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A alegação da Associação do Património e População de Alfama

17 Janeiro, 2019

Em Alfama a comunidade judaica não consegue construir um museu. Alega a Associação do Património e População de Alfama (APPA) que a arquitectura do museu “corta com a tradição do bairro” e “descaracteriza o Largo de São Miguel”. O Tribunal Central Administrativo do Sul e o Supremo Tribunal Administrativo entenderam que a câmara, ao autorizar as demolições necessárias à construção do museu, tinha violado as regras urbanísticas criadas pela própria câmara.

Na Mouraria, a construção de uma mesquita leva à expropriação e despejos. Mas associação alguma apresenta queixa. Imagine-se o tumulto caso em vez de uma mesquita já não digo uma sinagoga mas o museu judaico

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13 comentários leave one →
  1. Luis permalink
    17 Janeiro, 2019 22:40

    Recordo-me de ver uma peça jornalística com um proprietário que veria a sua casa demolida para construir a mesquita. Referiu que a casa tem elementos do século XVIII, e que por isso nunca deveria ser demolida, é património histórico e a mesquita pode ser feita noutro lugar qualquer. Onde andam os «agentes da Cultura»? Os «intelectuais»? A malta dos cursos de Humanidades?

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    • 17 Janeiro, 2019 23:13

      A vasta maioria dos “agentes da cultura em Lisboa estão reféns de cartilhas “socialistas” e geringonças, de empregos, de subsídios, de sinecuras da Câmara, da EGEAC, das juntas, do Ministério da Cultura made in P”S”, e não só.

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  2. 17 Janeiro, 2019 23:08

    Lembro-me do caso da expropriação para a edificação da mesquita. Achei-a abusiva.
    Desconheço os projectos arquitectónicos e territoriais para a mesquita e para o museu. Mas, se o Sol nasce para todos…

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  3. Jornaleco permalink
    17 Janeiro, 2019 23:26

    Falamos simples e sem rodeios:
    a. A esquerda odeia o judéu.
    b. Quem deu três (3) milhões de euros para “restaurar” a (ou uma) mesquita em Lisboa? Contra a minha vontade!!
    c. Na Espanha passam-se coisas parecidas, iguais. A esquerda ataca, de forma violenta os judéus, mas no só, também os cristãos. Em França na mesma. Alemanha, Grã-Bretanha. E muito mais.
    d. O dito ódio contra os judéus vai aumentando, de dia para dia, com a migração ilegal muçulmana, que odeia especialmente todos os liberais. Todos!! Sem excepção.
    e. E como resolver isto? Proibir toda a esquerda. Fechar as fronteiras. Pormenores que levam a qualquer liberal à beira de um ataque de nervos? Pois, ou aceitamos que o liberal morra, por essa razão ou a nossa nação vai desaparecer, como os nossos inimigos já decidiram.
    f. Fronteiras abertas, só com pessoas educadas. Sem facas, e violações em massa, com 10 ou 15 gajos a violar a beleza que não é muçulmana e um corrupto esquerdista no poder, que olha para o lado e ainda dá prémios a esses assassinos e deseja cuspir ainda sobre a vítima.

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    • Luis permalink
      17 Janeiro, 2019 23:33

      Para não confundir as coisas. O problema não são as fronteiras internas da União Europeia. O problema não é a livre circulação. O problema é sim o descontrolo que tem existido nas fronteiras externas da Europa, ou seja, nas fronteiras a Leste e no Mar Mediterrâneo. Todos os estudos mostram que os imigrantes europeus criam riqueza e dão muito mais a um país do que recebem via apoios sociais.

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      • Zé Manel Tonto permalink
        18 Janeiro, 2019 19:07

        A única maneira de parar a invasão é com torpedos no Mediterrâneo, e tiro ao boneco em Ceuta e Melilla.

        Mas isso não vai acontecer. enquanto o problema não for sentido na pele diariamente paela maioria da população, não vai haver tomates.

        Quando se quiser fazer já há tantos bárbaros dentro de portas que fechar a torneira já não vai resolver nada.

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  4. Carlos Gonçalves permalink
    18 Janeiro, 2019 00:01

    Isso tudo ainda vá que não vá. Bernarda valente havia se fossem demolições para uma igreja católica. Aí é que caía o Carmo e a Trindade.

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    • 18 Janeiro, 2019 08:55

      Pois é isso mesmo. O resto que se dane a acredito que tanto a mesquita como a sinagoga descaracterizem a zona.

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      • 18 Janeiro, 2019 08:56

        Ou museu das judiarias que os não judeus lhes fizeram.

        Deviam incluir no museu a importação do Marquês e mais a cedência das Lages

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  5. Luis Lavoura permalink
    18 Janeiro, 2019 09:59

    Se a Helena está descontente por não haver nenhuma associação que conteste a construção da mesquita, porque não constitui a própria Helena tal associação?
    Que raio tem a Helena que se queixar de aos outros não lhes apetecer associarem-se para contestar a mesquita? Cada um associa-se se quiser!

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    • Zé Manel Tonto permalink
      18 Janeiro, 2019 19:10

      Houve quem quisesse parar a mesquita. Propiretários que perderam os seus prédios, por exemplo.

      Mas a mesquita tinha 3 milhões de impostos roubados aos contribuintes e oferecidos pelo Me(r)dina por trás, e dizem que é racismo não deixar construir mesquitas, porque os que lá se reunem são para o escurinho, e tal. Nenhum tribunal ia impedir isso, que os juízes querem continuar a ser bem recebidos nas festas de avental.

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  6. 18 Janeiro, 2019 10:10

    e podem fazer uma sinagoga ? é que um museu não precisa de ficar no bairro , podem fazê-lo em grande num terreno qualquer fora do centro… que pinta ali um museu judaico? que interesse tem os goyim ?

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