Meter água (2)
7 Julho, 2008
«O Grupo AdP foi utilizado como instrumento da política externa do Governo português, tendo sido incentivada a sua expansão pelos mercados onde o Governo desenvolvia acções de Cooperação. Esta decisão teve fortes impactos negativos para o Grupo empresarial traduzidos num sistemático esforço de financiamento e num acumular de resultados económico-financeiros acentuadamente negativos.»
in Auditoria do Tribunal de Contas ás Águas de Portugal, SGPS, S.A.
4 comentários
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Mas ainda ninguém se questionou porque é que certas empresas só vão para um país quando vão numa comitiva governamental?
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Nada de refilanços!Temos que pagar cá e lá e mais nada senão o nosso enriquecimento “arrefece” e lá vai o plano tecnológico pelo boeiro…
Como o país mais africano da Europa estavam á espera do quê?
Que venham mais africanos pois os “construtores de bairros sociais” andam sem encomendas.
Por acaso um “português” dos “novos” ainda agora nos deu o exemplo em Santarém de como ele “anima” e “ajuda” na evolução desta terra parada… tentou “rebentar” com o prédio e pelos vistos “incêndiso” é com ele.Não é uma riqueza?
Esfolem portanto mais os que podem porque em àfrica existem voluntáruios para vir que nunca mais acaba…
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O instrumento de politica externa é um bom instrumento. Afinal trata-se de levar água aos países mais pobres. É obvio que nao era para ter lucro. Nao precisava era de dar muito prejuízo.
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«Afinal trata-se de levar água aos países mais pobres. »
a sério?
A empresa que a AdP conseguiu vender foi a Prolagos, no Rio de Janeiro/Búzios, com menos valia de 100 milhões.
No outro caso a participação, junto com a edp, na Electra de Cabo Verde, por exigência do governo local, face à má gestão da empresa, com sucessivos cortes de abastecimento, foi cedida com uma menos valia de 30 milhões……
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