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Novidades do serviço público de comunicação social

24 Janeiro, 2012
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Segunda-feira da semana passada a RTP transmitiu, a partir de Luanda, um programa de propaganda vergonhoso. No dia seguinte, quando fui ouvido na Comissão Parlamentar para a Ética, a Cidadania e a Comunicação, disse que esse programa mostrava para que é que os governos querem uma televisão pública. O Eduardo Cintra Torres escreveu sobre o mesmo tema na sua coluna. E o Pedro Rosa Mendes, que conhece muito bem Angola, leu aos microfones da Antena 1 uma excelente crónica na passada quarta-feira. Hoje ficámos a conhecer o preço da frontalidade do Pedro: a sua crónica acabou (e de caminho a rubrica em que se inseria). Ainda acham que o Grupo de Trabalho não tinha razão quando escreveu que temia “em especial pelo modelo de informação que o Governo aparenta defender, por considerarmos que permitirá perpetuar a influência, quando não a interferência, do poder político, quer na televisão e na rádio públicas, quer na agência de notícias”? Está visto.

PS. O “Prós & Prós” de ontem esteve à altura da tradição, foi mais uma sessão de propaganda do governo em funções. Os governos mudam, a RTP não: mantém-se sempre fiel ao poder do momento.

28 comentários leave one →
  1. 24 Janeiro, 2012 12:42

    Serviço Público foi a reportagem de Rui Araújo na TVI. Intitulado “A República da Impunidade”, fala-nos como as vacas loucas andam por aí!!!

    Não percam:

    http://ecotretas.blogspot.com/2012/01/republica-da-impunidade.html

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  2. zazie permalink
    24 Janeiro, 2012 12:53

    C’um caraças…

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  3. Fincapé permalink
    24 Janeiro, 2012 13:02

    jmf1957 deveria decidir de vez: a rádio e a TV tuteladas pelo Estado são más porque o governo é mau, ou a rádio e a TV são más, apesar da excelência do governo?
    Para mim, RDP e a RTP são sem dúvida dos melhores que as antenas nos oferecem. Os canais generalistas privados de TV dão novelas PONTO, coisa que parece agradar demasiado à “inteligência” liberal.
    Quanto ao miserável controlo da informação, quando ele existe, então que se critique com o máximo de violência legal que seja necessário. O que não se entende, são as críticas aos órgãos de comunicação social do Estado, e elogios ao governo liberal que os gere, mal, como a “inteligência” liberal assume. Ou seja, para um liberal exacerbado, o governo liberal, também exacerbado, é bom, embora faça uma má gestão do património! Decidam-se, gaita!

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  4. 24 Janeiro, 2012 13:35

    Há séculos que se sabe isso.
    Não há novidades?

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  5. 24 Janeiro, 2012 14:05

    “Ainda acham que o Grupo de Trabalho não tinha razão quando escreveu que temia “em especial pelo modelo de informação que o Governo aparenta defender, por considerarmos que permitirá perpetuar a influência, quando não a interferência, do poder político, quer na televisão e na rádio públicas, quer na agência de notícias”?”

    Mas não foi este o grupo de trabalho que defendeu que a informação que passa para o exterior, via RTP internacional, deveria estar sob o crivo do governo, mais precisamente do Ministério do Negócios Estrangeiros? Se a resposta a esta pergunta for sim, não vejo que autoridade moral lhe sobra para falar sobre este assunto.

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  6. pedro permalink
    24 Janeiro, 2012 14:13

    JMF: concordo em geral com aquilo que disse e reconheco-lhe autoridade para falar e escrever com escreve.
    Porém, o sr Pedro Rosa Mendes não pode fazer aquela crónica , por sinal excelente, aos microfones da rádio oficial do estado português.Temos de ser pragmáticos chame-lhe auto-censura ou estado de necessidade , as condições em o Engenheiro deixou o país ,não nos permitem morder na mão de um país que acolhe 100000 compatriotas nossos e que tão importante é ,para que ,o sr Pedro Rosa Mendes e outros funcionários da comunicação social do estado continuem a receber os seus vencimentos. Por outro lado lado ,também reconheço que o Sr Relvas tem de deixar-se destas merdas ,caso contrário, o sr Passos tem de ir também estudar para Paris.

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  7. Outside permalink
    24 Janeiro, 2012 14:37

    JMF, não obstante discordar da maioria do seu pensar bem como do seu discurso, elogio-lhe o post, tão só porque é coerente em matérias que nos são muito afectas: A isenção/imparcialidade/idoneidade inerente à prática jornalistíca, no que aos seus intervenientes/actores individuais e colectivos/empresariais diz respeito. (ponto)
    Sócrates e os seus 400 gatunos foram, com todo o direito e justiça, criticados por “ás claras” influenciarem as políticas editoriais de orgãos de imprensa. Seria uma hipocrisia abjecta não emitir opinião sobre este caso agora descaradamente conhecido. A desculpa dos responsáveis, a mesma sempre a mesma, “foro edtorial”.
    A podridão é transversal e não tem côr, transparente nos interesses, compromissos e “amizades”.
    Bom post.

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  8. Zé da Póvoa permalink
    24 Janeiro, 2012 15:07

    Creio ser a primeira vez que me revejo, embora parcialmente, na opinião do jmf.
    A ideia de chegar ao pote parece que está a mostrar-se inviável e então o sr.jmf trata de espernear
    para todo o lado !!!

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  9. Karipande permalink
    24 Janeiro, 2012 15:08

    Eu escrevi isto no Novo Jornal em Luanda saído na edição de 20/1/2011
    http://recordacoescasamarela.blogspot.com/2012/01/sabes-quando-estas-escrever-uma-coisa-e.html

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  10. 24 Janeiro, 2012 15:51

    Esta manhã, ouvi nessa rubrica da Antena 1 um chorrilho de disparates debitado por uma tal Raquel Freire (?).
    Segundo a “cornista”, este Governo não representa o País e a actual situação é de fascismo puro e simples.
    Quem representa o País, portanto, não é quem teve, em conjunto, mas de 50% dos votos, mas o BE, por exemplo. E democrata era, com certeza, o defunto Botas.
    Ora, porra. Com “cornistas” assim bem pode a Antena 1 limpar as mãos à parede.

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  11. Arlindo da Costa permalink
    24 Janeiro, 2012 16:31

    Também na RDP foi cancelado um programa onde se dizia mal de Angola…

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  12. J. Madeira permalink
    24 Janeiro, 2012 16:58

    Se este “post” é colocado com seriedade…conclui-se que jmf1957 é ingénuo ou naif !
    Todos sabemos que tanto a RTP como a RDP estão sempre ao serviço do governo de turno!
    Por outro lado, não contribui para a sua eventual reabilitação face ao poder instituido,
    após o afundanço das inventonas de Belém, deverá ser mais expedito se quer ter uma chance!!!

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  13. Zebedeu Flautista permalink
    24 Janeiro, 2012 17:37

    É pegar no Otelo e nos indignados e em força para Cabinda. Pode-se também formar uma tropa de elite liderada pelo Tenente-Coronel Brandão Ferreira comandar os cabeças rapadas indignados.

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  14. 24 Janeiro, 2012 19:26

    a) Há bons exemplos por essa Europa fora de serviço público e independência jornalística. Não acredito que se auto excluam.
    Veja-se o recente vídeo de protesto dos jornalistas da ORF (canal público austríaco)para se perceber que é possível críticar o orgão para o qual se trabalha sem sofrer represálias. O link em inglês é seguinte: http://www.austriantimes.at/news/General_News/2012-01-18/38859/ORF_You_Tube_protest_against_SPOe_goes_viral

    b) O que está aqui em questão é uma enorme cobardia face ao regime execrável angolano. Nas ruas de Luanda diz-se meio a sério, meio a brincar, “um dia tudo isso (Portugal) será nosso”. Enquanto os políticos angolanos se continuarem a comportar como abutres e os petrodólares esmagarem qualquer resquício de decência ou consciência de nos portugueses continuaremos a assistir a atentados destes à liberdade de imprensa, de crítica, de pensar.
    Pessoas com a coragem do Pedro merecem uma profunda vénia.

    A crónica na íntegra e sem censura aqui
    http://camalees.wordpress.com/2012/01/24/a-cronica-da-polemica/

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  15. bulimunda permalink
    24 Janeiro, 2012 20:05

    Pois olha o que diziam do xuxa mor e do CHAVEZ!!..e isto já alguém se lembra..
    JÁ NINGUÉM SE LEMBRA QUE O JOAQUIM LETRIA FOI POSTO FORA DA ANTENA 1 VAI PAR UNS ANOS POR TER FEITO UMAS AFIRMAÇÕES PESADAS SOBRE OS E SENHORES DE ANGOLA? MEMÓRIA CURTA..MUITO CURTA…
    http://bulimunda.wordpress.com/2012/01/24/filme-the-age-of-stupid-a-era-da-estupidez-o-pior-e-que-pensamos-sempre-que-os-estupidos-sao-os-outros/

    joaquim Letria GC C (n. Lisboa, Novembro de 1943), jornalista português, foi fundador do semanário “Tal & Qual”.[1] Apresentou na RDP Antena 1 o programa Cobras e Lagartos, que provocou uma crise diplomática entre Portugal e Angola em 1996 pelo facto de Letria ter proferido expressões e emitido juízos considerados ofensivos para os dirigentes angolanos.[carece de fontes]
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Letria

    Na rádio, o seu último programa foi Cobras e Lagartos na Antena 1, de onde viria a ser afastado devido a uma polémica sobre Angola.
    http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=987452

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  16. Pi-Erre permalink
    24 Janeiro, 2012 21:14

    Este também era da Ala Liberal, como alguns que andam por aí a promover a exportação, exportação, exportação de… pastéis de nata:
    .
    “A democracia económica postula a intervenção de todos na determinação dos modos e dos objectivos de produção, o predomínio do interesse público sobre os interesses particulares, a intervenção do Estado na vida económica e a propriedade colectiva de determinados sectores produtivos; pressupõe ainda a intervenção dos trabalhadores na gestão das unidades de produção.”, Francisco Sá Carneiro (Congresso do PSD, 1974)

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  17. licas permalink
    24 Janeiro, 2012 21:57

    Oh! Oh! Oh!
    Mudam-se os tempos
    Mudam-se as vontades,
    O Mundo é feito de mudanças . . .

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  18. Buiça permalink
    25 Janeiro, 2012 00:02

    Talvez seja altura de se acabar com a hipocrisia de um órgão de comunicação detido pelo Estado poder criticar abertamente esse Estado sem ser obrigatório pelo menos o exercício do contraditório no mesmo espaço em simultâneo.
    Na SIC não se critica abertamente Balsemão, na TVI não se diz mal da Prisa, no DN ou JN não se fala abertamente das dívidas ou despedimentos das empresas da Zon. Até a BBC se abstém de critérios informativos duvidosos no telejornal e reserva eventuais críticas ao governo ou à coroa para programas de opinião da exclusiva responsabilidade dos editores desses programas.
    Mais, numa época em que os órgão de comunicação social podem até ser detidos por entidades de outro país, em que electricidade, gás, petróleos e em breve transportes e a àgua podem ser detidos por estrangeiros, sendo a comunicação social um efectivo “quarto poder” em Democracia e sendo os critérios editoriais os que são em qualquer outro órgão, o Estado estabelecer as directrizes que bem entender para os serviços públicos de comunicação social é um preço que eu estou muitíssimo disposto a pagar.
    Sendo a isenção hoje em dia uma farsa hipócrita, chega-me bem a pluralidade.
    Quantos mais jornais, revistas, rádios e televisões houver, cada um com o seu dono, melhor. E o Estado pode e deve ter os seus como contrapoder, como instrumento de soberania, como escola e de preferência como exemplo de rigor e profissionalismo. E com critérios editoriais aprovados pelo Estado.
    O mundo podia ser mais cor-de-rosa. Mas não é.
    Cumps,
    Buiça

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  19. Portela Menos 1 permalink
    25 Janeiro, 2012 00:45

    ora porra para a censura na Antena 1! o ministro da propaganda Relvas não dorme em serviço.

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  20. Pi-Erre permalink
    25 Janeiro, 2012 09:06

    Ó Buíça, e quando o Estado é controlado por entidades de outro país? O que é que acontece?

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  21. 25 Janeiro, 2012 09:42

    o problema não é a empresa é quem a gere.

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  22. aremandus permalink
    25 Janeiro, 2012 10:51

    Vem aí o segundo resgate;
    mas isso agora não interessa nada…

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  23. Fernando S permalink
    25 Janeiro, 2012 13:37

    3.1. Esta situação nunca teria ocorrido se a RDP e a RTP não existissem como empresas publicas. Pura e simplesmente, o Estado não deveria ter nenhum orgão de comunicação social.

    2. Não sendo assim, existindo infelizmente um sector publico de comunicação social, é natural, e até desejável, no quadro de um regime democratico, que o governo tenha uma palavra fundamental na definição dos objectivos e no funcionamento deste dito “serviço publico”. Este papel do governo começa na nomeação das administrações mas pode inclusivamente ir até à definição do quadro (objectivos e limites) em que se deve exercer a respectiva linha editorial. No fim de contas, o que existiu e existe actualmente é já o resultado de decisões que, na area da informação, sempre foram e continuam a ser de natureza politica. A ideia de que um “serviço público” desta natureza possa ser “independente” é uma utopia tipicamente socialista. O que não é aceitável não é os governos democráticamente eleitos interferirem na actividade destes orgãos de informação. O que é inaceitável é precisamente o contrário, é estes orgãos serem hegemonizados por áreas políticas e ideológicas sem que para tal exista sequer uma qualquer legitimidade eleitoral. Concretamente, é sabido que os profissionais destes orgãos são maioritáriamente marcados por uma ideologia e uma orientação política de esquerda e refletem esta adesão no produto quotidiano do seu trabalho. Assim sendo, até seria legítimo que um governo mais à direita tomasse iniciativas tendentes a equilibrar este estado de coisas. O que, na prática, está ainda muito longe de acontecer (nem vai acontecer, “don’t worry !”).

    3. Assim sendo, independentemente da posição que cada um possa ter sobre a realidade angolana e sobre qual deveria ser o posicionamento de diferentes entidades portuguesas no relacionamento com este país de lingua portuguesa (a posição que Pedro Rosas Mendes exprime é apenas uma entre várias), no contexto actual não me parece chocante nem a fórmula do tal programa da RTP sobre Angola nem a decisão de acabar com o tal programa de opinião na Antena 1 e de dispensar a colaboração de Pedro Rosas Mendes e de outras pessoas.

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  24. aremandus permalink
    25 Janeiro, 2012 13:51

    mais novidades do serviço publicuzinho:
    MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
    Gabinetes do Secretário de Estado do Ensino Superior e da Secretária
    de Estado da Ciência
    Despacho (extrato) n.o 774/2012
    Nos termos e ao abrigo do disposto nos n.os.3 e 4 do artigo 2.o e no
    artigo 6.o do Decreto-Lei n.o 262/88, de 23 de julho:
    1. É nomeada XXXXXXXXXXXXXXXXXXX para, no âmbito dos nossos
    Gabinetes, exercer funções de apoio à Rede Informática do Governo
    (RING) e de interface com o Centro de Gestão da Rede Informática do
    Governo (CEGER).
    2. A nomeada auferirá uma remuneração mensal de € 1.575,00 (mil
    quinhentos e setenta e cinco euros), atualizável na mesma percentagem
    do índice 100 da escala salarial das carreiras do regime geral da
    função pública, acrescida do subsídio de refeição que estiver em
    vigor.
    3. Nos meses de junho e novembro, para além da mensalidade referida no número anterior, será paga outra mensalidade de € 1.575,00 (mil quinhentos e setenta e cinco euros), a título de abono suplementar.
    4. Os encargos resultantes do presente nomeação serão suporta- dos
    pelo orçamento do Gabinete do Secretário de Estado do Ensino
    Superior.
    5. O presente despacho produz efeitos a partir de 28 de junho de 2011,
    e é válido pelo prazo de 1 ano, renovável, até à sua caducidade,
    con- forme o previsto na parte final do artigo 11.o do Decreto-Lei n.o
    262/88, de 23 de julho.
    11 de janeiro de 2012.

    — O Secretário de Estado do Ensino Superior,
    João Filipe Cortez Rodrigues Queiró.

    — A Secretária de Estado da Ciência, Maria Leonor de Sá Barreiros da Silva Parreira.

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  25. 25 Janeiro, 2012 14:50

    Parece que “este tempo” chegou ao fim…
    Engane-se, quem alguma vez pensou que foram as palavras arrojadas pelo jornalista Pedro Rosa Mendes no passado dia 18, que conduziu ao final repentino do programa “Este Tempo” na ANTENA 1. Existe um grande erro nesta matéria, pelo que tentarei explicar a verdadeira razão.
    As palavras meritórias do Pedro, foram evidentemente o melhor instrumento público, de justificação ao encerramento abrupto do programa. Mas este foi simplesmente o bode expiatório desta história que indigna o ouvinte mais insensível às indignações de … “este tempo”.Vendo bem, e de preferência com óculos de massa, o verdadeiro alvo a atingir quando se decidiu extinguir o dito programa foi apena um: a “pensadora revolucionária e mediadora” Raquel Freire, realizadora nos tempos livres. Entre todos os intervenientes no programa, esta é sem dúvida a que consegue elevar melhor as suas palavras ao “nada”, num preocupante e repetitivo chocalhar de ideias, despejadas de conteúdo. Este “nada” previamente estudado e seguramente pensado dentro de uma estratégia revolucionária com alcance de nível Mundial, começou a atormentar a vida e as familias dos senhores do mundo.
    Segundo informações fidedignas, numa cooperação entre o Pentágono, a CIA e a NASA, onde as traduções são feitas por um açoreano que evita desta forma a deportação, ficou demonstrado que Sra Freire através das suas crónicas políticas radiofónicas, conseguia conceber na atmosfera pessoal um “buraco negro” idiológico imensurável. O fenómeno em parte inquietante consubstanciava silenciosamente, não apenas às consciências obtusas dos portugueses mas, uma panóplia de residuos e poeiras perdidas na atmosfera, originando, sem qualquer originalidade, um aglomerado de novos burgueses de esquerda “SOARISTAS”, sem soluções continuamente vazios e além disso de ideais precários.
    Após o alerta e lógicamente preocupados com a futuro da bovinidade portuguesa a direcção da RDP e alguns administradores, do qual eu tive o previlégio de fazer parte, decidimos por unanimidade encerrar o programa. Lamentamos aqui a perda do excelente profissional Pedro Mendes, para poder não lamentar a vitória sobre o “nada”.
    …outra coisa! A censura em democracia é relativa, se tentarmos comentar um artigo no Blog 5 dias, escrito pela camarada Freire podemos ter a sorte de este não ser publicado. Porque será?

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