Safe Spaces
Nos últimos anos, a direita andou a aceitar, com mais ou menos estupefacção, as criações dos guerreiros sociais da esquerda: safe spaces e “avanços civilizacionais” avulsos, como a remoção de palavras como nigger de clássicos da literatura. Uma asneira irreflectida. Estes movimentos devem ser incentivados e acarinhados, bastando, para tal, serem enquadrados de forma correcta para que sejam úteis para a generalidade de população.
Por exemplo, é uma asneira dizer que se vai proibir a entrada de indivíduos de determinados países. Isso é o processo, ninguém quer saber do processo. As pessoas querem saber é do princípio, e o princípio é a criação de safe spaces livres de cidadãos desses países. Com efeito, o presidente Trump com a sua Executive Order, deu um grande passo na criação de um grande safe space onde cidadãos desses países, com as suas ideias ofensivas, não entram para ofender as pessoas com o direito inalienável a não serem ofendidas.
Irrefutável. Agora é ir por aí fora, que a linguagem e os conceitos já estão criados. O meu mais sincero agradecimento a Lenin e Gramsci.

Falta agora um mapa com os países de cidadãos com ideias ofensivas, para os marcar.
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O António (Gramsci) esteve comigo esta tarde e ficou sensibilizado pelo agradecimento do Vitor. Ele está muito satisteito com o andamento da educação no sítio.
O Lenin detesta estar assim irto, exposto às multidões.
Nem sequer pode dar o gosto ao dedo…
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Já saiu a lista de disfarces e máscaras de Carnaval politicamente correctos para este ano? Estou a planear as coisas e não quero nem devo ofender ninguém. Se ofender, agradeço que me mandem uma paulada na cabeça.
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Pretalhada mal-cheirosa, gajas saco-de-batatas e gajos que gostam de se pôr de cu para o ar, fora!!!!
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RTP 3 às 22h08: “até aqui no país há muito trumpista escondido”
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Tem noção que os safe spaces são uma mania anglo-saxónica (sobretudo norte-americana) e que em Portugal nunca (ou quase) ninguém andou a defender tais coisas (com a exceção – de que estou convencido que os promotores ainda se vão arrepender – dos “piropos”)?
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Pegue num jornal ou veja um canal noticioso, Miguel. Repare bem e diga-me que não são safe spaces à americana.
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“em noção que os safe spaces são uma mania anglo-saxónica (sobretudo norte-americana) e que em Portugal nunca (ou quase) ninguém andou a defender tais coisas (com a exceção – de que estou convencido que os promotores ainda se vão arrepender – dos “piropos”)?”
Olha eu que pensava que safe spaces era para não se ouvir coisas politicamente incorrectas…
Ou será que Miguel Madeira nos está a dizer que dar um piropo é politicamente correcto?
Ou invés está a manipular.
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No IST há uma tentativa bem recente, nem há dois meses, pra tentar criar safe spaces! Há tentativas de criar Núcleos de estudantes, na associação de Estudantes para esse objectivo!!
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Algum comentário sobre o motim em Berkeley?
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Acho que homofobia já não dá.
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Boa. Mas a esquerdalha está pronta sempre a desfazer os safe spaces: lá em Berkeley até os paus das bandeiras eram tacos de basebol. Faziam lembrar os camisas castanhas que os esbirros do Hitler-Stalin punham na rua para intimidar ou as brigadas anti-fascistas do 25 de Abril.
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Surge tudo bem mais simples:
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1) uma globalizacao a substituir a que havia com as dores de parto de percas de grandes negocios a favor doutros.
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2) um discurso burguès, simples e direto cumprindo a rigor o que que prometeu, proprio de mentalidade empresarial mais “matematico” substituindo o academico florentinotanto diz o qe diz como o seu contrario porque nao diz nada, mais “flauta magica filosofico” e romantico.
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3) Trumpismo “wait and see”; o que tem surgido nao sinaliza qalquer grande ‘revolucao’ no habitual: Mais reacao precipitada dos substituidos porque de resto ate agora ….
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E duas coisas a reter igualmente tao simplistas mas operacionais
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em hollywood “nao importa se dizes mal o que interessa a falares de mi”
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na revlucao francesa ” quem arrancouy com a Revolucao Francesa foram os homes dos negocios e oficios que se aliaram ao Povo (a que alcovitaram de ‘Burguesia”) contra a Corte e o Funcionalismo escudo do Reino da altura.
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Eh por ahi mais ou menos mas o Trumpismo quanto muito seria uma etapa de percurso.
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NBem se percebe o pe de vento que por ahi vai :))) um espalhanco tatico ao comprido de que mitos nuna mais recuperarao por viciados no que julgavam ser ‘tudo nosso e bota abaixo eh sempre a aviar”. Enganaram-se
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Lenine era tudo menos filósofo dessas mariquices.
Leiam a obra de Lenine para não dizerem disparates!
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Aí é que está. Lenin era um gajo inteligente que sabia que precisava do apoio de mentes fraquinhas. A partir daí veio a escola toda. Agora está ao rubro porque deixaram que estas florzinhas começassem a ser especiais logo no berço.
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vejam aqui o documentário “The Red Pill”: https://drive.google.com/open?id=1l7EMwT2K4Mrz3pufiQPWVOSgNMrNIUx6
Realmente essas manias de safe spaces são anglosaxónicas bem como o documentário acima é baseado na realidade americana, mas recomenda-se vivamente a qualquer um pois ajudará a compreender a guerra dos sexos que se passa pros lados dos USA
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