um governo bipolar
Temos um governo politicamente bipolar: às segundas, terças e quartas governa com o PC, o Bloco e os sindicatos, às quintas, sextas e sábados pretende governar com o PSD, o CDS e com as confederações patronais, e aos domingos faz de conta que não existe. O recente episódio da TSU e o que agora se adivinha com o Novo Banco são graves sintomas deste distúrbio psico-político. Neste último caso, como ficarão os papagaios do PS, entre eles o ilustre João Galamba, que andaram, nas últimas semanas, a repetir que o Novo Banco era para nacionalizar, e que verão, agora, que mandam menos nisto do que a burocracia de Bruxelas e os banqueiros do Santander? E o Bloco e o PC continuarão a engolir sapos, em nome dessa brincadeira que inventaram para justificar o seu apego ao poder, que é a «reposição de rendimentos», a tal que não chega a dar mais um euro por mês aos reformados? Como era previsível, à medida que viessem para cima da mesa os assuntos difíceis da legislatura, o espaço de manobra da geringonça começaria a diminuir. Como, por outro lado, aumentam as dissensões entre quem a sustenta, não é fácil imaginar que o que aí vem lhe possa ser muito abonatório. O travestismo político tem destas coisas: um dia é preciso decidir qual é a nossa verdadeira pele.

Ao que este bananal chegou apenas com o objectivo indisfarçável e único esmolado pelo próprio Costa para se tentear no poder.
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Não menorizem a táctica do camaleão.
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Alegremente em busca de nova bancarrota
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O Galamba representa mais do que bem a lixeira em que se transformou as representação parlamentar dos partidos, já que a da população pura e simplesmente não existe. É escusada qualquer discussão racional e não populista/demagógica sobre o país na presença desta espécie de criaturas, muitas delas de dedo engessado apontado a Trump.
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O governo usurpador e sem ética do PS encontra-se neste momento entre o sitiado e o sequestrado. E acresce a isso que o dinheiro para distribuir pelas clientelas está a esgotar-se as clientelas são muito vorazes pois querem sempre mais e mais. Mesmo contrair divida começa a tornar-se impossível pois os juros estão colossalmente altos a 4,2%. Sem mais dinheiro para distribuir às clientelas o clima vai ficar mais deteriorado e o cheiro a podre desta geringonça será mais acentuado.
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Quando se tem o apoio dos jornalistas pode-se fazer tudo e o seu contrário.
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Não se preocupe com os “Galambas” deste mundo, eles safam-se sempre.
Foi bonito de ver ontem na SICN (acho que foi aí).
Galamba começou com a história dos atropelos à democracia a propósito da demissão da procuradora geral.
As piruetas que fez em direto quando o interlocutor nomeou os saneamentos do PS foram lindas de ver.
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Onde posso ver essa cena do galambadas a ser devorado?
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Sic notícias Edição da Noite quinta-feira por volta das 21:25-21:33.
Devo ter-me sentado em cima do comando da TV ou estava no intervalo de qq coisa para ver aquelas tretas!
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Travestimo político (n.m.): forma política de atuar que consiste em fazer aprovar, abster-se e manifestar-se “frontalmente contra” a mesma medida; incoerência.
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Faltou um sinónimo ao comentário anterior:
Travestimo político (n.m.): forma política de atuar que consiste em fazer aprovar, abster-se e manifestar-se “frontalmente contra” a mesma medida; incoerência; oportunismo.
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.Apos ter revisitado “A Grande Farra” de Marco Ferreri com Mastroianni, Tognazzi, Andrea etc e ‘Paroli, Paroli’ na voz de Dalida regressei ao ‘Cantinho’:
.
“Portugueses e os automóveis”.
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Em 2016 as vendas cresceram 16,1%, enquanto na União Europeia foi de 6,8%. Ocupamos o 9º lugar neste ranking, liderado por Hungria, Croácia e Chipre. Com as menores taxas de crescimento, estão algumas das grandes economias europeias, como o Reino Unido, a França ou a Alemanha.
E adoram boas ‘maquinas’. Por exemplo, a Mercedes registou em 2016 um novo recorde de vendas em Portugal (pelo terceiro ano consecutivo!). Apenas na Alemanha a Mercedes tem uma quota de mercado maior que Portugal. Impressiona !
Obviamente que o Estado já percebeu esta relação de amor com os automóveis. E nunca perdeu tempo para se aproveitar da situação para tributar fortemente a compra e o uso dos carros em Portugal.
.
Quer o ISV (cobrado na compra da viatura), quer o IUC (“selo” do carro) têm aumentado sucessivamente todos os anos. 2017 não foi exceção.
.
Por seu lado, o ISP (Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos) há muito que representa mais de metade do preço pago pelo consumidor por cada litro de combustível.
,
Também a Tributação Autónoma (imposto especial sobre viaturas, pago pelas empresas) tem aumentado de forma muito significativa. A título de exemplo, a taxa máxima de Tributação Autónoma em 2013 era de 20%. Em 2017 a mesma taxa ascende a 35%..
Portugal cumpre bem o seu papel na uniao Europeia. Contribui bem para a sustentacao da Industri Automóvel em Franca, Alemanha, Itália etc,
.
Corte de importacoes para equilibrar a balança externa e baixar a divida contra a Austeridade. Mas Bruxelas recusa a favor da sustentacao da Industria Automobilistas Europeia,
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então como se fará ? Como se sairia disto ?
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Apos ter revisitado “A Grande Farra” de Marco Ferreri com Mastroianni, Tognazzi, Andrea etc e ‘Paroli, Paroli’ na voz de Dalida regressei ao ‘Cantinho’:
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“Portugueses e os automóveis”.
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Em 2016 as vendas cresceram 16,1%, enquanto na União Europeia foi de 6,8%. Ocupamos o 9º lugar neste ranking, liderado por Hungria, Croácia e Chipre. Com as menores taxas de crescimento, estão algumas das grandes economias europeias, como o Reino Unido, a França ou a Alemanha.
E adoram boas ‘maquinas’. Por exemplo, a Mercedes registou em 2016 um novo recorde de vendas em Portugal (pelo terceiro ano consecutivo!). Apenas na Alemanha a Mercedes tem uma quota de mercado maior que Portugal. Impressiona !
Obviamente que o Estado já percebeu esta relação de amor com os automóveis. E nunca perdeu tempo para se aproveitar da situação para tributar fortemente a compra e o uso dos carros em Portugal.
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Quer o ISV (cobrado na compra da viatura), quer o IUC (“selo” do carro) têm aumentado sucessivamente todos os anos. 2017 não foi exceção.
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Por seu lado, o ISP (Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos) há muito que representa mais de metade do preço pago pelo consumidor por cada litro de combustível.
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Também a Tributação Autónoma (imposto especial sobre viaturas, pago pelas empresas) tem aumentado de forma muito significativa. A título de exemplo, a taxa máxima de Tributação Autónoma em 2013 era de 20%. Em 2017 a mesma taxa ascende a 35%..
Portugal cumpre bem o seu papel na uniao Europeia. Contribui bem para a sustentacao da Industri Automóvel em Franca, Alemanha, Itália etc,
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Corte de importacoes para equilibrar a balança externa e baixar a divida contra a Austeridade. Mas Bruxelas recusa a favor da sustentacao da Industria Automobilistas Europeia. Então como se fará ? Como se sai disto ?
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O peiésse sempre foi esta merda, mesmo antes deste preto gordo.
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Um governo abrangente e transversal à sociedade portuguesa.
Não é constituído por seitas evangélicas como era o governo do Coelho Mal Passado.
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