Falta de transparência das primárias do Livre
Antes de ler este post do RAF, onde se sugere que os resultados das primárias do Livre/Tempo de Avançar foram manipulados, já tinha algumas dúvidas sobre o processo eleitoral dessas primárias. Já andava a compilar mentalmente algumas características destas primárias que são no mínimo intrigantes:
1. Os responsáveis anunciaram um número de eleitores potenciais inesperadamente alto, mas no fim só votaram 25% dos eleitores. Parece que no universo eleitoral foram incluídos eleitores adormecidos. Estranho para um partido novo. Quem são estes e qual foi o critério para a sua inclusão?
2. Tento descobrir quantos votos teve o Rui Tavares, ou qualquer outro candidato, e nenhum jornal refere um número que seja. No site também não aparece o número de votos de cada candidato, só a ordem pela qual vão aparecer nas listas. Não há nenhum dado que permita escrutinar a votação. Os próprios candidatos não parecem ter nenhum meio de verificação do seu próprio resultado nem têm como saber se ficaram perto ou longe do candidato à sua frente. Note-se que, por causa do sistema de quotas, um candidato mais votado pode ter menos votos que um à sua frente nas listas, mas não é possível saber se isso aconteceu.
3. Segundo o regulamento, os votos são contados por uma comissão eleitoral de 9 pessoas, a qual pode delegar a tarefa em comissões eleitorais distritais idênticas. Esta comissão tem o monopólio de todo o processo de contagem e não parece haver possibilidade de os candidatos assistirem à contagem de votos ou de poderem verificar as contas.
4. Foi possível votar electronicamente (Se for como a votação a decorrer para o candidato presidencial, é por formulário na web em que a identidade do votante é verificada com base no email. Em algumas notícias sugere-se que terá sido por email). Não é claro como é que este voto electrónico assegura o anonimato de quem vota. O voto por correspondência tem que ter um procedimento para desassociar as credenciais do votante do seu voto, antes de se proceder à abertura deste último e respectiva contagem. Não é explicado como é que isso é feito para o voto electrónico. Também não é claro como é que é assegurada a integridade da votação. Basta uma linha de código no software de processamento para alterar a intenção de voto do eleitor.
O Livre/TA gaba-se de ser o primeiro partido em que a direcção partidária não escolhe os candidatos a deputados. Até podem ter razão. Não dá para saber. Uma coisa sabemos, num processo eleitoral mais importante do que quem vota é quem conta os votos.

Os resultados totais esão a ser introduzidos no site e estarão brevemente disponíveis.E aí veremos se existiu golpada!
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De um admirador do Marquês é de esperar tudo.
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mais importante do que quem vota é quem conta os votos.
Por isso mesmo é que demoraram quatro dias a contar os dois mil e tal votos e hoje ainda não se sabe número nenhum.
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Quatro dias dá tempo para cozinhar os resultados. 😉
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O tema posto pelo João Miranda até era interessante de analisar, quanto mais não seja, por todos os media estarem a assobiar para o lado.
Mas lá tinha que vir o complexo de inferioridade dos morcões, digo assim, para empatar com o termo azeiteiros.
Um complexo de inferioridade já notado por todos e que depois, como bom provinciano, quer transformar em ar de superioridade.
Aproveitando o dia de hoje e só a talhe de foice, um jornal azeiteiro, é azeiteiro tenho a certeza, a falar de azeiteiros.
Quando se falar em azeiteiros, peçam conselhos ao conselheiro azeiteiro do Juncker, esse tal de Silva Peneda que queria tirar o lugar ao alentejano Carlos Moedas.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Justica/Interior.aspx?content_id=4645835
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E esses murcões eram tão bons que foram logo adquiridos por Lisboa. Nesse aspecto, quando algum murcão tem a forma certa de estar, como a de Lisboa, são logo transferidos para os clubes da capital. 😉
Está a ver a coisa. Quando um murcão se destaca na arte de parasitar os Portugueses, normalmente através do Estado, é logo transferido para Lisboa e aplicar a rua arte e engenho, na arte de rapinar. lol
Lisboa é um espectáculo! 🙂
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Aprenderam com o Obama.
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“Uma coisa sabemos, num processo eleitoral mais importante do que quem vota é quem conta os votos.”
Caro JM, e eles não são comunas? Se o são, apenas seguem aquilo que o Estaline defendeu. Mais importante que os votos é quem os conta.
Mas há que reconhecer uma coisa. Esta fidalguia de Lisboa, que se acha modernaça, na prática, segue aquilo que os comunas sempre fizeram e fazem. Manipulam os métodos para atingir determinados objectivos.
E esta fidalguia, muito atrasadinha, acha-se muito esperta. lol
Lisboa só sabe parir azeiteiros políticos. 😉
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Nem o Tavares é Lisboeta- é ribatejano- quanto mais o resto.
Em Lisboa manda tudo o que vem das berças para cá.
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Era mesmo engraçado contar-se pelos dedos quantos políticos são lisboetas.
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Basta o teu exemplo, Zazie. Basta o teu exemplo. Por vezes mais vale estar calado. 😉
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Eu sou política?
Tu és morcão complexado e nem merece a pena responder às tuas taras.
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A fidalguia de Lisboa é toda de ascendência nortenha.
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Toda não. Mas muita. lol
Os tipos do Norte exportam o material para Lisboa, de boa qualidade, ao fim de uma ou duas gerações, eles aculturam-se e é um problema. 😉
O mais estranho é que o lisboeta conhece melhor os terminais do Charles de Gaulle e de Stansted que o seu próprio país. E até raízes.
E as suas raízes? Desprezam-nas. Por exemplo, as Marchas de Lisboa, que estão acima de quaqluer carnaval brasileiro é desprezado pelas ditas elites bem-pensantes de Lisboa. E em vez de as promoverem muito bem no exterior, têm vergonha da sua populaça a cantar as suas raízes tradicionais Portugueses.
É por acaso que o Lisboeta adere mais fácilmente a culturas alheias do que as próprias Portuguesas? Não. Fazem lembrar, como diz o nosso bom povo, quando chegam ao esrageiro ficam como o burro a olhar para o palácio. 😉
O mesmo Lisboeta que gozou com um Ministro, ex-emigrante, quando comteu o erro de dize ro óbvio. Lisboa criou o pastel de nata mas é tão patego que nuca o soube vender ao resto do mundo, por ter complexos de inferioridade em relação a outros países e culturas. O burro fica de boca aberta com o palácio alheio.
Lisboa é fechada, tem dificuldades em lidar com o estranho (daí que o racismo é maior nessa região que no resto do país) e vive a suspirar por imitar as culturas alheias. Em vez de valorizar o que de bom tem, como o de bom tem o resto do país.
Lisboa vive ainda no séc. XIX. Em termos culturais e sociológicos. São murcões. 😉
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Um retrato em 3D muito bem tirado.
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As eleições do Livre/Tempo de avançar foram as primeiras eleições portuguesas (exceptuando as da Associação dos Especialistas em Avanços) em que a direcção partidária não teve qualquer interferência na escolha dos vencedores.
E isto compreende-se bem através dos vários discursos de Lenine, Trotsky, Staline, Mao e outros democratas (ídolos da rapaziada).
Mas também era melhor que os directores-gerais da organização não tivessem sido escolhidos. O que é que seria dos partidos se as suas vanguardas esclarecidas tivessem de aturar os paspalhões e arrivistas que por aí andam.
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“O que é que seria dos partidos se as suas vanguardas esclarecidas tivessem de aturar os paspalhões e arrivistas que por aí andam.”
Na prática, o que Vc. bem aponta, é que estes partidos implodirão. A menos que criem comissões não-democráticas, ou seja, directórios, que façam o filtro dos candidatos. Aliás, parece que no partido do Marinho Pinto já existem acusações ede fascismo entranhado.
O problema destes partidos é que, se não colocam filtros, podem gerar “abortos políticos”, que até em tem nada a ver com aquilo que, oficialmente, os partidos pretedem defender. Por outro lado, as Primárias do PS demonstram que a escolha directa do líder pode ser muito mas muito contra-producente.
Mas é bom que eles façam estas experiências. Se baterem com os burrinhos na água, serve-lhes de lição. 😉
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Não implodem. Realizam mitose.
A direita tem uma miríade de eleitores por aí espalhados à espera de representação, enquanto a esquerda tem uma miríade de representantes que não encontram quem os eleja.
Se o Tavares não se acautela até os dois hemisférios do seu próprio cérebro ficarão desavindos.
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dos líderes dos partidos com assento parlamentar, três são lisboetas: António Costa, Paulo Portas e Jerónimo de Sousa. Passos Coelho reside em Lisboa desde o princípio dos anos 1980 e a malta do Bloco e sobretudo alfacinha (Louçã, Fazenda,etc.). Chega?
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Não chega. Tem de fazer as contas a todos.
Isso de complexos morcões é uma doença. Porque colmatam um estranho complexo de inferioridade/superioridade, querendo transformar uma cidade num país e falando em nome de uma região- O Norte- para a qual, tirando o Porto, se estão absolutamente nas tintas.
Morcão é burgesso que se transforma no que mais execra- um mega lisboeta independentista.
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E é um tipo de paranóia folanizada demasiado estúpida. Porque Lisboa é mesmo a cidade onde vem parar tudo e tem mais de gente de fora que nascidos nela.
Andar com essa treta de caracterizar corrupção ou todos os males portugueses, em função do local onde se nasceu é estúpido.
Os males são nossos- de todos os portugueses. E nem há português de “sangue puro” em termos de raça, quanto mais em termos de origem local.
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Hear hear.
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O lixo vai todo parar à lixeira. Lisboa tem uma curvatura de potencial de gradiente negativo para pessoas de carácter, com um mínimo absoluto no Largo do Rato e vários mínimos locais em outras sedes partidárias, no Parlamento e nas várias sacanariasbe mentistérios.
Sabe, por exemplo, que os ordenados dos disfuncionais do estado são contados três vezes no PIB, subindo-o quarenta mil milhões de euros? Idem para as pensões e subsídios? São as manigâncias nas contas nacionais.
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O Costa é monhé. Ponto.
As pessoas não são o local da maternidade.
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“O Costa é monhé. Ponto.”
E isso quer dizer o quê? Que a cor da pele é mais importante que a aculturação?
Olha o teu caso. Queres melhor exemplo? Da tua idolatria pela dita cultura britânica porque achas que aquilo é cool? lol
O que é um monhé?
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Já expliquei trinta milhões de vezes que monhé é o termo depreciativo dado em Mozambique aos indianos, o Costa como é um arraçado lá era conhecido como “caneco” filho de indiano/a e caucasiano/a.
Também havia os mulatos, em calão “caporros” que é o caso do Obama.
Este apontamento não envolve qualquer racismo, era assim é assim e não vale a pena querer esconder realidades.
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parecem um bando de comadres a falarem da vida alheia…
nas outras agremiações partidárias todos os procedimentos são transparentes e limpinhos…
tenham juízo!…
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A dificuldade dos comunas de Lisboa em lidar com um mudo aberto pode ser comprovado neste tipo de acções propagandisticas, que se baseiam mais no medo do desconhecido (ou xenofobia oculta, que grassa em Lisboa) e no medo de um mudo aberto e livre:
“Activistas colocam faixa no Parlamento: foi “vendido” e ninguém os avisou
AR abriu inquérito para esclarecer como conseguiram os activistas colocar a faixa. O grupo “Eu não me vendo”, ligado ao Agir, promete mais acções nesta segunda-feira e na campanha, contra privatizações e “perda de soberania” do Estado português. “A nossa soberania foi vendida”, contestam.”
in http://www.publico.pt/politica/noticia/activistas-colocam-faixa-no-parlamento-foi-vendido-e-ninguem-os-avisou-1699747
Estes comunas não são muito diferentes dos racistas, que andam amesquinhados pelos angolanos, brasileiros e chineses andarem a comprar Lisboa. lol
O fundo mental é o mesmo. Medo do estrangeiro, devido a complexos de inferioridade profundos. O Lisboeta é azeiteiro porque se acha superior ao resto do país (daí que a sua ignorância chegue ao cúmulo de gozar a troca dos V pelos B, quando isto tem raízes profundas nas línguas peninsulares) mas depois, no estrangeiro, é como um burro a olhar para o palácio. Cheio de complexos de inferioridade e até medo. Medo do estrangeiro, do angolano que compra activos em Portugal. Medo do chinês que lhe compra as casas. Medo do brasileiro que lhe compra a companhia aérea de “bandeira”.
E um partido comuna faz acções propagnadisticas contra a venda da “soberania nacional”, tal e qual fazem e dizem os racistas, inspirados em ideologias alheias (lá está o seu complexo de inferioridade a aderir a qualquer ideia que surja de fora).
Há até quem critique o Parodiante de Lisboa por ele ser, sic, “monhé”. Uma epressão racista da parolada de Lisboa. Dos azeiteiros de Lisboa. lol
Eles acham-se difrentes, dizem anti-comunas e tal, mas são bastante semelhantes no mode de pensar. Porquê? Não se pode fugir ao chã que se toma em pequeno. 🙂
Como diz aquela boa piada. Deus fez de Lisboa uma cidade bonita e espectacular mas encheu aquilo de gente, que enfim…
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Só mais uma informação para os azeiteiros de Lisboa meditarem. Não é politicamente correcto mas é a mais forte e dura realidade.
Porquê que um lisboeta quando emigra, ao fim de pouco tempo, faz tudo por tudo e retorna a Portugal? Porquê? Porque não tem capacidade para se adaptar a culturas alheias e é incapaz de viver em locais em que se sente em enferioridade social, todos os dias e todas as horas.
A emigração Portuguesa, por esse mundo fora, sabe disto. Mas evita-o dizer. É politicamente incorrecto. Mas eles sabem-no. E riem-se bastante quando debate o problema do lisboeta em se adaptar a um mundo desconhecido, no exterior.
É politicamente incorrecto dizer isto mas todos fora de Lisboa sabem disto. Excepto os mais distraídos. lol
E, para os de Lisboa meditarem. Porquê que nalguns circulos sociais, o Lisboeta é conhecido por azeiteiro? Descubram por Vcs. mesmo. 🙂
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Em Lisboa produz-se azeite?
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Toda esta discussão é irrelevante para o final pretendido pelo Rui Tavares, mais fraude menos logro: estar em posição para poder voltar a ser Eurodeputado. É que, calculem vocês, o rapaz é um idealista.
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Mais lenha para cima dos lamparinas-azeiteiros pois é preciso pegar fogo ao país.
Façam esta experiência. Vasculhem pelos blogues Portugueses e descubram uma, mas uma referência às Marchas Populares de Lisboa. Façam essa experiência. Descubram, entre essa gente bem-pensante, que conhecem toda a “coltura” estrangeira, desde exposições de fotografia a livrarias em Paris. Ou agora, cada vez mais na moda (a Ryanair abriu os horizontes a muita gente) galerias de Londres.
A própria imprensa mal referiu o bairro vencedor das Marchas de 2015. Têm vergonha de haver marchas populares em Lisboa. (Considero as de Setúbal melhores, mas adiante.) Têm vergonha de ver o povo, a população a exibir-se nas Marchas. Ou melhor, têm vergonha das Marchas como têm dos ranchos folcloricos que existem por esse país fora. Pimba ou popularucho, não conta. Conta é dizer que se foi beber um copo ao Soho, a moda de agora.
Mas e referências a isto, entre a dita elite bem-pensante na blogosfera?
http://tinyurl.com/nhyz6k9
Não vi nenhuma.
Das poucas expressões artisiticas verdadeiramente alfacinhas que todos nós, Portugueses, nos podemos orgulhar, nem uma referência entre a dita elite bem-pensante. Já a vencedora do Prémio Camões… Ai Jesus, que é a nova José Saramago. lol
Mas depois, viajamos por essa europa fora, e vemos lisboetas de boca aberta a vibrar com o folclore alheio. Já me aconteceu na Noruega e na Alemanha. Ah! Aquilo sim, é bonito. Nada a ver com o que se vêm em Portugal, pensarão eles. lol
De tal forma a parolada é tal em Lisboa que me lembro sempre do castiço José Figueiras, de calções e barrete alpino, aos saltos, todo contente por exprimir as suas “raízes austriacas”. lol
O Figueiras a cantar de calções alpinos, lumberjack?, é chique. Se se vestisse de campino ou carroceiro, era gozado pelas ditas elite bem-pensantes de Lisboa. 🙂
O Eça é que lhes tirou logo a pinta, não foi? 😉
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Depois, para cereja no bolo, que tal mostrar aquilo que alguns pensam do “bairro ex-libris” de Lisboa?
“Os moradores do centro histórico de Lisboa estão fartos de ver os bairros com lixo, sujos, barulhentos, cheios de hostels e sem segurança. Foram dizer tudo isso à junta de freguesia.”
in http://observador.pt/2015/06/25/os-fregueses-junta-reclamar-bairro-feira-popular/
Deve ser a “coltura” das elites ou pseudo-elites de Lisboa:
“No breve discurso que fez, Carlos expôs aqueles que os residentes da freguesia consideram ser os principais males desta parte de Lisboa: o ruído noturno provocado pelos bares e seus clientes; a falta de policiamento nas ruas, sobretudo à noite; a falta de limpeza e higiene urbana. “Tivemos muita sorte com o Santo António. Choveu. Se não, o cheiro era impossível”, queixou-se uma moradora.”
Bendito São Pedro, senão, quem vive na Alfama até pensaria que viveria nalgum lugar insalubre marroquino. Lixo, cheiro a vómitos, urina, etc. Bendito São Pedro que lavou o bairro, já que as autoridades camarárias estão demasiado ocupadas a assessorar o Parodiante de Lisboa.
Mas é o bairro chique de uma determinada pseudo-elite de Lisboa. Quer dizer, conseguiram acabar com o Casal Ventoso mas depois…
Claro que depois alguns se queixam do excesso de turistas mas a culpa não é deles. É de uma forma de ver a vida que existe em Lisboa. Sim, sim. A revolução tem também disto. É em Lisboa como podia ser em Havana. lol
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Foram entretanto disponibilizados os resultados:
Click to access Lisboa2.pdf
De acordo com o regulamento eleitoral, os eleitores podiam ordenar as suas escolhas, sendo atribuído 1/1 à primeira escolha, 1/2 à segunda escolha e assim sucessivamente (daí a “votação ponderada”)
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A Golpada!
http://rupturavizela.blogs.sapo.pt/ddv-radio-vizela-e-oposicoes-politicas-2435204
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Aqui
http://tempodeavancar.net/?page_id=14093
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anti-comuna e fado alexandrino náo sao precisoa
mais declarações para que qualquer pessoa os
classifique em relação ao complexo de inferioridade/superioridade
no que se refere a Lisboa-Porto.
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Eu não sou do Porto. Portanto, devo ter complexos de inferioridade de não viver nas urbes magnificas de Portugal. 😉
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