Vivemos ou não num Estado de Direito, onde está salvaguardada a LIBERDE DE EXPRESSÃO?
A Drª Helena devia era viver nos EUA – a Pátria da Liberdade e da Democracia – onde diariamente aparecem cidadãos a a ameaçar de morte o Presidente Obama, as estruturas federais e as instituições democráticas.
E já não falo dos cidadãos armados que chegam a entrar em edifícios públicos.
Eu vivi nos EUA e sei como é.
Mas, aqui, nesta velha e ranhosa Europa, onde Portugal é a cloaca, ~um cidadão não pode dizer que para sairmos desta bagunça só mesmo com um «golpe de estado», que até seria apoiado pela maioria da população, como as sondagens revelam!
Eu não sou por um golpe de Estado. Prefiro que os «mercados» susbtituam estes governantes incompetentes.
Mas perante uma contigência de perda da independência nacional, eu opto por um GOLPE DE ESTADO!
“Vivemos ou não num Estado de Direito, onde está salvaguardada a LIBERDE DE EXPRESSÃO?
A Drª Helena devia era viver nos EUA – a Pátria da Liberdade e da Democracia – onde diariamente aparecem cidadãos a a ameaçar de morte o Presidente Obama, as estruturas federais e as instituições democráticas.”
.
Cof,cof…Professor…Charrua…cof,cof…
Este blogue está uma chatice, mais uns meses de choque liberal, entusiasticamente apoiado por CAA, JM e JMF e perde o sentido.
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Pronto, está bem, serviu para arraiar forte e feio no engenheiro da treta, mas o apoio acrítico às políticas do grupo de “nerds” que estão sentados nas cadeiras do poder tiram-lhe discernimento …e a graça.
Exactamente Luckçucky. Assim se expilca o estado anedótico da nossa justiça. Qualquer pessoa de senso comum percebe que está errado, mas são estes doutores que mandam.Da mesma maneira com a economia, seria preferível donas de casas a geri-la do que os políticos, como disse Medina Carreira disse. Qualquer pessoa pode dizer o que está errado ou certo mas estes doutores e políticos vêem sempre com teorias diferentes. São todos uns vendidos, vendem-se por tostões. Esta gente, que deveria ser corrida imediatamente, ainda ocupa cargos importantes. Assim se percebe que as coisas corram mal.
(Otelo) AGARREM-ME , que ainda subo a uma Chaimite
E VAI TUDO RASO !!!
(O Camplo Pequeno vai ficar CHEIO DE Cadáveres FASCISTAS, fuzilados à minha ordem)
a mesma liberdade de expressão que sustenta hoje JMF no Público acerca da justeza dos cortes dos subsídios dos funcionários públicos, com o argumento que quando foram aumentados em 2009 não piaram nem recusaram o aumento e que aumentar impostos e taxas aos trabalhadores do privado, com o argumento da equidade, seria uma injustiça.
alguém pode chegar a noticia a JMF que os pensionistas do regime geral da S.Social – que trabalharam no PRIVADO – também vão ter cortes de subsídios?
JMF é um caso perdido para a psiquiatria.
Não vale a pena bater mais no ceguinho.
Paz à sua alma e peço a Deus, que na sua infinita bondade,. seja misericordioso para com ele.
Amén.
Acho que é claro que o que o triunvirato Marinho Pinto, Pinto Monteiro e Pinto de Sousa fez uma capoeira deste país. Permanecem contudo cantando como galos quando já deveriam estar feitos em cabidela.
.
Há um dos pintos que deve estar neste momento a saborear coq au vin nas boulevards de Paris. Os outros pintos ainda por aqui andam, esfrangalhando o que resta do país.
.
Os pintos ainda não têm penas, as penas estão no país, mas não nas famílias, pois estas andam depenadas. E porque os pintos não têm penas que os assolem, nem cumprem as penas que deveriam cumprir, pois é o país que está dentro da rede.
Licas,
.
Só acho estúpido dar atenção a palhaços de regime. O Otelo Saraiva de Carvalho é um palhaço. Um palhaço perigoso e sanguinolento no passado, mas inócuo e incapaz hoje. É daqueles homens que não percebe que perdeu o encanto, envelheceu mal e não pode mais levantar o ânimo (permita-me o eufemismo) e nem percebe o ridículo que faz quando se atira a miúdas de vinte anos que nem o aguentam ao pé.
.
Provavelmente o homem mesmo c’a Cicciolina consegue apenas colocar a bandeira a meia haste. Há que se sentir importante, e esse é o seu escape. Se vir bem, terá por cá muitos sinistros comentadores (permita-me o chiste ligeiro aos ditos) nas mesmas condições.
mais perigosos e sinistros do que os Otelos me parecem os porta-vozes de AJJardim na AR, com direito a “declaração de voto” sobre o dinheiro dos contribuintes; com essas “revoluções atlânticas” alguns comentadores, limpinhos e de sapatinho de vela, não se indignam.
Portela os velhos devem é estar em casa que se podem constipar e depois vão dar mais gastos na saúde!
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Os novos que vão a pé que é para mais tarde evitar andarem a fazer figuras tristes no PESO PESADO!
.
Falando a sério pelo que li por ai só vão cortar aos RICOS cujos rendimentos exceda o salário mínimo nacional por cabeça do agregado familiar.
A noticia esta dada de forma muito parcial no Publico.
.
Agora falta ver se o Governo vai subsidiar os POBRES em idade activa que são os que mais precisam.
«Agora falta ver se o Governo vai subsidiar os POBRES em idade activa que são os que mais precisam.»
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Os pobres EM IDADE ACTIVA precisam de subsídios ou de integração na vida activa?
O melhor mesmo é ir para a Alemanha trabalhar em hotéis. Parece que pagam 1300 eurinhos. Se derem cama,comida e roupa lavada tudo no local de trabalho não esta nada mal.
Francisco, faltou-me uma palavra, POBRES TRABALHADORES, os que se levantam de madrugada para ir ganhar 500 euros ou pouco mais. Um casal com rendimento mensal de 1000 euros e 1 filho acha que não deve ter apoio nenhum na mobilidade para o emprego?
Zebedeu Flautista,
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Pois que vão. Até de um ponto de vista pessoal, mais vale trabalhar e ser independente do que perder a vida a clamar por direitos que, está-se a ver, acabaram por falência da loja.
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A Europa era a Cocanha dos indigentes (se não perceber porque disse isto, consulte a sua enciclopédia favorita). À laia de direitos sociais, desenvergonhados calaceiros viveram décadas à custa da sociedade que trabalhava e pagava impostos. Tomavam pequenos almoços nos cafés e ainda gozavam com os que iam trabalhar. Se nunca viu disto, creia-me que o vi com os meus próprios olhos.
Zebedeu Flautista,
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Considerando que onde eu vivo (Covilhã) e na generalidade do país esse apoio é um número redondo (zero!) por que carga d’água hão-de ter os lisbonetas e os porteiros (grafias intencionais!) direitos que o resto do país tem de pagar?
Tem razão Colaço. Houve países nórdicos que tiverem que reduzir benefícios sociais por causa de abusos de ralé que professa a poligamia e tinham por sua conta 4 ou 5 mulheres e cada qual com uma cáfila de filhos recebendo fortunas por serem mães solteiras.
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Um bom Estado social só funciona com gente séria, trabalhadora e honrada.
lisbonetas e porteiros são uns meninos do coro comparados com os “gestores” de dinheiro público, encabeçados por essa figura primeira que se arvora chefe dos autarcas do país; não deve haver “covilhã” com 500 habitantes que não tenha 10 rotundas, 2 pavilhões e 3 piscinas …
Sim Colaço, 1000/3=333,(3)
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Você ainda vai chegar a Ministro das Finanças, hehe.
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Tem razão nesse aspecto dos alfacinhas e tripeiros mas eles também coitados penam mais horas para fazer meia dúzia de quilómetros. Em Coimbra sei que os seniores pagam só metade do passe. O meu Pai fez 65 no Dia de S.António e estava todo contente que agora ia ter passe. Até ai compensava mais usar senhas.
Marinho Pinto é que sabe esfregar na cara dos poderosos e corruptos o saque que vai por aí!
Força Marinho, a Justiça não é uma batata vestida com toga!
Zebedeu Flautista,
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O desconto de 50% para seniores é relativamente comum no país, dependendo das câmaras municipais. Bem pensando, é uma medida economicamente saudável, pois os idosos tendem a usar o autocarro nas horas de médio pico. Sem o passe, não o usariam.
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O resto do país não tem é descontos para o resto da cangalha porque, aparte de Lisboa e do Porto, o Orçamento do Estado não dá um chavo para transportes públicos, ficando isso mais uma vez à discrição dos municípios. Basta ver o estado dos meios rolantes da Carris e dos STCP (sempre deficitários) e do resto do país.
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Para mim, seria mais útil haver horas diferenciadas de entrada ao trabalho (e de saída) da maioria das pessoas. Por exemplo, poder-se-ia entrar e sair dos diversos empregos em intervalos de meia hora desde as sete e meia às nove e meia por forma a aliviar os picos de procura de transportes públicos e de rendibilizar assim a dimensão e a taxa de utilização das frotas.
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Imagine que consegue reduzir a frota em 40% com esta medida (e eu acho que consegue mais) e dar aos cidadãos autocarros menos cheios e mais confortáveis. São 30% menos custos para as empresas (conto com 1/4 de custos de estrutura, um valor razoável). De repente, o défice tarifário tornar-se-ia em superavit e talvez houvesse margem financeira para manter algumas medidas de apoio social *ao desenvolvimento pessoal*.
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Eu uso transportes públicos tanto quanto posso, deixando a Marea em casa. E já geri a manutenção de frotas de centenas camiões em África, e embora estejamos a falar de media diferentes, sei algo do que estou aqui a escrever.
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Perguntar-me-á: será que não sou sensível às pessoas? Claro que sou! E é mesmo por isso que clamo por condições sustentáveis no tempo. O que auferirmos hoje pagaremos amanhã dobrado. E, como vemos, as crises afectam mais os que têm dinheiro à justa para passar de um mês ao outro que propriamente os ricos. O Estado deve apoiar financeiramente os esforços das pessoas para melhorarem a sua condição, já que isso será para o mesmo Estado um investimento reprodutivo (quem ganha 2500 euros por mês paga mais de oito mil euros por anos de impostos, mais do que o Estado paga por aluno em escolas e transportes).
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Subsidiar o pobre é mantê-lo pobre. Custear o ensino, a formação profissional, a saúde e a medicina infanto-juvenil é garantir um futuro melhor e retornos interessantes para o próprio Estado.
Zedebeu Flautista,
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Do relatório de contas da Carris em 2010, os resultados antes de impostos foram -24.571 milhares de euro (p. 222), enquanto os subsídios à exploração foram de c. 50 milhões de euro (p. 224).
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Voltemos à página 222. Os custos fixos de 31M andam na ordem dos 20% dos custos variáveis de 120M. 40% de custos variáveis reduzidos pela medida de entrada diferenciada na escola/trabalho seria uma poupança de 120*.4 = 48ME, quase os subsídios estatais. O serviço de dívida (juros) significa 22M, quase os resultados antes de impostos. Se retirar à poupança o serviço de dívida, pode DESDE JÁ dividir as transferências do Estado em 2, melhorando o nível de serviço.
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Se até eu, que sou um mero inginhêro com alguma formação em contabilidade percebo à primeira isto, por que carga d’água vão senhores de carro falar sobre transportes públicos?
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Já agora, da última vez que negociei aumentos aos meus homens, não me contentei em 5%, 10% ou 20%. Falar do valor que conseguimos seria uma imoralidade nestas condições em que vivemos. E já agora, primeiro provámos como equipa que o merecíamos, quintuplicando a nossa prestação. Depois de o provarmos, com a contabilidade analítica que por todos elaborei, a empresa deu de boamente o aumento que pedimos.
Portela Menos Um,
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Com toda a razão disse o que disse. Mas o esbulho por habitante na capital é maior que no resto do país. O país vive concentrado em Lisboa como Angola em Luanda ou o Zimbabué em Harare. Nenhum país europeu tem este nível de obscena concentração.
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Poderíamos viver com um terço das rotundas, com metade das piscinas, e com metade dos serviços públicos deslocalizados de Lisboa para o resto do país. Podíamos, mas depois vinham o Portela Menos Um, o Arlindo da Costa, o Certo e os seus correligionários clamar contra a falta de investimento público e por causa do estrangulamento da economia pelo governo de direita.
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É um problema de posse de canídeos. Eu pelo menos há mais de vinte anos mantenho-me coerente na posição sobre os gastos dos dinheiros públicos, qualquer que seja a cor do governo em funções.
Vivemos ou não num Estado de Direito, onde está salvaguardada a LIBERDE DE EXPRESSÃO?
A Drª Helena devia era viver nos EUA – a Pátria da Liberdade e da Democracia – onde diariamente aparecem cidadãos a a ameaçar de morte o Presidente Obama, as estruturas federais e as instituições democráticas.
E já não falo dos cidadãos armados que chegam a entrar em edifícios públicos.
Eu vivi nos EUA e sei como é.
Mas, aqui, nesta velha e ranhosa Europa, onde Portugal é a cloaca, ~um cidadão não pode dizer que para sairmos desta bagunça só mesmo com um «golpe de estado», que até seria apoiado pela maioria da população, como as sondagens revelam!
Eu não sou por um golpe de Estado. Prefiro que os «mercados» susbtituam estes governantes incompetentes.
Mas perante uma contigência de perda da independência nacional, eu opto por um GOLPE DE ESTADO!
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Golpe de Estado é o que está a acontecer agora. O que Otelo sugeriu foi um contra-golpe, que já tarda…
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“Vivemos ou não num Estado de Direito, onde está salvaguardada a LIBERDE DE EXPRESSÃO?
A Drª Helena devia era viver nos EUA – a Pátria da Liberdade e da Democracia – onde diariamente aparecem cidadãos a a ameaçar de morte o Presidente Obama, as estruturas federais e as instituições democráticas.”
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Cof,cof…Professor…Charrua…cof,cof…
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Ou seja o PGR só investigará as ameaças de um marido depois de este ter morto a mulher…
Pobre Republica indefesa. Esquerdismo manda.
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Este blogue está uma chatice, mais uns meses de choque liberal, entusiasticamente apoiado por CAA, JM e JMF e perde o sentido.
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Pronto, está bem, serviu para arraiar forte e feio no engenheiro da treta, mas o apoio acrítico às políticas do grupo de “nerds” que estão sentados nas cadeiras do poder tiram-lhe discernimento …e a graça.
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Exactamente Luckçucky. Assim se expilca o estado anedótico da nossa justiça. Qualquer pessoa de senso comum percebe que está errado, mas são estes doutores que mandam.Da mesma maneira com a economia, seria preferível donas de casas a geri-la do que os políticos, como disse Medina Carreira disse. Qualquer pessoa pode dizer o que está errado ou certo mas estes doutores e políticos vêem sempre com teorias diferentes. São todos uns vendidos, vendem-se por tostões. Esta gente, que deveria ser corrida imediatamente, ainda ocupa cargos importantes. Assim se percebe que as coisas corram mal.
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(Otelo) AGARREM-ME , que ainda subo a uma Chaimite
E VAI TUDO RASO !!!
(O Camplo Pequeno vai ficar CHEIO DE Cadáveres FASCISTAS, fuzilados à minha ordem)
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Blasfémias convive bem com a liberdade de expressão apesar do mau feitio da helenafmatos.
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e ainda haverá quem pense que A Marinho não lê na sabedoria da natura, antiga …
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AH COPOS.COM,
COPOS.COM . . .
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a mesma liberdade de expressão que sustenta hoje JMF no Público acerca da justeza dos cortes dos subsídios dos funcionários públicos, com o argumento que quando foram aumentados em 2009 não piaram nem recusaram o aumento e que aumentar impostos e taxas aos trabalhadores do privado, com o argumento da equidade, seria uma injustiça.
alguém pode chegar a noticia a JMF que os pensionistas do regime geral da S.Social – que trabalharam no PRIVADO – também vão ter cortes de subsídios?
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JMF é um caso perdido para a psiquiatria.
Não vale a pena bater mais no ceguinho.
Paz à sua alma e peço a Deus, que na sua infinita bondade,. seja misericordioso para com ele.
Amén.
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Acho que é claro que o que o triunvirato Marinho Pinto, Pinto Monteiro e Pinto de Sousa fez uma capoeira deste país. Permanecem contudo cantando como galos quando já deveriam estar feitos em cabidela.
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Há um dos pintos que deve estar neste momento a saborear coq au vin nas boulevards de Paris. Os outros pintos ainda por aqui andam, esfrangalhando o que resta do país.
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Os pintos ainda não têm penas, as penas estão no país, mas não nas famílias, pois estas andam depenadas. E porque os pintos não têm penas que os assolem, nem cumprem as penas que deveriam cumprir, pois é o país que está dentro da rede.
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Grandes decisões I:
http://www.publico.pt/Sociedade/hospital-fechado-tambem-tem-medicos-a-receber-salario-1520530
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Licas,
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Só acho estúpido dar atenção a palhaços de regime. O Otelo Saraiva de Carvalho é um palhaço. Um palhaço perigoso e sanguinolento no passado, mas inócuo e incapaz hoje. É daqueles homens que não percebe que perdeu o encanto, envelheceu mal e não pode mais levantar o ânimo (permita-me o eufemismo) e nem percebe o ridículo que faz quando se atira a miúdas de vinte anos que nem o aguentam ao pé.
.
Provavelmente o homem mesmo c’a Cicciolina consegue apenas colocar a bandeira a meia haste. Há que se sentir importante, e esse é o seu escape. Se vir bem, terá por cá muitos sinistros comentadores (permita-me o chiste ligeiro aos ditos) nas mesmas condições.
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Grandes decisões II:
http://www.publico.pt/Economia/estudantes-e-idosos-perdem-desconto-de-50-nos-passes-sociais-1520467
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agora temos “provedor de quem pode botar faladura” …
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mais perigosos e sinistros do que os Otelos me parecem os porta-vozes de AJJardim na AR, com direito a “declaração de voto” sobre o dinheiro dos contribuintes; com essas “revoluções atlânticas” alguns comentadores, limpinhos e de sapatinho de vela, não se indignam.
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Portela os velhos devem é estar em casa que se podem constipar e depois vão dar mais gastos na saúde!
.
Os novos que vão a pé que é para mais tarde evitar andarem a fazer figuras tristes no PESO PESADO!
.
Falando a sério pelo que li por ai só vão cortar aos RICOS cujos rendimentos exceda o salário mínimo nacional por cabeça do agregado familiar.
A noticia esta dada de forma muito parcial no Publico.
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Agora falta ver se o Governo vai subsidiar os POBRES em idade activa que são os que mais precisam.
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«Agora falta ver se o Governo vai subsidiar os POBRES em idade activa que são os que mais precisam.»
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Os pobres EM IDADE ACTIVA precisam de subsídios ou de integração na vida activa?
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O melhor mesmo é ir para a Alemanha trabalhar em hotéis. Parece que pagam 1300 eurinhos. Se derem cama,comida e roupa lavada tudo no local de trabalho não esta nada mal.
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Francisco, faltou-me uma palavra, POBRES TRABALHADORES, os que se levantam de madrugada para ir ganhar 500 euros ou pouco mais. Um casal com rendimento mensal de 1000 euros e 1 filho acha que não deve ter apoio nenhum na mobilidade para o emprego?
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Zebedeu Flautista,
.
Pois que vão. Até de um ponto de vista pessoal, mais vale trabalhar e ser independente do que perder a vida a clamar por direitos que, está-se a ver, acabaram por falência da loja.
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A Europa era a Cocanha dos indigentes (se não perceber porque disse isto, consulte a sua enciclopédia favorita). À laia de direitos sociais, desenvergonhados calaceiros viveram décadas à custa da sociedade que trabalhava e pagava impostos. Tomavam pequenos almoços nos cafés e ainda gozavam com os que iam trabalhar. Se nunca viu disto, creia-me que o vi com os meus próprios olhos.
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Zebedeu Flautista,
.
Considerando que onde eu vivo (Covilhã) e na generalidade do país esse apoio é um número redondo (zero!) por que carga d’água hão-de ter os lisbonetas e os porteiros (grafias intencionais!) direitos que o resto do país tem de pagar?
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E finalmente 1000/3 = 333.
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Tem razão Colaço. Houve países nórdicos que tiverem que reduzir benefícios sociais por causa de abusos de ralé que professa a poligamia e tinham por sua conta 4 ou 5 mulheres e cada qual com uma cáfila de filhos recebendo fortunas por serem mães solteiras.
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Um bom Estado social só funciona com gente séria, trabalhadora e honrada.
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lisbonetas e porteiros são uns meninos do coro comparados com os “gestores” de dinheiro público, encabeçados por essa figura primeira que se arvora chefe dos autarcas do país; não deve haver “covilhã” com 500 habitantes que não tenha 10 rotundas, 2 pavilhões e 3 piscinas …
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Sim Colaço, 1000/3=333,(3)
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Você ainda vai chegar a Ministro das Finanças, hehe.
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Tem razão nesse aspecto dos alfacinhas e tripeiros mas eles também coitados penam mais horas para fazer meia dúzia de quilómetros. Em Coimbra sei que os seniores pagam só metade do passe. O meu Pai fez 65 no Dia de S.António e estava todo contente que agora ia ter passe. Até ai compensava mais usar senhas.
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Marinho Pinto não muda de fato e continua com o mesmo peso.
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O exemplar modelo nipónico de transportes colectivos:
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Os empurradores podem e devem ser quem aufere RSI há mais de um ano.
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Marinho Pinto é que sabe esfregar na cara dos poderosos e corruptos o saque que vai por aí!
Força Marinho, a Justiça não é uma batata vestida com toga!
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Zebedeu Flautista,
.
O desconto de 50% para seniores é relativamente comum no país, dependendo das câmaras municipais. Bem pensando, é uma medida economicamente saudável, pois os idosos tendem a usar o autocarro nas horas de médio pico. Sem o passe, não o usariam.
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O resto do país não tem é descontos para o resto da cangalha porque, aparte de Lisboa e do Porto, o Orçamento do Estado não dá um chavo para transportes públicos, ficando isso mais uma vez à discrição dos municípios. Basta ver o estado dos meios rolantes da Carris e dos STCP (sempre deficitários) e do resto do país.
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Para mim, seria mais útil haver horas diferenciadas de entrada ao trabalho (e de saída) da maioria das pessoas. Por exemplo, poder-se-ia entrar e sair dos diversos empregos em intervalos de meia hora desde as sete e meia às nove e meia por forma a aliviar os picos de procura de transportes públicos e de rendibilizar assim a dimensão e a taxa de utilização das frotas.
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Imagine que consegue reduzir a frota em 40% com esta medida (e eu acho que consegue mais) e dar aos cidadãos autocarros menos cheios e mais confortáveis. São 30% menos custos para as empresas (conto com 1/4 de custos de estrutura, um valor razoável). De repente, o défice tarifário tornar-se-ia em superavit e talvez houvesse margem financeira para manter algumas medidas de apoio social *ao desenvolvimento pessoal*.
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Eu uso transportes públicos tanto quanto posso, deixando a Marea em casa. E já geri a manutenção de frotas de centenas camiões em África, e embora estejamos a falar de media diferentes, sei algo do que estou aqui a escrever.
.
Perguntar-me-á: será que não sou sensível às pessoas? Claro que sou! E é mesmo por isso que clamo por condições sustentáveis no tempo. O que auferirmos hoje pagaremos amanhã dobrado. E, como vemos, as crises afectam mais os que têm dinheiro à justa para passar de um mês ao outro que propriamente os ricos. O Estado deve apoiar financeiramente os esforços das pessoas para melhorarem a sua condição, já que isso será para o mesmo Estado um investimento reprodutivo (quem ganha 2500 euros por mês paga mais de oito mil euros por anos de impostos, mais do que o Estado paga por aluno em escolas e transportes).
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Subsidiar o pobre é mantê-lo pobre. Custear o ensino, a formação profissional, a saúde e a medicina infanto-juvenil é garantir um futuro melhor e retornos interessantes para o próprio Estado.
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Zedebeu Flautista,
.
Do relatório de contas da Carris em 2010, os resultados antes de impostos foram -24.571 milhares de euro (p. 222), enquanto os subsídios à exploração foram de c. 50 milhões de euro (p. 224).
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Voltemos à página 222. Os custos fixos de 31M andam na ordem dos 20% dos custos variáveis de 120M. 40% de custos variáveis reduzidos pela medida de entrada diferenciada na escola/trabalho seria uma poupança de 120*.4 = 48ME, quase os subsídios estatais. O serviço de dívida (juros) significa 22M, quase os resultados antes de impostos. Se retirar à poupança o serviço de dívida, pode DESDE JÁ dividir as transferências do Estado em 2, melhorando o nível de serviço.
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Se até eu, que sou um mero inginhêro com alguma formação em contabilidade percebo à primeira isto, por que carga d’água vão senhores de carro falar sobre transportes públicos?
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Já agora, da última vez que negociei aumentos aos meus homens, não me contentei em 5%, 10% ou 20%. Falar do valor que conseguimos seria uma imoralidade nestas condições em que vivemos. E já agora, primeiro provámos como equipa que o merecíamos, quintuplicando a nossa prestação. Depois de o provarmos, com a contabilidade analítica que por todos elaborei, a empresa deu de boamente o aumento que pedimos.
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Portela Menos Um,
.
Com toda a razão disse o que disse. Mas o esbulho por habitante na capital é maior que no resto do país. O país vive concentrado em Lisboa como Angola em Luanda ou o Zimbabué em Harare. Nenhum país europeu tem este nível de obscena concentração.
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Poderíamos viver com um terço das rotundas, com metade das piscinas, e com metade dos serviços públicos deslocalizados de Lisboa para o resto do país. Podíamos, mas depois vinham o Portela Menos Um, o Arlindo da Costa, o Certo e os seus correligionários clamar contra a falta de investimento público e por causa do estrangulamento da economia pelo governo de direita.
.
É um problema de posse de canídeos. Eu pelo menos há mais de vinte anos mantenho-me coerente na posição sobre os gastos dos dinheiros públicos, qualquer que seja a cor do governo em funções.
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Francisco Colaço: APOIADO! A ministra da Justiça não respondeu ao tolinho via comunicação social! CARA a CARA!
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