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Ao certo “africanos” quer dizer o quê?

17 Dezembro, 2016

O PÚBLICO quer dizer o quê com o seguinte título: “Uma escola de maioria africana ficou entre as dez melhores a Português“? Mas os alunos nasceram em África? E na África onde nasceram falava-se francês ou inglês? Puseram os pés alguma vez em Àfrica? A não ser que a Damaia seja uma província ultramarina estes alunos são tão africanos quanto os de qualquer outra escola.

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23 comentários leave one →
  1. Tiradentes permalink
    17 Dezembro, 2016 18:18

    Para além do racismo implicito travestido de bonzinho…..é cada tiro cada melro.
    Esta gente usa argumentos como por exemplo que os filhos de pais mais bem preparados agora tem melhores notas.
    Se são descendentes de africanos…..e por isso são referenciados….e os seus ascendentes supõe-se que além de pouca escolaridade teriam ou tem dificuldades no português……como explicarão eles que “os africanos” (pobres marginalizados, com pais que mal falam português) estão entre os melhores?

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  2. Arlindo da Costa permalink
    17 Dezembro, 2016 18:30

    Maioria africana = escola de pretos.

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    • 17 Dezembro, 2016 19:21

      Um berbere fica fudido se o chamarem preto

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      • carlos alberto ilharco permalink
        17 Dezembro, 2016 20:53

        E com razão não o é.

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      • Arlindo da Costa permalink
        17 Dezembro, 2016 22:04

        Os portugueses são essencialmente sarracenos e berberes. Basta andar nas ruas…

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      • 18 Dezembro, 2016 00:35

        Por onde anda o holonist?

        pra madar este fdp pa puta Q o pariu

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  3. Albert Virella permalink
    17 Dezembro, 2016 18:30

    A Dona Helena F. Matos está sempre pronta para entornar a sopa, e especialmente quando se decide a perder a oportunidade de ficar calada no seu canto, como o grilinho da cantiga.

    É mais do que evidente que a utilização do termo “africanos” foi usando um, com o qual quem escreveu a notícia pretendia ser o menos agressiva que possível, sem esconder a realidade da maioria dos discentes. É grave? No fundo, com a notícia, vista com vontade de a entender, quem a escrever faz loas, tanto aos alunos como aos professores, que mostram, cabalmente, que as origens não devem ser vistas como estigmas invencíveis.

    O que é grave é a insistência da Dona Helena F. Matos em atacar tudo e todos aqueles que “não vão à bola com ela”, característica que mostra a sua elevada noção de democracia e aceitação benevolente das opiniões alheias. Já estamos habituados e enjoados de ler as suas catilinárias.

    E já entrados em matéria pergunto: Como classifica a artimanha linguística de referir certos indivíduos como serem pertencentes à “etnia cigana”, quando os nossos concidadãos os identificam mais concreta ?

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    • carlos alberto ilharco permalink
      17 Dezembro, 2016 20:58

      Não percebi nada da sua intervenção.
      Um fulano nascido em Mogadouro pode ser africano, ou só são africanos os que nascem em África?
      Se me puder responder e esclarecer, muito lhe agradecia.

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    • Alexandre Policarpo permalink
      17 Dezembro, 2016 21:40

      Se um preto que nasceu na Damaia é “africano”, um branco, mesmo que tenha nascido na Austrália é europeu. A este preconceito estupido dos bempensantes do Publico eu chamo RACISMO!

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    • Tiradentes permalink
      17 Dezembro, 2016 22:06

      Para “entrarmos na matéria” disse nada. Três quartos da verborreia foi para destilar impropérios contra HM. No quarto restante julgando que “entra” o que faz é “sair” saltando a pocinha para outra pergunta.
      Típico de “intelectualidade binária”

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  4. helenafmatos permalink
    17 Dezembro, 2016 18:37

    “quem escreveu a notícia pretendia ser o menos agressiva que possível, sem esconder a realidade da maioria dos discentes.” Desculpe, está a querer dizer o quê?

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    • Nuno permalink
      19 Dezembro, 2016 00:11

      O problema dele é que, entretanto, “alunos de raça negra” já deve ser racismo, pelo que o único termo politicamente correcto (mas factualmente incorrecto) que lhe sobra é “africanos”.

      No fundo, o politicamente correcto é tão tramado, que nem permite escrever notícias positivas sobre a escola dos pretos que teve bons resultados nos exames. Um gajo (que não seja minoria ofendida, porque a esses tudo se permite) até para escrever coisas boas sobre eles tem que ter cuidado.

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  5. Juromenha permalink
    17 Dezembro, 2016 19:05

    Pretos, minha senhora, são pretos.
    Agora que “o” Trump vai ser Presidente, e o Mirito anda a pôr a(s) casa(s) em ordem no Mediterrâno oriental , já se pode voltar a dizer pretos, ciganos , maricas, etc….

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  6. maria permalink
    17 Dezembro, 2016 20:00

    HÁ uns anos 2 alunos numa escola estavam à pancada, eu intervi a separá-los. Dizia um deles, ó preto parto-te os cornos! O outro dizia, parto-te um braço ó preto! Perguntei a um deles; porque chama preto ao seu colega? Respondeu-me, ele é preto ou não é? Afinal era eu que estava desenquadrado na cena.

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    • lucklucky permalink
      17 Dezembro, 2016 22:49

      Já nos anos 80 na escola chamar preto a alguém ninguém se importava. Só os narcisos bem pensantes cá fora é que inventam esses códigos estupidos sobre o que é racismo ou não. Tal como branco.

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  7. JgMenos permalink
    17 Dezembro, 2016 21:32

    Não se pode dizer preto, ou negro…talvez morenos… mas o mais seguro será dizer …sem ascendentes na Idade do Gelo!

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  8. 18 Dezembro, 2016 10:45

    Africano é um natural de África. O conceito é simples e básico.

    A rapaziada do politicamente correcto como não tem amigos pretos, não tem namorados pretos, não tem filhas casadas com pretos, fica muito constrangida por se utilizar a palavra certa para definir a cor de pele de alguém. Inventaram essa de chamar africanos a quem tem pele negra ou preta.

    Tenho inúmeros amigos africanos brancos, de origem indiana, pretos, de origem chinesa, etc.

    E o facto de “africanos” terem obtido melhores notas a língua portuguesa contradiz a ideia de que os mais desfavorecidos socialmente não são capazes de ter bons desempenhos. Afinal pretos da Damaia, com pais sem grande formação, conseguem obter bons resultados escolares. Os politicamente correctos contra si próprios.

    Os politicamente correctos ficam enredados nos seus próprios preconceitos.

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  9. 18 Dezembro, 2016 12:28

    Se fosse um escola com maioria de brancos, ui ui

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  10. Meio Vazio permalink
    18 Dezembro, 2016 16:42

    Já não há pachorra para tanta estupidez, perdão, correcção política!

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  11. oscar maximo permalink
    18 Dezembro, 2016 20:48

    Arranja-se já uma definição de africano:
    É aquele que, exceptuando as loiras e tipos da terceira idade, frequenta as discotecas africanas.
    Caso seja necessário uma definição para discotecas africanas, é só pedir.

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  12. 18 Dezembro, 2016 22:55

    penso que quer dizer preto estúpido , se não não faziam barulho com a escola do “mim ser preto mas ter esperto na cabeça” 🙂

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  13. 19 Dezembro, 2016 07:48

    “em geral, “recusados” pelas escolas à volta”

    Regresso à escola “africana da Europa”. Como conseguiu estar entre as dez melhores a Português? “Por via de um trabalho muito forte de passagem da oral para a escrita, de muita leitura, de muitas visitas de estudo, de uma acção muito próxima dos alunos e das famílias”, sintetiza o seu director, José Biscaia. “Os alunos que estavam no 12.º ano são um extracto dos estudantes que temos, em que 52% são de origem africana”, confirma este responsável, lembrando que, devido a essa “característica”, os alunos do seu agrupamento são, em geral, “recusados” pelas escolas à volta.

    ????Ando eu a pagar impostos para empregar funcionários públicos racistas.????

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  14. Luis permalink
    20 Dezembro, 2016 16:07

    E esta a estrategia da Esquerda. Mas esta a correr mal fora de Portugal.

    A Esquerda divide a sociedade em gavetas. Os oprimidos sao os idosos, lgbt, mulheres, mouros, imigrantes e descendentes de imigrantes. Os maus da fita sao acima de tudo os homens caucasianos catolicos ou protestantes.

    O Labour tem perdido o eleitorado e esta em minimos historicos por causa desta estrategia, a Clinton em parte perdeu as eleicoes por causa tambem desta estrategia, e pela Europa Continental fora a Esquerda esta a desaparecer por causa disto. Esqueceram se que os maus da fita, as classes baixas nativas e os homens se iriam fartar de serem acusados dos males do mundo.

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