aprenderam nada.
Há mortos que pelos vistos nunca deveriam ter nascido por só serem fardo.Ele é os brancos em África, ele é os trabalhadores do banco grego.A história demontra que mais milhão menos milhão desses não aquecem nem arrefecem os revolucionários do homem novo e no nosso caso mulato.Olha se alguém beliscasse a pele delicada dum preto por cá…
A crise nos EUA deveu-se ao excesso de “estado social” que dava casas a preços módicos a quem nunca tinha dinheiro para pagar.Por cá como socialistas do homem novo e mulato acharam-se responsáveis pelo mundo que pode vir a nós para partilhar das farturas do estado social que tudo providencia.Vão todos para a merda para não serem espertos de mais e andarem a gastar aquilo que nunca produziram…
Estou farto de ver aqui comentários em castelhano vindos dos jornais espanhóis.
Puta que pariu esta merda, que oputo de rebaixamento, Será que em portugal já não há jornais?
Eles tem raiva dos portugueses, da lingua poretuguesa, e de quem fala portugues, visto que na sua opinião os portugueses deviam todos falar castelahno, e não se rebaixam nem por nada a falar Portugues, e a senhora helena matos vem para aqui com comentários em castelhno.
Poupenos se faz favor.
Em relação aos gregos, é um exemplo daquilo que nos espera se o presidente cavaco não impedir este suicidio nacional do TGV e restantes megalomanias.
Mais um passo no caminho iniciado em Nov 89.
As construções contra-natura,políticas ou outras, desfazeM-se , mais cedo ou mais tarde.
A CEE,nascida, acarinhada e militarmente garantida pelos EUA, fazia todo o sentido face ao Império Russo.
Ora a Rússia, falida e tecnológicamente obsoleta no capítulo militar,regressou aos “limites naturais” (um tanto elásticos, convenhamos) e os EUA , bem ,quanto aos EUA basta ohar para a Casa Branca – nem sequer é necessário ouvir a criatura : a questão é saber se vão manter o “U”…
Portanto, sendo uma vez a América – a dúvida, e das grandes, é saber se a “despedida” é por implosão ou explosão – a “europa”,desprotegida e desarmada, deixa de fazer sentido, polìticamente, e volta a ser o que sempre tem sido: diferentes países com interesses e “ideossincracias” não só diferentes mas, amiúde, opostos/as.
Como se está a verificar, infelizmente.
A surpresa que vão ter os líricos que apadrinharam o “sonho” da “Europa das Regiões” ! Aqui ao lado, por exemplo…
“Mais le marché a toujours eu besoin de régulations externes dans le cadre des Etats nationaux.”
Serão então as elite políticas e burocrática Europeias que definiram juros ultra baixos, endividaram e corromperam os seus cidadãos, que até gastaram o dinheiro que os seus cidadãos que ainda não nasceram ainda não produziram que vão regular o mercado financeiro. E deste poço de incompetência vai sair o sol que nos irá guiar.
Se a imigração e nacionalização do mundo é assim riqueza como diz a propaganda socialista do homem novo e mulato porque não chamam mais umas centenas de milhar de gregos?Cuidam deles , com os habituais direitos e prontos ficamos mais ricos e se calhar a crise desaparece…
O Lucky está cheio de razão, como sempre. Desde 2001 que isto se desenha, aliás desde o Guterres cuja norma foi o que deu azo ao advento dos Paulo Gonzos, Abrunhosas, Abrantes, Magalhães e demais produtos grunho-tugas do autismo generalizado. Agora, meus amigos, vão culpar o crl…
O que eu sei é que na França são expulsos todos os anos 30000 africanos.Cá mesmo com 3 aninhos de prisão por bom comportamento são nacionalizados.As prisões estão cheias deles, os centros de reeducação estão cheios deles.Os bairros sociais estão cheios deles e armados.Estão ou não ricos?
Querem acabar com a crise?Queimem numa grade fogueira os responsáveis por essa merda…
E depois temos os macaenses para cuidar.Não esquecer nunca que são todos portugueses, portanto reservem por aí uns bairros para quando eles vierem pois que a constituição dá direitos toparam?
Querem mais internacionalismo?E onde andam os camaradas de Cuba, Coreia do Norte e China para ajudar os revolucionários locais?
Despachem já o Bernardino para a democracia da Coreia a pedir ajuda…
Depois eu assisto a que ciganos romenos chegam aí e montam um acampamento e começam a “trabalhar”.Mas nunca vi os verdadeiros socialistas a arrancarem com uma campanha de produção de nada…não têm mesmo ideia nenhuma, nem iniciativa nenhuma a não ser do contra.E juntando cada vez mais ovelhinhas pretas no seu rebanho…
Também acho que deviam explicar aos gregos, se eles começarem a morrer, daqui a pouco os impostos aumentam outra vez porque há pouca gente a pagar…cuidado…
3# Concordo plenamente, o problema não é só o socrates, sao os sucessivos governos, a culpa é tanto da esquerda como da direita, o mal esta em todos, os defeitos sao iguais em todos, so as qualidades é que mudam.
não é só sobre a crise grega que temos de explicar algumas coisas à Lenita gentil, volto com o link de ontem:
“Le mouvement, intitulé J Call, pour “European Jewish Call for Reason”, doit être officialisé lundi 3 mai à Bruxelles, alors que sa pétition a déjà recueilli plus de 3 700 signatures. Les auteurs du texte s’inquiètent de la situation de blocage au Proche-Orient, demandant l’intervention volontariste de l’Union européenne et des Etats-Unis, alors que “l’existence d’Israël est à nouveau en danger”. Sans nier “la menace des ennemis extérieurs”, ils soulignent aussi le “danger” lié à “l’occupation” et à “la poursuite ininterrompue des implantations en Cisjordanie et dans les quartiers arabes de Jérusalem-Est”, qualifiées d’”erreur politique” et de “faute morale”.”
A Matos comoveu-se com os mortos? Com os mortos gregos? Ou com os mortos do banco grego? É porque se há coisa que comove, no Blasfémias, são os bancos e todas as outras instâncias congéneres que dominam os cérebros unidimensionais e de pensamento único dos talibans do liberalismo caseiro, espécie de «valets de chambre» dos amanhãs que cantam em versão Colgate-Palmolive.
A crise nos EUA deveu-se ao excesso de “estado social” que dava casas a preços módicos a quem nunca tinha dinheiro para pagar
Não sei onde mundo vive. O maior responsável chama-se Goldman Sachs, e os responsáveis pela desregulamentação dos empréstimos foram os socialíssimos congressistas republicanos em 98 e 2004, salvo erro, porque era uma forma de a banca ganhar mais. As agências de rating engoliram tudo e desprezaram o cenário catastrófico, mesmo quando as casas custavam balúrdios e se falava de casas como investimento a 6 meses. Nem sequer é a primeira, nem a segunda vez que falham estrondosamente nas avaliações. O Madoff só foi para a cadeia porque fazia tudo sozinho, se fosse junto com os outros também tinha tido era um bónuszito milionário.
A venda de casas a quem tinha poucas posses foi errado, mas foi, de longe, o menos importante da questão. Mas ainda andam aí os libertários de trazer por casa a fazer de conta que as agências de rating sabem do que falam. Ao menos o Campos e Cunha tem noção que a única razão que temos para lhes dar troco é pelo poder, não pelo que dizem. Os bairros sociais estão cheios deles e armados
Isso é na sua província, meu caro. É o que dá ser o servedouro nacional de dinheiro, toda a gente quer um pouco. E isso, como o resto, não tem nada de socialismo, só de cleptocracia.
um excelente artigo, que não é escrito por um jornalista nem por um economista e que é publicalo média cidadão online Agoravox:
a conclusão:
“Et l’Allemagne dans tout ça ? Pour des raisons purement électorales et d’un autre âge, lié au trauma du mark weimarien, Berlin, champion européen néanmoins protectionniste, creuse, du début de la crise financière jusqu’à la crise grecque, sa propre tombe. Pays encore producteur de biens et de services non financiers, il s’autosuggère une moralité dont il a lui-même participé à la déchéance. Il cherche sa pièce de monnaie non pas là où il est en train de la perdre, mais là où va la lumière de son opinion « paysanne », pour paraphraser Mélenchon. Au lieu de s’occuper des cochons paresseux du sud, parler du quatorzième mois de salaire grec qui n’est qu’une pratique comptable pour intégrer à retardement toute augmentation salariale, au lieu de confondre Mercedes Benz et l’Acropole, l’Allemagne devrait lorgner sur une tendance, financière et anglo-saxonne, qui risque de mettre en cause son économie et ses outils de production rationnels. Les plans d’austérité imposés (ou à venir) à la Grèce, à l’Espagne et au Portugal, tout comme la frilosité des investissements en Europe de l’est, finiront par mettre à bas les exportations allemandes qui garantissent aujourd’hui sa suprématie… ”
Há um enviezamento nas análises que procuram justificar a crise que se vive: ele é a banca, os juros, a ganância os especuladores, etc. Porém, e de facto, o que se passou foi isto: a necessidade de manter altos níveis de produção, de emprego e de taxas de crescimento, levou a que se criasse um mecanismo financeiro que permitiu adquirir hoje bens diversos, com os rendimentos futuros. Isto satisfez toda a gente: os consumidores, que beneficiaram já de bens quando, de outra forma, teriam de esperar uns anos para os usufruir, as fábricas que qaunto mais produzissem mais bem sucedidas se sentiam, os bancos pelo mecanismos de juros e os estados cujas economias cresciam, os pibs aumentavam, os eleitores votavam e reelegiam, em geral, os seus governantes e todos viviam felizes e contentes. Até ao dia em se descobriu que se tinha esgotado a capacidade de absorção da produção industrial e da amortização das dívidas. Gerou-se a crise em que estamos metidos. Deu-se uma transferência de riqueza, ao contrário do que se diz por aí, dos ricos para os pobres: muita da gente que, sem estes mecanismos financeiros, viveria ainda hoje em bairros de lata, passaram a ter casas com um mínimo de conforto; ou que andariam ainda hoje a pé, passaram a andar de carro; ou cujas férias seriam passadas na terrinha, puderam fazê-lo em destinos exóticos e deixaram de andar rotos e descalços, como se via há 50 anos, para se vestirem confortavelmente. Em suma, passaram a viver como viveria um rico, entre aspas, antigamente, o que não seria possível sem o apoio da banca.
Se deixarem de pagar os créditos nem por isso perdem o que já beneficiaram, no entretanto. Há muito espaço para deslastrar antes de se regredir ao estado da sociedade de há 50 anos e à fome associada.
A questão é que continua a pensar-se em crescimentos de pib, como se não fosse tal facto ( pela produção industrial acelerada) que não tivesse conduzido à crise que se vive. Continuamos a julgar que é por direito que temos o que temos. Que é impensável abrir mão do nível de vida que obtivémos. Que basta fazer com que os ricos paguem a crise, como se não fôssemos todos beneficiários do modelo que criámos e do qual usufruímos. Foi bom enquanto durou. O futuro que nos espera será diferente e, nalguns aspectos, melhor.
“If I was Greek I’d take to the streets as well. Why should the ordinary people pay for what is essentially another bank bail out? The main bond holders are the banks and it is they who are being protected by this loan money.
The sensible course would be for Greece to get out of the euro and inflate its way out of debt or simply default. Let the greedy investors take the hit and leave the working people of Greece alone.”
Isto vai acabar mal, pois vai… a “merda” é que, como sempre, paga o justo pelo pecador. Neste caso os pecadores, entretanto, já compraram um “purgatório dourado” em condomínio fechado aonde viverão à tripa-forra, enquanto nós, os mansos e ordeiros carneirinhos, é que ficamos aqui agrilhoados ao mafarrico a pagar pelas “travessuras” destes pequenotes mas “argutos imitadores de democratas”… eheheh! Isto é que é um gozo do carago!…
Viva a inocência! Vivam os pobres de espírito, porque deles será o reino dos céus… palavra do senhor?!…
“Razão tinha o Dragão há vários anos quando disse que esta utopia neoliberal ia conseguir fazer o que o comunismo não conseguiu- a o internacionalismo proletário a renascer deste mito liberal.”
Exacto, mas até vão conseguir mais do que isso! Estes paspalhos estão a reeditar (em versão quiçá revista e ampliada) as condições que levaram a que, no Séc.XX acontecesse na Europa o que aconteceu.
Cambada…
Tudo para os pobrezinhos dos banquinhos, tadinhos, né Eduardinho??
Vai ter cá uma sorte. A corda só estica até certo ponto.
Um americano, há dias, perguntava-se algo do género: “who will bailout us when our day of reckoning comes and the FED has to stop the printers”
É tudo uma merda.Se uns foram neoliberais e jogadores no casino onde foram esfolados outros também contribuiram e muito com o seu internacionalismo bacoco do mundo sem fronteiras e somos todos da mesma pátria.Dividiram em excesso?Agora comam as migalhas…
Em ambos os campos mas em conjunto lixaram um país independente e respeitado e transformaram-no num sobado na Europa…
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Os gregos nem querem explicações de ninguém.
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Sabem muito bem que dos mil milhões ‘emprestados para a salvação’ não entra nem um centimo na Carteira de nenhum nem um tusto na Tesouraria das Empresas da Economia Grega.
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Recusam ser os CANARIOS (cobaias de laboratório) para serem usados como os suicidas (CARNE PARA CANHÃO) para se provar experimentalmente se há ou não gás toxico na MINA (UE) ..Ai, ai esta União Europeia ……
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Também sabem que são a ´mancha de óleo’ que depois do intervalo se vai espalhar aos mais grandes. E vai haver muitas surpresas porque como no recreio, os maiores empurram sempre os mais pequenos para a frente ….
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#51,
…eheheheh! É isso mesmo! Os tais meninos idealistas do antes de 74, refractários e desertores maoístas, stalinistas, súcialistas e de outras (l)istas são, hoje, exactamente os elementos mais “in” do sistema “proletário” em que vivemos. eheheh! Então, alguém que afirmou – nem mais um homem para o Ultramar, é, hoje, um dos cabeçilhas da mais ignóbil urdidura dos envolvimentos militares da actualidade e dos maiores massacres da história moderna… todos os dias se massacra gente por estas bandas – Iraque, Afganistão, Palestina, Paquistão, blá, blá, blá…
Claro, claro… tudo gente, completamente “desprendida” do dinheiro, tudo muito “mao”! Todos muito dados ao proletariado “do pilim”… Afinal, todos grandes pacifistas, mas exortando às armas…
Mas que cambada… não admira termos chegado “aqui”.
Depois de “deambular” um pouco por vários sites noticiosos e económicos, retive algo de fundamental: a Grécia não tem saída.
……como aliás já se vê, nas ruas da Grécia
Explicar à esquerdalhada grega que têm de viver do seu trabalho e deixar-se de sonhos tipo Jogos Olimpicos, Aeroporto Novo etc….então não foi eleito o primeiro ministro xuxalista da Grécia com a promessa de aumentar o estado social e tirar aos ricos para dar aos pobres ? lá como cá, é muito difícil explicar que estas promessas são demagogioa pura que terminam com todos a perder…..
A classe política portuguesa (a grande maioria dela) está em completo estado de negação.
Enfim…
(estou curioso quanto do déficit do Reino Unido, ai estou, estou…)
Já agora as 3 pessoas assassinadas pela esquerdalhada da extrema esquerda que passa a vida na rua a queimar e incendiar propriedade privada, não contam para nada…deviam ser banqueiros malvados….de recordar que na Grécia as FP25 lá do sitio ainda estão activas e todos os anos matam alguém, em nome da revolução marxista e dos amanhãs que cantam.,…
Senhor Amaral, porque é que a população grega tem que apertar o cinto para que os do costume não percam nem um tostão? (ai q’horror os “Fat Cats” perderem dinheiro? no way!)
Vou gostar de ver a cara de muito gente quando (não é “if” é só “when”) o senhor Papandreou vier dizer: default!
Os gregos, pela voz dos comunistas de lá (KKE), puseram ontem nas muralhas do Partenon, um dístico gigante que dizia assim:
Peoples ( sic) of Europe- rise up.
Proletários de todo o mundo: uni-vos! É esta a tonalidade e desta vez têm razão. A ladroagem anda à solta e os sabujos do costume já andam a protegê-la.
Quero ver, quando isto aquecer por cá, quem vai aliar-se a quem. Quero ver os jcd de todos os quadrante a defender o indefensável quando ficarem sem emprego e virem com perplexidade a estupidez que defendem.
Um dos indivíduos que no outro dia no rádio melhor definiu o que se passa, foi Miguel Portas. EM cinco minutos explicou o que são os especuladores, os das agências de rating e o que nos querem fazer os neos que os sustentam como se o capitalismo não sobrevivesse em esses sanguessugas sem moral alguma.
Este discurso coincide com o comunista? Pois coincide, vejam lá a chatice!
Senhor Amaral, tem razão quanto à esquerdalhada. TODA a razão!
Mas há mais oposição este bordel/casino obsceno do que a da esquerdalhada.
Já passou o momento dos rótulos. Já estmos no campo da mais “básica” ética.
Fica-lhe mal o (pelo menos aparente) “apreço” aos “Fat Cats”.
Olhe, nos EUA já começou a “hunting season”!
Com as impressoras no limite e com um déficit verdadeiramente impressionante (passe o eufemismo), o maior do mundo, a Goldman não sei das quantas parece que está em muitos maus lençóis. tadinhos, vamos todos fazer um bailout aos pobrezinhos da Goldman não sei o que mais.
Estive em Atenas no novo aeroporto já há alguns anos. Não é nada de especial e não notei diferença de vulto entre outros da Europa. Mas não foi só o aeroporto. Também o metro de lá, é idêntico ao de Lisboa, na concepção, na “decoração” artística ( com artefactos helénicos em esposição em nichos nos túneis) e há algumas estações de metros ainda antigas ( perto de Monastiraki)que são um mergulho directo no séc. XIX com escadas de madeira e cheiro característico que imagino que os de há cem anos ainda sentiam. Há bairros moderníssimos com casas com guardas à porta, de metralhadora. Há do outro lado da cidade, o cheiro a oriente e a especiarias que só lá se sentem mas são lugares pobres, relativamente. Entrar numa igreja ortodoxa é mergulhar no cristianismo antigo.
Enfim, os gregos estão a comer o pão que o diabo amassou por causa desta canalha neoliberal. Só por isso.
A Goldman é um antro em que muitos dos nosso neos que por aqui andam adorariam entrar e lamber as botas aos boss dos andares de cima. Tiveram um lucro record no ano que passou: mais 92% no ano anterior. Chacais? Não. Abutres.
Estão em maus lençóis nos EUA? Estão alguns porque a Newsweek já capeou nesta semana: In Defense os Goldman Sachs, by Fareed Zakaria.
A coisa está preta para eles, porque “greed is good”. E o filme já tem vinte anos!
Típico as coisas correm mal trata de alijar responsabilidade. Já não há Ditador não é? Não há alibi.
-Querem viver de empréstimos continuamente e empréstimos para pagar empréstimos e sempre a subir a dívida. Lá para 2013 a Grécia supostamente terá 150% de dívida publica… Muitos aqui olham para isto é a boi para palácio, não entendem.
-Não gostam dos Bancos mas quando são os maiores apoiantes dos Bancos, com o dinheiro dos contribuintes. Passam a vida a pedir-lhes e a pagr-lhes para eles venderem a vossa dívida.
-Não gostam dos “especuladores” mas passam a vida a pedir emprestado o dinheiro deles.
-De 2004 para 2010 a Dívida Publica(sem contar as escondidas) de cada Português passou de 7500 para 13500. Mais outra coisa que o José não entende, é dimensão fora da sua compreensão.
-Já estão tão desesperados ou são tão burros que culpam quem vos emprestou o dinheiro.
Portugal, um boa parte da Europa, novas Cubas em formação.
e, para quem já não se lembre, foram os bancos americanos que empurraram os governos gregos anteriores a endividarem-se, desmedidamente, vendendo-lhes o crédito e o sistema fraudulento para dissimular o verdadeiro estado da dívida (estes factos foram divulgados há cerca de dois ou três meses, pelo NYT, creio).
“Dans un entretien en direct mercredi 5 mai au soir sur TF1, le premier ministre, François Fillon, a estimé que la zone euro faisait l’objet d’attaques spéculatives depuis plusieurs semaines mais que ces attaques allaient échouer, rappelant que la zone euro était moins endettée que les Etats-Unis ou le Japon.”
“foram os bancos americanos que empurraram os governos gregos anteriores a endividarem-se, desmedidamente, vendendo-lhes o crédito e o sistema fraudulento para dissimular o verdadeiro estado da dívida2
Continua a demonstrar a sua ignorância. Nenhum crédito foi fraudulento e não foi nada escondido.
Lucklucky, se arrogância pagasse imposto, à sua conta o nosso déficit transformar-se-ia num maravilhoso superavit.
Deixe-se de tretas.
Olhe bem para o que se passou nos EUA nos últimos 9 anos.
(devem ter sido os “cubanos” e os “comunistas”, pois é)
Você, que está sempre numa atitude de sobranceria, deve então saber qual a actual situação orçamental dos EUA, que basta frequentar um chat de economia dos “states” para saber bem que aquela gente está já ciente do desastre eminente que, como se sabe, foi largamente preparado pela “socialista/marxista/leninista/uma mula aos coices/e um burro aos pinotes Administração Arbusto
Que chatice…
Acaso acha que a situação dos EUA é sustentável?
Tenha juízo.
Estes alemães poupados, também não trabalharam no primeiro de Maio (neste também, isto é todos os anos). Convido a Helena Matos a visitar Berlin a 1 de Maio para aprender sobre o mundo.
“There simply is no way around the arithmetic implied by the scale of deficit reduction and the accompanying economic decline: Greece’s default on its debt is inevitable.”
“In the end, Greece, the eurozone’s other members, and Greece’s creditors will have to accept that the country is insolvent and cannot service its existing debt. At that point, Greece will default.”
lucklucky, se você desconhece o que foi divulgado pelo NYT, é você o ignorante… e se não sabe pensar um bocadinho, mesmo pequenino, fora das suas palas,então é um cretino!…
Você acredita no NYT ou num artigo de 2003 que diz tudo tim por tim? Anuncia o acordo entre o Governo Grego e Goldman Sachs e explica os problemas que podem daí vir?
“Vai ser bonita a festa, vai!”
Não tenha dúvida. Os americanos ainda vão a tempo de parar a loucura, mas dúvido muito. Lá também o Estado tem demasiado poder sobre o dinheiro das pessoas. Não é infelizmente uma Republica económica com limites à dívida.
O crédito é uma extraordinária invenção, a revolução industrial não teria sido feita sem crédito. Mas viver do crédito sem produzir riqueza é um caminho para o desastre e nós estamos nisso à 10 ou 15 anos. Pedimos 7-9% ao ano e crescemos a 1%.
Já entraram com Nixon…quando disse que o ouro deixava de valer como padrão. Como o dinheiro e o crédito ficou mais fácil toda a gente achou muito engraçado. Depois veio a inflação claro…
Acho que vou fazer umas pipocas e ir para o sofá. A “jogatina” está a acabar: game over! (e não se pode recorrer ao “insert coin” porque ……não vai haver “coins” que cheguem.
Boas pipocas, quem quiser saber maroscas que se fizeram com CDS nas contas europeias e que todos sabiam já em 2001 só precisa de pesquisar este nome: Prof.Gustavo Piga.
“Comment comprendre que le détenteur de la plus importante dette publique au monde, affligé en outre de la solvabilité apparente la plus dégradée (si on lui donne pour mesure sommaire son ratio sur PIB), soit à ce point ignoré des investisseurs internationaux ?”
Resultado das politicas da U.E. são facilmente verificáveis,asfixia aos Estados membros em várias áreas,uns com mais,outros menos factores que facilitem a queda rápida,a Grécia teve a infelicidade de estar a jeito,e não negligenciado os podres existentes entre os fantoches nos poleiros em cada Estado.As massas têm vindo a ser encurraladas entre a pressão europeia e o espectro da não pertença,justapondo tal a peças chave que permitam a colagem.
Se isto segue o caminho do protesto a U.E. tem uma óptima desculpa para aplicar o que havia entendido (problema-reacção-solução),um maior controlo,perca de liberdades e legitimidade para ripostar sem grandes justificações,e com o tratado de Lisboa o petisco já está no prato.Nesta fase Pós-Democrática,como diz,e bem Nigel Farage começam a vir ao de-cima contornos menos agradáveis da e posteriormente U.E.
#83
“….Nesta fase Pós-Democrática,como diz,e bem Nigel Farage começam a vir ao de-cima contornos menos agradáveis da U.E. actual,sublinhando os avançosalgo ambiguos desde a CECA á posteriormente U.E.”
“….Nesta fase Pós-Democrática,como diz,e bem Nigel Farage começam a vir ao de-cima contornos menos agradáveis da U.E. actual,sublinhando os avanços algo ambíguos desde a CECA á posterior U.E.”
A cegueira é uma doença perigosa, em vários casos mortal.
A prudência, a frugalidade e a constituição de poupança (sacrifício do consumo imediato por conta de consumo futuro) são valores que foram progressivamente substituídos por um imediatismo consumista. Este comportamento das famílias, generalizado nos países do ocidente, resulta da venda da ilusão do welfare state baseado na crescente apropriação de recursos por parte dos estados. Esta ilusão tem vindo rapidamente a erodir-se (porque as taxas de crescimento das economias têm tendido a diminuir) e o resultado é que aquilo que dávamos por adquirido – emprego, pensões, reformas, saúde, etc – deixou de o ser.
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#85, o seu cenário é logico. Só falha num ponto, sempre que os magnificos Cidadãos da Alemnha foram induzidos para projectos ‘Alemanha manda em todos os Países Europeus’ tudo acabou por se desmoronar como um ‘baralho de cartas’. Carrinhos de mão carregados de papel-marco para comprar um papo-seco. Para não ir mais longe, vidé 1ª e 2ª Guerra Mundiais. Não desejo para tantos amigos que tenho na Alemanha. Mas uma coisa tenho a certeza absoluta.
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Isto é um jogo de snooker às 2 tabelas tabelas.
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Como nos bilhares da cave do Londres. O 1º caiu, Grecia. A seguir vai a Espanha. Por tabela vai a Italia (divida à França de 1/3 do PIB Francês). Por tabela vai a França. A Italia e a Espanha que têm uns pipelines de poupança que desaguam nas costas da Galiza e nas terras da Sicilia. Mas desta vez não vai ser suficiente. O poder mundial já não são só os EUA.
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Ora que sucede à Alemanha ? O mesmo do costume.
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E os ‘tugas’ que nisto são ‘paus de cabeleira’ ? Safam-se de grande se tiverem ‘oculitos’ a dar-lhe o rumo. É canja.
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Mas até agora ainda não vi nada. Nem dos ‘salvadores’ nem dos ‘delapidadores’, farinha do mesmo saco. Nem mamar sabem quanto mais safarem-se da cruz onde ingénuamente teimam pendurar-se. Bem hajam, sorte é o meu desejo ……
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E aos meus bons amigos deste e doutros blogos uma recomendação, comecem a encher ‘umas caçoilas cheias de libras de ouro’ porque a conta vai ser paga em hiper-inflação e desvalorização das moedas. A história dos ‘reis’, que depois já eram ‘mil reis’ e depois acabou-se com os ‘reis’ e arranjaram-se umas moedas quaisquer novas, e depois arranjou-se uma outra e ‘soma e segue’. No meio disso quem se lixou ? Os que acreditaram nos ‘reis’, ‘mil reis’ e tal e tal, soma e segue.
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No meio de tanta discursata, é tão simples como isto a nivel pessoal.
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para continuar a pensar com independência, mais um artigo, de 1997, portanto ainda longe das polémicas actuais sobre as agências de rating, de I.Warde, professor da Fletcher School of Law and Diplomacy (Medford, Massachusetts):
em francês, mas com uma versão em inglês no fim da página:
“Tão exigentes em matéria de transparência quando se trata dos notados, as agências de notação são no entanto bem misteriosas. O seu poder exorbitante e os seus abusos deveriam ser submetidos a um controle mais rigoroso das suas práticas ou ao menos à adopção dum código deontológico. Estão em estudo tais iniciativas, mas podemos duvidar do seu sucesso. As agências não podem ser controladas que pelos mesmos governos que elas mantêm sob forte vigilância.”
Quem não conhece o mito da queda de Tróia ? E o célebre cavalo de madeira , saído da sagacidade de Ulisses, que no seu interior escondia guerreiros gregos? Esse presente envenenado pôs fim à guerra entre gregos e troianos e levou à destruição de uma civilização próspera.
Serão os protestos actuais dos helénicos um novo cavalo de Tróia ? Que nos ameaça a todos?
Os três mortos em Atenas, vítimas da estupidez de alguns manifestantes que atiraram cocktails molotov para uma sucursal do banco Marfin, fazem-me recear. Na capital grega os bombeiros viram o seu trabalho dificultado por uma chuva de pedras dos anarquistas ( quem o afirma é a Der Spiegel, insuspeita de ser de direita)
Manifestar-se é legitímo, protestar contra anos de corrupção e nepotismo é humano, apertar o cinto é díficil. Matar é crime. Crime que não se lava com a àgua de nenhuma ideologia ou revolução de rua.
Os gregos têm de se convencer de duas coisas: primeiro, a crise é feita em casa ( e os políticos estão longe de ser os únicos culpados) e segundo, não há alternativa à austeridade, por mais que isso doa.
Incidentes como os de hoje apenas contribuem para aumentar a desconfiança dos restantes europeus ( com os alemães à cabeça) em relação à seriedade da Grécia. Apetece-me recomendar-lhes a leitura das memórias das Trümmerfrauen .
Só aos gregos? alguém vai ter de explicar muita coisa a muita gente. Sobretudo se, políticos, grandes banqueiros e agentes da alta finança, deixarem a corda esticar, esticar até que esta se parta.
Nessa altura só espero que haja tempo para explicações.
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Porquê? foram os povos que votaram nos Governos que têm, já não há o alibi do Ditador .
Os Portugueses votaram em Sócrates.
A nossa bancarrota é culpa nossa especialmente daqueles que votaram no PS e de uma Constituição votada pelos Portugueses que dá demasiado poderes aos Governos sobre o dinheiro dos Portugueses.
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Ó lucky, você fala como se houvesse muita escolha. Entre o Pinócrates, o Festerolas Lopes e a Manuela Fora-de-Prazo você escolhe quem? Olhem que os anteriores (desde o Cavaco, que antes eu não sabia o que era política) também foram uma valente treta.
Pode ser que sirva de aviso antes que se traga a guilhotina de volta, mas parece-me que não se aprendeu nada nos últimos anos.
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“Os Portugueses votaram em Sócrates.” …duas vezes!!!
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Na revista Marianne que compro desde o primeiro número, esta semana há um editorial interessante que diz no título mais ou menos isto: Lisboa e Atenas já ficam na África?
O artigo ( ainda não disponível online) diz algo que por cá não se escreve: a União Europeia dos alemães quer acabar com estes dois países, por serem os mais vulneráveis e em obediência às imposições do capitalismo neoliberal que continua a mandar na Economia.
Neste caso, temo que os comunistas tenham razão: o neoliberalismo não acabou e em vez de se transformar, refinou-se. O fenómeno das agências de rating é apenas o seu fenómeno mais visível.
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#3
Infelizmente tem razão.
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Não percebo porque transcreve de um jornal espanhol uma notícia sobre factos noticiados pela imprensa portuguesa, ou de qualquer país.
E até com mais pormenor, pois essas 3 vítimas resultaram de um incêndio num Banco.
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“Ó lucky, você fala como se houvesse muita escolha. Entre o Pinócrates, o Festerolas Lopes e a Manuela Fora-de-Prazo você escolhe quem?”
Ninguém.Não há ninguém.
Não há escolha enquanto forem todos socialiistas da direita à esquerda e quererem viver da dívida. O José é um bom retrato dessa Europa da dívida que não aprende nem quer aprender coisa nenhuma. E para a maioria dos preguiçosos o caminho mais fácil são as teorias da conspiração. Agora já são os Alemães deve ser por não estar Bush na Casa Branca.
A verdade é que a maior parte da Europa está debaixo de água por os Políticos Europeus terem demasiado poder para endividar os próprios cidadãos aproveitando a ignorância económica destes. Nem percebem que são corrompidos por promessas feitas com dinheiro seu que ainda nem sequer ganharam.
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os manifestantes gregos são primos daquela canalha que lhe costuma bater palmas aqui nos caixotes de comentários.
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parece que não é só aos manifestantes gregos que se tem de explicar algumas coisas!…
vejamos os pensamentos alternativos:
“Quelle est la nature profonde de la crise que nous traversons ?”
Par delà son déclenchement local, aux Etats-Unis, cette crise est liée à l’autonomisation du capitalisme financier, à l’ampleur de la spéculation, au recours de plus en plus important au crédit chez les classes moyennes appauvries, et aux excès d’un crédit incontrôlé. Mais la cause globale est l’absence de régulation du système économique mondial. Le règne du libéralisme économique est fondé sur la croyance que le marché possède en lui des pouvoirs d’autorégulation, et aussi des pouvoirs bénéfiques sur l’ensemble de la vie humaine et sociale. Mais le marché a toujours eu besoin de régulations externes dans le cadre des Etats nationaux. Après la mythologie du communisme salvateur, la mythologie du marché salvateur a produit des ravages, de nature différente, mais tout aussi dangereux. (excerto duma entrevista a Edgar Morin: http://www.latribune.fr/actualites/economie/france/20100502trib000504686/edgar-morin-l-une-des-tragedies-de-l-europe-c-est-que-les-nations-sont-egocentriques.html )
“Au contraire, l’option néolibérale défend une redistribution dramatique du revenu aux dépens des salariés et des catégories les plus pauvres de la population: il s’agit de diminuer les salaires et autres revenus de 10 à 20%, voire 30% pour les retraites. Ce nouveau transfert de revenus vers le capital et vers les revenus supérieurs ne résoudra pas le problème de la dette ‑ au mieux il la déplacera‑ , mais précipitera l’effondrement et la désintégration de l’économie et de la société grecque en réduisant la capacité de production d’excédents du secteur primaire. Et l’on peut prévoir qu’une économie si faible sera incapable d’assurer, à terme, de façon productive son maintien dans la zone de l’euro.”
“La diminution des salaires proposée par le «Plan de soutien» pour le secteur privé et public est présentée comme le moyen de rétablir la compétitivité de l’économie grecque. Mais le naufrage de l’économie, submergée par la récession et l’augmentation du chômage, conduira à la fermeture d’entreprises, à des licenciements et, par conséquent, à une dévalorisation du potentiel de production, ainsi qu’à la poursuite de la baisse du niveau de compétitivité, au point qu’il faudra deux décennies pour reconstruire ne serait-ce que les capacités de production actuelles. Pour reconstruire le tissu de production, améliorer la productivité, les capacités d’innovation de l’économie et la compétitivité, il importe, au contraire, d’accorder immédiatement la priorité à la planification de nouvelles politiques pour l’énergie et l’environnement, l’industrie, l’économie agricole et le soutien aux petites entreprises.
“Une telle stratégie aujourd’hui n’est pas seulement valable pour l’économie grecque. Elle constitue une stratégie crédible et viable pour la plupart des économies surendettées et déficitaires de l’Union européenne et par conséquent, pour l’ensemble de la zone euro et de l’Union européenne. Il deviendra bientôt évident que se servir, pour affronter la crise, des méthodes, des politiques et des conceptions néolibérales qui l’ont engendrée, ne peut qu’aggraver la situation économique et sociale à travers toute l’Europe. Une stratégie radicale pour affronter la crise en Grèce contribuera à l’élaboration de politiques de développement et de redistribution alternatives à l’échelle du continent européen.” (excertos de artigo do média online independente Mediapart de que é director Edwy Plenel:
http://www.mediapart.fr/club/edition/les-invites-de-mediapart/article/050510/un-autre-plan-pour-la-grece )
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E-Ko:
C´est ça, exactement.
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Os alternativos e socialiistas de diversas cores protestavam sempre quando os juros do BCE subiam uma décima, os neoliberais eram quem estava por detrás de tal malvadeza, o contrário parece que é outra vez do culpa do neoliberalismo por os juros terem estado tão baixos que facilitaram os empréstimos…excès d’un crédit incontrôlé.
Aha! Se os juros estão altos a culpa é deles porque nos querem explorar, se estão baixos a culpa também é deles porque nos querem seduzir a um crédito incontrolado.
E ficam uma data de burros produzidos pela Escola Publica em que não aprenderam nada.
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Há mortos que pelos vistos nunca deveriam ter nascido por só serem fardo.Ele é os brancos em África, ele é os trabalhadores do banco grego.A história demontra que mais milhão menos milhão desses não aquecem nem arrefecem os revolucionários do homem novo e no nosso caso mulato.Olha se alguém beliscasse a pele delicada dum preto por cá…
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A crise nos EUA deveu-se ao excesso de “estado social” que dava casas a preços módicos a quem nunca tinha dinheiro para pagar.Por cá como socialistas do homem novo e mulato acharam-se responsáveis pelo mundo que pode vir a nós para partilhar das farturas do estado social que tudo providencia.Vão todos para a merda para não serem espertos de mais e andarem a gastar aquilo que nunca produziram…
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Estou farto de ver aqui comentários em castelhano vindos dos jornais espanhóis.
Puta que pariu esta merda, que oputo de rebaixamento, Será que em portugal já não há jornais?
Eles tem raiva dos portugueses, da lingua poretuguesa, e de quem fala portugues, visto que na sua opinião os portugueses deviam todos falar castelahno, e não se rebaixam nem por nada a falar Portugues, e a senhora helena matos vem para aqui com comentários em castelhno.
Poupenos se faz favor.
Em relação aos gregos, é um exemplo daquilo que nos espera se o presidente cavaco não impedir este suicidio nacional do TGV e restantes megalomanias.
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Mais um passo no caminho iniciado em Nov 89.
As construções contra-natura,políticas ou outras, desfazeM-se , mais cedo ou mais tarde.
A CEE,nascida, acarinhada e militarmente garantida pelos EUA, fazia todo o sentido face ao Império Russo.
Ora a Rússia, falida e tecnológicamente obsoleta no capítulo militar,regressou aos “limites naturais” (um tanto elásticos, convenhamos) e os EUA , bem ,quanto aos EUA basta ohar para a Casa Branca – nem sequer é necessário ouvir a criatura : a questão é saber se vão manter o “U”…
Portanto, sendo uma vez a América – a dúvida, e das grandes, é saber se a “despedida” é por implosão ou explosão – a “europa”,desprotegida e desarmada, deixa de fazer sentido, polìticamente, e volta a ser o que sempre tem sido: diferentes países com interesses e “ideossincracias” não só diferentes mas, amiúde, opostos/as.
Como se está a verificar, infelizmente.
A surpresa que vão ter os líricos que apadrinharam o “sonho” da “Europa das Regiões” ! Aqui ao lado, por exemplo…
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“Mais le marché a toujours eu besoin de régulations externes dans le cadre des Etats nationaux.”
Serão então as elite políticas e burocrática Europeias que definiram juros ultra baixos, endividaram e corromperam os seus cidadãos, que até gastaram o dinheiro que os seus cidadãos que ainda não nasceram ainda não produziram que vão regular o mercado financeiro. E deste poço de incompetência vai sair o sol que nos irá guiar.
Um espanto.
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Se a imigração e nacionalização do mundo é assim riqueza como diz a propaganda socialista do homem novo e mulato porque não chamam mais umas centenas de milhar de gregos?Cuidam deles , com os habituais direitos e prontos ficamos mais ricos e se calhar a crise desaparece…
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O Lucky está cheio de razão, como sempre. Desde 2001 que isto se desenha, aliás desde o Guterres cuja norma foi o que deu azo ao advento dos Paulo Gonzos, Abrunhosas, Abrantes, Magalhães e demais produtos grunho-tugas do autismo generalizado. Agora, meus amigos, vão culpar o crl…
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O que eu sei é que na França são expulsos todos os anos 30000 africanos.Cá mesmo com 3 aninhos de prisão por bom comportamento são nacionalizados.As prisões estão cheias deles, os centros de reeducação estão cheios deles.Os bairros sociais estão cheios deles e armados.Estão ou não ricos?
Querem acabar com a crise?Queimem numa grade fogueira os responsáveis por essa merda…
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E depois temos os macaenses para cuidar.Não esquecer nunca que são todos portugueses, portanto reservem por aí uns bairros para quando eles vierem pois que a constituição dá direitos toparam?
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Querem mais internacionalismo?E onde andam os camaradas de Cuba, Coreia do Norte e China para ajudar os revolucionários locais?
Despachem já o Bernardino para a democracia da Coreia a pedir ajuda…
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o indíce catinga tá a subir, já vai nos 6/22
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Depois eu assisto a que ciganos romenos chegam aí e montam um acampamento e começam a “trabalhar”.Mas nunca vi os verdadeiros socialistas a arrancarem com uma campanha de produção de nada…não têm mesmo ideia nenhuma, nem iniciativa nenhuma a não ser do contra.E juntando cada vez mais ovelhinhas pretas no seu rebanho…
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Boas katingas é comigo.Manda a tua filhinha que ela logo te diz…
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tou a guardá-la para o papa, a igreja paga melhor.
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Também acho que deviam explicar aos gregos, se eles começarem a morrer, daqui a pouco os impostos aumentam outra vez porque há pouca gente a pagar…cuidado…
3# Concordo plenamente, o problema não é só o socrates, sao os sucessivos governos, a culpa é tanto da esquerda como da direita, o mal esta em todos, os defeitos sao iguais em todos, so as qualidades é que mudam.
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não é só sobre a crise grega que temos de explicar algumas coisas à Lenita gentil, volto com o link de ontem:
“Le mouvement, intitulé J Call, pour “European Jewish Call for Reason”, doit être officialisé lundi 3 mai à Bruxelles, alors que sa pétition a déjà recueilli plus de 3 700 signatures. Les auteurs du texte s’inquiètent de la situation de blocage au Proche-Orient, demandant l’intervention volontariste de l’Union européenne et des Etats-Unis, alors que “l’existence d’Israël est à nouveau en danger”. Sans nier “la menace des ennemis extérieurs”, ils soulignent aussi le “danger” lié à “l’occupation” et à “la poursuite ininterrompue des implantations en Cisjordanie et dans les quartiers arabes de Jérusalem-Est”, qualifiées d’”erreur politique” et de “faute morale”.”
http://www.lemonde.fr/proche-orient/article/2010/05/03/l-appel-a-la-raison-des-juifs-europeens-a-israel_1346098_3218.html
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isto é que é um blog livre, não há racismo que incomode blasfémias!
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Onde está o racismo ó revolucionário?Vai primeiro estagiar a África incógnito e depois se vires vem falar comigo…
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Os traidores que meteram os Portugueses na alhada em que estão têm que ser responsabilizados sim.E tudo em ti cheira a traição…
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E olha meu merdoso se andas por aí a fazer propaganda traidora dos Portugueses a gajos como eu o deves.
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Mas já arrependido se é que tens dúvidas…
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A Matos comoveu-se com os mortos? Com os mortos gregos? Ou com os mortos do banco grego? É porque se há coisa que comove, no Blasfémias, são os bancos e todas as outras instâncias congéneres que dominam os cérebros unidimensionais e de pensamento único dos talibans do liberalismo caseiro, espécie de «valets de chambre» dos amanhãs que cantam em versão Colgate-Palmolive.
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#34
Lindo. :-)))
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A crise nos EUA deveu-se ao excesso de “estado social” que dava casas a preços módicos a quem nunca tinha dinheiro para pagar
Não sei onde mundo vive. O maior responsável chama-se Goldman Sachs, e os responsáveis pela desregulamentação dos empréstimos foram os socialíssimos congressistas republicanos em 98 e 2004, salvo erro, porque era uma forma de a banca ganhar mais. As agências de rating engoliram tudo e desprezaram o cenário catastrófico, mesmo quando as casas custavam balúrdios e se falava de casas como investimento a 6 meses. Nem sequer é a primeira, nem a segunda vez que falham estrondosamente nas avaliações. O Madoff só foi para a cadeia porque fazia tudo sozinho, se fosse junto com os outros também tinha tido era um bónuszito milionário.
A venda de casas a quem tinha poucas posses foi errado, mas foi, de longe, o menos importante da questão. Mas ainda andam aí os libertários de trazer por casa a fazer de conta que as agências de rating sabem do que falam. Ao menos o Campos e Cunha tem noção que a única razão que temos para lhes dar troco é pelo poder, não pelo que dizem.
Os bairros sociais estão cheios deles e armados
Isso é na sua província, meu caro. É o que dá ser o servedouro nacional de dinheiro, toda a gente quer um pouco. E isso, como o resto, não tem nada de socialismo, só de cleptocracia.
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um excelente artigo, que não é escrito por um jornalista nem por um economista e que é publicalo média cidadão online Agoravox:
a conclusão:
“Et l’Allemagne dans tout ça ? Pour des raisons purement électorales et d’un autre âge, lié au trauma du mark weimarien, Berlin, champion européen néanmoins protectionniste, creuse, du début de la crise financière jusqu’à la crise grecque, sa propre tombe. Pays encore producteur de biens et de services non financiers, il s’autosuggère une moralité dont il a lui-même participé à la déchéance. Il cherche sa pièce de monnaie non pas là où il est en train de la perdre, mais là où va la lumière de son opinion « paysanne », pour paraphraser Mélenchon. Au lieu de s’occuper des cochons paresseux du sud, parler du quatorzième mois de salaire grec qui n’est qu’une pratique comptable pour intégrer à retardement toute augmentation salariale, au lieu de confondre Mercedes Benz et l’Acropole, l’Allemagne devrait lorgner sur une tendance, financière et anglo-saxonne, qui risque de mettre en cause son économie et ses outils de production rationnels. Les plans d’austérité imposés (ou à venir) à la Grèce, à l’Espagne et au Portugal, tout comme la frilosité des investissements en Europe de l’est, finiront par mettre à bas les exportations allemandes qui garantissent aujourd’hui sa suprématie… ”
http://www.agoravox.fr/actualites/europe/article/crise-grecque-se-noyer-dans-une-74533?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+agoravox%2FgEOF+%28AgoraVox+-+le+journal+citoyen%29
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E português, não há? Isso para mim podia ser em grego que era o mesmo.
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Já traduzi. Isso para mim é tão claro como a água.
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Há um enviezamento nas análises que procuram justificar a crise que se vive: ele é a banca, os juros, a ganância os especuladores, etc. Porém, e de facto, o que se passou foi isto: a necessidade de manter altos níveis de produção, de emprego e de taxas de crescimento, levou a que se criasse um mecanismo financeiro que permitiu adquirir hoje bens diversos, com os rendimentos futuros. Isto satisfez toda a gente: os consumidores, que beneficiaram já de bens quando, de outra forma, teriam de esperar uns anos para os usufruir, as fábricas que qaunto mais produzissem mais bem sucedidas se sentiam, os bancos pelo mecanismos de juros e os estados cujas economias cresciam, os pibs aumentavam, os eleitores votavam e reelegiam, em geral, os seus governantes e todos viviam felizes e contentes. Até ao dia em se descobriu que se tinha esgotado a capacidade de absorção da produção industrial e da amortização das dívidas. Gerou-se a crise em que estamos metidos. Deu-se uma transferência de riqueza, ao contrário do que se diz por aí, dos ricos para os pobres: muita da gente que, sem estes mecanismos financeiros, viveria ainda hoje em bairros de lata, passaram a ter casas com um mínimo de conforto; ou que andariam ainda hoje a pé, passaram a andar de carro; ou cujas férias seriam passadas na terrinha, puderam fazê-lo em destinos exóticos e deixaram de andar rotos e descalços, como se via há 50 anos, para se vestirem confortavelmente. Em suma, passaram a viver como viveria um rico, entre aspas, antigamente, o que não seria possível sem o apoio da banca.
Se deixarem de pagar os créditos nem por isso perdem o que já beneficiaram, no entretanto. Há muito espaço para deslastrar antes de se regredir ao estado da sociedade de há 50 anos e à fome associada.
A questão é que continua a pensar-se em crescimentos de pib, como se não fosse tal facto ( pela produção industrial acelerada) que não tivesse conduzido à crise que se vive. Continuamos a julgar que é por direito que temos o que temos. Que é impensável abrir mão do nível de vida que obtivémos. Que basta fazer com que os ricos paguem a crise, como se não fôssemos todos beneficiários do modelo que criámos e do qual usufruímos. Foi bom enquanto durou. O futuro que nos espera será diferente e, nalguns aspectos, melhor.
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“If I was Greek I’d take to the streets as well. Why should the ordinary people pay for what is essentially another bank bail out? The main bond holders are the banks and it is they who are being protected by this loan money.
The sensible course would be for Greece to get out of the euro and inflate its way out of debt or simply default. Let the greedy investors take the hit and leave the working people of Greece alone.”
Nem mais. Está quase…..
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«Só quem for retardado mental acredita que o que sucedeu à Grécia foi mero fruto de mau-governo»
Não! Os governos gregos foram de uma frugalidade exemplar. Mais ou menos como a descolonização portuguesa.
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Isto vai acabar mal, pois vai… a “merda” é que, como sempre, paga o justo pelo pecador. Neste caso os pecadores, entretanto, já compraram um “purgatório dourado” em condomínio fechado aonde viverão à tripa-forra, enquanto nós, os mansos e ordeiros carneirinhos, é que ficamos aqui agrilhoados ao mafarrico a pagar pelas “travessuras” destes pequenotes mas “argutos imitadores de democratas”… eheheh! Isto é que é um gozo do carago!…
Viva a inocência! Vivam os pobres de espírito, porque deles será o reino dos céus… palavra do senhor?!…
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“Razão tinha o Dragão há vários anos quando disse que esta utopia neoliberal ia conseguir fazer o que o comunismo não conseguiu- a o internacionalismo proletário a renascer deste mito liberal.”
Exacto, mas até vão conseguir mais do que isso! Estes paspalhos estão a reeditar (em versão quiçá revista e ampliada) as condições que levaram a que, no Séc.XX acontecesse na Europa o que aconteceu.
Cambada…
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Tudo para os pobrezinhos dos banquinhos, tadinhos, né Eduardinho??
Vai ter cá uma sorte. A corda só estica até certo ponto.
Um americano, há dias, perguntava-se algo do género: “who will bailout us when our day of reckoning comes and the FED has to stop the printers”
LOOOOOOL!
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“Estes neoliberais de agora eram os maoistas de há 30 e tal anos.”
Ahahah. Pois é.
Minha cara…”some things never die” 😀
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É tudo uma merda.Se uns foram neoliberais e jogadores no casino onde foram esfolados outros também contribuiram e muito com o seu internacionalismo bacoco do mundo sem fronteiras e somos todos da mesma pátria.Dividiram em excesso?Agora comam as migalhas…
Em ambos os campos mas em conjunto lixaram um país independente e respeitado e transformaram-no num sobado na Europa…
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Os gregos nem querem explicações de ninguém.
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Sabem muito bem que dos mil milhões ‘emprestados para a salvação’ não entra nem um centimo na Carteira de nenhum nem um tusto na Tesouraria das Empresas da Economia Grega.
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Recusam ser os CANARIOS (cobaias de laboratório) para serem usados como os suicidas (CARNE PARA CANHÃO) para se provar experimentalmente se há ou não gás toxico na MINA (UE) ..Ai, ai esta União Europeia ……
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Também sabem que são a ´mancha de óleo’ que depois do intervalo se vai espalhar aos mais grandes. E vai haver muitas surpresas porque como no recreio, os maiores empurram sempre os mais pequenos para a frente ….
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Eu há anos que concordo com o José e a Zazie, mas nunca fui para a cama com eles.
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#51,
…eheheheh! É isso mesmo! Os tais meninos idealistas do antes de 74, refractários e desertores maoístas, stalinistas, súcialistas e de outras (l)istas são, hoje, exactamente os elementos mais “in” do sistema “proletário” em que vivemos. eheheh! Então, alguém que afirmou – nem mais um homem para o Ultramar, é, hoje, um dos cabeçilhas da mais ignóbil urdidura dos envolvimentos militares da actualidade e dos maiores massacres da história moderna… todos os dias se massacra gente por estas bandas – Iraque, Afganistão, Palestina, Paquistão, blá, blá, blá…
Claro, claro… tudo gente, completamente “desprendida” do dinheiro, tudo muito “mao”! Todos muito dados ao proletariado “do pilim”… Afinal, todos grandes pacifistas, mas exortando às armas…
Mas que cambada… não admira termos chegado “aqui”.
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Depois de “deambular” um pouco por vários sites noticiosos e económicos, retive algo de fundamental: a Grécia não tem saída.
……como aliás já se vê, nas ruas da Grécia
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Explicar à esquerdalhada grega que têm de viver do seu trabalho e deixar-se de sonhos tipo Jogos Olimpicos, Aeroporto Novo etc….então não foi eleito o primeiro ministro xuxalista da Grécia com a promessa de aumentar o estado social e tirar aos ricos para dar aos pobres ? lá como cá, é muito difícil explicar que estas promessas são demagogioa pura que terminam com todos a perder…..
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A classe política portuguesa (a grande maioria dela) está em completo estado de negação.
Enfim…
(estou curioso quanto do déficit do Reino Unido, ai estou, estou…)
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Já agora as 3 pessoas assassinadas pela esquerdalhada da extrema esquerda que passa a vida na rua a queimar e incendiar propriedade privada, não contam para nada…deviam ser banqueiros malvados….de recordar que na Grécia as FP25 lá do sitio ainda estão activas e todos os anos matam alguém, em nome da revolução marxista e dos amanhãs que cantam.,…
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Senhor Amaral, porque é que a população grega tem que apertar o cinto para que os do costume não percam nem um tostão? (ai q’horror os “Fat Cats” perderem dinheiro? no way!)
Vou gostar de ver a cara de muito gente quando (não é “if” é só “when”) o senhor Papandreou vier dizer: default!
clap, clap, clap!
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Os gregos, pela voz dos comunistas de lá (KKE), puseram ontem nas muralhas do Partenon, um dístico gigante que dizia assim:
Peoples ( sic) of Europe- rise up.
Proletários de todo o mundo: uni-vos! É esta a tonalidade e desta vez têm razão. A ladroagem anda à solta e os sabujos do costume já andam a protegê-la.
Quero ver, quando isto aquecer por cá, quem vai aliar-se a quem. Quero ver os jcd de todos os quadrante a defender o indefensável quando ficarem sem emprego e virem com perplexidade a estupidez que defendem.
Um dos indivíduos que no outro dia no rádio melhor definiu o que se passa, foi Miguel Portas. EM cinco minutos explicou o que são os especuladores, os das agências de rating e o que nos querem fazer os neos que os sustentam como se o capitalismo não sobrevivesse em esses sanguessugas sem moral alguma.
Este discurso coincide com o comunista? Pois coincide, vejam lá a chatice!
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Senhor Amaral, tem razão quanto à esquerdalhada. TODA a razão!
Mas há mais oposição este bordel/casino obsceno do que a da esquerdalhada.
Já passou o momento dos rótulos. Já estmos no campo da mais “básica” ética.
Fica-lhe mal o (pelo menos aparente) “apreço” aos “Fat Cats”.
Olhe, nos EUA já começou a “hunting season”!
Com as impressoras no limite e com um déficit verdadeiramente impressionante (passe o eufemismo), o maior do mundo, a Goldman não sei das quantas parece que está em muitos maus lençóis. tadinhos, vamos todos fazer um bailout aos pobrezinhos da Goldman não sei o que mais.
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Estive em Atenas no novo aeroporto já há alguns anos. Não é nada de especial e não notei diferença de vulto entre outros da Europa. Mas não foi só o aeroporto. Também o metro de lá, é idêntico ao de Lisboa, na concepção, na “decoração” artística ( com artefactos helénicos em esposição em nichos nos túneis) e há algumas estações de metros ainda antigas ( perto de Monastiraki)que são um mergulho directo no séc. XIX com escadas de madeira e cheiro característico que imagino que os de há cem anos ainda sentiam. Há bairros moderníssimos com casas com guardas à porta, de metralhadora. Há do outro lado da cidade, o cheiro a oriente e a especiarias que só lá se sentem mas são lugares pobres, relativamente. Entrar numa igreja ortodoxa é mergulhar no cristianismo antigo.
Enfim, os gregos estão a comer o pão que o diabo amassou por causa desta canalha neoliberal. Só por isso.
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A Goldman é um antro em que muitos dos nosso neos que por aqui andam adorariam entrar e lamber as botas aos boss dos andares de cima. Tiveram um lucro record no ano que passou: mais 92% no ano anterior. Chacais? Não. Abutres.
Estão em maus lençóis nos EUA? Estão alguns porque a Newsweek já capeou nesta semana: In Defense os Goldman Sachs, by Fareed Zakaria.
A coisa está preta para eles, porque “greed is good”. E o filme já tem vinte anos!
Safados!
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Cara Za|| e caro José, quando lhes faltar à mesa vai ver….
(pimenta no rabinho dos outros refresco é, pois)
Chamar “Capitalismo” a este lupanar de imbecis/agiotas é um insulto ao “velho”, e própriamente dito, Capitalismo.
“Greed Is Not Good, and It’s Not Capitalism”
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Para amenizar:
🙂
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Típico as coisas correm mal trata de alijar responsabilidade. Já não há Ditador não é? Não há alibi.
-Querem viver de empréstimos continuamente e empréstimos para pagar empréstimos e sempre a subir a dívida. Lá para 2013 a Grécia supostamente terá 150% de dívida publica… Muitos aqui olham para isto é a boi para palácio, não entendem.
-Não gostam dos Bancos mas quando são os maiores apoiantes dos Bancos, com o dinheiro dos contribuintes. Passam a vida a pedir-lhes e a pagr-lhes para eles venderem a vossa dívida.
-Não gostam dos “especuladores” mas passam a vida a pedir emprestado o dinheiro deles.
-De 2004 para 2010 a Dívida Publica(sem contar as escondidas) de cada Português passou de 7500 para 13500. Mais outra coisa que o José não entende, é dimensão fora da sua compreensão.
-Já estão tão desesperados ou são tão burros que culpam quem vos emprestou o dinheiro.
Portugal, um boa parte da Europa, novas Cubas em formação.
Vantagem: Ásia, África.
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e, para quem já não se lembre, foram os bancos americanos que empurraram os governos gregos anteriores a endividarem-se, desmedidamente, vendendo-lhes o crédito e o sistema fraudulento para dissimular o verdadeiro estado da dívida (estes factos foram divulgados há cerca de dois ou três meses, pelo NYT, creio).
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“Dans un entretien en direct mercredi 5 mai au soir sur TF1, le premier ministre, François Fillon, a estimé que la zone euro faisait l’objet d’attaques spéculatives depuis plusieurs semaines mais que ces attaques allaient échouer, rappelant que la zone euro était moins endettée que les Etats-Unis ou le Japon.”
http://www.lemonde.fr/politique/article/2010/05/05/francois-fillon-les-attaques-speculatives-contre-la-zone-euro-vont-echouer_1347172_823448.html#ens_id=1268560
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“foram os bancos americanos que empurraram os governos gregos anteriores a endividarem-se, desmedidamente, vendendo-lhes o crédito e o sistema fraudulento para dissimular o verdadeiro estado da dívida2
Continua a demonstrar a sua ignorância. Nenhum crédito foi fraudulento e não foi nada escondido.
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2003:
http://www.risk.net/risk-magazine/feature/1498135/revealed-goldman-sachs-mega-deal-greece
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Lucklucky, se arrogância pagasse imposto, à sua conta o nosso déficit transformar-se-ia num maravilhoso superavit.
Deixe-se de tretas.
Olhe bem para o que se passou nos EUA nos últimos 9 anos.
(devem ter sido os “cubanos” e os “comunistas”, pois é)
Você, que está sempre numa atitude de sobranceria, deve então saber qual a actual situação orçamental dos EUA, que basta frequentar um chat de economia dos “states” para saber bem que aquela gente está já ciente do desastre eminente que, como se sabe, foi largamente preparado pela “socialista/marxista/leninista/uma mula aos coices/e um burro aos pinotes Administração Arbusto
Que chatice…
Acaso acha que a situação dos EUA é sustentável?
Tenha juízo.
Aqui um link para reflexão: http://american.com/archive/2009/october/greed-is-not-good-and-its-not-capitalism
(uns perigosíssimos comunistas, claro está. e cubanos, se calhar…)
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Estes alemães poupados, também não trabalharam no primeiro de Maio (neste também, isto é todos os anos). Convido a Helena Matos a visitar Berlin a 1 de Maio para aprender sobre o mundo.
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O que está em causa são as acusações contra os pobrezinhos da Goldman sei lá das quantas….
Quem diria que seria Washington.
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Se você lesse o que escrevi várias vezes saberia que os EUA estão no mesmo caminho.
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“os EUA estão no mesmo caminho”
Então a pergunta que alguns americanos fazem faz todo o sentido e coloco-lha a si: “who will bailout us? what will happen then?”
Aqui outro link interessantíssimo:
http://www.project-syndicate.org/commentary/feldstein22/English
A reter:
“There simply is no way around the arithmetic implied by the scale of deficit reduction and the accompanying economic decline: Greece’s default on its debt is inevitable.”
“In the end, Greece, the eurozone’s other members, and Greece’s creditors will have to accept that the country is insolvent and cannot service its existing debt. At that point, Greece will default.”
Vai ser bonita a festa, vai!
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lucklucky, se você desconhece o que foi divulgado pelo NYT, é você o ignorante… e se não sabe pensar um bocadinho, mesmo pequenino, fora das suas palas,então é um cretino!…
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O Escudo até era, estéticamente, bem mais bonito. 😀
Querem ver que vamos matar saudades!!
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Você acredita no NYT ou num artigo de 2003 que diz tudo tim por tim? Anuncia o acordo entre o Governo Grego e Goldman Sachs e explica os problemas que podem daí vir?
“Vai ser bonita a festa, vai!”
Não tenha dúvida. Os americanos ainda vão a tempo de parar a loucura, mas dúvido muito. Lá também o Estado tem demasiado poder sobre o dinheiro das pessoas. Não é infelizmente uma Republica económica com limites à dívida.
O crédito é uma extraordinária invenção, a revolução industrial não teria sido feita sem crédito. Mas viver do crédito sem produzir riqueza é um caminho para o desastre e nós estamos nisso à 10 ou 15 anos. Pedimos 7-9% ao ano e crescemos a 1%.
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Se os EUA entrarem em default………..é o fim do mundo em cuecas 🙂
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Já entraram com Nixon…quando disse que o ouro deixava de valer como padrão. Como o dinheiro e o crédito ficou mais fácil toda a gente achou muito engraçado. Depois veio a inflação claro…
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Ainda bem que os dias da “fiat currency” estão acabados.
Estamos a assistir ao seu fim, nas ruas de Atenas.
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http://www.marketoracle.co.uk/Article19153.html
Acho que vou fazer umas pipocas e ir para o sofá. A “jogatina” está a acabar: game over! (e não se pode recorrer ao “insert coin” porque ……não vai haver “coins” que cheguem.
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-The Safe American Stocks To Own If Europe Crisis Grows
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-Chart of the Week – Indonesia’s Good Position
http://www.usfunds.com/investor-resources/frank-talk/?i=2845
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Boas pipocas, quem quiser saber maroscas que se fizeram com CDS nas contas europeias e que todos sabiam já em 2001 só precisa de pesquisar este nome: Prof.Gustavo Piga.
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Andam sedentos de sangue os comunas.
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para continuarmos a pensar:
“Comment comprendre que le détenteur de la plus importante dette publique au monde, affligé en outre de la solvabilité apparente la plus dégradée (si on lui donne pour mesure sommaire son ratio sur PIB), soit à ce point ignoré des investisseurs internationaux ?”
http://www.monde-diplomatique.fr/2010/05/LORDON/19137
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Resultado das politicas da U.E. são facilmente verificáveis,asfixia aos Estados membros em várias áreas,uns com mais,outros menos factores que facilitem a queda rápida,a Grécia teve a infelicidade de estar a jeito,e não negligenciado os podres existentes entre os fantoches nos poleiros em cada Estado.As massas têm vindo a ser encurraladas entre a pressão europeia e o espectro da não pertença,justapondo tal a peças chave que permitam a colagem.
Se isto segue o caminho do protesto a U.E. tem uma óptima desculpa para aplicar o que havia entendido (problema-reacção-solução),um maior controlo,perca de liberdades e legitimidade para ripostar sem grandes justificações,e com o tratado de Lisboa o petisco já está no prato.Nesta fase Pós-Democrática,como diz,e bem Nigel Farage começam a vir ao de-cima contornos menos agradáveis da e posteriormente U.E.
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#83
“….Nesta fase Pós-Democrática,como diz,e bem Nigel Farage começam a vir ao de-cima contornos menos agradáveis da U.E. actual,sublinhando os avançosalgo ambiguos desde a CECA á posteriormente U.E.”
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#85
Irra,isto está dificil,perdão.
“….Nesta fase Pós-Democrática,como diz,e bem Nigel Farage começam a vir ao de-cima contornos menos agradáveis da U.E. actual,sublinhando os avanços algo ambíguos desde a CECA á posterior U.E.”
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A cegueira é uma doença perigosa, em vários casos mortal.
A prudência, a frugalidade e a constituição de poupança (sacrifício do consumo imediato por conta de consumo futuro) são valores que foram progressivamente substituídos por um imediatismo consumista. Este comportamento das famílias, generalizado nos países do ocidente, resulta da venda da ilusão do welfare state baseado na crescente apropriação de recursos por parte dos estados. Esta ilusão tem vindo rapidamente a erodir-se (porque as taxas de crescimento das economias têm tendido a diminuir) e o resultado é que aquilo que dávamos por adquirido – emprego, pensões, reformas, saúde, etc – deixou de o ser.
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Se portugal não estivesse à bica eu estava muito contente.
Ia passar férias à Grécia cheio de euros, comprava o Partenon, e montava lá uma churrasqueira.
Já estou a ver: “O Sócrates dos Frangos”.
Enfim, devaneios de um pobre marinheiro.
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#85, o seu cenário é logico. Só falha num ponto, sempre que os magnificos Cidadãos da Alemnha foram induzidos para projectos ‘Alemanha manda em todos os Países Europeus’ tudo acabou por se desmoronar como um ‘baralho de cartas’. Carrinhos de mão carregados de papel-marco para comprar um papo-seco. Para não ir mais longe, vidé 1ª e 2ª Guerra Mundiais. Não desejo para tantos amigos que tenho na Alemanha. Mas uma coisa tenho a certeza absoluta.
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Isto é um jogo de snooker às 2 tabelas tabelas.
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Como nos bilhares da cave do Londres. O 1º caiu, Grecia. A seguir vai a Espanha. Por tabela vai a Italia (divida à França de 1/3 do PIB Francês). Por tabela vai a França. A Italia e a Espanha que têm uns pipelines de poupança que desaguam nas costas da Galiza e nas terras da Sicilia. Mas desta vez não vai ser suficiente. O poder mundial já não são só os EUA.
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Ora que sucede à Alemanha ? O mesmo do costume.
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E os ‘tugas’ que nisto são ‘paus de cabeleira’ ? Safam-se de grande se tiverem ‘oculitos’ a dar-lhe o rumo. É canja.
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Mas até agora ainda não vi nada. Nem dos ‘salvadores’ nem dos ‘delapidadores’, farinha do mesmo saco. Nem mamar sabem quanto mais safarem-se da cruz onde ingénuamente teimam pendurar-se. Bem hajam, sorte é o meu desejo ……
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E aos meus bons amigos deste e doutros blogos uma recomendação, comecem a encher ‘umas caçoilas cheias de libras de ouro’ porque a conta vai ser paga em hiper-inflação e desvalorização das moedas. A história dos ‘reis’, que depois já eram ‘mil reis’ e depois acabou-se com os ‘reis’ e arranjaram-se umas moedas quaisquer novas, e depois arranjou-se uma outra e ‘soma e segue’. No meio disso quem se lixou ? Os que acreditaram nos ‘reis’, ‘mil reis’ e tal e tal, soma e segue.
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No meio de tanta discursata, é tão simples como isto a nivel pessoal.
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Penso que este post se refere às 3 mortes que ocorreram nas manifestações de 5 de maio. A única coisa que deve ser explicado aos gregos e restantes descendentes de macaco pelo mundo fora é que “a ilusão de conhecimento é bem pior do que a ignorância”. Carta redigida por um dos funcionários “sobrevivente” daquele fatídico dia.
http://www.occupiedlondon.org/blog/2010/05/05/an-employee-of-marfin-bank-speaks-on-tonights-tragic-deaths-in-athens/
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Boa carta.Só que estranhamente nada diz acerca de quem lançou o fogo que pelos vistos foi expontâneo…
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espontâneo
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para continuar a pensar com independência, mais um artigo, de 1997, portanto ainda longe das polémicas actuais sobre as agências de rating, de I.Warde, professor da Fletcher School of Law and Diplomacy (Medford, Massachusetts):
em francês, mas com uma versão em inglês no fim da página:
http://www.monde-diplomatique.fr/1997/02/WARDE/7764
tradução rápida da conclusão:
“Tão exigentes em matéria de transparência quando se trata dos notados, as agências de notação são no entanto bem misteriosas. O seu poder exorbitante e os seus abusos deveriam ser submetidos a um controle mais rigoroso das suas práticas ou ao menos à adopção dum código deontológico. Estão em estudo tais iniciativas, mas podemos duvidar do seu sucesso. As agências não podem ser controladas que pelos mesmos governos que elas mantêm sob forte vigilância.”
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Quem não conhece o mito da queda de Tróia ? E o célebre cavalo de madeira , saído da sagacidade de Ulisses, que no seu interior escondia guerreiros gregos? Esse presente envenenado pôs fim à guerra entre gregos e troianos e levou à destruição de uma civilização próspera.
Serão os protestos actuais dos helénicos um novo cavalo de Tróia ? Que nos ameaça a todos?
Os três mortos em Atenas, vítimas da estupidez de alguns manifestantes que atiraram cocktails molotov para uma sucursal do banco Marfin, fazem-me recear. Na capital grega os bombeiros viram o seu trabalho dificultado por uma chuva de pedras dos anarquistas ( quem o afirma é a Der Spiegel, insuspeita de ser de direita)
Manifestar-se é legitímo, protestar contra anos de corrupção e nepotismo é humano, apertar o cinto é díficil. Matar é crime. Crime que não se lava com a àgua de nenhuma ideologia ou revolução de rua.
Os gregos têm de se convencer de duas coisas: primeiro, a crise é feita em casa ( e os políticos estão longe de ser os únicos culpados) e segundo, não há alternativa à austeridade, por mais que isso doa.
Incidentes como os de hoje apenas contribuem para aumentar a desconfiança dos restantes europeus ( com os alemães à cabeça) em relação à seriedade da Grécia. Apetece-me recomendar-lhes a leitura das memórias das Trümmerfrauen .
http://camalees.wordpress.com/2010/05/05/os-mortos-da-austeridade/
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ALGUEM QUE TRADUZA DO MEXICANO , OU GREGO OU LA O QUE É PARA PORTUGUÊS ;SFF
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tudo sobre a crise grega aqui, com texto completo no fundo da página online:
http://www.mediapart.fr/club/blog/gabriel-colletis/070510/la-grece-instrumentalisee
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a especulação com CDS:
http://www.lemonde.fr/economie/article/2010/05/07/la-speculation-ennemi-insaisissable-de-l-europe_1348277_3234.html
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