Para quando o dia das barrigas alugadas?
Amanhã é dia da Mãe. Vão falar mto de mães, da importância das mães…. contudo não perdem uns segundos sequer a pensar que está neste momento em discussão em Portugal legislação em que se equaciona a possibilidade de existirem aquilo a que num processo de despersonalização chamam “barrigas de aluguer”. Ou seja mães cujo papel é apagado, sendo reduzidas e definidas enquanto barrigas ainda para mais alugadas, para que outras mulheres se possam dizer mães.
Não existem nem o direito nem a obrigação de ser mãe. Há pessoas que nunca o serão por razões médicas. Sofrem certamente com isso. Mas a vida adulta é feita também do aprendermos a viver com a impossibilidade e percebermos que não vale tudo para que nós possamos ter o tudo a que aspiramos. As “barrigas de aluguer” são um dos casos em que a possibilidade de uma mulher poder ter a alegria de ouvir uma criança chamar-lhe mãe não deve suplantar-se ao apagamento da maternidade noutra mulher a que se chama barriga.
E porque amanhã é dia da Mãe deixo aqui a história de mães
Jean McConville: The Disappeared mother-of-ten
La increíble historia de las mellizas que estuvieron separadas 78 años (os jornalistas puseram a ênfase nas gémeas mas o que me impressionou foi a história da mãe e da forma como ela escolheu a filha com que ficaria)
Há, no post, uma nítida visão ético-religiosa deste problema (‘barrigas de aluguer’).
Todavia, sabemos que na questão da procriação estão presentes muito outros aspectos (humanos, afectivos, sociais e inclusive económicos). As técnicas de substituição ( não só no campo da concepção) são eminentemente um desafio presente para as sociedades. Na verdade, os códices éticos foram elaborados noutro contexto e traduzem uma outra visão do Mundo.
Os desafios actuais podem efectivamente chocar com concepções adquiridas sobre a ‘ética da vida’.
Estas melindrosas situações quando confrontadas com conceitos relativos á procriação medicamente assistida, clonagem, experimentações em embriões, terapia genética,entre outros progressos da ciência, colocam-nos importantes dilemas pessoais.
Mas o verdadeiro problema é em que medida será aceitável a apropriação destas ‘inovações’ técnicas, nomeadamente, quando incidem sobre problemas biológicos. Acho muito difícil ter sobre isto muitas certezas.
E, para já, não condenaria aprioristicamente aqueles que não se conformam com um afastamento biológico da procriação. Nem sobre aqueles (políticos) que tentam responder a situações reais que afectam uma parte da sociedade (por mais diminuta que seja).
Seria bom conseguir elaborar uma opinião longe das questões da fé, aparentemente, redutoras do âmbito da discussão.
GostarGostar
É uma monstruosidade que, ainda pior cima, se tornou bandeira da esquerda- a esquerda dos direitos iguais que agora deita mão de tudo o que de mais aviltante pode existir no uso do ser humano e na sua transformação em mercadoria.
Filhos compram-se ou encomendam-se. Mulheres são como a utopia nazi preconizava- meras abelhas-mãe para serem usadas pelo mannerbund.
GostarGostar
Isto é o Admirável Mundo Novo. É a monstruosidade cientoina e jacobina. A Lei é a moral, fora da lei nada existe- se a Lei decretar uam imoralidade, ela passa a ter a conotação inversa e torna-se obrigatória.
O putedo escardalho adora isto- ~são mesmo randianos hedonistas e caprichosos por dentro e vermelhos por fora.
GostarGostar
Só aparentemente não falando da mesma “coisa” : e ainda se admiram da crescente popularidade , eivada de grande simpatia, pela “nova” ( erro crasso: a de sempre…) Rússia…
È uma questão de (pouco) tempo para vermos o destino destas modas “progres” e “fracturantes” – e aí não vai haver ” correcção polìtica” que lhes valha…
GostarGostar
Nos gays com pilinha não é barriga de aluguer. É marreca de aluguer.
GostarGostar
ehehehehe
GostarGostar
Fale com o CR7 sobre tal temática…
GostarGostar
já há muitos anos que temos em portugal barrigas de aluguer.uma chama-se paulo portas.quando anda com falta de votos,tem sempre um futuro pm para trazer no seu ventre,o tempo que for necessario!
GostarGostar
A Hm tem uma frase muito conseguida onde diz o principal. « As “barrigas de aluguer” são um dos casos em que a possibilidade de uma mulher poder ter a alegria de ouvir uma criança chamar-lhe mãe não deve suplantar-se ao apagamento da maternidade noutra mulher a que se chama barriga.»
E anda-se a vender o inverso, cada vez mais, por causa do lobby rabeta.
GostarGostar
Tss tss tss, lá estalou o verniz de vez…
GostarGostar
Estalou-te?
Se calhar esta militância é por causa de ti.
GostarGostar
Então milite, zaxie, milite!…
LOL
GostarGostar
“Ou seja mães cujo papel é apagado, sendo reduzidas e definidas enquanto barrigas ainda para mais alugadas, para que outras mulheres se possam dizer mães.”
“Outras mulheres e outros homens”, falta essa precisão…
GostarGostar
Esta é uma exploração indecente do corpo da mulher por razões economicistas por uma malta aburguesada tipo BE e quejandos
GostarGostar
Esta moral de clube é tramada…
Não tarda nada juntam-se à Liga das Mamãs Anti-Prostituição…
E sabe-se lá que cliques arrebanharão se seguida nessa cruzada tão tonificada de moralina…
GostarGostar
Nada que se compare à moral superior de outros clubes, cuja cruzada vai de vento em popa!
GostarGostar
Então a liberdade individual? Não é para cá chamada?
Estes liberais cheiram a mofo.
GostarGostar