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É como os almoços do Sócrates, um dia uns vão fazer de conta que não se lembram, outros que não estiveram lá, outros que estavam contrariados…

11 Setembro, 2017

Porto Editora e CIG vão trabalhar em conjunto em prol da igualdade de género. As duas entidades acabaram de anunciar que vão trabalhar em conjunto na produção de livros e materiais para crianças que promovam a cidadania e igualdade de género

…. Tudo está bem quando acaba bem. A CIG faz prova de vida, a PE negócio, o contribuinte paga, as famílias colocam as crianças ao dispor dos engenheiros das almas e o EXPRESSO redige em estilo norte-coreano (não, não vou comparar com o SPN porque o SPN redigia e ilustrava muito melhor).

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35 comentários leave one →
  1. Alain Bick permalink
    11 Setembro, 2017 18:56

    mera questão de percepção
    Lemmy Caution descobre estes mistérios
    e sopra na arma

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  2. lucklucky permalink
    11 Setembro, 2017 19:17

    “A CIG faz prova de vida”

    Completamente errado, a CIG fez prova do seu Poder. Censório.

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    • António C. Mendes permalink
      11 Setembro, 2017 19:23

      “Face ao exposto, a CIG, por orientação do Ministro Adjunto, recomendou à Porto Editora…” Obedece e não bufa! Isto qualquer dia dá estalo!!

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      • lucklucky permalink
        12 Setembro, 2017 15:15

        Boicote a Porto Editora como é óbvio.

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    • 12 Setembro, 2017 09:05

      Isto é impressionante. A tal “Liberdade para fazer culpados” de que falava Nietzsche

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  3. Filipe Costa permalink
    11 Setembro, 2017 19:28

    Agora que o governo compra manuais com o nosso dinheiro, eles na PE aceitam tudo, até dão o rabo aos Galambas e Ferros Pedrosos.

    Liked by 1 person

  4. Arlindo da Costa permalink
    11 Setembro, 2017 19:44

    Há algo de mal nesta joint-venture entre a Porto Editora e a CIG?

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  5. piscoiso permalink
    11 Setembro, 2017 20:23

    Se o Governo tem um contrato com a Porto Editora para compra dos manuais, é natural que só os compre se os achar em conformidade com a sua política de educação sem discriminação sexual.
    É difícil perceber isto?
    Nada impede que a PE faça mais livrinhos com as discriminações que entender para vender à HM e quejandos.

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    • sam permalink
      11 Setembro, 2017 21:10

      Mas quem é que está a falar de manuais escolares?
      Ai, Pisco, quando queres fazer de burro és imbatível.

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      • Tiradentes permalink
        11 Setembro, 2017 21:50

        pois aí é que está…….como o governo com o dinheiro dos contribuintes paga os manuais escolares…….já pode interferir é todos os outros artigos de apoio tornando assim puro o ensino. Lá virá o dia em que a proposito disso a PE será aconcelhada a não publicar certos autores e só poder publicar aqueles livros em francês do estudante parisiense.

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      • piscoiso permalink
        12 Setembro, 2017 09:17

        O Governo é um cliente da PE; tem o direito de exigir condições àquilo que compra.

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      • Tiradentes permalink
        12 Setembro, 2017 11:54

        SIM ….. até nos outros produtos que não compra nem manda fazer. É assim como eu que não gosto daquela cebola “áspera” do continente e só quero cebola “doce” que nunca há.
        Se não conseguem ver—creio que propositadamente- a diferença entre o manual escolar e os outros produtos de apoio com os quais o “cliente” não tem nada a ver é porque a má-fé dos raciocínios se fazem para confundir os incautos…… a não ser que eles próprios sejam confundidos pela “filosofia” das irmãs dos pais.

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    • prod permalink
      12 Setembro, 2017 09:31

      Pois, só é pena o governo andar a fazer os negócios que bem entende com o dinheiro que não é dele, à revelia dos contribuintes que não são tidos nem achados em tais parolices.

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      • piscoiso permalink
        12 Setembro, 2017 09:53

        Todos os negócios de todos os governos são feitos com o dinheiro dos contribuintes.

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      • Tiradentes permalink
        12 Setembro, 2017 11:58

        E quantos mais negócios que os governos criarem, como é o caso dos manuais escolares pagos por todos para a sua clientela politica votante melhor. É como aquele negócio das 35 horas para tudo que é admnistrativo na função pública. Como podem dispensar até mais de 10 horas dão-lhes cinco mas no caso dos enfermeiros não pode porque custa dinheiro ao contribuinte. Pois…os admnistrativos são muitos votos. É um negócio do caraças nas urnas de voto.

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  6. JgMenos permalink
    11 Setembro, 2017 20:35

    Palhaçada II – a sequela.

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  7. Tiro ao Alvo permalink
    11 Setembro, 2017 21:05

    Disseram-me que a CIG tem ao seu serviço 59 funcionários públicos. Será verdade?

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  8. 11 Setembro, 2017 21:37

    Petição a favor da suspensão imediata do chamado «Referencial da Educação para a Saúde» e de todas acções do Ministério da Educação baseadas na ideologia do «género»

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=ideologiadogenero

    Esta petição está parada há meses! Assinem e divulguem.

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  9. Eduardo permalink
    11 Setembro, 2017 23:01

    E quem é que corta o pirilau aos meninos?
    ou se preferir
    Quem é que implanta o pirilau às meninas?

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  10. 11 Setembro, 2017 23:39

    coitado do Salazar , governou antes destes avanços civilizacionais da ciência… tinha arranjado uns “cientistas” e uns “especialistas” ( sobretudo psicólogos e pedagogos ) para avalizar as suas decisões e nunca o tinham chamado de ditador.

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  11. Procópio permalink
    12 Setembro, 2017 11:05

    Os governos criam os formatos adequados para terem clientes. Para bem dos povos, com o dinheiro dos contribuintes, enquanto há dinheiro, existem serviços nacionais da educação e da saúde públicos tão monopolistas quanto baste. Outros serviços concorrenciais são quando muito tolerados, quando não perseguidos.
    É preciso expurgar o lucro. Onde há lucro há perigo. Onde não há lucro é uma festa.
    Os governos, enquanto não aperfeiçoam o totalitarismo e sem capacidade de fazer nada a não ser gamar, são obrigados a ter clientes nesta e naquela área.
    Os clientes, se obedecerem aos formatos, tudo bem, caso contrário não vendem.
    Estamos perante um “déjà vu” e sabemos como acabam estes filmes.
    Grilhetas, ou miséria, ou ambas.
    Estamos no bom caminho.

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  12. António C. Mendes permalink
    12 Setembro, 2017 11:20

    Mesmo ter ficado mais que provado que os manuais em causa não eram discriminatórios é um pormenor de somenos importância. Nem as malucas da CIG nem a maluca do Cabrita leram os manuais mas, com toda a legitimidade que os Piscoisos com palas lhes reconhecem, estão em condições de actuar em conformidade com a sua política de educação sem discriminação sexual.

    Ora, se está provado que os manuais não eram discriminatórios e que a Comissão das Malucas reconhece que é sublinhado o “trabalho meritório que a Porto Editora tem desenvolvido, ao longo das décadas, na promoção da cidadania, da igualdade de género e da inclusão social, através quer de projetos de responsabilidade social, quer da sua atividade editorial na área educativa, várias vezes em colaboração com a anterior Comissão para a Igualdade e Direitos das Mulheres”, que necessidade há de: “conteúdos que fomentem uma educação promotora de igualdade de oportunidades e do desenvolvimento das diferentes capacidades e talentos de todas as crianças, contribuindo assim para a construção de uma sociedade em que mulheres e homens exercem uma cidadania plena”? Fosca-se, esta gente não quer igualdade, quer terraplanagem!!!

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    • piscoiso permalink
      12 Setembro, 2017 11:29

      Palas são as suas.

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      • António C. Mendes permalink
        12 Setembro, 2017 11:55

        Mas afinal, os manuais eram discriminatórios ou não?

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    • Tiradentes permalink
      12 Setembro, 2017 12:03

      Há uma pequena análise da discriminação feita pelos MANUAIS DE APOIO (não são manuais escolares obrigatórios, feita pelo Ricardo Araújo Pereira que ajuda a perceber que os ditos “manuais” de APOIO são discriminatórios sim. Tratam mais vezes os rapazinhos como atrasados mentais do que a menininhas que quase sempre aparecem como intelectuais. Foram as irmãs dos pais dele que lhe recomendaram tal análise

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  13. 12 Setembro, 2017 13:37

    Não pode haver livros proibidos numa democracia. Nem que seja um manual infantil sobre como fazer explosivos caseiros em 10 lições.

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    • piscoiso permalink
      12 Setembro, 2017 13:50

      Não há livros proibidos. Qualquer pessoa pode publicar os livros que quiser.
      No ensino público, o Estado tem o direito de escolher os livros que se adequam à sua política de educação.

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      • Zé Manel Tonto permalink
        12 Setembro, 2017 19:44

        Qual é que é a parte de aqueles não serem manuais escolares para o ensino público que o Piscoiso não percebeu?

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      • 12 Setembro, 2017 21:18

        Mas aqueles não faziam parte do currículo.
        Ah, gente de esquerda, a vida inteira a queixarem-se do Salazar e dos interesses corporativos promíscuos com o estado, e esta joint-venture é o quê senão exactamente o mesmo?
        A atitude da Porto Editora e do Governo acabaram de legitimar a política de censura do Estado Novo, caraças! A censura é sempre em nome do bem comum, porra!

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  14. Tiro ao Alvo permalink
    18 Setembro, 2017 13:47

    teste

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