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A Polémica SuperNanny

30 Janeiro, 2018

Começo por dizer a este propósito que abomino todo o tipo de reality shows seja com crianças, com jovens ou adultos. Jamais me inscreveria num nem deixaria filhos meus menores, fazê-lo. Fique claro. Porém, a existirem é inevitável espreitar para poder de forma bem ponderada emitir uma opinião fora da caixa sem seguir as massas. E foi precisamente o que fiz assim que soube do tão polémico SuperNanny.

Sejamos honestos: só existe inscrições para este programa porque mais uma vez o Estado falha quando lhe pedimos ajuda. Temos imensos organismos cheios de gente credenciada a receber salários para apoiar as famílias e crianças mas na verdade não servem na hora da aflição. Quase todos já experimentamos esta realidade portuguesa seja em que área for. Com muita sorte vamos para uma lista de espera onde se desespera de tanto esperar. As mães que chegam a estes programas são pessoas desesperadas, exaustas, desgastadas, já completamente desequilibradas, e que tentaram ajuda. É o desespero que as move. Se assim não fosse, o programa nem sequer arrancava. E só esta realidade já deveria envergonhar o Estado social.

E não. Não é ficção como alguns sem ver o programa afirmam. Antes fosse. Estas famílias vivem mesmo um drama tremendo que lhes provoca mau estar familiar e tristeza profunda. As mães colapsam mesmo com as birras inaceitáveis e violentas dos filhos sem saberem como agir. É a desorientação total. E o que choca as pessoas é mais o facto de saberem que esta realidade existe mesmo, do que a própria exposição em si. Senão como explicam o Instagram, o Facebook, a publicidade, a moda, as novelas, os concursos na TV onde as crianças se expõem ou são expostas pelos próprios pais com tenra idade, sem oposição da CPCJ? No fundo o programa veio pôr a descoberto uma realidade atroz desta sociedade moderna em que vivemos e sobre a qual ninguém quer falar: a tirania dos nossos filhos. Porque falar sobre isto obrigaria a reflectir sobre as modernices educativas que ao invés de educar, transforma os jovens em pequenos ditadores.

O programa veio ainda revelar que os pais de hoje não sabem ser pais. E este fracasso reflecte-se depois na educação. Porque lhes foi dito que uma palmada na fralda era violência, que um bom pai tem de ser sempre o melhor amigo, que a criança tem de crescer feliz e logo não a podemos frustrar. Há anos que repito que estas dicas patetas seriam a receita perfeita para o caos familiar. E acertei em cheio. Criança, ainda no berço precisa de amor firme. Amor doseado com regras, com limites, com obrigações, com metas, com tarefas, partilha e responsabilidade regado com muito diálogo, sim, mas acompanhado dumas consequências (castigos de amor) certeiras sempre que se esquecem dos seus deveres. Frustrar a criança é obrigatório para o seu bom desenvolvimento. Porque tal como tudo na vida, sem uma boa liderança, a anarquia instala-se. Seguindo-se o caos.

Independentemente da exposição das crianças ( que agora o tribunal obriga a corrigir e bem) há um facto inegável que salta a quem vê o programa: com umas simples técnicas pedagógicas de uma psicóloga credenciada, ao fim de alguns dias, aqueles seres indomáveis quase selvagens, tornam-se crianças educadas. Milagre? Não. Apenas foi corrigido um défice no entendimento entre pais e filhos, porque ao ensinar os pais a agir, estes tornam-se menos stressados e a criança interioriza melhor o que lhe é exigido sem despertar raiva. Os pais, ao agir de forma mais segura com liderança firme e assertiva, transmitem mais afecto, mais segurança, ao mesmo tempo que os ensinam. Tão simples quanto isto. Foi extraordinário ver ainda a reaproximação entre mãe e filha adolescente orientadas pela psicóloga, de forma tão simples e bonita, que no caos era completamente impossível de resolver.

A verdade é que os pais não sabem educar porque lhes ensinam coisas erradas sobre a parentalidade. E os mesmos profissionais que hoje se insurgem contra estes programas são aqueles que de forma indirecta contribuíram para esta desordem social com suas psicologias modernas.

O programa depois de corrigido o formato (ocultando identidade das famílias) deveria continuar pois é didáctico para os pais e promove o bem estar familiar que se reflecte inevitavelmente no resto da sociedade. Porque com melhores pais, teremos melhores filhos que serão melhores alunos e em adultos, melhores cidadãos… e pais. Permite ainda a reflexão sobre este flagelo social que todos preferem negar em vez de resolver, numa sociedade em que permitem um filho bater num pai, e o contrário é crime público.

Querem acabar com programas deste tipo? Acabem com as sinalizações quase perpétuas de famílias necessitadas, nas CPCJ, eternamente em banho-maria e criem equipas de intervenção rápida para apoio efectivo e CONTINUADO, dentro dos mesmos moldes do programa, feito de forma individual e verão as inscrições desaparecer completamente.

Até lá deixemo-nos de hipocrisias.

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42 comentários leave one →
  1. 30 Janeiro, 2018 09:44

    Não tenho tv, não fazia ideia da treta que era a tal coisa chamada “programa”. Fiquei agora a saber.

    Portanto, há mães que levam os filhos à tv para toda a gente ver como são malcriados e há umas tipas psico-coisas que ensinam em directo como os educar.

    É isto?
    Sem toda a gente ver a cena não podiam ensinar nada a ninguém.
    Só tornando a anormalidade colectiva e o “desepero” das mães que se expõe e expõe os rebentos é que uma família pode aprender a funcionar…

    Está bem

    E quanto pagam a todo o maralhal- de vítimas a terapeutas, passando pelas crianças rebeldes?

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    • Cristina Miranda permalink
      30 Janeiro, 2018 15:17

      A minha opinião vem no texto. É só ler. Não defendo. Mas compreendo quem os procura. E sim. Há desespero. Mesmo sem receber 1 chavo, iriam tentar a sorte, sim. Se não viu, não consegue perceber tão bem o q escrevi.

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  2. 30 Janeiro, 2018 09:46

    E não há ainda programa contraditório a mostrar rebentos e mães idílicas e pais a asssistirem ao paraíso caseiro, com as psico ao lado a beberem cházinho?

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  3. 30 Janeiro, 2018 09:49

    E os pais não sabem educar os filhos porque lhes ensinam coisas erradas?

    Quem?
    Nasceram de geração espontânea. Não há avós para ensinarem nada?

    Pelos vistos, agora sem psico-coisas nem fazê-los sabem…

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    • Cristina Miranda permalink
      30 Janeiro, 2018 15:15

      Estas novas gerações de pais foram mal orientados pelas pedagogias modernas, sim. E o resultado está à vista.

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  4. 30 Janeiro, 2018 09:50

    Outra coisa- imaginava que cenas de novela eram teatro.
    Pelos vistos são a vida real dos actores.

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    • Cristina Miranda permalink
      30 Janeiro, 2018 15:13

      É trabalho infantil. A CPCJ preocupa-se?

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      • 30 Janeiro, 2018 18:35

        Se calhar é melhor andarem na escola a roubar, os matulões. Pelo menos dantes sempre faziam alguma coisa de útil com a família ou aprendiam ofícios.

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      • Cristina Miranda permalink
        30 Janeiro, 2018 18:55

        Não sou conta a “criança” trabalhar. Pelo contrário. Estou só a mostrar a hipocrisia q anda na CPCJ.

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      • 30 Janeiro, 2018 19:05

        Não vejo onde está hipocrisia.

        O problema não é fazerem de actores ou qualquer outra treta. O problema é ser a vida pessoal e íntima de jovens facilmente manipulados por adultos.

        Alguém tem que os defender desta gentalha que os faz e que nem esducação tem para eles próprios, quanto mais para transmitir.

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      • Cristina Miranda permalink
        31 Janeiro, 2018 16:14

        A hipocrisia está no facto da CPCJ não se ralar minimamente com a exposição diária das crianças pelos pais, diariamente no instagram e Facebook e tantas outras coisas tão graves quanto estas.

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      • 30 Janeiro, 2018 19:07

        Das duas uma: ou passam a vedetas na escola pelo facto e até na vizinhança ou são apontados a dedo publicamente.

        Qualquer destes resultados é uma vergonha provocada por ganância de crico.

        Já faltou menos para isso mesmo- irem todos para o circo porque agora proibido é espectáculo com animais.

        È só os vegan lembrarem-se disso…

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  5. PA, permalink
    30 Janeiro, 2018 11:20

    abslutamente de acordo. Já tenho dito essa opinião em outros foruns.

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  6. Mario Figueiredo permalink
    30 Janeiro, 2018 12:19

    Cristina, para quem afirma viver “uma realidade atroz desta sociedade moderna que ninguém fala”, você escreveu muito sobre o assunto. O que me parece próprio de alguém que fala sobre ele. E muito.

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    • Cristina Miranda permalink
      30 Janeiro, 2018 15:10

      É. De facto eu escrevi mas garanto-lhe q haverá mais debates sobre isto. Claro q você como vive 1 bolha, não se apercebeu desta problemática GRAVE q afecta famílias, escola e sociedade.

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  7. 30 Janeiro, 2018 12:19

    Estive a ver que devastadas e devastadores têm de passar primeiro por uma selcção de casting.

    Devem ser engraçadas as conversas familiares na expectativa de passarem o teste. “ou te portas mal ou não apareces na tv!”

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    • Cristina Miranda permalink
      30 Janeiro, 2018 15:08

      Faz sentido sim. Saber se os casos são mesmo graves ou não. Porque, pelo q vi, só pegavam em casos mesmo difíceis. Sendo 1 programa, percebe-se bem porquê. Imagine 1 família em q se espera q haja situações pra serem corrigidas pela psicóloga e depois, nada acontece e os miúdos até se vão portando bem. Não era o objetivo.

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      • 30 Janeiro, 2018 18:40

        E acredita que nem há encenação nem nada.

        E não ficam todos muito contentes por aparecerem na tv?

        Se acredita então nem entende o que são os “emplastros”.

        Eu não preciso de ver para perceber o que é. Até li como tem sido noutros países, e as denúncias que têm existido, muito antes da palermice ser moda por cá.

        Isto é não ter vergonha na cara e ainda fazer luxo em a mostrar no ecrã televisivo.

        Uns putos podem mesmo ser apontados a dedo e não se pode comparar a imbecilidade de um adulto que nem os filhos sabe educar, com os efeitos em crianças e jovens em formação de personalidade.

        Estão a habituar a vender a chacota. Quanto mais ordinários maior probabildiade de “serem famosos” e ganharem todos umas pipas à conta disso

        Espectáculo da miséria moral é o que esta porcaria há-de ser.

        Não vejo, nem estou interessada em ver. Por alguma razão vendi as televisões.

        Questão de higiene.

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      • Cristina Miranda permalink
        30 Janeiro, 2018 18:54

        Respeito muito sua opinião embora, desta vez, não concorde com ela. Abraço.

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      • 30 Janeiro, 2018 18:59

        Ok

        Eu também respeito e desta vez não concordo.

        Não imagino sequer que o Estado tenha de se meter a educar crianças no lugar dos pais.

        O que eu disse é qeu se há mesmo casos verídicos e as psico os resolvem, então que os resolvam em privado.

        O que acho uma imbecilidade é venderem-se todos a título de espectáculo.

        E a Cristina começou por dizer que nunca permitira que na sua casa tal acontecesse.

        Portanto, nem percebo em que é que discorda de mim.

        Eu gozei com a treta- disse que se vão a casting para aparecerem na tv, então em casa devem ter conversas palermas como “vê lá se te portas mal para ires à tv”.

        Todo o maralhal dá o cu e 5 tostões para aparecer no ecrã. Se têm selecção por testes dá para imaginar os horrores que devastadas e devastadores e pais em fuga, devem passar até ao dia de serem chamados…

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      • 30 Janeiro, 2018 19:01

        A Cristina é muito ingénua…

        Acredita na tv real em directo, e sem maquilhagem nem encenação…

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      • 30 Janeiro, 2018 19:02

        Todos estes programas são fraude.

        São antigos. Já houve de tudo a parecer que acontecia mesmo e era preparado nos bastidores.

        Como é óbvio, se há selecção de casting tem de haver guião e encenação para obter os fins desejados e ter as audiências de psicopatos voyeuristas.

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      • 31 Janeiro, 2018 09:18

        Pela última vez repito a pergunta:

        E não podem fazer isso no consultório em privado?

        É que fazer do caso um show televisivo é mais grave do que viverem felizes assim.

        O recato, o recato é que devia fucionar. E ir para a tv mostrar as mazelas familiares é fazer espectáculo público da falta de vergonha na cara.

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  8. Mario Figueiredo permalink
    30 Janeiro, 2018 12:23

    Deixe portanto para lá os exageros, excessos e hipérboles. E vai ver que as coitadinhas das mães desesperadas e que o estado não ajuda, são muitas vezes as primeiras culpadas do comportamento dos seus petizes. Que quando os seus petizes partem a mobilia de um hotel em Espanha é porque coitadinhos estavam a ser mal servidos.

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    • Cristina Miranda permalink
      30 Janeiro, 2018 15:04

      Negativo. Há de tudo. Há pais estúpidos e há pais que apenas não sabem ser pais. Que pensam q fazem o correcto e estão sem saber, a criar pequenos ditadores. Isso vê-se nestas gerações recentes de pais q aplicam as pedagogias modernas. E se não viu o programa, não pode fazer essa apreciação dessas famílias. Porque se tivesse visto o último programa veria q não era DE TODO esse tipo de gente. Aliás, tratava-se de 1 família onde a mãe exercia bem o seu papel mas era constantemente desautorizada pelo marido o q fazia com q os miúdos não obedecessem à mãe nem a respeitassem. Enfim, vir aqui comentar o q não se viu, está errado.

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  9. Mario Figueiredo permalink
    30 Janeiro, 2018 12:25

    E deixe lá o Estado em paz. Já me basta a trampa da doutrinação nas nossas escolas, era só o que faltava o estado começar a criar perfeitos arianos socialistas.

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    • Cristina Miranda permalink
      30 Janeiro, 2018 14:55

      Negativo. Se pagamos e MUITO pra ter 1 Estado Social, ESSE deve desempenhar a função e MUITO BEM. É 1 dever cívico EXIGIR do Estado o retorno do q ele nos rouba em impostos.

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  10. gatofuji permalink
    30 Janeiro, 2018 14:58

    Gosto mais do Cesar Milan.

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  11. Arlindo da Costa permalink
    30 Janeiro, 2018 17:42

    Caprichinhos pequeno-burgueses. Eu dava-vos uma supernanny mas era no lombo!

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  12. José Domingos permalink
    31 Janeiro, 2018 00:30

    Obrigado pelo texto. O estado ao encher a boca com “os superiores interesses da criança” não quer saber de nada. Em Portugal as crianças, na maioria, são filhas de casais ainda adolescentes, com vinte ou trinta anos. Estão no bem bom com o estado nanny. A grande maioria das assistentes sociais, estão-se nas tintas para o trabalho, as que se preocupam andam no terreno, a serem ameaçadas, hostilizadas algumas agredidas, por respeito ao seu trabalho.
    Nos serviços, são descriminadas.
    A cultura pensante, criou uma directriz que as crianças, não se podem contrariar, digamos que estão a semear votos, para o futuro.
    Estão a crescer, imbecis, irracionais, idiotas e acima de tudo serventes.
    Falta diálogo e acima de tudo regras, se os progenitores não as têm, não as podem ensinar. Lamento.

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  13. 31 Janeiro, 2018 01:03

    “Sejamos honestos: só existe inscrições para este programa porque mais uma vez o Estado falha quando lhe pedimos ajuda.”

    Por favor Dona Cristina não nos brinde mais com tamanhas pérolas de intelligentia. Não tenho capacidade para tal elevação. A sua destreza para analisar a realidade social é brilhante e brutal . Mas deixe-me viver nas sombras da minha caverna descansadinho, porque a sua claridade magoa-me e cega-me a vista …

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    • Cristina Miranda permalink
      31 Janeiro, 2018 09:08

      Olha, tu gostas tanto mas tanto mas tanto do que lês, que não me largas um minuto. Factos.

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      • 31 Janeiro, 2018 11:56

        “Olha, tu gostas tanto mas tanto mas tanto…”
        Pare de me assediar sexualmente dona cristina, já lhe disse que não pretendo nada consigo. #metoo

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      • Cristina Miranda permalink
        31 Janeiro, 2018 16:12

        Ahahahahahahahahah disfarça que eu gosto!! Ahahahahahahahahah

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  14. 31 Janeiro, 2018 01:15

    [O programa veio ainda revelar que os pais de hoje não sabem ser pais]… [Porque lhes foi dito que uma palmada na fralda era violência, que um bom pai tem de ser sempre o melhor amigo, que a criança tem de crescer feliz e logo não a podemos frustrar.” ]

    ALGUÉM disse…

    “há um facto inegável que salta a quem vê o programa: com umas simples TÉCNICAS PEDAGOGICAS de uma PSICOLOGA CREDENCIADA, ao fim de alguns dias, aqueles seres indomáveis quase selvagens, tornam-se crianças educadas.”

    TÉCNICAS PEDAGOGICAS de uma PSICOLOGA CREDENCIADA

    Et VOILÀ.

    Aiii não, não que vou ficar cego

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    • 31 Janeiro, 2018 01:57

      Mas, mas , quem é que andou a a impingir e a convencer os pais de tais coisas, Quem ?!!

      https://www.psychologytoday.com/blog/great-kids-great-parents/201508/physical-punishment-and-violence
      In the United States, studies show that approximately 65% of adults approve of physical punishment and about 50% of families use physical punishment to discipline children. Yet, research documents that physical punishment is associated with increases in delinquency, antisocial behavior, and aggression in children, and decreases in the quality of the parent-child relationship, children’s mental health, and children’s capacity to internalize socially acceptable behavior. Adults who have been subjected to physical punishment as children are more likely to abuse their own child or spouse and to manifest criminal behavior

      https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3447048/
      “In 1990, research showing an association between physical punishment and negative developmental outcomes was starting to accumulate…” “In 1990, research showing an association between physical punishment and negative developmental outcomes was starting to accumulate, and the Convention on the Rights of the Child had just been adopted by the General Assembly of the United Nations..”
      By 2000, research was proliferating, and the convention had been ratified by 191 of the world’s 196 countries, 11 of which had prohibited all physical punishment.”

      Certamente que os Psicologos Credenciados sabem perfeitamente aquilo que que estão a fazer. Admiro-me como é que tenhamos existido todos estes milénios sem tamanhos Guias da Humanidade.

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    • Cristina Miranda permalink
      31 Janeiro, 2018 09:07

      Bem, não sabe o q diz nem diz o q sabe. Típico.

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      • 31 Janeiro, 2018 13:04

        Estou-lhe só a apontar dona cristina, de que foram as Nações unidas, os credenciados psicologos e os Estados que impingiram aquilo que a dona Cristina se manifesta contra, mas que certamente por mero equivoco que acontece a toda a mente brilhante, continua a aconselhar os pais a lhes entregarem a educação das suas crianças e aos “credenciados” psicólogos como seus guias iluminados .

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      • Cristina Miranda permalink
        31 Janeiro, 2018 16:11

        O’ homem, o seu problema é mais grave do q eu pensava. Quem foi q lhe disse que me referia a TODOS OS PROFISSIONAIS? Não sabe ler? Referi-me àqueles q defendem estas pedagogias modernas da treta. Mas claro q percebeu. Só quer é aparecer…

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  15. 31 Janeiro, 2018 01:25

    “Foi extraordinário ver ainda a reaproximação entre mãe e filha adolescente orientadas pela psicóloga, de forma tão simples e bonita”

    É verdade dona Cristina eu que o diga cada vez que vejo aquelas lágrimas verdadeiras reproduzidas e editadas de 10 takes . É BONITOOO … Isso e as todas aquelas emoções tremendamente genuínas dos jurados do Britan’s Got Talent. Ai que me falta o ar e VISTA …

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    • Cristina Miranda permalink
      31 Janeiro, 2018 09:05

      Pois… Nem sequer viu mas consegue perceber tudo por telepatia. Negativo. A miúda não estava a fingir nem aquilo era resultado de takes. Ah! E só falo do que vi. Logo, sobre outros países, não me posso pronunciar. Não sou como você q comenta sem ver.

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  16. Shout permalink
    31 Janeiro, 2018 21:22

    Tanta bosta que passa na televisão… este programa, pelo menos, fez-nos questionar e colocar em perspectiva certas coisas. Tenha sido encenado ou não.
    Fico feliz por saber que existem famílias exemplarmente lideradas! Deve ser o caso da Sra. Zazie ou do Sr. Mário Figueiredo.
    Eu, infelizmente, pertenço ao outro lado da medalha: sou uma mãe falhada que, com esta celeuma toda, descobri que a minha realidade é a de mais pessoas.
    Desconfio que a minha família está a precisar de uma “psico-coisa” ; mas não, não iria fazer um espectáculo da minha humilhação ao confirmarem que sou uma azelha enquanto mãe, e que provavelmente nem mereço ser mãe!
    Questões legais e éticas à parte, fico agradecida à SIC e às pessoas que se expuseram (eu não teria coragem) por demonstrar que afinal não sou nenhuma aberração e que talvez ainda haja esperança para os filhos vítimas de mães/pais inaptos.
    Realmente, nós, mães incompetentes, deveríamos ser queimadas na fogueira por andarmos a ensinar os nossos filhos a vandalizar hóteis em Espanha, a consumir substâncias que lhes prejudicam a saúde física e mental, a baldar-se à escola, a desrespeitar os mais elementares princípios de boa conduta de saber estar em comunidade. Comunidade essa que inclui os chatos dos “cotas”.
    Devo pedir perdão à sociedade por ter posto no mundo criaturas que vieram com um “chip do contra” a tudo e todos que lhe cheire a “politicamente correcto”.
    Fui ingénua a ponto de acreditar que com amor de mãe, bons exemplos e conselhos tudo ía correr bem. Mas saiu-me o tiro pela culatra e formatei tiranos.
    Deveria ter feito tudo ao contrário: em primeiro lugar divorciar-me do pai deles que é do tipo permissivo por não gostar de confusões enquanto vê futebol e cinema (mas achei que seria importante pai e mãe estarem juntos no mesmo barco) embebedar-me, ser rude com as pessoas, bater-lhes à mínima birra ou resposta torta, baldar-me às minhas responsabilidades, pensar apenas em mim, estar-me nas tintas para os problemas deles… quem sabe se os meus meninos, por uma questão de sobrevivência, não seriam pessoas decentes?
    Mas pensando melhor, sim, talvez o César Milan conseguisse pôr ordem nisto!

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