Skip to content

A fava

24 Novembro, 2013

Alberto Gonçalves no DN: «Enquanto a polícia procurava o psicopata que andou aos tiros por Paris (e pelo jornal de esquerda Libération), inúmeros jornalistas preparavam os teclados para uma história-tipo do solitário de extrema-direita que abomina imigrantes em geral e árabes em particular, além de manter conversas no Facebook com organizações protonazis. Acrescentavam-se dois parágrafos acerca do perigo dos nacionalismos e o artigo estaria pronto. Azar. Saiu-lhes Abdelhakim Dekhar, com um interessante dinamismo em grupos de extrema-esquerda e participação em acções de “okupas”, aliás já envolvido em diversos homicídios nos anos 1990. Para cúmulo, é árabe. E, surpresa das surpresas, muçulmano. Não se faz»

Anúncios
43 comentários leave one →
  1. 24 Novembro, 2013 10:27

    É por essas e por outras que estas questões de identidade são tão complexas: http://lishbuna.blogspot.pt/2013/11/blog-post_2177.html

    Gostar

    • 24 Novembro, 2013 18:31

      são? é um magrebino das colónias francesas, tão integrado na sociedade que andou a dar apoio a grupos neo-anarquistas já que o termo neo vei pra ficare desde a neo-matrix-ultra-liberal

      foi preso viu alterações na sua estrutura do mundo e armou-se em messias redentor ou vingador

      não difere em nada do tipo que se matou ontem no pinhal novo

      alienados sociais produzidos em massa por uma sociedade de serviços precários

      também serve o esquizofrénico jãbasquista que andou à porrada ao patrão e acabou por sublimar a vingança em outras duas figuras uma delas com mercedes

      a outra só con azare

      Gostar

  2. javitudo permalink
    24 Novembro, 2013 11:44

    É uma chatice, ele tinha que ser da extrema direita com certeza.
    Já nada bate certo.

    Gostar

  3. 24 Novembro, 2013 11:58

    Primeiro inventam-se os teclados que se preparavam e depois indignamo-nos com isso. É a chamada indignação onanista. Nem necessita que os outros façam nada. Satisfaz-se sozinha.

    Gostar

    • 24 Novembro, 2013 12:01

      Nem mais!

      Gostar

      • 24 Novembro, 2013 18:34

        não a indignação nunca se satisfaz….geralmente reprime-se

        foi o que aconteceu com estes tipos típicos de jãbasquistas bastam terem acesso a uma maneira de exprimir a sua insatisfação e ódespois criam místicas de márthires ou heroes sobre si mesmus….

        mas a insatisfação não nasce do nada…alimentaçe da inação dus autres

        Gostar

  4. joao permalink
    24 Novembro, 2013 11:58

    Não vale a pena. Ainda esta semana numa conversa com uma amiga precisamente sobre este caso e as motivaçoes religiosas que sempre aparecem por tras destes terroristas ( há 2 anos outro muçulmano espalhou o terror em frança ) e as tentativas dos media para abafarem a etnia / religiao do dito cujo ( como se viu com o caso das mulheres mantidas prisioneiras-escravas em londres, demorou mais de 1 semana a saber-se a etnia/religiao dos autores ), respondeu-me ela com os tiroteios nas escolas americanas. Bem podem as Malalas vitimas do islamismo levantar a voz e esperar pela solidariedade e activismo das mulheres ocidentais …. esperar sentadas.

    Gostar

    • Estou a ver... permalink
      24 Novembro, 2013 12:22

      Ainda ontem conversava com uma amiga sobre os terroristas modernos…. que se instalaram no governo de portugal e da europa… parece que já se sabe a sua etnia, religião (?!) e respectivas motivações…. andam a espalhar o terror há vários anos… e os crimes são inúmeros…

      Lobotomizado?!

      Gostar

      • 24 Novembro, 2013 12:31

        Aqui está um tema em que a Helena podia dar muito á sociedade enquanto historiadora, mas não, esats situações para a Helena não existem.
        Helena, VERGONHA, tenho VERGONHA de si, VERGONHA.

        Gostar

      • 24 Novembro, 2013 16:28

        Desconfio que foi o Passos Coelho que deu a arma ao gajo…O malandro!

        Gostar

      • 24 Novembro, 2013 18:36

        tens vergonha dela? e nã tens de ti? bolas bolota se tivesses metade dos neurónios do assassino arrependido envergonhavas-te até à mort…

        terry pratchet….mort…the book…bolotas a porcos…

        Gostar

      • 24 Novembro, 2013 21:10

        Braga,
        Sabes como se diz em Baleizão???? Vai cagar dum carro abaixo.

        Gostar

      • 24 Novembro, 2013 21:19

        ó filha como se diz em Quintos e cago-te a cara ou o cu?

        a democracia é falsa? olha cadele num era milhó

        nunca mai chego ós 3000 Books
        Read2,808Want to Read4Likes1

        por falar nisse come bocês dizem chama-me sobreiro tá….

        Gostar

  5. Juromenha permalink
    24 Novembro, 2013 14:00

    Do Reno para cá a coisa promete tornar-se interssante , com o binómio islamismo e aquilo a que os franceses chamam, mui poèticamente, ” gens de voyage”.
    Para lá do Reno estes fenómenos estão a ser encarads de maneira diferente – e nada poética, convenhamos ( malgrado a Germânia ser a pátria do Romantismo…).

    Gostar

  6. RCAS permalink
    24 Novembro, 2013 14:28

    Curioso o Alberto Gonçalves não falou nisto? porque será? Não gosta da FARSA?

    “Ele deverá ter tido também um “gozo tremendo” com a campanha lançada contra Sócrates pela equipa de marketing de Santana Lopes, relatada por quem assistiu a essa miserável operação:
    “Esta é a pequena história do meu fracasso no marketing político. Em 2004 eu trabalhava para a agência que viria a fazer a campanha que opôs Santana Lopes a José Sócrates (legislativas de 2005). Para os profissionais brasileiros vale tudo quando se está em campanha, e nesse tudo coube a criação do blogue Portugays onde mais do que se insinuou a homossexualidade do candidato socialista. Não satisfeitos com isto, que a imprensa portuguesa da altura ainda mal espiolhava a blogosfera como depois veio a fazer, um dos marqueteiros melhor relacionados com os jornais do Brasil pediu a um camarada que colocasse uma notícia dando conta da alegada ligação entre Sócrates e Diogo Infante que, como é óbvio, passou para a imprensa deste lado do Atlântico.”

    Gostar

    • Eleutério Viegas permalink
      24 Novembro, 2013 15:54

      Mas o bandalho socas é mesmo virado, e tudo isso aconteceu, correcto?

      Gostar

      • Fincapé permalink
        24 Novembro, 2013 16:13

        O argumentário do Eleutério continua a ser a calhandrice. É mais uma eleuterio-vieguice. 😉

        Gostar

    • Churchill permalink
      24 Novembro, 2013 19:03

      Mas porque é que no meio de um post sobre um criminoso em Paris de vem falar do Sócrates?
      Há alguma ligação entre os dois?
      Ou ainda é a opereta bufa sobre o outro ser ou não gay a procurar atrair a simpatia dos “tolerantes” que assim vão no canto da sereia?

      Gostar

      • RCAS permalink
        24 Novembro, 2013 20:05

        A FARSA NO ACESSO AO POTE|

        Central de contra-informação: vida e obra dos “blogueres «da corda»”
        e da Pulhice!

        A central de contra-informação passou-se para o Governo após Passos se ter alçado a São Bento? quem?

        “Álvaro Santos Pereira, do Desmitos, foi para ministro da Economia; Carlos Sá Carneiro entrou para adjunto do primeiro-ministro; Pedro Correia foi para o gabinete do Relvas; Luís Naves também, mais tarde; João Villalobos para a secretaria de Estado da Cultura; Carlos Abreu Amorim para deputado e vice-presidente do grupo parlamentar; António Figueira, do Cinco Dias, e de esquerda, foi trabalhar com o Relvas; Francisco Almeida Leite para o Instituto Camões; Vasco Campilho foi para algo ligado aos Negócios Estrangeiros; José Aguiar para o AICEP; Pedro Froufe para a comissão de extinção das freguesias; o CDS também recrutou no 31 da Armada. Houve outros. Só em ministros, secretários de Estado e assessores foi uma razia em blogues como o Albergue Espanhol, o 31 da Armada, Delito de Opinião, O Insurgente, o Blasfémias, etc.”

        PS- Quantos desses invertebrados que chafurdavam na poçilga ainda andam por aqui no Blasfémeas?
        PS1- Estou perfeitamente nas tintas para o psicópata afrancesado!

        PS3- A Helena lançou hoje duas postagens, uma sobre a Tróika com alguma substancia mereceu um voto .A fava postagem vulgar tem 26 comentários..
        Uau!… ainda se queixam que o País anda mal…

        Gostar

      • 24 Novembro, 2013 20:14

        os b-log’s e os cu men tadeiros comme tu….ce sont uns grandes mentecaptes come moi diria souárez….

        ide inducar-vos ide…

        Write this item’s first Alibris review | Be the first to post a discussion
        .
        In this book, Noam Chomsky, the only living “most cited” writer in history, builds a larger understanding of our educational needs, starting with the changing role of schools today, and then broadening our view toward new models of public education for citizenship.

        Gostar

      • RCAS permalink
        24 Novembro, 2013 20:28

        Em dose dupla… Und, andas a precisar que a Helena te ofereça o mesmo tratamento, que o Victor Cunha te aplicou!
        Felizmente as postagens dele deixaram de ter a ar pestilento que deixas por onde passas!

        Gostar

      • ora permalink
        24 Novembro, 2013 20:36

        ó filha quero lá saber disso pá….em dezembro a internete acaba-se

        vou-lhe dar uns dois ou três anos de folga

        já a antártica desde julho é sempre a bombar…e o verão só começa pró mês que vem

        sei lá quem é o bitor ou a helen keller…nem sey quem é o jãbascus e já o cunheço virtualmente há ânus….como tu….

        Currently, the Pine Island Glacier dumps two large loads one in july and another in this spring last year some 48-49 billion tons of ice into the ocean, and the rate has been increasing by 5 to 10 percent each year….this year perhaps quizás quizás….more ó thomas…more….

        quando a bolha imobiliária do perigo amarillo estourar ficas pendurado pelos tintins rata velha

        a de Sócrates era só de 10% do PIB

        imagina uma com 50% do Maradona….el PIB’e

        Gostar

  7. @!@ permalink
    24 Novembro, 2013 14:30

    Quer-me parecer que os Gonçalves andam nos ares, mas este exagera. Aquela do espelho meu espelho meu criou escola, seguidores e Expressores tipo Benfica para marcar carreira e curriculum. O Pacheco também passou pelo Lampião que o deixou transformar-se em lagarto, atrelado ao Paulo Sousa, para que a perda não fosse tão grande..

    Gostar

  8. Fincapé permalink
    24 Novembro, 2013 15:36

    A Helena (e o citado Alberto Gonçalves) podem recorrer a exemplos, umas vezes existentes outra vezes talvez criados, para explicar que há uma grande tolerância para com os terroristas de esquerda e uma grande intolerância para com os terroristas de direita. Se eu generalizasse sobre este assunto, também poderia afirmar que a direita ficou satisfeitíssima com o facto de o criminoso não estar ligado à direita.
    Poderia alegar com este exemplo: quantos posts mereceram os bandos de extrema-direita gregos que cometeram múltiplos crimes e alguns até foram detidos?
    Os nossos miradouros sociais têm de corresponder às paisagens que queremos ver. É por isso que sou pessimista: tento ver o que está na paisagem, embora talvez não veja tudo.

    Gostar

  9. Eleutério Viegas permalink
    24 Novembro, 2013 15:56

    Mais um excelente artigo do Alberto Gonçalves que a Helena nos trouxe aqui. Não teria ido ao DN. Parabéns.

    Gostar

  10. A. R permalink
    24 Novembro, 2013 17:03

    A esquerda morde o próprio veneno!

    Gostar

  11. A. R permalink
    24 Novembro, 2013 18:33

    “Poderia alegar com este exemplo: quantos posts mereceram os bandos de extrema-direita gregos”

    Aqueles que mataram os jovens do Aurora Dourada? Aqueles que pegaram fogo a uma jovem grávida que trabalhava num banco?

    Gostar

    • 24 Novembro, 2013 18:39

      eram jovens? a aurora num é mais um partei de trintanários e jovens agricultores quarentões…..

      bocemecê deve achar-se jovem como aquele moço o soares….

      é só garotos chiça …..chiquinho baltazar lopes….

      Gostar

    • Fincapé permalink
      24 Novembro, 2013 18:40

      Ah! Pois, A.R. Referiu coisas que eu também critico violentamente. O problema é que enquanto eu critico esses, você chama “jovens” da AD como se eles fossem puros e castos.
      Nem sou a favor da entrada indiscriminada de imigrantes num qualquer pais, nem dos seus comportamentos e desintegração social “conveniente” para fins menos honestos. Nada disso eu defendo. Muito menos o desprezo pela cultura dos locais que eles procuraram para viver. Nunca me viu defender isso, de certeza.

      Gostar

  12. A. R permalink
    24 Novembro, 2013 18:44

    “eram jovens?” Tinham 20 e 23 anos. Demasiado velhos.

    “se eles fossem puros e castos” Não são .. portanto matam-se!

    É a esquerda. Lenine mandava matar jovens de 13 anos por roubarem dois pães alterando a idade para 15 anos. Estes tinham mais de 15 anos portanto é legal. Assim se cria o homem novo!

    Gostar

    • Fincapé permalink
      24 Novembro, 2013 18:59

      Você tem uma tendência do caraças para deturpar o que os outros escrevem. Tanto faz que se escreva ” Referiu coisas que eu também critico violentamente”, como não.
      Ou que se escreva “Nem sou a favor da entrada indiscriminada de imigrantes num qualquer pais, nem dos seus comportamentos e desintegração social “conveniente” para fins menos honestos”.
      Mas quando quiser falar a sério, diga onde é que eu já defendi que se matem jovens, pessoas de meia idade ou idosos.
      Já agora, diga-me também onde é que eu elogiei Lenine, Estaline, Mao Tsé Tung…
      Talvez tenha lido que todos nós usufruímos do resultado de lutas que vêm de há séculos a favor da dignidade do homem. Mas nem assim me verá a elogiar os crimes que se cometeram em nome das revoluções, mesmo considerando que em determinados momentos da história poderá não haver mais nada a fazer. Mas esta consideração é a partir dos acontecimentos da história, não sou eu que invento.

      Gostar

      • ora permalink
        24 Novembro, 2013 19:57

        mas alguém te vê a defender alguma cousa?

        estás sempre ó ataque ó paxeco perera

        diumenge 24 de novembre de 2013

        DO VIL METAL METALÚRGICO LITÚRGICO EM DUAS LITANIAS QUE ENCOBREM O Cu QUE É COBRE QUE NOS DESCOBRE O Cu

        Syntactic Structures is a book in linguistics by American linguist Noam Chomsky, first published in 1957. A seminal work in 20th century linguistics, it laid the foundation of Chomsky’s idea of transformational grammar. It contains the famous sentence, “Colorless green ideas sleep furiously”, which Chomsky offered as an example of a sentence that is completely grammatical, yet completely ……essential to understand Soares or Socrates failures in …..paulada…..for instance….Colorless Pauladas March by Marx in March…pelo menos Bataan Death March in March ficou
        I work all night, I work all day, to pay the bills I have to pay
        Ain’t it sad

        And still there never seems to be a single penny left for me
        That’s too bad

        In my dreams I have a plan
        If I got me a wealthy man
        I wouldn’t have to work at all, I’d fool around and have a ball…

        Money, money, money
        Must be funny
        In the rich man’s world
        Money, money, money
        Always sunny
        In the rich man’s world
        Aha-ahaaa
        All the things I could do
        If I had a little money
        It’s a rich man’s world

        A man like that is hard to find but I can’t get him off my mind
        Ain’t it sad

        And if he happens to be free I bet he wouldn’t fancy me
        That’s too bad

        So I must leave, I’ll have to go
        To Las Vegas or Monaco
        And win a fortune in a game, my life will never be the same…

        Money, money, money
        Must be funny
        In the rich man’s world
        Money, money, money
        Always sunny
        In the rich man’s world
        Aha-ahaaa
        All the things I could do
        If I had a little money
        It’s a rich man’s world

        Money, money, money
        Must be funny
        In the rich man’s world
        Money, money, money
        Always sunny
        In the rich man’s world
        Aha-ahaaa
        All the things I could do
        If I had a little money
        It’s a rich man’s world
        It’s a rich man’s world

        Soares ou socrates necessitam de estruturas frásicas mais adaptadas ao século XXI

        morte aos coelhos incolores com ideias alaranjadas, matai-os às pauladas em marchas apressadas….

        matai-os no pinhal novo com granadas?

        matai-os com severas cachaporradas?

        MATAI A SEVERA QUE É BERA….

        NÓS NÃO ESTAMOS À DEFESA ESTAMOS AO ATAQUE

        NÓS NÃO FAZEMOS LIMPEZA FAZEMOS BRIC À BRAC OU BRIC-A-BRAC COM BRAQUE OU SEM ELE…

        À PAULADA É MELHOR QUE À MARTELADA

        SOARES FOI UM GRANDE HOMEM MAS NEM CONSEGUIU SER GRANDE COISA COMO PRIMEIRO MINISTRO COMO DISSE CARLOS DO CARMO….E DA TRINDADE

        SOU LAICO E REPUBLICANO E SÓ NÃO DIGO QUE SOU MASSON PORQUE SAIU DA MODA

        UN HOMME QUE NE SAVE U QUILE VEUT DIZ SOUÁRES IL VEUT DE L’ARGENT ….ORA OU DURÃO BARROSO NÃO SABE O QUE QUER MAS QUER DINHEIRO…..

        SE CALHAR NÃO QUER….É COMO A FUNDAÇÃO DE SOARES DERAM-LHE DINHEIRO E A FUNDAÇÃO TAL COMO DURÃO BARROSO FIZERAM A MAÇADA DE ACEITAR O VIL METAL METALÚRGICO LITÚRGICO

        Chomsky had an interest in language and grammar from a very young age. His father William Chomsky was one of the foremost Hebrew grammarians in the world. At the age of twelve, Chomsky read an early form of his father’sDavid Kimhi’s Hebrew Grammar (Mikhlol) (1952), an annotated study of a thirteenth-century Hebrew grammar. At sixteen, Chomsky started his undergraduate studies at the University of Pennsylvania. There during his freshman year, he studied Arabic and was the only student to do so. In 1947, the year this university established its linguistics department, Chomsky met Zellig Harris, a prominent Bloomfieldian linguist. Chomsky became very close to Harris and proofread the manuscript of Harris’s Methods in Structural Linguistics (1951). This was Chomsky’s introduction to formal, theoretical linguistics and soon he decided to major in the subject.

        For his master’s thesis, Chomsky undertook to apply Harris’s methods of structural analysis to Hebrew, the language he had studied under his father in childhood. At Harris’s suggestion Chomsky began studying logic,philosophy, and the foundations of mathematics. He was particularly influenced by American philosopher Nelson Goodman’s work on constructional systems and on the inadequacy of inductive approaches. He found striking similarities between Harris’s perspective on language and Goodman’s perspective on philosophical systems. Chomsky was equally influenced by American philosopher Willard Van Orman Quine’s critiques of logical empiricism. In his undergraduate thesis, Chomsky attempted to construct a detailed grammar of Hebrew using Harris’ methods. He tried to construct a system of rules for generating the phonetic forms of sentences, and to this end devised a system of recursive rules to describe the form and structure of sentences, organizing the devices in Harris’ Methods differently for this purpose. In particular, Chomsky found that there were many different ways of presenting the grammar. He tried to develop an idea of ‘simplicity’ for grammars that could be used to sort out the “linguistically significant generalizations” from among the alternative possible sets of grammatical rules. Chomsky finished his master’s thesis The Morphophonemics of Modern Hebrew in 1951.

        Having won a one year junior fellowship at Harvard, Chomsky continued his studies along these lines. More significantly, he became interested in developing a linguistic theory using a non-taxonomic approach and based on mathematical formalism, and this line of inquiry represented a decisive break with the Bloomfieldian taxonomic structuralist tradition of linguistic analysis. During this fellowship, he compiled a gigantic oeuvre, nearly 1000 typewritten pages long, titling it The Logical Structure of Linguistic Theory (LSLT).

        In 1955, with the help of Harris and Roman Jakobson, Chomsky moved to MIT’s Research Laboratory of Electronics (RLE) as the in-house linguist in Victor Yngve’s mechanical translation project. The same year he submitted just the 9th chapter of LSLT, titled Transformational Analysis, as his doctoral dissertation and received his Ph.D. from the University of Pennsylvania. But it would be 18 more years before LSLT would see publication.

        Publication[edit]

        Syntactic Structures was Chomsky’s first published book, a short monograph that distilled the concepts presented in LSLT. It was published by a Dutch publishing house, Mouton. In 1956, Chomsky showed an editor at Mouton his lecture notes for MIT undergraduates and a revised version of these notes were published as Syntactic Structures in the first week of February, 1957. Favorable reviews from fellow American linguists, e.g., Robert Lees, made Syntactic Structures visible on the linguistic research landscape, and shortly thereafter the book created arevolution in the discipline.

        Overview of topics in Syntactic Structures[edit]

        In Syntactic Structures, Chomsky tries to construct a “formalized theory of linguistic structure” and places emphasis on “rigorous formulations” and “precisely constructed models”.

        Justification of grammars[edit]

        Chomsky writes that his “fundamental concern” is “the problem of justification of grammars”. He defines “a grammar of the language L” as “essentially a theory of L”, as well as “a device that generates all of the grammatical sequences of L and none of the ungrammatical ones”. Talking about the goals of linguistic theory, he draws parallels to theories in physical sciences. He compares a finite corpus of utterances of a particular language to “observations”, grammatical rules to “laws” which are stated in terms of “hypothetical constructs” such as phonemes, phrases, etc. According to Chomsky, the criteria for the “justification of grammars” are “external conditions of adequacy”, “condition of generality” and “simplicity”. To choose which is the best grammar for a given corpus of a given language, Chomsky shows his preference for the “evaluation procedure” (which chooses the best possible grammar for a language against the aforementioned criteria) over the “discovery procedure” (a procedure employed in structural linguistics which is supposed to automatically produce the correct grammar of a language from a corpus) or the “decision procedure” (a procedure which is supposed to automatically choose the best grammar for a language from a set of competing grammars).

        Grammaticality[edit]

        According to Chomsky, “the fundamental aim in the linguistic analysis of a language L is to separate the grammatical sequences which are the sentences of L from the ungrammatical sequences which are not sentences of L and to study the structure of the grammatical sequences.” By “grammatical” Chomsky means “acceptable to a native speaker”. Analyzing further about the basis of grammaticality, Chomsky shows three ways that do not determine whether a sentence is grammatical or not: its inclusion in a corpus, it being meaningful, and it being statistically probable. To illustrate his point, Chomsky presents a nonsensical sentence “Colorless green ideas sleep furiously” and says that even though the sentence is grammatical, it is not included in any known corpus at the time and is neither meaningful nor statistically probable.

        Chomsky concludes that “grammar is autonomous and independent of meaning, and that probabilistic models give no particular insight into some of the basic problems of syntactic structure.”

        Grammar models[edit]

        Assuming that a set of “grammatical” sentences of a language has been given, Chomsky then tries to figure out what sort of device or model gives an adequate account of this set of utterances. To this end, he first discussesfinite state grammar, a communication theoretic model based on a conception of language as a Markov process. Then he discusses phrase structure grammar, a model based on immediate constituent analysis. He shows that both these models are inadequate for the purpose of linguistic description and as a solution, proposes his own formal theory of syntax called transformational generative grammar (TGG), “a more powerful model combining phrase structure and grammatical transformations that might remedy these inadequacies.”

        A transformational grammar has a “natural tripartite arrangement”: phrase structure rules, transformational rules and morphophonemic rules. The phrase structure rules are used for the expansion of grammatical categories and for substitutions. These yield a string of morphemes. A transformational rule “operates on a given string…with a given constituent structure and converts it into a new string with a new derived constituent structure.” It “may rearrange strings or may add or delete morphemes.” Transformational rules are of two kinds: obligatory or optional. Obligatory transformations applied on the “terminal strings” of the grammar produce the “kernel of the language”, which are simple, active, declarative and affirmative sentences. To produce passive, negative, interrogative or complex sentences, one or more optional transformation rules must be applied in a particular order to the kernel sentences. At the final stage of the grammar, morphophonemic rules convert a string of words into a string of phonemes.

        In Syntactic Structures, Chomsky invented the term “generative” and used it in a particular technical sense. When he says a finite set of rules “generate” the set of potentially infinite number of sentences of a particular human language, he means that they provide an explicit, structural description of those sentences.

        Significance[edit]

        American linguist Paul Postal wrote in 1964 that most of the “syntactic conceptions prevalent in the United States” were “versions of the theory of phrase structure grammars in the sense of Chomsky”. British linguist John Lyons wrote in 1966 that “no work has had a greater influence upon the current linguistic theory than Chomsky’sSyntactic Structures.” Prominent historian of linguistics R. H. Robins wrote in 1967 that the publication of Chomsky’s Syntactic Structures was “probably the most radical and important change in direction in descriptive linguistics and in linguistic theory that has taken place in recent years”. Another historian of linguistics Frederick Newmeyer considers Syntactic Structures “revolutionary” for two reasons. Firstly, it showed that a formal yet non-empiricist theory of language was possible and more importantly, it demonstrated this possibility in a practical sense by formally treating a fragment of English grammar. Secondly, it put syntax at the center of the theory of language. Syntax was recognized as the focal point of language production, in which a finite set of rules can produce an infinite number of sentences. As a result, morphology and phonology were relegated in importance.

        Syntactic Structures also introduced Chomsky’s mentalist perspective in linguistic analysis. This had a massive influence on the psychological study of language. Before Syntactic Structures, psychologists treated human language in terms of conditioned responses to outside stimuli and reinforcement. Chomsky argued that humans produce language using separate syntactic and semantic components inside the mind, and presented TGG as a coherent abstract description of this phenomenon. This induced a flurry of psycholinguistic research in the following decades.

        Syntactic Structures also initiated an interdisciplinary dialog between philosophers of language and linguists. American philosopher John Searle wrote that “Chomsky’s work is one of the most remarkable intellectual achievements of the present era, comparable in scope and coherence to the work of Keynes or Freud. It has done more than simply produce a revolution in linguistics; it has created a new discipline of generative grammar and is having a revolutionary effect on two other subjects, philosophy and psychology”. Chomsky and Willard Van Orman Quine, a stridently anti-mentalistic philosopher of language and one of Chomsky’s early influences, debated many times on the merit of Chomsky’s linguistic theories. Most philosophers supported Chomsky’s idea that natural languages are innate and syntactically rule-governed. In addition, they thought that there also exist rules in the human mind which bind meanings to utterances. The investigation of what these rules might be started a new era in philosophical semantics.

        With its formal and logical treatment of language, Syntactic Structures also brought linguistics and the new field ofcomputer science closer together. Renowned computer scientist Donald Knuth has recounted he read Syntactic Structures during his honeymoon in 1961 and was greatly influenced by it.

        Criticisms[edit]

        In his 1964 presidential address to the Linguistic Society of America, American linguist Charles Hockettconsidered Syntactic Structures one of “only four major breakthroughs in modern linguistics”, alongside Sir William Jones’s address to the Asiatic Society in 1786, Karl Verner’s Eine Ausnahme der ersten Lautverschiebungin 1875 and Ferdinand de Saussure’s Cours de Linguistique Générale in 1916. But he rapidly turned into a fierce critic of Chomskyan linguistics. By 1966, Hockett rejected “[Chomsky’s] frame of reference in almost every detail”. In his 1968 book The State of the Art, Hockett writes that Chomsky’s main fallacy is that he treats language as a formal, well-defined, stable system and proceeds from this idealized abstraction. Hockett believes such an idealization is not possible, claiming that there is no empirical evidence that our language faculty is, in reality, a well-defined underlying system. The sources that give rise to language faculty in humans, e.g. physical genetic transmission and cultural transmission, are themselves ill-defined. In Hockett’s view, “we must not promote our more or less standardized by-and-large characterization of the language to the status of a monolithic ideal, nor infer that because we can achieve a fixed characterization some such monolithic ideal exists, in the lap of God or in the brain of each individual speaker.” Hockett also decried Chomsky’s principle that syntax is completely independent of semantics.

        Another long-standing critic of Chomskyan linguistics, the British linguist Geoffrey Sampson, maintains that Chomsky’s linguistics is intuition-based and non-empirical, and that it largely owes its good fortune of becoming the dominant theoretical paradigm in the following years to the charisma of Chomsky’s intellect. Sampson notes that there are many references in Syntactic Structures to Chomsky’s own LSLT in matters regarding the formal underpinnings of Chomsky’s approach, but LSLT was not widely available in print for decades. Nevertheless, Sampson’s argument runs, Syntactic Structures, albeit “sketchy”, derived its “aura of respectability”

        Syntactic Structures was included in Martin Seymour-Smith’s list of the The 100 Most Influential Books …..
        •Barsky, Robert (1997), Noam Chomsky: A life of Dissent, Cambridge, Massachusetts: The MIT Press
        •Chomsky, Noam (1957), Syntactic Structures, The Hague/Paris: Mouton
        •Chomsky, Noam (1965), Aspects of the Theory of Syntax, Cambridge, Massachusetts: MIT Press
        •Chomsky, Noam (1975), “Introduction”, The Logical Structure of Linguistic Theory, New York: Plenum
        •Cook, Vivian (2007), “Chomsky’s Syntactic Structures fifty years on”, International Journal of Applied Linguistics 17 (1): 120–131, doi:10.1111/j.1473-4192.2007.00137.x
        •Dillinger, Mike; Palacio, Adair (1997), Lingüística gerativa: Desenvolvimento e Perspectivas uma Entrevista com Noam Chomsky, “DELTA: Documentação de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada”, DELTA: Documentação de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada 13 (No. Especial São Paulo): 199–235,doi:10.1590/S0102-44501997000300007 (Portuguese)
        •Hockett, Charles (1965), “Sound Change”, Language 41 (2): 185–204, doi:10.2307/411873, JSTOR 411873.
        •Hockett, Charles (1966), “Language, mathematics and linguistics”, Current Trends in Linguistics, 3. Theoretical Foundations (No. Especial São Paulo), The Hague: Mouton, pp. 155–304
        •Hockett, Charles (1968), The State of the Art, The Hague: Mouton
        •Knuth, Donald (2003), Selected Papers on Computer Languages, CSLI Lecture Notes, Stanford, California: Center for the Study of Language and Information
        1.^ Chomsky’s own typewritten letter to Mouton editor Cornelis van Schooneveld here:http://bc.ub.leidenuniv.nl/bc/tentoonstelling/mountco/Images/htmpagina/mountco_18.htm
        2.^ There are at least two accounts from Chomsky on this subject. In LSLT, Chomsky recounted: “In 1956, at the suggestion of Morris Halle, I showed some of my lecture notes for an undergraduate course at MIT to Cornelis van Schooneveld, the editor of the Janua Linguarum series of Mouton and he offered to publish them. A slightly revised version appeared in 1957, under the title Syntactic Structures.” Two decades later (Dillinger & Palácio 1997:162-163), Chomsky recounted: “At the time Mouton was publishing just about anything, so they decided they’d publish it along with a thousand other worthless things that were coming out. That’s the story of Syntactic Structures: course notes for undergraduate science students published by accident in Europe.” The publication of Syntactic structures
        3.^ From the preface of Knuth 2003: “…researchers in linguistics were beginning to formulate rules of grammar that were considerably more mathematical than before. And people began to realize that such methods are highly relevant to the artificial languages that were becoming popular for computer programming, even though natural languages like English remained intractable. I found the mathematical approach to grammar immediately appealing—so much so, in fact, that I must admit to taking a copy of Noam Chomsky’s Syntactic Structures along with me on my honeymoon in 1961. During odd moments, while crossing the Atlantic in an ocean liner and while camping in Europe, I read that book rather thoroughly and tried to answer some basic theoretical questions. Here was a marvelous thing: a mathematical theory of language in which I could use a computer programmer’s intuition! The mathematical, linguistic, and algorithmic parts of my life had previously been totally separate. During the ensuing years those three aspects became steadily more intertwined; and by the end of the 1960s I found myself a Professor of Computer Science at Stanford University, primarily because of work that I had done with respect to languages for computer programming
        •Tomalin, Marcus (2006), Linguistics and the Formal Sciences: The Origins of Generative Grammar, Cambridge: Cambridge University Press
        •Pullum, Geoffrey K. (forthcoming) On the mathematics of Syntactic Structures. To appear in Journal of Logic, Language and Information. PDF format (18 pages)

        Publicat per Para a Posteridade e mais não é ele que
        in venta Etiquetes de comentaris: NAS PALAVRAS MARTELADAS NO VIL METAL QUE FICA MAL TER MAS FICA BEM OBTER DE PRÉSTIMOS E EMPRÉSTIMOS

        Gostar

      • RCAS permalink
        24 Novembro, 2013 20:22

        Und, andas a precisar que a Helena te ofereça o mesmo tratamento, que o Victor Cunha te aplicou!
        Felizmente as postagens dele deixaram de ter a ar pestilento que deixas por onde andas!

        Gostar

      • ora permalink
        24 Novembro, 2013 20:42

        és repetitivo…como o cunha ó rabeta cunheteiro also socrates lover…..

        0RCAS hipernegação permanente

        24 Novembro, 2013 20:28

        Em dose dupla…levou Orcas, anda a precisar que o socrates ofereça o mesmo tratamento, que o bitorcunha aplicou! o te num é necessairo e bitor num leva C
        Felizmente as postagens dele deixaram de ter ,,,,a ar ?pestilento que deixas por onde passas! cheiras os blogues pá ? tás peor cugama

        juro que num passo nestas cousas imateriais hoje fomos em romaria ver o carro do moldavo mas a bófia rebocou-o ……

        Gostar

      • 24 Novembro, 2013 20:51

        de resto 99% dos meus comentários são apagados filha num é cousa que tenha grande importança todos os messias são pirados dos cornos sejam eles do observatório do risco ao meio licenciados nos tardios anos de passos ou do castro caldas…..e já dando aulas uns anos depois ou lançando livros en ingleis techno

        iste é um jogo pá….num altera o resultado do jogo…..estás fodido

        mas também é isso que queres né….

        Gostar

      • 24 Novembro, 2013 21:31

        curso educa forma são d’adultes muy parvinhes

        oRCAS HIPERcaGAÇÃO PERMANENTE
        24 Novembro, 2013 20:58
        deve escrever-se Confesso uma certa empatia com o Vitor,….claro que é tua ó cornu come diz souares le cocu….

        acho uma piada….à? a maneira como muiotas? muy iotas? mui idiotas? vezes ? quantas? responde à plebe, o? ou? seja : NIM!pois também não sabe escrever come tu
        À ? há um brutal fogo no Castelo de S.Jorge, o governo anda a apaga-lo ? apagá-lo? com querosene!…gasolina? é que arranjar combustível da Tap é precise ter cartã
        O Vitor, ignora-o e em soft bolas ingleis techno aqui ? onde no teu sofá? na retrete? sofres de soltura?no Blasfémeas… afirma baixinho: Nim…

        ejacula baixinho? nun? nin? nimas?

        tantos anos niste já deves ter mamas né?

        Gostar

  13. J. Madeira permalink
    24 Novembro, 2013 22:39

    Já não é possível … após breve passagem pelos comentários
    supra, nota-se uma acelarada decomposição do Blasfémias!
    Só posso deixar os sinceros votos de boas melhoras!!!

    Gostar

    • ora permalink
      25 Novembro, 2013 21:10

      ok para a melhoria do homem de pau-feito uma gema literária ou gemada….

      As moscas de pau feito, em revoadas negras escaparam aos tempos frios de Novembro, refugiando-se no blogoplano quente de b-log’s e b-loucos feito, a radiação electromagnética tépida e viva, fustigou o fundo do vale onde se abrigava o homem de madeira, ou se calhar o homem de palha, os charcos e lagoas surpreendidos pelos ventos gelados da revolta nocturna e do arriar da bandeira que amesquinha a mosca da militaria cavalaria, gelaram e ficaram mudos e quedos, a dignidade militar não se compadece com a crise, indignados como a maioria dos militares reformados, os lagos, lagoas e charcos gelados pela longa noite salazarista, foram fustigados pela radiação internética e começaram a suar….
      E suando suavemente os lagos gelados, começaram lenta, lentamente a descongelar e o homem de madeira ou da madeira, depende da leitura da tábua da lei, começou lenta, lentamente a flutuar….e vogando fez-se ao mar…..que ficava por acaso, certamente ao lado do lago gelado que suando se libertara da imobilidade gélida da longa noite salazarista….

      Gostar

    • 25 Novembro, 2013 21:57

      DÁ O MOTE Ó MADEIRO FEITO PINÓQUIO…

      A PEDIDO DOS ELEITORES DOS CHARCOS ENQUADRADOS POR MADEIROS MUITO MANEIROS AFINFAM-SE JÁ AQUI UNS FRASEADOS PORREIROS DOS VIRTUAIS TINTEIROS DA INTERNET DISTINTA SEM TINTA QUE A FINTA OU A FINTE PRÓ BRANCO Ó TINTE TANTO FAZ….NO RESQUÍCIO DO VERÃO DE SÃO MARTINHO A GEADA DA VIDRAÇA COMEÇOU A SUAR LEVEMENTE ÀS SETE DA MATINA QUANDO A TEMPERATURA MATUTINA SALTOU DOS 2º PARA OS SETE QUE JÁ PROMETE À….TARDINHA OS DEZASSETE

      NAS AREIAS INTERMITENTES AS MENTES ARDENTES DEMENTES PUSERAM-SE A ARRIAR E A MARCHAR CAGANDO A GLÓRIA DE MATAR….A BEM DA NAÇÃO DO MADEIRO COM TRAPO NO TOUTIÇO QUE DERRIÇO…

      Gostar

  14. tric0001 permalink
    24 Novembro, 2013 23:46

    Gostar

  15. tric0001 permalink
    25 Novembro, 2013 00:00

    Gostar

  16. tric0001 permalink
    25 Novembro, 2013 00:11

    Gostar

  17. Juromenha permalink
    25 Novembro, 2013 20:49

    Imaginem agora a cachola do “Libération” ao saberem quem era o tipo…

    Gostar

Indigne-se aqui.

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: