São como bandos de pica-paus à solta
Legalização da prostituição é uma medida necessária, que já tarda, plenamente enquadrada no plano governamental de redistribuição de afectos. Repare-se que, tal como com barrigas de aluguer, a prostituição legal não poderá visar o lucro, sob risco de imoralidade. É imoral que alguém se disponha a carregar a vida de outrem por uma compensação monetária ou em géneros, o que originaria uma degradação psicossocial da Pessoa Humana e outros valores humanistas que constam no cânone neo-marxista. Não, lucro não, a gravidez by proxy deve ser levada até feliz termo por altruísmo, sendo a única gratificação possível o sorriso de felicidade da mãe a sério, aquela cujo nome constará no cartão de cidadania proposto pela Bloca. Da mesma forma, a prostituição legal, para evitar o risco de degradação psicossocial da Pessoa Humana, terá que ser desprovida de compensações monetárias, em géneros, em férias ou em lugares de nomeação política. Mesmo a angariação de clientes felizes contemplados deverá ser feita com transparência, recorrendo ao mais profundo respeito, respeito não indecoroso que evite que o proto-orgasmante incorra no crime de piropo.
Ainda há quem se queixe do progresso.

‘abaixo a inspecção médica,
o HIV, a hepatite C e a sifilis são do povo’
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Inspecção médica obrigatória para todas as mulheres, só para ter a certeza. Lá porque estão casadas há 40 anos com um tipo, isso não quer dizer nada. Nunca confiar.
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Como eu gosto das “Pessoas Humanas”.
Só uma pergunta: a prostituição não é uma relação de troca? Segundo os valores de mercado?
Se não, é só por amor(?) … e então as despesas de sobrevivência? pode ser aceite contribuições para pagar as despesas de sobrevivência? o que não é lucro e permite disponibilidade altruística para continuar a prestar os serviços necessários aos carenciados.
Vou ter que ir falar com a Katarina, para saber como neste caso, pensa fazer, fez ou faz ….
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Não pode ser uma relação de troca, o capitalismo é vil, como sabemos. Tem que ser uma relação altruísta de cedência voluntária, sem contrapartidas que tornariam o acto numa imoralidade.
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Tem razão Sr. Cunha, prontos desisto …
Vou ter que dizer à minha amiga, que nem para os alfinetes vai conseguir, para arranjar outra ocupação.
Só se houver um subsídio, deve haver qualquer coisita para estes casos. Coitada é tão boa moça!
Talvez se aplique aqui o Rendimento Mínimo de Inserção.
Para já vou-lhe dizer para ligar ao Sócrates a dizer que tem a renda para pagar e ele, como nós sabemos, é uma boa alma, socialista e tudo, só deve de precisar do IBAN para ajudar, mas isto dos bancos é uma chulice.
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Proponho prostitutas públicas tuteladas pelo Mário Nogueira e privadas com contrato de associação.
Se houver uma privada ao pé de uma pública somos obrigados a ir à do estado mesmo se for feia e gorda.
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Ora nem mais. camarada.
Caminhemos rumo ao socialismo. É que se virmos a questão por outro prisma, a feia e gorda púbiica tem tantos direitos com a boazuda privada.
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Cuidado quando acederem à rede pública de prostituição, que @s profissionais estão muito bem sensibilizad@s para o crime do piropo.
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Estou ]a espera que saia a lei para casar com uma ricaça.
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Todas?
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Legalização, já!
Custa-me lugar o canal 5 da TDT e ver aquelas 230 pessoas ali a trabalhar em ilegalidade.
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A prostituição legalizada é uma das marcas identitárias do actual neo-liberalismo que assola a Europa.
Qualquer dia vão legalizar a droga, liberalizar o aluguer de barrigas e de pénis. Tudo a bem do mercado. Da Procura e da Oferta.
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Posso sugerir uma medida proteccionista? Não liberalize o seu.
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Não esqueçam de divulgar:
https://www.facebook.com/manifestodebatepma/timeline?ref=page_internal
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