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Cavaco, o Presidente que matou o cavaquismo

6 Março, 2016

Tema do meu artigo de hoje no Observador: como e porquê Cavaco Silva, Presidente da República, acabou a ter de matar o cavaquismo dos anos 90 do século passado
“É possível um Presidente da República sair de Belém com altos níveis de popularidade com esse presidente a respeitar os seus poderes e sem procurar subverter o regime? Não sei. Mas sei que Eanes, Soares e Sampaio saíram popularíssimos de Belém. O primeiro fez um partido, o PRD, a partir da presidência. O segundo, Soares, levou os últimos anos do seu mandato presidencial numa cruzada pública contra o então primeiro-ministro que por sinal se chamava Cavaco Silva e tinha sido eleito com uma maioria mais que absoluta. Quanto ao terceiro, Jorge Sampaio, numa manobra de bastidores nunca explicada, afastou Santana Lopes. Mas eram todos popularíssimos no final do mandato.”

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35 comentários leave one →
  1. 6 Março, 2016 12:59

    s

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    • 6 Março, 2016 13:08

      Santana Lopes foi um recurso, formou um governo de recurso e à pressa, inconsistente, fraco, com alguns membros sem saberem porque foram escolhidos, incompetentes e com egos explosivos.
      Santana não estava preparado para tal cargo.
      O tarefeiro Rui Gomes da Silva e SLopes meteram a pata na poça ao afastar Marcello da TVI.
      Aquela renúncia do Henrique Chaves foi uma cereja em cima do bolo que o JSampaio e o P”S” esperavam para favorecer os “socialistas” — “e é já !”, terá decidido JS. Muito naturalmente o P”S” venceu as legislativas. Culpa do DBarroso e do SLopes.

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      • Fernando S permalink
        6 Março, 2016 13:39

        Mesmo que assim fosse, e não é sequer liquido que assim fosse (por exemplo, o que é estar “mal preparado” para PM ?!…), nada justificava a “manobra” politica de Jorge Sampaio, nada institucional e à revelia dos principios e práticas consagradas do regime democrático.
        Ser um Presidente institucional, de todos os portugueses e acima dos partidos, é precisamente o que Jorge Sampaio não foi e Cavaco Silva foi (mesmo até ao fim, ao chamar e indigitar António Costa para formar governo ; numa leitura menos institucional da Constituição até podia não o ter feito).
        A “culpa” do que se passou com a queda do governo de Santana Lopes é acima de tudo de Jorge Sampaio e depois de todos aqueles, à esquerda e até à direita, incluindo o na altura pretendente à Presidencia da Républica, Cavaco Silva, montaram e alimentaram uma campanha caluniosa e excessiva para justificar a demissão forçada de um governo com uma sólida maioria no Parlamento e que não tinha nada de “anormal” (o que se passou desde então provou isso – por circunstâncias muito mais sérias e conflituais nenhum governo foi depois demitido).

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    • lucklucky permalink
      6 Março, 2016 20:17

      Até Sampaio explicar os motivos o que fez a Santana Lopes foi um Golpe de Estado.

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      • lucklucky permalink
        6 Março, 2016 22:08

        Ou melhor, o que fez ao parlamento eleito.

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  2. 6 Março, 2016 13:15

    Cavaco Silva foi demasiadamente académico, institucional, partidário, passivo, ocasionalmente incompetente, distante nas relações humanas.
    Exerceu o cargo como se fosse PM e raramente PR.
    Votos de boa reforma.

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  3. Juromenha permalink
    6 Março, 2016 13:16

    Foi sob Cavaco que a vileza de sócrates “y sus muchachos” foi possível, afirmando-se e prosperando.
    Uma máfia que transformou os assuntos de Estado em negócio estritamente pessoal.
    Um Presidente da República não pode ser um mero espectador – e, ao possuir informação privilegiada e não actuar, torna-se cúmplice, por omissão, desse “lumpen” que se serviu do país durante anos.
    E que continua a andar por aí…

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    • 6 Março, 2016 13:24

      Tudo isso e não só. Por exemplo não reagiu firme e drasticamente aos sucessivos descalabros do governo “socialista”, à eminente pré-bancarrota, etc., etc.

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  4. Churchill permalink
    6 Março, 2016 13:17

    Essa treta da popularidade tem uma medição altamente cientifica, de facto!
    O Soares saiu tão popular que a seguir candidatou-se no Parlamento europeu e levou uma banho, depois disso concorreu de novo à presidência e voltou a levar.

    O Cavaco teve grande parte do tempo a oposição regular de quase toda a comunicação social, em enxovalho constante dele e da família, como gostam de fazer a todos os candidatos que não sejam de esquerda chique ou radical.

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    • 6 Março, 2016 13:27

      Cavaco teve culpa pelo distanciamento da comunicação social em relação à sua pessoa, passado governativo e exercício do cargo em Belém.
      Nunca quis saber entender nem usar a comunicação social.

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      • Churchill permalink
        6 Março, 2016 17:49

        Se por entender quer dizer vergar a coluna aos mandamentos da oligarquia instalada, então fez muito bem em ignorar.

        Nos momentos relevantes (eleições) teve os votos, e só a absoluta arrogância, prepotência e ignorância é que leva o lixo jornalístico nacional a tecer as considerações que habitualmente faz.

        Obviamente nem tudo foi bem feito. Para mim por exemplo nunca lhe irei perdoar não ter demitido o governo Sócrates quando o primeiro ministro das finanças saiu ao fim de meia dúzia de meses, e avisou que o caminho escolhido ia levar-nos para uma divida insustentável.
        Também não percebo porque tratou com respeito escumalha como o Soares

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  5. As Bombinhas da Catrina permalink
    6 Março, 2016 13:32

    Dificilmente Marcelo será pior +residente que Cavaco.

    Diz Carvalhas, carvalho!

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  6. ali kath permalink
    6 Março, 2016 13:41

    foram muito populares para a esquerda
    estou convencido que seria eleito novamente se pudesse concorrer.

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  7. Manuel permalink
    6 Março, 2016 13:54

    Salva-se a verticalidade e isenção da Helena, de resto é imperdoável que o PR tenha composto o seu currículo( 10 anos de PR) e feito os seus roteiros sobre um país em bancarrota, e desse cobertura ao 44 no 1º mandato(cooperação estratégica) e andasse com Passos e Portas ao colo, para estarmos hoje, tal e qual ou piores, que em 2011.

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    • Fernando S permalink
      6 Março, 2016 14:21

      “desse cobertura ao 44 no 1º mandato(cooperação estratégica)”

      Não deu “cobertura”…
      Limitou-se a fazer o que, de acordo com a Constituição, deve ser feito por um Presidente : não sabordar a acção de um governo com maioria no Parlamento.
      Ainda há muita gente que não percebeu que no nosso sistema constitucional o papel do PR não se confunde com o de um chefe da oposição.

      .
      “andasse com Passos e Portas ao colo”
      Também não andou com o governo anterior ao colo.
      Basta lembrarmo-nos das declarações sobre os limites da austeridade e, sobretudo, do recurso frequente ao TC.
      De resto, também aqui fez o que devia fazer, cooperando com o governo legitimo e defendendo o respeito pelos compromissos internacionais assumidos pelo pais.
      Quanto ao mais é também bom que se diga que Cavaco Silva, embora nem sempre concordando no detalhe com a politica do governo (Cavaco tem uma orientação sobre a economia e a politica económica que é algo diferente da de Passos), teve a lucidez suficiente para perceber que a austeridade e o ajustamento não eram opções ideológicas mas sim imperativos nacionais num pais sob resgate financeiro.

      .
      “para estarmos hoje, tal e qual ou piores, que em 2011.”

      Em 2011 estavamos na bancarrota.
      Hoje não !
      Para lá voltaremos se a geringonça continuar a “inverter” e a “reverter” !…

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  8. PiErre permalink
    6 Março, 2016 13:59

    Popularíssimos:
    Hitler, que perdeu a guerra, também saiu popularíssimo do seu bunker.
    Já Churchill nem pouco mais ou menos, e ganhou a guerra.
    É a vida…

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  9. 6 Março, 2016 14:17

    Fernando S,

    Era, era um governo fraco, titubeante, com um líder que nunca demonstrou competência antes e durante o curto mandato. E ainda actualmente nota-se-lhe incapacidades várias.
    Como Santana afirmou, “estava escrito nas estrelas” e não mais do que isso.
    Um governo, repito, com muitos egos explosivos, que nunca indiciou firmeza nem projecto para o país.

    Eu não escrevi que apoiei incondicionalmente a decisão do JSampaio.
    Vc. acrescenta e bem (esqueci-me) o posicionamento do Cavaco face a Santana, que também ajudou a desmontar as “capacidades” do então PM.

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    • Fernando S permalink
      6 Março, 2016 14:36

      MJRB,

      Não importa agora se era ou não era um “governo fraco” e se Santana tinha ou não “competências” e “incapacidades”….
      Discute-se !… (quem dera a muitos terem as “capacidades” dele – deu de resto provas em vários cargos executivos que desempenhou e é ainda um analista politico com alguma lucidez)
      Acontece que era um governo da direita e isso sempre foi para a esquerda razão suficiente para tudo fazer para que não governasse e fosse derrubado (a esquerda em geral nunca foi muito institucional e respeitadora da separação de poderes, tão importante nas democracias “burguesas”).
      O que importa é que o governo de Santana Lopes tinha uma maioria sólida no Parlamento, que o pais não estava então confrontado com nenhuma situação excepcionalmente grave, pelo que o PR em funções nunca deveria tê-lo demitido.
      Foi, como diz a Helena Matos em cima, uma mera “manobra de bastidores” para derrubar um governo legitimo antes do fim da legislatura.

      Cavaco Silva foi então bastante “cavaquista”, mostrando um elevado grau de oportunismo.
      Cavaco no seu pior !… (mas não foi o único à direita)

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      • 6 Março, 2016 15:13

        Fernando S,

        Para analisar o governo SLopes, importa também agora se era –e era– um governo fraco, não tinha competência nem capacidade para o cargo.
        Não desejo um líder e actual comentador com “alguma” lucidez — quero-o com toda a lucidez.
        De acordo: manobra de bastidores do JSampaio e do P”S”, porque SLopes a facilitou.

        Noutro caso, também muitos social-democaratas, nos blogs (Blasfémias incluído sobretudo via CAA) e na comunicação social boicotaram, denegriram Manuela FLeite… Hoje e outrora declaramdo-se independentes, estão na ARepública, passaram pelo governo PPCoelho/PPortas e inscreveram-se no P”SD” — eu sei, é a vida…

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      • Fernando S permalink
        6 Março, 2016 16:11

        MJRB,

        .
        “De acordo: manobra de bastidores do JSampaio e do P”S” …”

        É o mais importante !!

        .
        “… porque SLopes a facilitou”.

        Admitamos … Toda a gente, num momento ou noutro, mais ou menos, comete erros que favorecem os seus inimigos e detratores.
        Mas, mesmo que fosse, não justifica em circunstância alguma aquelas “manobras”, profundamente anti-democráticas !!

        .
        “boicotaram, denegriram Manuela FLeite…”

        Não foi Manuela Ferreira Leite que excluiu Pedro Passos Coelho da lista de deputados ??!!…
        Eu votei nela quando estava à frente do PSD e foi candidata a PM.
        Mas desde cedo discordei de muito do que dizia.
        E considero hoje que Manuela Ferreira Leite, como outros “barões” “sociais-democratas” caidos do pedrestral e algo aziados, está politicamente e ideológicamente bem mais próxima de um Partido Socialista do que de um partido de centro-direita como o PSD.

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  10. Duarte de Aviz permalink
    6 Março, 2016 15:15

    Helena, Em geral concordo com a sua análise e só de pensar no que teriam sido as alternativas, até acenderei uma velinha aos Santos para que protejam Cavaco na sua reforma na casinha da Coêlha (pode ser que com mais tempo para pensar ele se lembre agora onde fez a escritura…) Mas não sei se os atributos que encontra foram obra do homem ou do acaso. Relembro o que considero os 5 pontos baixos dos 10 anos em Belém:
    1) A escolha pelo pagamento das reformas em lugar do vencimento do PR ‘ um péssimo começo.
    2) Aquela tirada de alguém ter que nascer duas vezes para ser mais honesto do que ele (eu não penso renascer e lembro-me bem da escritura da primeira casa que comprei há mais de 30 anos e nunca confiei em ninguém para comprar acções com o meu dinheiro…)
    3) A opereta das escutas em Belem
    4) O discurso da espiral recessive em Florença (se bem me lembro)
    5) Continuo a achar que sem ter a certeza absoluta que tinha AJ Seguro alinhado, a escursão às cagarras foi uma brincadeira que podia ter acabado muito, muito mal.

    Enfim, a história sera feita e, para isso, a popularidade nas “redes sociais” não conta. Temos que esperar mais alguns meses para ver o que nos saiu na rifa.

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  11. procópio permalink
    6 Março, 2016 17:37

    Cavaco não matou o cavaquismo, seja lá o que isso significa.
    Cavaco não conseguiu afirmar a teoria da reserva possível, apenas isso.
    Resta saber se alguém será capaz da a afirmar, de demonstrar cabalmente a diferença entre o possível e o impossível. Tudo o mais são lérias. A esquerda, a direita e a tropa fandanga.
    Chegou-se ao protetorado ao fim de muitos séculos, em boa parte por isso mesmo.
    O botas é um bom exemplo de mais um político, bom ou mau não interessa agora, incapaz de fazer a diferença. A razão não é decisiva neste tipo de questões. O botas foi avisado por muito boa gente de que não poderia jamais suportar uma guerra em múltiplas frentes. Insistiu e todos perdemos demasiado. Acaso tivesse evitado o desenlace mediante uma política realista, tinha descolonizado a tempo. O caso teria sido outro.
    Antes do “angola é nossa” a popularidade do botas estava em alta. É triste mas era verdade. Isto significa que os tugas estão sempre prontos a seguir caminhos ínvios, sem ponderar a diferença entre o possível e o impossível. E aqui chagamos à questão das massas.
    A decisão de gastar é, fundamentalmente, uma decisão política. A decisão de não deixar roubar, espoliar, estoirar as finanças públicas também. Só que grande parte dos pulhíticos comporta-se como a raposa dentro do galinheiro. Todos inocentes, já se vê.
    Façamos justiça a Cavaco, ele foi dos poucos que não fez parte das raposas. Faltou-lhe coragem para as denunciar e teve medo de enfrentar o bando. Tal como outros que “sabem demais” vai ficar caladinhono seu remanso algarvio. É humano.
    As raposas acoitam-se na vasta toca do politicamente correto e andavam doidas por vê-lo pelas costas. Eu também, por diferentes razões.
    O orçamento emendado e rasurado prevê e autoriza as despesas para a implementação das políticas públicas; mas estas ficam limitadas pelas possibilidades financeiras e por valores e princípios como o do equilíbrio orçamental. O desenvolvimento das políticas públicas que nem sequer verão a luz do dia, está pois condicionado ao elemento “financeiro”, quer se goste ou não goste. Pode ser que venha do céu. Estamos cá para ver.
    O mais provável, com Cavaco ou sem Cavaco, com Marcelo ou sem Marcelo é os tugas deitarem mãos à cabeça, mais dia menos dia e bradarem “Como é que isto foi possível!”
    Será o tempo de refletir sobre a impossibilidade. Não vão ser capazes e o pacheco com os olhos cada vez mais papudos, continuará a dar-lhes razão.

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    • 6 Março, 2016 18:05

      Seria útil para perceber Cavaco PM e Cavaco PR, que escrevesse e editasse quanto antes as suas memórias.

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  12. bintoito permalink
    6 Março, 2016 18:49

    Demasiado rural e sacana insuficiente. Sempre exposto ao natural nunca cuidou da maquilhagem de carater e passou-lhe ao lado a cartilha de golpista que outros decoraram.

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  13. Monti permalink
    6 Março, 2016 19:25

    Não foi Sexa o PR Cavaco que matou o cavaquismo.
    That was the economy, como diria o outro… E foram as circunstâncias, as de 80 e estas de agora, também diria outro.
    Vale, que com as super rodovias de norte a sul, estradas secundárias esburacadas, autarcas que nem por isso deixaram de pedir.
    Obras com túneis e aeroportos. Uma nova economia para o interior, segundo Sto Antóno Costa na Idanha, com um profissional de estudos ao lado. Mr Augusto ex-ministro Mateus ps.
    A luta continua, obras ou morte.

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  14. procópio permalink
    6 Março, 2016 19:43

    “A luta continua, obras ou morte”. Não são só as obras.
    Há mais no sns modelo.
    “O bastonário da Ordem dos Médicos desdramatizou este domingo as afirmações sobre morte assistida do médico António Pereira Coelho à RTP, precisando que tais declarações não se referem à eutanásia ativa, pelo que não se justifica qualquer “alarme social”.
    Não é caso para alarme, mas devagarinho lá se vai instilando a idéia que uma pessoa em mau estado, a ocupar por muito tempo uma cama num hospital público, a gastar muita medicação, bem…é tudo muito relativo, né? Vão-se habituando.
    Dessas relativizações não podem acusar o Cavaco.

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  15. Arlindo da Costa permalink
    7 Março, 2016 02:15

    Pensava que a eutanásia era proibida em Portugal. O que é que se passou?
    Se dissessem que o Cavaco se tinha suicidado, isso sim, era uma notícia que eu podia comentar, pois sou católico e visceralmente contra o suicídio.

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    • sam permalink
      7 Março, 2016 08:03

      Ó Lindo, a tua mãe fez confusão ao explicar-te as coisas.
      Tu não és católico; és veado.

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  16. Bandarra permalink
    8 Março, 2016 21:28

    Não sabe ? Diz-me com quem andas dir-te-ei quem és … Cavaco foi o governante que mais tempo esteve no poder . Quase igualou Salazar . Talvez por isso foi o governante que mais colaboradores teve a contas com a policia .
    O País nascido em Guimarães está em vias de extinção . Oculos habent et non videbunt .O ultimo capítulo da História de Portugal foi escrito , o primeiro subcapítulo por Cavaco Silva , o “Pai do Monstro” na expressão de Cadilhe , ou o “Padrinho do Cavaquismo” ou “O Rei do Cavaquistão” na expressão do Zé Povinho , que referindo-se aos funcionários públicos dizia que o melhor era deixá-los morrer (!) ; o segundo , pelo Dueto Cavaco e Sócrates que só foi corrido depois daquele ter sido reeleito e o terceiro , pela Dupla Cavaco com a mixomatose do Coelho que originou o fim do “jardim à beira mar plantado” !… Um Pais que teve este governante durante duas décadas merece o trágico destino que teve , tem e terá …

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