Santa Bárbara

nos acuda pois não há mortal que resista ao raio dum primo destes

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44 Comentários

  1. Pifas
    Posted 15 Maio, 2009 at 23:50 | Permalink

    O primo é amigo e desfaz os equívovos. O Expresso faz o favor de o ir ouvir prestar declarações porque a Judite não tem meios para isso e a procuradora não tem interesse no caso. São todos bons cidadãos. O tio Júlio pode atestá-lo. Não há necessodade de continuarem a perseguir as pessoas.

  2. Anónimo
    Posted 15 Maio, 2009 at 23:52 | Permalink

    já tinham falido, se não fossem alimentados pelo freeporcos.

  3. dutilleul
    Posted 15 Maio, 2009 at 23:58 | Permalink

    Ó Piscoiso, isto é uma família de fugir.
    É ou não é?

  4. atento
    Posted 16 Maio, 2009 at 00:13 | Permalink

    O lopes da mota invocou o nome dele… sem ele saber….
    O primo invocou o nome dele … sem ele saber…
    No mesmo fim de semana vem cada um em seu semanário fazer capa a desculpar o pobre coitado….
    Grande lorpa… enganado por todos, não nos deve estar a enganar…

    Está limpo!!!

    Seguir em frente….

  5. Anónimo
    Posted 16 Maio, 2009 at 00:27 | Permalink

    e depois o coitado do mulherio é que tem fama de diz que disse..mais um mito urbano , de certeza. é só gajos a dizer que fulano , sicrano , ai não , foi melgano. usei , não usei , foi ele..não há pachorra.

  6. Meme
    Posted 16 Maio, 2009 at 01:24 | Permalink

    Afinal o Santana Lopes é um menino de coro ao pé do Pinto de Sousa e por muito menos foi posto a andar…

    O Largo do Rato é o Alcácer-Qibir Português do Séc XXI

  7. Anónimo
    Posted 16 Maio, 2009 at 04:14 | Permalink

    Estes gajos (Mota da fatinha e o primo) invocam o nome do Sókas porque dormiram mal?
    Ninguém lhes encomendou o frete?
    Não foi a Sta Bárbara q os avisou!!!!

  8. Anónimo
    Posted 16 Maio, 2009 at 09:10 | Permalink

    Já aqui invocam o nome de Sócrates todos os dias e de manhã até á noitinha.

  9. OLP
    Posted 16 Maio, 2009 at 09:21 | Permalink

    Aqui não invocam…convocam.
    O engraçado neste caso é ele ser primo.Será filho de que tia?

  10. Pi-Erre
    Posted 16 Maio, 2009 at 09:34 | Permalink

    Não é primo. É “apenas” filho-do-tio.

  11. Posted 16 Maio, 2009 at 09:36 | Permalink

    Eu acho piada é à evolução dos posts da HM.
    Dos posts de links aos posts dos outros, passa aos grafismos das capas dos jornais.
    A cachola secou?
    Quanto aos temas das capas, comento nos sites desses jornais.

  12. Posted 16 Maio, 2009 at 09:44 | Permalink

    Piscoiso disse
    16 Maio, 2009 às 9:36 am

    Por acaso o senhor tocou exactamente num ponto sensível.
    Cada vez se vê mais na blogsfera, os opinadores de referência a serem preguiçosos.
    Tenho a certeza que quer Helena Matos quer outros podem fazer melhor e darem-nos uma opinião em vez de cartoons.
    É para isso que os leio.

  13. Lusitana Antiga Liberdade
    Posted 16 Maio, 2009 at 09:46 | Permalink

    As capas dos jornais deste post são muito interessantes.
    Portugal chegou, com o governo que infelizmente tem, acompanhado pela habitual clique de energúmenos que a III.ª República produziu alegremente, a um estado absolutamente deplorável. Patético mesmo.
    Mesmo assim, nem tudo é mau.
    O “SOL” tem na capa uma entrevista ao Sr. General Jaime Neves. Um dos poucos militares do 25/04/74, a quem se pode fazer uma sentida vénia e bater orgulhosamente a «pala». Só foi pena – muita pena! – que no 25/11/75, não tivesse podido acabar de vez com a cáfila, (de traidores à Pátria!) a soldo da União Soviética, que iniciou o abismo onde estamos agora.
    Jaime Neves ficará na História como um herói português. Como Azevedo Lemos por D. Miguel; como Paiva Couceiro pela Monarquia. Ao contrário destes, venceu mas… Não terá sido a vitória traída?

  14. rxc
    Posted 16 Maio, 2009 at 10:02 | Permalink

    13, o “mercado” dos blogues é livre. Felizmente que o Estado ainda não nos impôs a leitura compulsiva dos blogues do regime. Se não gosta tem bom remédio…

  15. ordralfabetix
    Posted 16 Maio, 2009 at 10:13 | Permalink

    “O lopes da mota invocou o nome dele…
    O primo invocou o nome dele”

    É gente de pouca fé. Que não conhece o 2º mandamento: “Não invocarás o seu nome em vão”.

  16. Padrinho
    Posted 16 Maio, 2009 at 10:17 | Permalink

    Então e o milhão de rendas em dívida?Acrescidos de mais de um milhão em RSI?Portugal transformado numa imensa Casa Pia onde os africanos vêm fazer safaris de borla…e arranjar “indemnizações” por tudo e nada…

  17. Posted 16 Maio, 2009 at 10:30 | Permalink

    #15.
    Claro que é livre.
    Referi a diferença entre dois tipos de bloguers, ou de posts. O que mostra aquilo que lê ou outros fizeram e o que mostra aquilo que escreve ou fez.
    No primeiro caso, o bloguer não é o autor, será um propagandista do autor.
    E o facto de ser livre a execução de um post, não impede a liberdade de o criticar.
    Feed-back.

  18. Posted 16 Maio, 2009 at 10:35 | Permalink

    rxc disse
    16 Maio, 2009 às 10:02 am

    Não percebeu nada do que eu queria dizer.
    Mais lá para a tarde vou tentar fazer um desenho.

  19. Anónimo
    Posted 16 Maio, 2009 at 10:44 | Permalink

    quanto é que o primo cobrou ao expresso pela entrevista?

  20. OLP
    Posted 16 Maio, 2009 at 11:08 | Permalink

    É um estilo de “poesia”.
    apenas…

  21. DSC
    Posted 16 Maio, 2009 at 12:20 | Permalink

    piscoiso piscoiso… lol. Não consiguirá distinguir um copo de vidro mesmo que ele lhe acerte na testa? Vai mandando postas!

    Abraço

  22. Posted 16 Maio, 2009 at 12:38 | Permalink

    #22.
    Deve estar confundido com as testas.
    Será dos copos?

  23. Anónimo
    Posted 16 Maio, 2009 at 12:41 | Permalink

    se calhar atesta com copos.

  24. Posted 16 Maio, 2009 at 12:56 | Permalink

    #22.
    As ameaças físicas das claques estão em tribunal com os nonames.
    Pela net, não passa de cobardia.

  25. Anónimo
    Posted 16 Maio, 2009 at 13:19 | Permalink

    Piscoiso disse
    16 Maio, 2009 às 10:30 am

    #15.
    Claro que é livre.
    Referi a diferença entre dois tipos de bloguers, ou de posts. O que mostra aquilo que lê ou outros fizeram e o que mostra aquilo que escreve ou fez.
    No primeiro caso, o bloguer não é o autor, será um propagandista do autor.
    E o facto de ser livre a execução de um post, não impede a liberdade de o criticar.
    Feed-back.

    Por acaso acho que as capas, sobretudo por estarem juntas, são um grande post. Parece-me mais é que o Piscoiso está muito incomodado com a eficácia da mensagem que transmitem. Compreende-se, mas a culpa não é da Helena.

  26. Posted 16 Maio, 2009 at 13:51 | Permalink

    Pode pôr aí a fotocópia da capa dos jornais que quiser, que não me afecta minimamente.
    Com a capa da “Playboy” já é diferente.

  27. Anónimo
    Posted 16 Maio, 2009 at 14:36 | Permalink

    #27 – “Com a capa da “Playboy” já é diferente.”
    refere-se à playgirl, concerteza!

  28. Posted 16 Maio, 2009 at 14:57 | Permalink

    As capas dos jornais estão à vista de toda a gente logo pela manhã, até no quiosque do #28.

  29. Posted 16 Maio, 2009 at 16:04 | Permalink

    …Tudo se resolverá, finalmente, pelo Natal — já estava resolvido há uns tempos…
    Em família. Família socialista com primos, tios, amigos.
    Na tarde do dia de Natal, irão todos para o jardim brincar aos promotores imobiliários, aos especuladores, aos juízes, aos polícias, aos governantes, aos corruptores e aos corruptos.

    Quem é que hoje, ao ler as manchetes do Expresso e do Sol, respirou(com soluço infantilóide) de alívio ?, quem foi, quem foi ? : “Afinal…este sítio entre o Atlântico e a Europa é mesmo maravilhoso e novamente decente”.

  30. Posted 16 Maio, 2009 at 16:06 | Permalink

    Realmente, esta família é um case study estupendo.

  31. Posted 16 Maio, 2009 at 16:08 | Permalink

    Caros Amigos

    Revelo-vos com muito gosto – e em primeira mão – a capa da próxima edição da “Playboy”:

    Hugo Monteiro – qual Samurai “marcial” – travestido de Fernanda Câncio implorando as natalícias desculpas do primo

    Não digam que não sou vosso amigo!

  32. Posted 16 Maio, 2009 at 16:15 | Permalink

    Escreve hoje Pedro Mexia no Público:

    Portugal viu maminhas pela primeira vez em 1969. A primavera marcelista fez-se anunciar no Tivoli, com os seios imunes a tesouradas de Romy Schneider (A Piscina, Jacques Deray). Portugal, império dos sentados, viu O Império dos Sentidos em 1991 e o arcebispo de Braga confessou que aprendeu mais em 20 minutos do que em 60 anos. Entre essas duas datas marcantes da cultura portuguesa, houve uma outra: 1983.
    Em 1983, aconteceu o “caso Pato com Laranja”. Na minha vaga memória (tinha dez anos), era uma vaga polémica por causa de um filme “erótico” que passou na TV. Mas não foi bem assim: na verdade, o filme foi interrompido devido a protestos de espectadores, e surgiu um embaraçoso apagão até ser reposta a legalidade (tinha graça se tivessem metido Danny Kaye, como já tinham feito a Duran Clemente em 75). O caso fez uma vítima: o Presidente do Conselho de Administração da RTP, João Palma-Ferreira, que se demitiu. Um escândalo, daqueles bem pategos.
    Seria curioso revisitar essa polémica nos arquivos dos jornais da época, mas até na Internet se encontram ecos do caso, como no conhecidíssimo Internet Movie Database, que conta: “Quando o filme foi exibido em Portugal, causou um pequeno escândalo político por causa de alegadas cenas explícitas. O administrador da TV pública apareceu em antena a seguir ao filme para pedir desculpa pelos conteúdos mostrados, e isso tornou um incidente menor num assunto político sério. Hoje em dia, ninguém ligaria nenhuma à cena em que a actriz mostra o rabo nu”.
    Por sua vez, lê-se no Expresso
    http://www.educar.files.wordpress.com/2009/05/untitled-144.jpg

    Confesso que o assunto dos (bons e maus) costumes e da imagem e vivência do sexo como fenómeno social e individual me seduz há muito e não apenas pela parte prática que é, confesso, a mais interessante de todas.

    É sem embaraço que admito que parte dos meus primeiros trabalhos de pesquisa historiográfica (incluindo a minha primeira publicação e boa parte da que se seguiu nos primeiros anos de aprendiz de historiador) foram nessa mesma área. Aliás, há coisa de uma dúzia de anos, em fugaz aparição mediática, deixei-me fotografar com um volume com o título Sex in History.

    E sempre me chamou a atenção o facto de (quase) todas as ideologias e regimes de matriz autoritária ou totalitária – incluindo nisso as comunidades libertárias ou os herdeiros de 68, tão ou mais traumatizados pelo sexo quanto as gerações anteriores – terem uma relação mal resolvida com a sexualidade humana.

    Não há ditadura que se preze, mesmo se o Benito era um bocado malandreco e quanto aos Bórgia nem se fala, que não tenha a tentação de regulamentar o que se deve ou não fazer, quando, como, porquê e para quê.

    E é mesmo estranho que correntes que se qualificam como liberais em matéria política e económica, recuem quando se chega ao leito (ou ao sofá, ou ao chão da sala, ou ao banco de jardim ou ao elevador) e desatem a querer regulamentar tudo.

    Claro que tudo isto resulta de uma relação mal resolvida, fruto de escassa educação e descoberta acanhada em seu devido tempo, com o SEXO.

    Vai daí, ficamos neste chove e não molha, não querendo educar, mas querendo comportamentos educados, não esclarecendo, mas querendo atitudes esclarecidas. Não fazendo, mas querendo que os outros também não façam.

    Não querem beber água, não bebam. Mas não se agarrem à torneira para que ninguém mais beba.
    http://www.educar.wordpress.com/2009/05/16/tanta-sede-tanta-fome/

  33. Tolstoi
    Posted 16 Maio, 2009 at 16:17 | Permalink

    A procuradora Cândida nunca conseguiria fazer perguntas ao primo se estivesse em cima daquelas colunas, sabendo a senhora das dificuldades que os templos colocam aos entrevistadores achou por bem não ir nem enviar alguém à China; compreendam o problema é só forma física.

  34. Posted 16 Maio, 2009 at 16:35 | Permalink

    Tolstoi,

    De facto, as declarações de CAlmeida, desde há meses e hoje a propósito, são mais do que cristalinas: arquive-se !

    Não será por acaso que certos magistrados têm prestado tantas opiniões…

  35. melusine
    Posted 16 Maio, 2009 at 16:40 | Permalink

    Se arquivassem a família toda na China, também só tínhamos a ganhar.

  36. Posted 16 Maio, 2009 at 16:42 | Permalink

    É mais que óbvio … a Candita é a «prostiututa» de serviço.

  37. Posted 16 Maio, 2009 at 16:45 | Permalink

    Mistério!

    O que teria ido fazer à China o Albertinho?!

  38. Posted 16 Maio, 2009 at 16:59 | Permalink

    Nimo,

    E o Gama ? Certificar-se de que as ‘relações’ são estupendas e selar algum acordo do Alberto ?

  39. Posted 16 Maio, 2009 at 17:01 | Permalink

    Melusine,

    Naahhhh… Eu não os arquivaria na China.
    Condenava-os a viverem numas casinhas assinadas/licenciadas por um putativo engenheiro, nos anos 1980, algures na Guarda…

  40. Tribunus
    Posted 16 Maio, 2009 at 19:26 | Permalink

    Estamos num país surrealista! O preto è abatido a tiro por um GNR, pelo facto de preto andar a roubar o dinheiro das caixas multibanco. Levou um tiro na nuca. Podia ter sido moryo o GNR!
    Mas felizmente que foi o preto que quinou.
    A familia deste bandido, vem agora reclanar uma indeminização, pelo facto do abate. Investigue-se o que fazem estes pretos em Portugal a sua origem, como vivem e de que vivem! certamente que haverá surpresas……….

  41. Posted 16 Maio, 2009 at 19:44 | Permalink

    Tribunus,

    O problema em certos bairros, é de polícia.
    No da Bela Vista, também.
    Polícia que consiga impôr o respeito, a ordem e a paz local.

  42. José Manuel Santos Ferreira
    Posted 16 Maio, 2009 at 22:39 | Permalink

    Santa Bárbara bendita
    Que estás com a torrinha mão
    Pede a nosso senhor
    Que nos livre do trovão

  43. JMBR
    Posted 17 Maio, 2009 at 05:04 | Permalink

    Está mais incomodada a Piscoisa que os sujeitinhos.
    Compreende-se.
    Aos sujeitinhos não acontece nada de mal. Quanto ao tachito piscoisal é que coisa é pior.

  44. Posted 17 Maio, 2009 at 15:35 | Permalink

    Esta família e uma autêntica Bórgia á Portuguesa…
    Sinto uma simpatia por essa gente toda,
    Sobretudo quando não merece simpatia.
    Sim, eu sou também vadio e pedinte,
    E sou-o também por minha culpa.
    Ser vadio e pedinte não é ser vadio e pedinte:
    É estar ao lado da escala social,
    É não ser adaptável às normas da vida,
    ‘As normas reais ou sentimentais da vida -
    Não ser Juiz do Supremo, empregado certo, prostituta,
    Não ser pobre a valer, operário explorado,
    Não ser doente de uma doença incurável,
    Não ser sedento da justiça, ou capitão de cavalaria,
    Não ser, enfim, aquelas pessoas sociais dos novelistas
    Que se fartam de letras porque tem razão para chorar lagrimas,
    E se revoltam contra a vida social porque tem razão para isso supõe-se…
    Álvaro de Campos


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