Entregues à bicharada
11 Dezembro, 2015
Como sabe o Público e o governo que “aumento do salário mínimo não custará mais de 0,16% às empresas”? Sabem porque leram o Barómetro das Crises de Carvalho da Silva integrado no CES de Boaventura Sousa Santos. Qual os pressupostos da análise? Estes:

17 comentários
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Faça-se esta análise com mais dois elementos:
Indústria de exportação e turismo (nestes sectores, qual o peso do salário mínimo?).
Que salários estão indexados ao salário mínimo? Aí, qualquer mexida não atinge apenas quem ganha esse mínimo…
Logo se verão esses 0,16%… um embuste.
Então, se é tão pouco relevante o número de quem ganha pelo salário mínimo, porque tanto afã em aumenta-lo?
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A legitimidade revolucionária sobrepõe-se a qualquer racionalidade económica. E depois, quanto mais desempregados houver, mais fácil é “comprar” esses votos anti-capitalistas. Viva a esquerda unida e indivisível…
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E por que carga de água hão-de haver “salários indexados aos salário mínimo”? Isso é treta. O salário mínimo é e sempre foi definido com uma função social: garantir mínimos de sobrevivência. Não está indexado a coisa alguma e nada lhe está indexado. Em relação aos outros salários, isso sim, pode e deve ser discutido, nomeadamente salários do tipo daquele vendedor do tal banco. Aí, devia haver uma maior relação entre o que recebia e o que produzia.
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Concordo com o que escreveu, mas gostava de acrescentar que:
1- A generalidade é todas as empresas, e se na massa salarial, por exemplo, o SMN é 2%, da Jerónimo Martins. um aumento não tem impacto.
2- O aumento do SMN para um negócio em que os salários pagos são 90% do SMN claro que tem impacto. Um sector como da restauração que paga o SMN é claro que aumentar 120€~(600-505 + aumento da SS) tem impacto:
a) Aumento dos preços no restaurante
b) Diminuição da procura (levo almoço de casa algumas vezes, passo a levar sempre.
c) DESPEDIMENTOS
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Mas o pravda do Grupo Sonae pouco se importa. Importa é ajudar a “frente de esquerda”.
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Há silvas a mais em Portugal…
Há um que desde sempre foi mau electricista.
A instalação avariou.
Vai dar choque, mais dia, menos dia.
Afastemo-nos.
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Brutal!
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Epá!
Cliquei no raio do link do CES, li “aquilo” na diagonal e fiquei na mesma, tal o desfilar de disparates lá escrito.
Além de custar dinheiro dos nossos bolsos, para que serve o raio daquele “centro de estudos”?
Já encontrei várias vezes o Carvalho da Silva na Lusófona e é só bom dia, boa tarde e nem quero mais conversas com aquele “canhoto”.
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eCom ou sem pressupostos de análise, nem de propósito acabo de escrever na concorrência, a propósito do presidente da Fosun e dos dos seus Maserati que por aí estão:
“Um bom exemplo (como se ainda fosse necessário) das obscenidades do ultraliberalismo económico em que vivemos.
Entretanto, reerguem-se vozes a defender o corte nos salários modestos que já não chegam ao fim do mês (uma tal senhora do FMI…)!…
E Ricardo Salgado paga caução de milhões para sair em liberdade (e certamente ainda fica com muitos milhões… como o crime compensa!)!…
Quem semeia ventos…
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Se por concorrência se refere ao blog dos funcionários públicos, aposto que vibram com qualquer treta que os faça sentir menos parasitas.
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Caro João, se quiser saber o tema do aumento do salário mínimo favor perguntar ao Dr. Centeno – o professor, não o do poleiro das finanças.
Vai ficar mais esclarecido
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O Ricardo Salgado , gozará de todas as mordomias possíveis e imaginarias ….
Ele foi dono disto tudo…
Basta ameaçar pôr a boca no trombone…
UM micro exemplo: A Fundação Mário Soares, recebia do BES a módica quantia de 300 mil euros anuais…
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Muito se tem falado do Público e do Grupo Sonae, mas que diabo o “Dica da Semana” é um título que pertence ao LIDL .
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Se Má Ventura opina já se sabe que o contrário é que está com a razão.
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tó monhé descobriu um buraco … o do cu
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Pelo discurso do Jerónimo temos a certeza que a economia portuguesa está pronta para aumentar o salário mínimo para 600,00 euros.
Como ele e o PC são de palavra garantida não tenho a menor dúvida, conheço mesmo alguns desempregados que tem a mesma convicção.
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Já agora, lembro-me que a seguir ao 25/4 houve uma empresa estatal de transportes que exigiu um aumento do caraças.
Caraças é um número que todos conhecem.
Ora bem, um posterior democrata nem pestanejou em dar tudo que foi pedido.
Como naquela altura ele era tudo menos democrata, viu-se claramente que ele estava a mandar a empresa ao charco.
Depois de muitos milhões a recuperá-la ela ainda existe.
Bom?
Não, mau.
Pouco tempo depois entrava cá o FMI. (Não sei se conhecem)
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