Um dos melhores textos de sempre da HM. E sem dúvida um texto de referência para quem sinta a necessidade de entender e desconstruir a narrativa social-marxista.
Boa parte da malta que raciocina assim é a mesma que depois vai enxamear Paris, Londres ou Barcelona, e se puderem roubar até vão viver para lá como o sócrates. Deleitam-se com a preferência das Maddonas por Lisboa, fazem-se de distraídos com os favores autárquicos para estacionamento (se forem favores de esquerda), e dizem mal do resto. Odeiam o lucro do alojamento local, inventam problemas para justificar leis, mas calam-se com os problemas causados por estudantes em apartamentos, que já não necessitam de regulação nem de vizinhos que em maioria ditem a sua saída. Cobram por maior exposição solar (um dos maiores barretes e roubos ilegais de que há memória) e fazem-se de igorantes perante populações que perto de indústrias, aeroportos ou refinarias nem dormir ou estender a roupa podem, ou que respiram químicos altamente nocivos à saúde, sem qualquer abate ao mesmo IMI.
Esta forma e esta teia de putedo intelectual desbragado é cada vez mais transversal, profunda e central, e faz-se acompanhar de um desprezo cada vez maior e mais descarado por todos aqueles que não fazem parte do sistema.
Contolam os “merdia”, sobretudo o televisivo ( o gado eleitoral tende, cada vez mais, ao analfabetismo funcional…excepção feita aos “desportivos”…).
Basta olhar para a primeiríssima medida tomada pelo ZP2 ao trepar a Moncloa…
Certamente na tentativa de emprestar alguma gravitas à patética leveza do assunto – a transferência de um jogador de futebol para um clube propriedade da Fiat -, um jornal italiano fez uso de um parangonico “Fiat Lux”.
Na “revista de imprensa” que um “repórter” da RTP fez a propósito do mesmo não-assunto, certamente a mando de algum “chefe”, o titulo foi entusiasticamente traduzido por “fiat de luxo”.
Outro exemplo, o dos submarinos gutérricos que depois não serviam para nada, ou que se calhar não interessavam era aos países vermelhos e amigos que lhes comandam a mente:
Agora encontram-se para uma reunião com o Mr.Trump e passadas duas horas já estão na TV a prometer 2% do PIB em defesa por efeito das exigências, ao mesmo tempo que nem dinheiro ou manutenção para câmaras de filmar há em volta de um paiol.
Excelente artigo.
Muita falta faz uma informação isenta a denunciar que o “rei vai nu”, sobretudo televisiva,
já que jornais como o Observador, infelizmente, ainda não chega toda a população.
Trata-se de um alemão de 47 anos, chefe de gabinete a Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Européia. Com este os ingleses não vão em ciáticas. Aplicam-lhe o adjectivo bibulous (excessively fond of drinking alcohol).
O Rasputin do Berlaymont (a sede da comissão em Bruxelas) também enfrasca, mas como é mais novo aguenta e cumpre suas funções com desenvoltura, servindo como cérebro de política, executor-chefe e microgerenciador da máquina da UE.
A marca da sua ascendência são os SS por parte do avô, tal como o pai do Juncker. Coincidências. Recentemente foi nomeado secretário-geral da comissão. Mesmo depois do mandato de Juncker expirar em outubro continuará no seu posto.
O sr. Selmayr conseguiu sua promoção em duas etapas: primeiro ultrapassou um “rival” (seu substituto, que prontamente retirou sua inscrição). No colégio de 27 comissários em 21 de fevereiro surpreendentemente, ninguém se opôs. Uma hora depois, o próprio Sr. Juncker fez uma aparição rara na sala de imprensa da comissão, elogiando as qualidades do homem que projetou sua ascensão à presidência em 2014. O golpe foi completo.
Este é o tipo de comando que domestica os rafeiros, em bicos de patas quando vão ao estrangeiro. Babosos perante os merdia nacionais, os outros nem sequer aparecem, fingem ignorar sobre o facto de a sua existência se ter tornado dispensável.
Longe vão os tempos. Regojizem-se, o personagem central continuará a marcar.
E muito menos os abraços. Porquê, porquê, meu Deus tanta ingratidão?
Discordo da HMatos quando conclui que a esquerda não evoluíu. Por exemplo certa esquerda, para eliminar adversários internos, já não usa picareta.
Não me oponho à presença de estrangeiros, quer em visita ou à escolha de Lisboa, Porto, Algarve ou outro local para viverem. Alguns são indesejáveis, uma minoria. Compete às autoridades saber quem entra (imigrantes incluídos) e quando saem, como se comportam e se houver caso para vigilância policial e expulsão, bye bye e não voltem.
Trazem e deixam dinheiro, serão raríssimos os que dizem mal do país, vivificam doutro modo, estabelecem e mantêm contactos, recomendam-nos.
Lembro-me muito bem o que era Lisboa e Porto não há muitos anos atrás, pouco mais do que um marasmo. A hotelaria evoluíu e diversificou-se, o comercio melhorou e lucra, as praias têm outras condições, algumas zonas “do interior” compreenderam, adaptaram e embelezaram zonas até então “esquecidas”, etc., etc.
Hoje, qualquer grande ou média-grande cidade (caso de Lisboa) não deve rejeitar entrada de estrangeiros. A HMatos entenderá se quiser, que muitos acontecimentos internacionais trazem também profissionais (alguns poderosos) ao país. E muita juventude, educada, culta. Talvez umas saídas da HM para “estudar” a malta jovem, a fizesse entendê-la doutro modo. Por exemplo ontem no NOS Alive, foi um regalo constatar o ambiente. Actualmente, os jovens (incluindo portugueses) não são, rejeitariam ser os mesmos dos anos 1970, 80 e mesmo 90…
Lisboa até tem o que outras capitais europeias desejariam, excelentes praias a poucos quilómetros. Que cidade desprezaria e não se projectaria utilizando isso ? Mais a sua extraordinária luz, afabilidade, monumentos, etc., etc ?
É tão bom não nos sentirmos “orgulhosamente sós”…
se foi ironia, foi deliciosa,,,, ” Por exemplo ontem no NOS Alive, foi um regalo constatar o ambiente. Actualmente, os jovens (incluindo portugueses) não são, rejeitariam ser os mesmos dos anos 1970, 80 e mesmo 90…”, se não gostava de ter os seus olhos. 🙂
excelente texto. no entanto, há outro paradoxo que os liberais nunca mencionam: que é o de que todas as causas do “marxismo cultural” são avançadas tanto pelos activistas, mas com o apoio de quem? das grandes corporações, do liberalismo económico. basta ver as magníficas manifestações dos bancos nas pride parades, ou os anúncios das grandes marcas a favor da miscegenação. e agora, Liberais?
“Degradam as cidades. Roubam-lhes a identidade. Chocam os hábitos dos habitantes. Causam ruído. Não respeitam os costumes. Sujam as ruas. Afastam os residentes tradicionais. Estão por toda a parte.” – Boa descrição da esquerda “radical” (há outra?)…
Um dos melhores textos de sempre da HM. E sem dúvida um texto de referência para quem sinta a necessidade de entender e desconstruir a narrativa social-marxista.
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Muito bem. E no jornal que é para contrariar os encobridores mediáticos
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Boa parte da malta que raciocina assim é a mesma que depois vai enxamear Paris, Londres ou Barcelona, e se puderem roubar até vão viver para lá como o sócrates. Deleitam-se com a preferência das Maddonas por Lisboa, fazem-se de distraídos com os favores autárquicos para estacionamento (se forem favores de esquerda), e dizem mal do resto. Odeiam o lucro do alojamento local, inventam problemas para justificar leis, mas calam-se com os problemas causados por estudantes em apartamentos, que já não necessitam de regulação nem de vizinhos que em maioria ditem a sua saída. Cobram por maior exposição solar (um dos maiores barretes e roubos ilegais de que há memória) e fazem-se de igorantes perante populações que perto de indústrias, aeroportos ou refinarias nem dormir ou estender a roupa podem, ou que respiram químicos altamente nocivos à saúde, sem qualquer abate ao mesmo IMI.
Esta forma e esta teia de putedo intelectual desbragado é cada vez mais transversal, profunda e central, e faz-se acompanhar de um desprezo cada vez maior e mais descarado por todos aqueles que não fazem parte do sistema.
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Contolam os “merdia”, sobretudo o televisivo ( o gado eleitoral tende, cada vez mais, ao analfabetismo funcional…excepção feita aos “desportivos”…).
Basta olhar para a primeiríssima medida tomada pelo ZP2 ao trepar a Moncloa…
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Certamente na tentativa de emprestar alguma gravitas à patética leveza do assunto – a transferência de um jogador de futebol para um clube propriedade da Fiat -, um jornal italiano fez uso de um parangonico “Fiat Lux”.
Na “revista de imprensa” que um “repórter” da RTP fez a propósito do mesmo não-assunto, certamente a mando de algum “chefe”, o titulo foi entusiasticamente traduzido por “fiat de luxo”.
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“Controlam”.
Mea clpa.
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Uma obra prima!
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Outro exemplo, o dos submarinos gutérricos que depois não serviam para nada, ou que se calhar não interessavam era aos países vermelhos e amigos que lhes comandam a mente:
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/defesa/detalhe/a-noite-chega-com-um-click-ao-submarino-arpao-que-mergulha-aos-300-metros?ref=HP_DestaquesPrincipais
Agora encontram-se para uma reunião com o Mr.Trump e passadas duas horas já estão na TV a prometer 2% do PIB em defesa por efeito das exigências, ao mesmo tempo que nem dinheiro ou manutenção para câmaras de filmar há em volta de um paiol.
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Excelente artigo.
Muita falta faz uma informação isenta a denunciar que o “rei vai nu”, sobretudo televisiva,
já que jornais como o Observador, infelizmente, ainda não chega toda a população.
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A domesticação tem em Martin Selmayr a sua referência principal.
https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ_FzgWf_wS8N-K5DMHXvbfrdWersUQDp6NCkIqJ1mX5P63dvM6ig
Trata-se de um alemão de 47 anos, chefe de gabinete a Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Européia. Com este os ingleses não vão em ciáticas. Aplicam-lhe o adjectivo bibulous (excessively fond of drinking alcohol).
O Rasputin do Berlaymont (a sede da comissão em Bruxelas) também enfrasca, mas como é mais novo aguenta e cumpre suas funções com desenvoltura, servindo como cérebro de política, executor-chefe e microgerenciador da máquina da UE.
A marca da sua ascendência são os SS por parte do avô, tal como o pai do Juncker. Coincidências. Recentemente foi nomeado secretário-geral da comissão. Mesmo depois do mandato de Juncker expirar em outubro continuará no seu posto.
O sr. Selmayr conseguiu sua promoção em duas etapas: primeiro ultrapassou um “rival” (seu substituto, que prontamente retirou sua inscrição). No colégio de 27 comissários em 21 de fevereiro surpreendentemente, ninguém se opôs. Uma hora depois, o próprio Sr. Juncker fez uma aparição rara na sala de imprensa da comissão, elogiando as qualidades do homem que projetou sua ascensão à presidência em 2014. O golpe foi completo.
Este é o tipo de comando que domestica os rafeiros, em bicos de patas quando vão ao estrangeiro. Babosos perante os merdia nacionais, os outros nem sequer aparecem, fingem ignorar sobre o facto de a sua existência se ter tornado dispensável.
Longe vão os tempos. Regojizem-se, o personagem central continuará a marcar.
E muito menos os abraços. Porquê, porquê, meu Deus tanta ingratidão?
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Discordo da HMatos quando conclui que a esquerda não evoluíu. Por exemplo certa esquerda, para eliminar adversários internos, já não usa picareta.
Não me oponho à presença de estrangeiros, quer em visita ou à escolha de Lisboa, Porto, Algarve ou outro local para viverem. Alguns são indesejáveis, uma minoria. Compete às autoridades saber quem entra (imigrantes incluídos) e quando saem, como se comportam e se houver caso para vigilância policial e expulsão, bye bye e não voltem.
Trazem e deixam dinheiro, serão raríssimos os que dizem mal do país, vivificam doutro modo, estabelecem e mantêm contactos, recomendam-nos.
Lembro-me muito bem o que era Lisboa e Porto não há muitos anos atrás, pouco mais do que um marasmo. A hotelaria evoluíu e diversificou-se, o comercio melhorou e lucra, as praias têm outras condições, algumas zonas “do interior” compreenderam, adaptaram e embelezaram zonas até então “esquecidas”, etc., etc.
Hoje, qualquer grande ou média-grande cidade (caso de Lisboa) não deve rejeitar entrada de estrangeiros. A HMatos entenderá se quiser, que muitos acontecimentos internacionais trazem também profissionais (alguns poderosos) ao país. E muita juventude, educada, culta. Talvez umas saídas da HM para “estudar” a malta jovem, a fizesse entendê-la doutro modo. Por exemplo ontem no NOS Alive, foi um regalo constatar o ambiente. Actualmente, os jovens (incluindo portugueses) não são, rejeitariam ser os mesmos dos anos 1970, 80 e mesmo 90…
Lisboa até tem o que outras capitais europeias desejariam, excelentes praias a poucos quilómetros. Que cidade desprezaria e não se projectaria utilizando isso ? Mais a sua extraordinária luz, afabilidade, monumentos, etc., etc ?
É tão bom não nos sentirmos “orgulhosamente sós”…
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se foi ironia, foi deliciosa,,,, ” Por exemplo ontem no NOS Alive, foi um regalo constatar o ambiente. Actualmente, os jovens (incluindo portugueses) não são, rejeitariam ser os mesmos dos anos 1970, 80 e mesmo 90…”, se não gostava de ter os seus olhos. 🙂
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excelente texto. no entanto, há outro paradoxo que os liberais nunca mencionam: que é o de que todas as causas do “marxismo cultural” são avançadas tanto pelos activistas, mas com o apoio de quem? das grandes corporações, do liberalismo económico. basta ver as magníficas manifestações dos bancos nas pride parades, ou os anúncios das grandes marcas a favor da miscegenação. e agora, Liberais?
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“Degradam as cidades. Roubam-lhes a identidade. Chocam os hábitos dos habitantes. Causam ruído. Não respeitam os costumes. Sujam as ruas. Afastam os residentes tradicionais. Estão por toda a parte.” – Boa descrição da esquerda “radical” (há outra?)…
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Helena, incisiva como um bisturi.
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