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INCÊNDIOS – Organizem-se

26 Agosto, 2013

A limpeza das florestas deveria ser permanente, utilizando todos os recursos públicos e meios humanos disponíveis. Sob a coordenação local das corporações de bombeiros, nela deveriam participar os próprios bombeiros e, consoante a região, também as Forças Armadas e de segurança, bem como alguns dos milhares de funcionários do inútil Ministério da Agricultura. Cada corpo de bombeiros seria responsável por uma área geográfica e o seu desempenho seria avaliado e pago em função dos incêndios que evitassem e nunca, como hoje e de forma perversa, pelo número de horas de combate a fogos.

Como se financiaria o sistema? Desde logo, com o que já se gasta nas campanhas de combate a incêndios, que incentivam os próprios incêndios, ao enriquecerem as empresas que se alimentam deste negócio. A que deveria acrescer a receita obtida com a comercialização da biomassa resultante da limpeza das matas. E também os lucros que o estado português teria com o acréscimo de absorção de carbono pela floresta, aumentando assim as contrapartidas nacionais no mercado mundial de emissões de carbono. Por último, com uma parte do imposto sobre os combustíveis. Pois é à floresta, que absorve parte da poluição produzida, que devem ser consignados os impostos de quem polui, como consagra o princípio do poluidor pagador.

(escrito em 2010)

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80 comentários leave one →
  1. joao permalink
    26 Agosto, 2013 13:13

    sim,sim como se fosse possível limpar a área total de floresta em Portugal, por essas serras e montes foras. Botar faladura é fácil principalmente vender ilusões…como um putativo candidato que prometeu alcatifar Portugal caso vencesse as eleições. E porque não ?

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    • Manuela Moutinho permalink
      26 Agosto, 2013 18:42

      Não sei se seria assim tão difícil! Portugal não é assim tão grande. Dou uma ideia: peguem nos presos, atados com correntes e metam-nos nas matas. Em vez de estarem com cama mesa e roupa lavada, TV, jogos e muitos com celas de luxo. “Têm mais mordomias, que muitos a trabalhar e a sustentarem a família, e mesmo assim são felizes, só porque têm emprego”.

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    • und permalink
      26 Agosto, 2013 19:29

      é possível sim senhor

      dá cabo é da biodiversidade né

      mas são apenas uns milhões de hectares

      mesmo nas zonas semi-densas de 100 a 200 tones por hectare

      dá apenas umas centenas de milhões de toneladas das quais retirando 10 a 20%

      resolve-se o problema

      ou seja remover uns 80 milhões a 150 milhões de toneladas de biomassa

      ou queimá-la preventivamente

      ou vendê-la para lenha para palha e para celulose e madeira

      nas zonas perto das linhas férreas implicariam uns 6000 vagões para transporte

      semanal 2000 kilotones durante 20 semanas

      agora 6000 carruagens em grupos de 20 implicam 300 comboios semanais

      o que é um poucochinho exagerado e vai atrasar a circulação bué

      a restante biomassa necessitaria de uns 30,000 agricultores e madeireiros com uns 6000 tractores e buldozers ou máquinas de rastro na tgerminologgia deste verão

      o problema não é o pessoal para o fazer

      nem os incentivos ….pois a mata tem valor e inda há bandos de rapineiros a dedicarem-se ao corte de lenhas em matas alheias

      o problema é coordenar essas matilhas de gentes esfaimadas e idosas para que não se matem à cachaporrada por uns meros centos ou milhares de lucro por hectare

      o cadastro da propriedade que está por fazer desde os capoulas que eram santos

      tamém ajudava

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  2. André permalink
    26 Agosto, 2013 13:30

    Finalmente um texto com o qual concorde plenamente neste blog. Infelizmente aquilo que está implícito neste texto é que se rentabilize os meios que o Estado dispõe, ora, o autor esquece-se que atualmente a principal preocupação do Estado é destruir esses meios, pelo que aquilo que é sugerido pelo autor é uma simples utopia.

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    • Rafael Ortega permalink
      26 Agosto, 2013 15:43

      O Estado tem muita gente sem fazer nada nas prisões.
      Uma enchada para cada um, acorrentados pelos tornozelos e bem vigiados para não fugirem, limpavam as matas sem problemas (e têm o tempo todo do mundo para o fazer).

      Meios há, não há é vontade.

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      • André permalink
        26 Agosto, 2013 16:06

        A sua última frase só comprova aquilo que eu disse.

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      • und permalink
        26 Agosto, 2013 19:40

        e só tens 17 anus? bolas deves ser um prodígio de idiotice

        ou seja de cidadania sem meter a mão na pública cousa

        tu nã disseste nada men ti ro so

        tu escreveste que remover por meios estatais 100 milhões de toneladas é poss+ivel

        ora mesmo a um custo de transporte de 5 litros de gasoil por tonelada

        e isso falando de transporte relativamente próximo do local de valorização da biomassa

        implicaria uns 500 milhões de litros

        é mais do que o exército gasta por ano …..

        a preços correntes seriam mesmo descontando os impostos sobre o fuel

        umas 3 vezes o que se gasta em combate a incêndios

        sem contar com o desgaste da maquinaria estatal

        já no privado há centos de milhares de veículos para o fim em causa

        e centos de milhares de desempregados

        de resto importámos fardos de 25 kilos de palha de espanha na última seca

        quando havia centenas de milhares de toneladas em terras onde a aveia brava cresce e arde todos os verões

        A. fatua é Avena fatua

        se bem que Andre fatwa também servisse

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      • und permalink
        26 Agosto, 2013 19:41

        e escreve-se enxada ó español

        sai cada enchada de gallegos

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      • Tiradentes permalink
        26 Agosto, 2013 21:23

        Estes senhores gajos são de uma clarividência atroz. As fontes de informação deles são o Avante como literatura económica e financeira, a Caras como sociologia e o CM tratado de organização social.
        “Atão” não é que querem ver os presos agrilhoados com “enchada” na mão? Mas eles acham que estão em Cuba ou na Coreia do Norte? será que preferem o Salazar? Depois é rentabilizar os meios do estado que agora estão a destruir. Quem sabe talvez eles nunca tenham sido rentabilizados porque….bem porque ….estavam a construí-los (?). Entretanto nas horas vagas são defensores dos direitos dos manos ou humanos,da reintegração dos presos nas sociedade pois ela é que é a culpada, principalmente esta sociedade capitalista burguesa neoliberal etc.
        É a total “coltura” do Big Brother.

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      • André permalink
        27 Agosto, 2013 07:05

        Tiradentes, quando falei em meios do Estado não falei só em trabalho comunitário (embora isso exista em muitos países liberais, como os EUA), referia-me principalmente ao Exército e à Força Aérea, ambos a ser reorganizados (como sabemos, na novilíngua deste governo, reorganizar significa colocar em estado de anarquia como irrevogável significa algo que é facilmente esquecido e como tal, perfeitamente revogável). Quanto a trabalho comunitário, bem, é uma opção, há outras. Não sei até que ponto se deve substituir a função pública por presidiários (mas tendo em conta a quantidade de gente que nas escolas está a substituir funcionários públicos, mas que está desempregada…).
        Por acaso não leio o Avante!, geralmente costumo ler o Público (o meu pai compra todos os dias), o Expresso e a Visão aos fins de semana e o Diário Económico quando interessa (a minha mão geralmente também o compra, por causa do trabalho). Presumo que tudo isso seja perigosa propaganda comunista, sendo dois deles made in Pinto Balsemão e no último até a Helena Matos participa de vez em quando.
        O Correio da Manhã (presumo que é a isso que se refere com CM), só li uma ou duas vezes, menos do que o SOL, mas considero-os ao mesmo nível (embora em patamares linguísticos e intelectuais distintos).
        Mas então assume que o melhor é destruir os meios do Estado? Grande ideia, espero que more numa área rural e que a sua casa arda rapidamente consigo lá dentro. Quanto aos bombeiros, não vale a pena aparecerem, afinal, quando eles apareciam lá não estavam a ser rentabilizados…

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      • Tiradentes permalink
        27 Agosto, 2013 08:10

        André.
        Nunca vi um salta-pocinhas argumentaivo como vc.Quem fala na destruição dos “meios do estado” é vc. Eu só corroboro a sua firmação que sendo preciso “rentabilizá-los” (expressão sua) e interrogo-me porque será que em vez de destruir, quando estavam a “construir” nunca foram rentabilizados.
        Quanto ao “trabalho comunitário” precisa definir também o que isso é. As palavras são lindas ditas na generalidade….rentabilizar…..comunitário…..é assim tipo…. pôr as pessoas do rendimento mínimo a limpar matas? os do subsídio de desemprego? os condenados? Lembra-se do que disseram sobre o facto de quererem esse trabalho por parte de quem queria que os beneficiários do RSI fizessem meia dúzia de horas desse tipo de trabalho? Saberá quantas estruturas e meios serão necessários para o pôr em pratica? mais meios do estado? ou seja …mais impostos a cobrar para a construção dos meios do estado?
        Quanto aos seus desejos sobre a minha pessoa que possa arder dentro da casa, desde já lhe agradeço mas lembro-lhe que, mesmo citadino, basta pegar fogo num desses jornais comprados pelo seu paizinho lhe pode acontecer o mesmo e que rentabilize nessa altura os seus meios do estado.

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      • André permalink
        27 Agosto, 2013 08:53

        O exemplo prático sobre a utilização dos meios do Estado que anteriormente nunca tinham sido rentabilizados (“Quem sabe talvez eles nunca tenham sido rentabilizados” e “interrogo-me porque será que em vez de destruir, quando estavam a “construir” nunca foram rentabilizados.”) tocou-o? Eu apenas mostrei que há situações em que o Estado rentabiliza os meios, dando um toque pessoal para o exemplo ser mais emotivo, nada de especial para um “salta-pocinhas argumentativo”.
        Não, não sou a favor de colocar pessoas sem preparação a limpar as matas (provavelmente aquilo ficava pior), sou a favor de colocar militares que estão nos quartéis a tratar de papelada e afins (e alguns, de vez em quando, a brincar às simulações de guerras com material obsoleto) a limpar as matas do Estado (e dos privados, sob pagamento caso esses queiram).
        Quanto a trabalho comunitário de presidiários, não sei até que ponto será viável, pelo que se deve estudar aquilo que já se faz noutros países e só depois tirar conclusões. Como disse anteriormente, colocar beneficiários de subsídios a fazer o trabalho de funcionários públicos não é inédito. Nas escolas, muitas das funcionárias estão lá através da segurança social. Não sei até que ponto também será viável o Estado boicotar postos de trabalho existentes usando pessoas que deveriam estar no mercado de trabalho (se realmente aqueles funcionários são necessários, não era mais fácil contratá-los e diminuir os números do desemprego?).
        Ainda assim, colocar beneficiários do RSI a fazer uma ou duas horas de trabalho comunitário por dia em tarefas designadas pelo município poderia ser algo interessante (ainda que, continuo a dizê-lo, fosse melhor empregar aquelas pessoas, visto estarem a realizar funções necessárias).
        De momento lembro-me de uma série de jardins municipais em que dava jeito alguma manutenção de vez em quando, ou podia-se colocar os beneficiários de RSI a verificar os veículos estacionados ilegalmente, essas pequenas coisas que podiam rentabilizar essas pessoas para os municípios (tornando até possível uma redução de despesa para a segurança social e, em casos como a fiscalização de estacionamento, aumento de receitas para os municípios).

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      • Tiradentes permalink
        27 Agosto, 2013 12:53

        Quanto a militares vê-se perfeitamente que não sabe minimamente do que está a falar. Além de eles hoje em dia serem cerca de 20.000 nos três ramos das forças armadas com uma piramide invertida de gente velha e graduada e altamente graduada,não chegam sequer para por os motores a trabalhar. Nunca o tal estado rentabilizado teve coragem depois da guerra colonial de as reestruturar também porque as chefias (generato e coronelato) ( até a sargentada ) tinham e tem direitos adquiridos constitucionalmente irrevogáveis. Tem uma ideia de militares que não existe. A única “rentabilização que o estado fez foi colocar essa gente em lugares de chefia em federações desportivas, em bombeiros, na PSP e na GNR.Isto além de que militar não é formado em bombeiro e se querem em vez de militares bombeiros transformem os quarteis militares e ponham lá sirenes de bombeiros.Falar assim é falar de alhos e responder em bugalhos. De gente que talvez leia até o Expresso na secção de economia do Nicolau Santos com o seu belo convidado delegado da ONU para o sul da Europa Artur Batista, burlão convicto e reincidente.
        Em concreto quando se fala das coisas começar por dizer que não sei que tem de se estudar e coisa e tal é .ou pode ser muito lindo, mas em concreto é coisa nenhuma.
        É afinal, e confirma-se um processo de intenções que não passam disso mesmo, carimbados de supostas ideias altruístas que, normalmente quando são postas em prática pelo tal estado edílico com que sonha representam mais despesa , mais funcionários, mais estruturas, mais chefias, mais estudos, mais projectos …..tudo pago pelos contribuintes líquidos e cada vez mais e mais e mais, até estrangularem totalmente a sociedade.
        Foi aliás essa a ideia do politicamente correcto que levou e levará para os próximos 30 anos a falência do estado. Isso é que foi a rentabilização estatal.
        Veja só o exemplo da educação.Depois do 25A com a democratização do ensino o número de alunos aumentou exponencialmente (felizmente digo eu) e “rentabilizando” o estado foi construindo escolas em tudo que era ermo com pavilhões gimnodesportivos com 100 ou 200 alunos mais uma catrefa de professores contratando uns atrás dos outros e deixando na prateleira 20% deles que por uma razão ou por outra tinham horário zero. Somando a estes a taxa de absentismo legal e protegido pelos direitos constitucionalmente irrevogáveis rondava taxas superiores a 12% diáriamente pelo que, a taxa de rentabilidade por si tão querida e falada era de diáriamente cerca de 30% da força de trabalho nessa área estar “ausente”.Junte-lhe a isto a quebra da taxa da natalidade desde os anos 90 do século passado com uma quebra no ensino básico de 10.000 alunos anualmente e veja como o seu edílico estado “rentabilizou” os meios materiais e humanos que tinha (e ainda tem)….qualquer dia se não se põe a pau ainda tem mais professores que alunos.A última “rentabilização” estatal neste sector foi a dos agrupamentos escolares socratinos maria de lurinhas e prosseguida pelo cratismo. “Rentabilizou” empreiteiros, escritórios de arquitectura, com marmores e candeiros do Siza a 20 mil euros cada um. Segundo a ministra tinha sido uma festa. Pois foi uma festa que os portugueses vão ter de pagar.
        É a tudo isto que chama rentabilizar, pois é só assim que os estado funciona pois o dinheiro não lhes custa. Não tem de trabalhar para ele lhe cair no bolso bastando apenas cobrar aos outros.
        Mas pronto…lá vc descobrirá algum estado sonhado que rentabilize altruísticamente segundo as ideias apanhadas no ar pelo politicamente correcto, rentabilize, dizia eu, o dinheiros dos outros.

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      • André permalink
        27 Agosto, 2013 13:33

        Sabe, o pai da minha namorada é coronel. Em tempos (até há cinco anos atrás) ele era um operacional. Esteve na Jugoslávia, no Kosovo, no Afeganistão, no Iraque, etc. Depois mandaram-no para um quartel no Algarve, el foi (embora dissesse que ele não era feito para aquilo), depois mandaram para esse quartel outro coronel e disseram-lhe que ele tinha de ir para a reserva. Só se esqueceram de um pormenor: ainda lhe faltam uns anos. Então mandaram-no para uma secretaria fantasma no Estado Maior das Forças Armadas, onde ele põe os pés uma vez por semana (se tanto). Aqui tem um bom caso de um oficial que até era um operacional, mas que foi colocado sem fazer nada porque se recusou a fazer cortes nas despesas, agora, anda como muitos outros a brincar aos soldados. Fazem bem…
        Quanto ao que diz das escolas, só posso falar do meu caso pessoal: na escola onde eu andava havia cerca de 1000 alunos (só 10.º, 11.º e 12.º anos). Este ano letivo o ministério achou que havia professores a mais na escola. Resultado (de acordo com uma professora da mesma escola, que mora na casa em frente à minha): este ano a direção geral duma coisa qualquer que manda naquilo mandou abrir turmas de 45 alunos no 10.º ano. A direção abriu as turmas, há de haver espaço nas salas e encarregados de educação que aceitem essas condições. Como vê, de novo o Estado prefere cortar a direito em vez de rentabilizar os meios (se por acaso as aulas não começarem a tempo, fica tudo sem problemas, até dá jeito).
        Mas Tiradentes, esquece-se de algo muito importante. Colocar as coisas a funcionar só requer mais chefias porque neste país por cada coisa que se faça são precisos dois boys do partido do poder. No fim dão conta de que as pessoas não conseguem trabalhar. Mas não faz mal, a culpa não é do sistema feito pelos corruptos no poder, a culpa é da Constituição, do socialismo, de partidos que nunca governaram, é de tudo, menos daqueles que bloqueiam sistematicamente o sistema. Mas tenha noção duma coisa, essas pessoas vão continuar a existir com um Estado grande ou com um Estado pequeno (e os impostos vão sempre aumentar), a difernça é se vão roubar mais dinheiro com menos serviços (porque vai sempre entrar a mesma quantidade de dinheiro), ou se menos dinheiro com mais serviços. De resto, não confie que em Portugal haja um sistema onde se pague baixos impostos, o PSD, PS e CDS-PP nunca deixariam, porque vivem do dinheiro que os seus boys conseguem arrecadar.

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  3. Fincapé permalink
    26 Agosto, 2013 13:52

    Boas soluções a que se poderiam acrescentar outras.
    Porque diabo o país não incentiva a criação de caprinos e ovinos por essas florestas fora, sendo que além da produção de carne com fartura ajudaria a uma grande parte da limpeza junto das povoações?
    Porque diabo têm os incendiários (os poucos que são condenados), que dizem custar quase 50 euros por dia, de estar a comer à conta do orçamento em vez de cuidarem da floresta, devidamente vigiados?
    Porque diabo os governos se põem de cócoras perante os interesses que pretendem manter o atual estado da floresta e não obrigam a outra ordenação com plantação de árvores menos suscetíveis aos fogos?
    Os fogos são um retrato fiel de uma classe política inominável.

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    • licas permalink
      26 Agosto, 2013 18:47

      Então, então o Ministério da Agricultura é ____inútil?
      As horas de combate aos fogos_____não seriam pagas . . .
      Pagos seriam ___os incêndios evitados____assim a modos que:
      o ano passado houve aqui incêndio. este ano não ocorreu nenhum, logo ___. . .
      Não se vende lenha queimada às Empresas porque____enriquecem . . .
      Sabe, PauloMorais, tal como o seu homónimo é uma *cabecinha pensadora* . . .

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      • licas permalink
        26 Agosto, 2013 18:57

        Fincapé HIPERLIGAÇÃO PERMANENTE
        26 Agosto, 2013 13:52
        Boas soluções a que se poderiam acrescentar outras.
        Porque diabo o país não incentiva a criação de caprinos e ovinos por essas florestas fora, sendo que além da produção de carne com fartura ajudaria a uma grande parte da limpeza junto das povoações?
        ___________

        E se caga cabra levasse no lombo _____um pulverizador cheio de água?
        Combatiam os incêndios, borrifaxam o mato seco____um primor de solução.
        E essa de ovelhas comerem mato? Genial! Seria preciso uma extremada
        *educação cívica dos quadrupedes só possível com a indispensável adesão de Maioistas, Stalinistas, professores . . .

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      • Fincapé permalink
        26 Agosto, 2013 20:09

        Ó caro licas, então não sabia que a atividade pastorícia ajuda à limpeza e vigilância das matas?
        E olhe que as suas ideias também não são más de todos! Mereciam a fogueira de ouro.
        Defina-me mato, licas. Acha que mato é uma determinada espécie vegetal? 😉

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      • ora permalink
        26 Agosto, 2013 20:17

        uma ovelha ou cabra come muita biomassa combustível

        a community is INEFFICIENT during prevention e kombat e durante jimmy durante recovery and reconstruction because it HAS NOT LEARNED from either the current experience or the cumulative prior experiences

        e ovelha ou cabril deixa caganitas que dão um combustível sofrível e que mineraliza rapidamente se lhe chover em cima

        mato é um termo que designa em muitas onas ó jonas espécies herbáceas e arbustivas de valor económico residual na agri-indústria das palhas e celuloses

        a recolha de resina e as podas regulares dos pinheiros e recolha das pinhas ajudavam a manter baixa a carga flamável ou inflamável na nova graphia

        100 toneladas de pinhas têm mais poder energético que 100 toneladas de mau carvão do pejão

        e tem muito menos sulphur

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  4. Tiro ao Alvo permalink
    26 Agosto, 2013 14:01

    De acordo, como o proposto.
    Todavia, devo referir que não é necessário limpar “toda” a floresta, mas apenas as áreas necessárias, quer para a sua manutenção, quer para o combate eficaz de eventuais incêndios, que sempre hão-de acontecer – não é possível prender todos os pirómanos e temos que contar sempre com os inimputáveis.
    Fundamental é conhecer os donos dos terrenos e agir tendo em vista o melhor aproveitamento da terra e o combate à indústria de apagar incêndios que, nas últimas décadas, se instalou em Portugal.
    À boa pergunta, onde se vai buscar o dinheiro, eu responderia assim: primeiro, aos donos dos terrenos abandonados, aumentando de forma excepcional e significativa o IMI – neste momento 80 cêntimos, em média, por hectare, ou seja, menos de 1 euro por uma área semelhante a um campo de futebol; depois, ao produto dos resíduos da floresta que facilmente poderiam ser transformados em biomassa; por último, no valor da redução que, de certeza absoluta, se iria fazer no valor que hoje é destinado a combater os fogos.
    Como disse, antes de mais nada, é necessário fazer o cadastro dos proprietários dos terrenos, parecendo-me fundamental envolver nessa tarefa as autarquias locais, preferentemente as juntas de freguesias, interessando-as na resolução do assunto, nomeadamente assegurando-lhes uma boa parte do valor das expropriações dos terrenos abandonados há mais de 15 anos, p.ex., agora representando perigo de incêndio para os vizinhos.
    E, claro, envolver sempre os Bombeiros nessa patriótica missão de defender as nossas florestas – tanto no inverno, fazendo a prevenção, como no verão, combatendo os inevitáveis incêndio, tudo com os equipamentos mais adequados hoje existentes.

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    • Fincapé permalink
      26 Agosto, 2013 18:32

      Algumas asneiras que se dizem para trás, se fosse possível transformá-las num produto antifogo, dariam para salvar o país.
      Por um lado, não se sabe de quem são os terrenos, por outro, mandam-se os proprietários limpar. Por um lado, os culpados são os proprietários, por outro, somos todos nós.
      Enquanto alguns pedem que se deixe arder, outros querem os idosos proprietários que mal sobrevivem a limpar matas.
      Curioso é ninguém defender leis a reorganizar a floresta, acabando com os favores a interesses suspeitos, porque isso é liberal. Desde que me lembro, é o ano em que, apesar de grandes incêndios e mortes de bombeiros, menos críticas vi ao governo. É também o ano em que menos se veem governantes a darem a cara junto dos bombeiros. E é também o ano em que nem o presidente fala no assunto.
      Porquê? Porque os culpados somos todos. Pode estar o governo descansado. 😉
      http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=67823

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      • Hawk permalink
        26 Agosto, 2013 19:55

        E alguém acredita que se o Estado, municípios, ou juntas de freguesia expropriassem ou tomassem posse administrativa de todas as matas do país os fogos iam acabar? Provavelmente iriam era aumentar.

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      • Fincapé permalink
        26 Agosto, 2013 20:34

        Tem razão, Hawk. Mas não é isso. No geral, há uma grave falta de gestão da floresta portuguesa. As grandes extensões, ainda por cima com espécies que facilitam a propagação dos incêndios, aceiros insuficientes, abandono, reduzida atividade pastorícia, esgotamento de reservas aquíferas, principalmente devido ao eucalipto, a escassa discussão pública, exceto no período de incêndios, e outros motivos contribuem para o elevado número de incêndios que tornam Portugal campeão entre os países do sul. Poderia aprender-se com aqueles que sabem.

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      • ora permalink
        26 Agosto, 2013 20:45

        o esgotamento dos aquíferos superficiais de recarga anual pelas chuvas

        não é causa dos eucaliptos globulus ou outros

        e sim da compactação dos solos

        e os aquíferos profundos de água fóssil percolada há milhares de anos não é pescada pelo velame do arvoredo

        e é tão abundante que em 50 anos de sobre-exploração inda só fez abater lisboa uns escassos decímetros

        e quem quer ser pastor por 100 ou 150 euros semanaes ahn?

        pastorícia com robôs é?

        gente moça quer é foder com gente

        provavelmente é uma profissão que atrai pouca gente

        inda se fossem rebanhos de tartarugas era mais fino

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      • Fincapé permalink
        26 Agosto, 2013 21:14

        Está bem, ora. Respeito os teus conhecimentos, até porque subscreves ideias interessantes sobre este assunto. Mas olha que todas as nascentes que eu conhecia a partir da proliferação do eucalipto quase secaram. Claro que ninguém quer ser pastor. Mas nenhum jovem queria ser agricultor e hoje, felizmente, muitos estão a dedicar-se à agricultura. Eu não sei resolver esses problemas, mas sei ver que não há qualquer política nesse sentido. O artigo do link do Henrique Pereira dos Santos é interessante nesse sentido. Toda a gente gosta de cabrito, mas ninguém come cabrito porque é caro. E é caro porque não se produz em quantidade.
        Quanto ao phoder, não é só os jovens:
        http://comunidade.sol.pt/blogs/azurro/archive/2009/11/05/POEMA-DA-QUECA.aspx

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      • ora permalink
        27 Agosto, 2013 02:04

        ai filha é o phoder é dos jovens

        já o poder é dos fode tortugas

        as fontes secam porque andamos há 60 anos a abastecer-nos em furos artesianos

        logo os níveis piezométricos ante-diluvianos nunca mais voltarão

        as raízes pastadeiras dum eucaliptos globulus

        ou dum E saligna ou mesmo dum uro phila pila

        dum povoamento de 10 ou 15 anos sum pequerruchas e concentram-se

        as suas raízes finas nos 20 a 60 cm superficiais

        ESTIMATIVA DA BIOMASSA E DO COMPRIMENTO DE RAÍZES FINAS EM
        Eucalyptus urophylla S.T. Blake NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA-RS1
        Rudi Witschoreck2, Mauro Valdir Schumacher3 e Marcos Vinicius Winckler Caldeira4
        RESUMO – O objetivo do presente trabalho foi estimar a biomassa e o comprimento de raízes finas (≤ 2 mm de
        diâmetro), em diferentes profundidades do solo, para a espécie Eucalyptus urophylla S.T. Blake, com 10 anos de
        idade. O estudo foi realizado no município de Santa Maria-RS, no campus da Universidade Federal de Santa
        Maria. O talhão plantado com eucalipto tem 27 m de comprimento por 14 m de largura, em espaçamento 3 x 2 m.
        Foram amostrados quatro monolitos de 25 x 25 x 60 cm. Os monolitos foram divididos em seis perfis geométricos,
        nas profundidades de 0–10, 10–20, 20–30, 30–40, 40–50, 50–60 cm. A separação das raízes do solo foi por meio
        de um conjunto de duas peneiras (2 e 1 mm de malha) e jatos d’água. Na determinação do comprimento de raízes
        foi utilizado o método de intersecção, produzindo fotos com o uso de scanner. Os resultados revelaram alta
        concentração das raízes finas nos primeiros 20 cm de solo. A biomassa total de raízes finas encontradas para o
        Eucalyptus urophylla foi de 1.451,6 kg/ha, devendo ser ressaltado que 57,9% estavam concentradas nos primeiros
        20 cm de solo. Constatou-se que o comprimento total de raízes finas foi de 27.968,9 km/ha e que 64,3% destes
        estavam nos primeiros 20 cm de profundidade.
        Palavras-chave: Raízes finas, Eucalyptus urophylla e nutrição florestal

        é ir fazendo um talhão com o manel e meça as esgraçadas

        ok

        se quiseres pá faço-te umas teses ou tesões de doutora a momento por uns meros 2 aeurros por parágrafo

        sobre eu calyptus ou sobre outra merda qualquer

        menos futrebol….pede ao portela quelle tem doutoramento in futrebolha quântica

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  5. Oscar Maximo permalink
    26 Agosto, 2013 14:02

    Sim, e até digo mais, porque não limpar a Amazónia para ela não arder? Quando for tudo desertificado a sério até se pode despedir os bombeiros e então poupar ainda mais. Até pode acontecer não se notar essa desertificação no longo prazo dos economistas, 5 anos, mas em 50 anos e com negócio de biomassa, é mais que certo.

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  6. 26 Agosto, 2013 14:22

    Leio lá “(escrito em 2010)”.
    Pode voltar a colocar o texto em 2024, se ainda houver alguma coisa para arder.
    Em adenda:
    A primeira coisa a fazer é profissionalizar os bombeiros e deixarmo-nos de mandar apagar fogos uns voluntariosos “voluntários” amadores.

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  7. Monti permalink
    26 Agosto, 2013 14:43

    «Como se financiaria o sistema?»
    1- em Out, temos as contas feitas das despesas em 2013:
    Aviões+Viaturas dos bombeiros (e combustíveis)+ Horas de intervenção…prejuízos na floresta e populações.
    2 – Metade desta verba, numa rubrica destinada ao OE 2014:
    a) Equipamentos dos bombeiros.
    b) Dotação de meios para a Força Aérea militar: aviões e equipamentos.
    Uma esquadra de aviões na orgânica da FAP (acontece em Espanha).
    “Como se limpa a floresta”?
    Discussão bizantina.
    A maioria do pinhal e mato, sem interesse económico de maior, está ao abandono, por falta de interesse económico e ausência dos proprietários…
    Delimitar as zonas urbanas a proteger, esquecer o resto.
    “Como assegurar a limpeza”?
    Acampamentos de detidos nas prisões com guarda da GNR e assistência de bombeiros.
    “Como se vigia a floresta”?
    1- Uma rede de postos de vigilância, ocupados por voluntários.
    2- Uma pequena frota de meios ligeiros da FAP, na vigilância do território de Mai a Out.
    “Combate aos fogos florestais”
    Continua a não se ver, nas TV, um meio aéreo de comando em qq dos grandes incêndios,
    com um técnico credenciado da Protecção Civil.
    Como dirigir, orientar e controlar, corporações de Lisboa a intervir no interior centro ou norte?
    Até lá, esperemos sentados.
    PS: profissionalizar a PC e Bombeiros (difícil com esta raça), ou entregar a direcção ao Exército-Posto de Comando na BA de Monte Real.

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  8. 26 Agosto, 2013 14:57

    http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?bl=1&cid=2381&menuid=20
    http://ec.europa.eu/dgs/jrc/index.cfm?id=1410&obj_id=17540&dt_code=NWS&lang=en&ori=HPG
    “deixar arder” é a resposta mais simples de acordo com a teoria dominante actualmente, ou em voga nos Estados Unidos onde se acredita que é a natureza a regenerar-se, Os bancos, empresas, pessoas vão à falência, deixa-os ir porque o sistema não os aceita.
    Este senhor bem tem pregado
    http://www.publico.pt/cultura/noticia/goncalo-ribeiro-telles-distinguido-com-premio-da-arquitectura-paisagista-ifla2013-1590761#/0
    e de nada tem valido.
    E isto não vai ajudar em nada
    http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=668673&tm=8&layout=123&visual=61

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    • Tiro ao Alvo permalink
      26 Agosto, 2013 15:42

      Por muito que a proposta choque, deixar arder, em muitos casos, é a melhor solução. Nalgumas regiões, onde o coberto florestal tem pouco valor, o melhor mesmo é incendiar, de uma forma ordenada, determinadas áreas e deixar arder, provocando assim a renovação da cobertura vegetal, para melhor ser aproveitada para pastorícia – os nossos pastores sempre souberam fazer isso de forma competente, antes de lhes “roubarem” os terrenos baldios e de os entregarem aos cuidados do nosso Estado preguiçoso e esbanjador, que até já chamou especialistas americanos (?) para ensinar os nossos bombeiros a fazerem contra-fogos…
      O que se não deve fazer é gastar rios de dinheiro a apagar fogos que apenas podem queimar calhaus, como já se tem feito, nomeadamente nas reservas a cargo do Estado.

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  9. Jorge Araujo permalink
    26 Agosto, 2013 15:25

    bom texto,mas esperava que defendessem a floresta entregue simplesmente ao que acontecer , sem se gastar um tusto de agua, gasoil e afins no combate aos fogos ou na prevenção dos mesmos. Afinal, porque é que se há de subsidiar esse combate ? deixa arder, deixemos de xuxismos que a ideia de combate deixa transparecer , dado que admite pelo menos a ideia que pode existir uma comunidade

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  10. Manuel Rocha permalink
    26 Agosto, 2013 15:34

    Senhor Paulo Morais:

    O problema dos incêndios só serão resolvidos em Portugal quando nessa área estiver um ministro que seja detentor de uma bouça de mato . Eu tenho 4000 m de eucaliptos, se o meu amigo soubesse quando posso limpar a mata e as autorizações contraditórias ,,,,,,Há dias na TSF, pela primeira vez ouvi alguém falar dos problemas que eu sinto.. Pode continuar a escrever sobre o assunto, mas não percebe nada…..

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    • 26 Agosto, 2013 16:45

      Porque é que não coloca o assunto aos deputados que foram eleitos pelo seu círculo para eles por sua vez o debaterem na AR?
      Nunca os viu?
      Pois por isso mesmo e outras coisas iguais é que a floresta (e já agora o País) arde.

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    • und permalink
      26 Agosto, 2013 19:57

      pois tens 4.000 metros pressuponho que quadrados onde crescem eucaliptos

      meio-hectare com eucaliptos de 12 anos valem já uns tustes

      as estradas nacionaes têm umas centenas de milhares deles com mais de 60 anos que vão caindo em cima da junta autónoma

      ou ardem de vez em quando

      ora o problema da eucaliptização de todos os pedaços numa mancha semi-contínua de nord a sud é tamém um problema

      os da barragem do monte novo já iam ardendo umas 5 vezes só nos últimos 12 anos

      não é enforcando 200 atrasados mentaes que fumam e usam o isqueiro para outros fins que se resolve o problema de arderem uns 400 a 500 milhões de euros ano sim ano não

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  11. henrique pereira dos santos permalink
    26 Agosto, 2013 15:47

    Caro Paulo Morais,
    Experimente pôr uns números à frente de cada proposta que faz e rapidamente perceberá que a maior parte simplesmente não fazem o menor sentido.
    http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/tu-e-eu-e-que-gerimos-os-fogos-1603998
    henrique pereira dos santos

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    • manuel permalink
      26 Agosto, 2013 18:21

      Por ter floresta e conhecer a realidade económica/financeira da mesma ,estou muito de acordo consigo,excelente artigo.

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      • und permalink
        26 Agosto, 2013 19:59

        por ter…a floresta não se tem

        bom vendes o estere de eucaliptoo por quanto?

        mesmo quando andava a 4 contos e 500 nos velhos tempos muitos eram que não faziam cortes parciais

        preferindo cortar tudo de uma vez

        que com 4000 metros quadrados deve ser o teu caso né…

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  12. javitudo permalink
    26 Agosto, 2013 15:51

    Há gente de mais a ganhar com os incêndios e indígenas que não gostam do local onde vivem, nem sequer deles próprios.
    Os dados estão lançados, quase todos perdem.
    Os que ganham estão incógnitos, longe dos campos queimados, nas praias chiques, nas cidades cosmopolitas, nos corredores do poder, na destrembelhada oposição.
    Da extrema direita à extrema esquerda quanto pior melhor, neste jogo de miseráveis os votos também não contam, conta a cobardia dos que deixam arder, deixam roubar, deixam perverter, deixam abandalhar, deixam corromper e deixam morrer.
    Quem são?
    Somos nós.

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  13. 26 Agosto, 2013 16:33

    Todos os anos se pode dizer o mesmo: http://lishbuna.blogspot.pt/2012/09/blog-post_1008.html

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  14. José Domingos permalink
    26 Agosto, 2013 16:45

    Em Portugal, não se sabe, de quem é a maioria das terras, passara, por herança, e as cadernetas nunca foram actualizadas, principalmente por causa dos impostos, nisso o povo é muito esperto, existem terras, que ainda devem pertencer ao Rei D. Dinis.
    As terras não se limpam, porque a malta não quer saber e nas alturas dos incêndios, é um fartar vilanagem de “bocas” para os bombeiros a proteção civil e afins.
    Quando a malta for obrigada a limpar os terrenos, a coisa muda, claro que isso não se fala, não dá jeito, aos merdia e parece mal. O estado trata de tudo, Portugal está estatizado, por isso estamos na bancarrota.

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    • und permalink
      26 Agosto, 2013 19:50

      a maior parte da propriedade é ou estatal ou na mão de emigrantes que há muito se foram

      as terras não se limpam porque destrói-se a biodiversidade com esse acto

      ou x-ato

      a terra não está suja

      tem é biomassa acumulada por anos de apatia commercial

      pois a floresta e os baldios têm interesse económico

      cortes parciais programados da floresta

      em vez de cortes totais

      seriam uma fonte de rendimento fixa para proprietários que geralmente esperam por PAP’s elevados para cortar

      Perímetro à altura du pecho=PAP

      daqui a 12 anos corto….pois

      os parques naturaes como o de yellostone ou do gerês ou da serra da estrela ao terem deixado desaparecer debaixo da vegetação caminhos ruraes que tinham séculos de existência

      e ao limitarem o acesso aos ditos cujos aumentam em muito o risco potencial pois a acumulação de biomassa combustível é aí gigantesca e incontrolável

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      • Hawk permalink
        26 Agosto, 2013 20:15

        Não vejo ninguém comentar as políticas de florestação que se iniciaram ainda no tempo do Salazar. Nos anos 30, a serra da Lousã, ou a serra das Meadas (Lamego), ou a serra de Bornes (Bragança) ou tantas outras enumerar tinham apenas meia dúzia de pequenos bosques separados por grandes distâncias de terreno quase careca e os incêndios, que já existiam, nunca assumiam proporções alarmantes nem punham em risco a vida de ninguém. Depois, meteu-se na cabeça das pessoas que era preciso semear um manto silvícola para criar riqueza e vá de encher as serras de arvoredo a torto e a direito (um pouco como agora com essas gigantescas eólicas no topo de todos os montes). Os resultados estão à vista. A pergunta a fazer seria: qual é a quantidade exacta de floresta de que Portugal precisa em termos económicos, ambientais e ecológicos? Tudo o que ultrapassasse esse limite poderia ser eliminado.

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      • ora permalink
        26 Agosto, 2013 20:29

        e cria riqueza desde que haja gente para cuidar dela

        temos solos maus muitos litossolos isto é solos pouco profundos em que a cultura de arvenses

        ou seja CULTURAS ANUAIS é economicamente desfavorável face a zonas mais promissoras

        daí resultou que em muitas zonas a cultura de espécies anuais não desse sustento às populações ruraes que abandonaram a propriedade minifundiária

        a política que não foi de salazar mas acho que de João mota pereira campos que chegou a ministro em 1961 mas propôs ele e outros medidas para ocupação das terras alternativas que fixassem população nos desertos do interior

        e a índustria da resina terebentina ou aguarrás e outros produtos do pinhal

        nomeadamente pinhões que andam a 12 contos o quilo né

        a floresta protege o solo

        a campanha do trigo destruiu manto florestal e promoveu a erosão dos solos

        de resto se após um incêndio a chuva arrasta muita cousa

        e casas vêm abaixo por deslizamentos de terras

        imagina as com sequências de transformar Portucale numa imensa ilha da madeira sem madeira

        para bom entendedor meio carvalho basta

        ou meio Quer cus spp.

        en tendu na tendinha

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      • ora permalink
        26 Agosto, 2013 20:33

        ou em simplex

        eliminar 1000 milhões de toneladas de carbono

        dava-nas cá uma factura

        e daqui a 10 anos cresciam de novo mais 1000 milhões de material lenhoso herbáceo que se acumula em lenhina ou em manta morta humificável
        von humus fumus

        já as cinis finis encerram apenas uma fracção dos nutrientes

        alguns são volatilizáveis

        o azotum ou natrium N…..par example

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  15. Fernando Fernabdes permalink
    26 Agosto, 2013 20:06

    Ao contrário de vocês, eu não sei nada disto, por isso pergunto-vos:
    .
    1.As florestas “limpas” não ardem?
    (não aceito a resposta “ardem menos”, isso significa sim, ardem)
    .
    2.Quão mais difícil é atear um incêndio numas floresta limpa?

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  16. ora permalink
    26 Agosto, 2013 20:39

    e a florestação dos anos 30 foi residual

    começou em grande apenas na década de 60

    o pereira de campos em 57 como secretário de estado faz a lei da arborização das estradas

    que passados 56 anos continua por se saber o que se fazem a 50 anos de crescimento contínuo

    basta ver a estrada de álcacer a alevantar-se

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  17. 26 Agosto, 2013 21:38

    gostei foi da resposta de um tal alfonso à esperanza aguirre quando a mulher se queixou que os serviços de saúde eram muito caros , que não os podiam pagar : que o actual sistema politico também saia muito caro , porque não vende-lo ? 🙂 🙂 🙂 cheio de razão o homem , não compensa de todo o dinheiro que nos custa .

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    • johnas permalink
      27 Agosto, 2013 00:17

      “:) 🙂 🙂 cheio de razão o homem , não compensa de todo o dinheiro que nos custa .”
      🙂 😦 =P)

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  18. JDGF permalink
    26 Agosto, 2013 22:47

    Deixou-se o País criar assimetrias terríveis. Existem terras, baldios, leiras, montados, etc. que foram votados ao mais puro abandono. Desertificou-se o interior. Excomungou-se o ‘mundo rural’. Tornou-se quase impossível viver fora das cidades. A floresta embraveceu e tornou-se indomável. Não há políticas de desenvolvimento do interior. O emprego é residual e gravita à volta dos serviços públicos, na maioria dos casos, municipais. Construíram-se IP, IC e até autoestradas que só têm tráfico num sentido: do interior para o litoral. No interior não há vida. Vegetam idosos agarrados a pequenas hortas lutando pela sobrevivência diária. O Mundo rural implodiu. E o que sobra vai ardendo…O negócio será o carvão vegetal enquanto existirem umas sardinhas para assar. O problema dos incêndios está em vias de resolução ‘espontânea’.

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    • ora permalink
      27 Agosto, 2013 02:07

      a floresta embraveceu ó imbecil a maioria da floresta em Portugal é plantada

      havia de embravecer como se é tudo duma exoticidade tal que pouco cresce debaixo dos eu calyptus

      implodiu? foi para dentro de si mesmo?
      bolas estamos encolhendo é…

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    • Adérito permalink
      27 Agosto, 2013 09:28

      Era tão bom o mundo rural sem IP e auto-estradas, não era? Que saudades… . O JDGF, aí na sua aldeia, já pensou organizar um protesto com os seus vizinhos contra a construção da IP ou IC que passa na sua zona? Vive onde, o meu amigo? Só vejo por aqui especialistas em silvicultura e mundo rural, é isto que me irrita. O investimento público, seja em vias de comunicação, seja em construção de parques industriais, hospitais e escolas, é condição necessária, ainda que não suficiente, para o desenvolviemnto do interior. Nenhum empresário, nem nenhum habitante se fixa num concelho que não tem essas infra-estruturas, a não ser os que vão para aí da cidade fazer agricultura biológica e acham tudo muito tipico e sereno. Mas ai de um cêntimo que o Estado gaste aí. Os citadinos que pedem a construção de circulares, vias de metro, ou mais tranportes públicos na sua cidade para circularem, choram cada euro do seu bolso gasto no interior. Depois queixam-se que já não vêm os aldeões tão tipicos, com as suas hortas e os seus boizinhos. Estou farto da história das auto-estradas. Vão mas é viver para o campo, em certas zonas, saber o que é circular dezenas de quilómetros para levar o filho ao hospital mais próximo por estradas cheias de curvas. Voltavam para a cidade rapidamente e deixavam crescer o mato.

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  19. tric permalink
    26 Agosto, 2013 22:50

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  20. tric permalink
    26 Agosto, 2013 23:06

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  21. A. R permalink
    26 Agosto, 2013 23:07

    Só pode falar em limpar florestas como método eficaz quem está à secretária e passa férias de pipo ao ar no Algarve.

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      • 27 Agosto, 2013 03:17

        RESUMINDO so as raízes finas absorvem água

        as portelas mais grossas servem só de ancoragem

        logo secar fontes com 60 cm de velame

        nem no deserto

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    • ora permalink
      27 Agosto, 2013 02:28

      OK VAMOS LÁ PORTELAR A VIDA DAS GENTES OU É PROTELAR?

      A POLÍTICA PORTUGUESA EM PORTELADAS EM SUAVES PRESTAÇÕES NO VIEGAS

      BREVEMENTE PORTELAS DE POLÍTIQUICES DE MERDA

      A ABRIR EM BLOKOS E B-LOUKOS NUM ESPAÇO

      ECONÓMICO OU NÃO

      MAS DE CERTEZINHA INEXISTENTE

      PERTINHO DE SI VIRTUAL PESSOA DE VIRTUAIS IDEIAS OU I-DEI-AS

      DO SIMULACRO DAS DÚVIDAS AO SIMULACRO DAS DÍVIDAS EM 12 PORTELADAS

      OU SE CALHAR 13 PORTELADAS

      THE BLOG MANIAC

      OR EGOMANIAC IS THE SAME

      GOVERNO XUXA NA LISTA E ALL VÁ INÊS

      O SENHOR DOUTOR É UM MENTIROSO

      O SENHOR DOUTOR ESTÁ VENDIDO AOS NOSSOS INTERESSES

      O SENHOR DOUTOR ESTÁ CON GEMINADO OU CONGEMINADO COM OS DA KGB

      O SENHOR PROFESSOR PRESIDENTE NÃO OFERECEU AOS BOMBEIROS :

      A)UM CARRO COM MARQUISE

      B) DOIS EUROMILIONÁRIOS FALIDOS QUE ASSASSINAM AS SENHORIAS POR AUMENTO BRUTAL DA LEI DAS RENDAS DE BILROS

      C)TRÊS CHAIN GANG DE HOMICIDAS PARA LIMPAR A FLORESTA

      D) QUATRO TESTES PARA PROFESSORES COM TODAS AS ANTERIORES

      E)CINCO PROFE’S DE ECONOMIA PARA ENCHER O BURACO PERDÃO O DÉFICITE DE SABEDORIA ECONÓMICA NA CATÓLICA

      F) SEIS BLOGUES DE ELEGIAS A ALGUÉM QUE DEIXOU O PAÍS MAIS RICO

      G) SETE PORTELAS DE EMPRESÁRIOS EMPREENDEDORES

      DO DALTONISMO POLÍTICO AO PAÍS INAMOVÍVEL

      VAI UMA PORTELA DE VILÕES E DE VILINHAS…

      E OBVIAMENTE DE PILINHAS…

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  22. johnas permalink
    27 Agosto, 2013 00:12

    … “nela deveriam participar os próprios bombeiros e, consoante a região, também as Forças Armadas e de segurança, bem como alguns dos milhares de funcionários do inútil Ministério da Agricultura.”
    Mais que tudo, devia participar a INAPA, a Portucel, que o ganham todo, a partir da mancha negra de pinheiro e eucalipto que “prantam” na paisagem portuguesa, como um castigo, a Inapa, a Portucel e os governos coniventes sucessivos, com as populações, coitadas, atrasadas, indefesas, que nem imaginam como a desgraçada Viseu, Guarda, a Serra da Estrela e todo o Minho, além das beiras, não passam de pasto, teatro de guerra e ensaio desses odres de enriquecimento fácil à custa das gentes…
    Que ninguém, realmente, nem Paulo Morais, céus, tocam nisto, que essa mina, minas de petróleo, qual é o nosso, da madeira, que conspurcam, atulham, nos cercam de resina e matéria inflamável, propícia ao inferno, não colaborem na limpeza das matas, na ajuda aos bombeiros… e nem a sumidade inteligente do nosso presidente alerte ao caso premente.
    Não será isso, ó Paulo, verdade em grande parte ?
    E os membros do governo, de férias, não deviam dar a sua ajuda num balde de água que fosse, se o ganham todo e não descontam um chavo, eles e os juízes, além das altas patentes do exército, os diplomatas e mais boys da famelga, se lhes fazia bem à saúde e tudo, consequentemente ?

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  23. licas permalink
    27 Agosto, 2013 00:21

    Fincapé HIPERLIGAÇÃO PERMANENTE
    26 Agosto, 2013 20:09
    Ó caro licas, então não sabia que a atividade pastorícia ajuda à limpeza e vigilância das matas?
    E olhe que as suas ideias também não são más de todos! Mereciam a fogueira de ouro.
    Defina-me mato, licas. Acha que mato é uma determinada espécie vegetal? 😉

    ________________
    Está completamente errado, caro Fincapé. É que o nosso pinhal
    principalmente no verão é só estevas, carqueja. E o que é mais
    *chato* é que não consegue convencer uma ovelha (ou uma cabra)
    a comer esses arbustos no verão . Nem com a KGB a ordenar que o faça.. . . . . .

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    • Fincapé permalink
      27 Agosto, 2013 00:39

      Caro licas, nunca fui pastor, mas já vi muita cabra… daquelas a sério.
      Quando li este seu comentário fiz uma pesquisa rápida e encontrei isto:
      http://www.guimaraesdigital.com/index.php?a=noticias&id=43711
      E isto:
      http://www.publico.pt/ciencia/noticia/cabras-ainda-nao-foram-para-o-mato-prevenir-os-incendios-porque-falta-dinheiro-1554816
      Desconhecia completamente e só encontrei agora.
      Neste país nada se testa, nada se experimenta, nada se conclui, tudo se faz à vontade e critério de uma qualquer carola sentada num sofá de Lisboa. Por isso, meu caro, nunca conheceremos a grandeza dos resultados. E importar carne é muito mais fácil.

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    • Fincapé permalink
      27 Agosto, 2013 01:14

      Veja mais isto, licas.
      https://blasfemias.net/2010/08/19/limpeza-das-matas/
      Aliás, pode ler num comentário deste post o mesmo autor, Henrique Pereira Dos Santos.

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      • Tiro ao Alvo permalink
        27 Agosto, 2013 15:46

        Fincapé, o HPS não gosta que se fale em prevenção. Ele diz que tudo vai arder e quando alguém argumenta que no concelho de Mortágua não tem havido incêndios, tendo em conta o trabalho de prevenção feito na floresta, por iniciativa das empresas que se dedicam à plantação de eucaliptais com vista à fabricação de pasta de papel, ele jura que é uma questão de tempo e que tudo vai arder qualquer dia.
        Convém referir que não é preciso limpar toda a floresta para se evitarem os grandes incêndios e que basta ordená-la convenientemente, deixando livres zonas de protecção, impedindo a constituição de grandes manchas de material inflamável, em especial das espécies resinosas, fazendo essas intervenções durante o inverno, inclusivamente procedendo a queimadas, de uma forma planeada e com a colaboração das populações residentes, tal como acontecia no passado, pela mão dos nossos pastores.
        Certo é que hoje não deveriam existir várias “máquinas”, muitas vezes trabalhando de forma desgarrada, a combater os fogos – bombeiros, protecção civil, sapadores florestais, GNR etc. -, mas sim, essas e outras entidades se necessário, operando sob o comando de uma estrutura de “coordenação geral”, habilitada com os meios necessários e servida por gente competente, que a há, com toda a certeza, capaz de se impor a toda essa gente, de modo a serem evitados acidentes e desperdícios, como frequentemente é denunciado.
        Antes de tudo, todavia, deveria ser feito um esforço para se cadastrarem esses terrenos, nem que para tal fosse criado um imposto especial sobre essas propriedades, sobretudo sobre as que se encontram abandonadas há muito tempo.

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      • Fincapé permalink
        27 Agosto, 2013 19:30

        Concordo quase 100%. A questão do imposto só seria viável se o Estado assumisse as parcelas cujos proprietários não tivessem meios para gerir ou limpar. Vivo numa zona onde há terrenos de pinhal mais pequenos do que terrenos normais de construção. Provavelmente, seria necessário fazer emparcelamentos, mais adequados à exploração florestal e aí sim. Quem não alinhasse seria responsável pela limpeza. Tenho um desses que ofereceria e ainda pagaria um jantar. Enfim, sou um quase leigo, mas olho atento. Vivi toda a vida junto a quartéis de bombeiros e tenho dezenas de amigos voluntários e alguns profissionais.

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  24. johnas permalink
    27 Agosto, 2013 00:34

    E a coisa, digamos, era até simples, formassem bombeiros, fizessem-nos espertos, e os bons dos homens e mulheres não se atirariam tão assim de graça, valentes, ao fogo da Inapa e Portucel do petróleo de Portugal de madeira. Se não que, antes, chegariam, fininho, até junto das populações, das casas e aldeias, por as protegerem, enquanto deixariam arder à vontade tudo a eito, aito grande, montes acima e abaixo, num braseiro digno de se ver, adequado ao turismo popular, cá dentro, como aos filmes, arte e fotografia.
    Pois era o que deviam fazer bombeiros, se fossem homens de caráter, dignos, inteligentes, com uma ponta de juízo.
    Mas são voluntários, maioria, homens simples, sem eira nem beira a mais uma cegueira, escravidão, atraso, coitados… é a vida !

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  25. johnas permalink
    27 Agosto, 2013 00:55

    aito grande, digo, alto e grande, montes acima e abaixo, num braseiro …

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  26. tric permalink
    27 Agosto, 2013 01:36

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    • und permalink
      27 Agosto, 2013 02:49

      POIS ÉS COMO A OUTRA QUE TEM UM PINHAL CHEIO DE ESTEVAS ONDE SÓ CRESCEM FETOS

      É A GENERALIZAÇÃO DA POLÍTICA EM 100 GENERAIS

      E 200 GENERAL IDADES

      Δευτέρα, 26 Αυγούστου 2013
      E DEUS DISSE FAÇAM-SE MOSCAS E AS MOSCAS FIZERAM-SE A SI PRÓPRIAS-DAS PORTELAS DE MOSCAS LOUCAS ÀS PORTELAS DE MOSCAS ATRASADAS MENTAIS EM 8 MIL MILHÕES DE FUTURAS REFEIÇÕES

      A POLÍTICA PORTUGUESA EM PORTELADAS EM SUAVES PRESTAÇÕES NO VIEGAS

      FINCA O PÉ TRICHOMONAS FINCA O PÉ Ó SER ÁPODO….

      APHODEITES….

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    • und permalink
      27 Agosto, 2013 03:05

      UM BLOGUE PARA AUTARCAS EM FIM DE CARREIRA E CONSTRUTORES CIVIS NECESSITADOS E MESSIAS NOS PRINCÍPIOS DA DITTA CUJA (COM ELA MOLE OU DURA y DURA)
      Montag, 26. August 2013
      NOS MUROS DE PAPEL SELADO SELA-SE O DESTINO DUM PAÍS IRREFORMÁVEL E IRREDUTÍVEL
      SOMOS UM PAÍS QUE É REGULADO POR MUROS DE LEIS

      E LEIS A MURRO

      LEI I-DEITEM LENHA NA FOGUEIRA QUE O INCÊNDIO JÁ CHEGA AO TELHADO

      LEI II-PARA CHEGARMOS MAIS DEPRESSA O PAÍS DEVE FICAR PARADO

      LEI III- SE ALGO MEXE É PORQUE NÃO LHE ATIRARAM DOS DOIS LADOS

      LEI IV OU INTRAVENOSA- O PAÍS INAMOVÍVEL SEJA Á ESQUERDA OU À DIREITA

      LEI V OU VICTORIOSA – NADA DEVE MUDAR OU O UNIVERSO DESABA

      NUM PAÍS SEM ESTRUTURA SOCIAL HÁ DÉCADAS

      SE A POLÍTICA É DALTÓNICA

      A SOLUÇÃO É

      CRIAR MUROS LEGAIS QUE CRIEM CLASSES OU AO MENOS DIVIDAM AS GENTES ATÉ AS CLASSES EVOLUIREM
      Eingestellt von TRICHOMONAS NÃ SÃO TRI COMUNAS?

      Labels: ASSÍRIA? É JÁ ALI NAQUELA ESQUINA

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  27. tric permalink
    27 Agosto, 2013 03:27

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  28. tric permalink
    27 Agosto, 2013 03:33

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  29. tric permalink
    27 Agosto, 2013 03:34

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  30. manuel caçoilo permalink
    27 Agosto, 2013 05:35

    Boa bola, carago!

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  31. Pencudo Sionista permalink
    27 Agosto, 2013 08:28

    Sr. Paulo Morais, com o devido respeito, acerca deste assunto, escreveu um chorrilho de disparates, próprios de perito de sofá.

    Sugiro que peça uma roçadora emprestada e tente limpar uma área do tamanho da sua sala de jantar, com mato grosso, remover e dar destino ao material retirado.

    Da absorção de “poluição” pela floresta… Uma floresta em equlíbrio não absorve nada. Se falar em plantação, que não é a mesma coisa, absorve carbono temporariamente, até a madeira retirada ser queimada ou apodrecer.

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  32. vortex permalink
    27 Agosto, 2013 08:48

    em 2005 ardeu floresta limpa porque o fogo vinha pela rama verde de eucaliptos e pinheiros

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