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Safe Spaces

2 Fevereiro, 2017

Nos últimos anos, a direita andou a aceitar, com mais ou menos estupefacção, as criações dos guerreiros sociais da esquerda: safe spaces e “avanços civilizacionais” avulsos, como a remoção de palavras como nigger de clássicos da literatura. Uma asneira irreflectida. Estes movimentos devem ser incentivados e acarinhados, bastando, para tal, serem enquadrados de forma correcta para que sejam úteis para a generalidade de população.

Por exemplo, é uma asneira dizer que se vai proibir a entrada de indivíduos de determinados países. Isso é o processo, ninguém quer saber do processo. As pessoas querem saber é do princípio, e o princípio é a criação de safe spaces livres de cidadãos desses países. Com efeito, o presidente Trump com a sua Executive Order, deu um grande passo na criação de um grande safe space onde cidadãos desses países, com as suas ideias ofensivas, não entram para ofender as pessoas com o direito inalienável a não serem ofendidas.

Irrefutável. Agora é ir por aí fora, que a linguagem e os conceitos já estão criados. O meu mais sincero agradecimento a Lenin e Gramsci.

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16 comentários leave one →
  1. piscoiso permalink
    2 Fevereiro, 2017 19:47

    Falta agora um mapa com os países de cidadãos com ideias ofensivas, para os marcar.

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  2. javitudo permalink
    2 Fevereiro, 2017 20:04

    O António (Gramsci) esteve comigo esta tarde e ficou sensibilizado pelo agradecimento do Vitor. Ele está muito satisteito com o andamento da educação no sítio.
    O Lenin detesta estar assim irto, exposto às multidões.
    Nem sequer pode dar o gosto ao dedo…

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  3. 2 Fevereiro, 2017 20:06

    Já saiu a lista de disfarces e máscaras de Carnaval politicamente correctos para este ano? Estou a planear as coisas e não quero nem devo ofender ninguém. Se ofender, agradeço que me mandem uma paulada na cabeça.

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  4. Rocco permalink
    2 Fevereiro, 2017 20:35

    Pretalhada mal-cheirosa, gajas saco-de-batatas e gajos que gostam de se pôr de cu para o ar, fora!!!!

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  5. LTR permalink
    2 Fevereiro, 2017 22:18

    RTP 3 às 22h08: “até aqui no país há muito trumpista escondido”

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  6. 2 Fevereiro, 2017 22:40

    Tem noção que os safe spaces são uma mania anglo-saxónica (sobretudo norte-americana) e que em Portugal nunca (ou quase) ninguém andou a defender tais coisas (com a exceção – de que estou convencido que os promotores ainda se vão arrepender – dos “piropos”)?

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    • 2 Fevereiro, 2017 22:43

      Pegue num jornal ou veja um canal noticioso, Miguel. Repare bem e diga-me que não são safe spaces à americana.

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    • lucklucky permalink
      2 Fevereiro, 2017 23:04

      “em noção que os safe spaces são uma mania anglo-saxónica (sobretudo norte-americana) e que em Portugal nunca (ou quase) ninguém andou a defender tais coisas (com a exceção – de que estou convencido que os promotores ainda se vão arrepender – dos “piropos”)?”

      Olha eu que pensava que safe spaces era para não se ouvir coisas politicamente incorrectas…

      Ou será que Miguel Madeira nos está a dizer que dar um piropo é politicamente correcto?
      Ou invés está a manipular.

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    • miguel permalink
      9 Dezembro, 2017 11:44

      No IST há uma tentativa bem recente, nem há dois meses, pra tentar criar safe spaces! Há tentativas de criar Núcleos de estudantes, na associação de Estudantes para esse objectivo!!

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  7. Pedro Oliveira permalink
    2 Fevereiro, 2017 23:06

    Algum comentário sobre o motim em Berkeley?

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  8. A. R permalink
    3 Fevereiro, 2017 00:11

    Boa. Mas a esquerdalha está pronta sempre a desfazer os safe spaces: lá em Berkeley até os paus das bandeiras eram tacos de basebol. Faziam lembrar os camisas castanhas que os esbirros do Hitler-Stalin punham na rua para intimidar ou as brigadas anti-fascistas do 25 de Abril.

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  9. JCA permalink
    3 Fevereiro, 2017 02:55

    Surge tudo bem mais simples:
    .
    1) uma globalizacao a substituir a que havia com as dores de parto de percas de grandes negocios a favor doutros.
    .
    2) um discurso burguès, simples e direto cumprindo a rigor o que que prometeu, proprio de mentalidade empresarial mais “matematico” substituindo o academico florentinotanto diz o qe diz como o seu contrario porque nao diz nada, mais “flauta magica filosofico” e romantico.
    .
    3) Trumpismo “wait and see”; o que tem surgido nao sinaliza qalquer grande ‘revolucao’ no habitual: Mais reacao precipitada dos substituidos porque de resto ate agora ….
    .
    E duas coisas a reter igualmente tao simplistas mas operacionais
    .
    em hollywood “nao importa se dizes mal o que interessa a falares de mi”
    .
    na revlucao francesa ” quem arrancouy com a Revolucao Francesa foram os homes dos negocios e oficios que se aliaram ao Povo (a que alcovitaram de ‘Burguesia”) contra a Corte e o Funcionalismo escudo do Reino da altura.
    .
    Eh por ahi mais ou menos mas o Trumpismo quanto muito seria uma etapa de percurso.
    .
    NBem se percebe o pe de vento que por ahi vai :))) um espalhanco tatico ao comprido de que mitos nuna mais recuperarao por viciados no que julgavam ser ‘tudo nosso e bota abaixo eh sempre a aviar”. Enganaram-se
    .

    .

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  10. Arlindo da Costa permalink
    3 Fevereiro, 2017 19:34

    Lenine era tudo menos filósofo dessas mariquices.

    Leiam a obra de Lenine para não dizerem disparates!

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    • 3 Fevereiro, 2017 20:14

      Aí é que está. Lenin era um gajo inteligente que sabia que precisava do apoio de mentes fraquinhas. A partir daí veio a escola toda. Agora está ao rubro porque deixaram que estas florzinhas começassem a ser especiais logo no berço.

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  11. miguel permalink
    9 Dezembro, 2017 11:52

    vejam aqui o documentário “The Red Pill”: https://drive.google.com/open?id=1l7EMwT2K4Mrz3pufiQPWVOSgNMrNIUx6

    Realmente essas manias de safe spaces são anglosaxónicas bem como o documentário acima é baseado na realidade americana, mas recomenda-se vivamente a qualquer um pois ajudará a compreender a guerra dos sexos que se passa pros lados dos USA

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