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Tu é que és um buraco

8 Março, 2016

Tu, o que aumentando a despesa consegue manter o défice intacto, tu é que és um buraco. Um buraco negro de crescimento infinito. Pergunta: porque não aumentar ainda mais a despesa?

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7 comentários leave one →
  1. Monti permalink
    8 Março, 2016 16:16

    Out of bounds.
    Devia agradecer a Sto António, a curta reposição caída na minha conta.
    Porém, há limites que não deviam ser ultrapassados.
    O aumento do preço dos combustiveis, por ex.
    Alguma vêz, pelos anos futuros, irão baixar de custo no consumidor?
    Assim feito, está determinado o futuro: nunca mais.
    Efeitos do exercício do poder, em sistema Democracia & Demagogia.

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  2. LTR permalink
    8 Março, 2016 16:33

    Em nove meses desde a prisão, Marcelo Odebrecht já apanhou hoje 19 anos de cadeia, não conta com nenhuma relação, e ainda pensa fazer um acordo de delação premiada, para ele e para os seus. Aqui em Portugal, só para discutir se sócrates foi ou não filmado na manga do avião no aeroporto foi mais de um ano de discussões de merda pela banda e pela manada dos costumes. E agora ainda apanhamos com estes aprendizes de táticas venezuelanas e cubanas a quererem fazer-nos passar por atrasados mentais com contabilidades criativas modelo 44. Obviamente, ou vai haver eleições brevemente, ou esta gente é mesmo completamente doida.

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    • 8 Março, 2016 22:50

      Haja o que houver, estamos definitivamente liquidados: “está determinado o futuro: nunca mais.” :/ 😦

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  3. 8 Março, 2016 16:50

    Prefiro buracos apertados e fogosos. Sem défice algum.

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  4. Arlindo da Costa permalink
    9 Março, 2016 00:35

    Um dos mitos do capitalismo é o crescimento infinito. Os buracos – usando a vossa linguagem de cavadores – são consequência do capitalismo.

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  5. Algarvio permalink
    9 Março, 2016 12:17

    Ó Arlindo olha que o Kasparov tem outra opinião.
    Queres ver:
    Um boné de Bernie Sanders para concorrer com Trump! Obrigatório para nos prepararmos para mais outro grande triunfo do socialismo, depois de Grécia e Venezuela.

    Desnecessário dizer que toda a intelligentsia e todo o beautiful people ficaram de-sa-pon-ta-dís-si-mos com Kasparov, e invadiram seu perfil para lhe repreender e dar sermões grandiosos e eloquentes sobre quão realmente belas e humanas são as propostas socialistas de Sanders.

    Kasparov, no entanto, não se fez de rogado. E escreveu:

    Estou adorando a ironia de ver os americanos que apóiam Sanders explicando pomposamente para mim, um ex-cidadão soviético, todas as glórias do socialismo e o que ele realmente significa!

    O socialismo soa bonito em frases curtas e slogans postados no Facebook, mas, por favor, mantenham-no confinado aí. Na prática, o socialismo corrói não apenas a economia, mas também o próprio espírito humano, acabando com a ambição e as conquistas que possibilitaram ao capitalismo moderno retirar milhões de pessoas da pobreza.

    Falar sobre as belezas do socialismo é um enorme luxo; um luxo ao qual só é possível nos darmos graças aos êxitos do capitalismo. A desigualdade de renda é, sim, um grande problema; mas a ideia de que a solução é ter mais governo, mais regulamentações, mais endividamento e menos arrojo empreendedorial é perigosamente absurda.

    Acuados, os defensores de Sanders tentaram contra-argumentar dizendo que o senador de Vermont não defende exatamente o socialismo, mas sim uma versão das social-democracias escandinavas.

    Ao que Kasparov respondeu, em uma surpreendente demonstração de conhecimento econômico e, acima de tudo, histórico:

    Sim, por favor, tomem a Escandinávia como exemplo! Implantar alguns elementos socialistas APÓS já ter se tornado uma economia capitalista rica é uma medida que irá funcionar somente se você não estrangular exatamente aquilo que lhe tornou rico em primeiro lugar.

    De novo, o socialismo é um item de luxo que não deve ser confundido com aquele item que realmente está fazendo o sistema funcionar [o capitalismo]. Muitos fazem essa confusão.

    E não se esqueçam de que praticamente todas as incontáveis invenções, inovações e criações industriais do século XX, as quais tornaram o resto do mundo desenvolvido tão eficiente e confortável, vieram dos EUA. E isso não foi uma simples coincidência.

    Enquanto a Europa podia contar com os [empreendedors dos] EUA incorrendo em riscos e investindo ambiciosamente — e, sim, gerando “desigualdade” —, ela pôde se dar ao luxo de apenas se beneficiar desses resultados sem ter de fazer os mesmos sacrifícios.

    Quem será a América da América?

    Arlindo. Xeque Mate!

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  6. 9 Março, 2016 16:19

    Afinal, não era só a f. que lhe via o buraco…

    Que pinga-amor!

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