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Meter água (2)

7 Julho, 2008

«O Grupo AdP foi utilizado como instrumento da política externa do Governo português, tendo sido incentivada a sua expansão pelos mercados onde o Governo desenvolvia acções de Cooperação. Esta decisão teve fortes impactos negativos para o Grupo empresarial traduzidos num sistemático esforço de financiamento e num acumular de resultados económico-financeiros acentuadamente negativos

in Auditoria do Tribunal de Contas ás Águas de Portugal, SGPS, S.A.
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  1. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    7 Julho, 2008 13:44

    Mas ainda ninguém se questionou porque é que certas empresas só vão para um país quando vão numa comitiva governamental?

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  2. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    7 Julho, 2008 14:35

    Nada de refilanços!Temos que pagar cá e lá e mais nada senão o nosso enriquecimento “arrefece” e lá vai o plano tecnológico pelo boeiro…
    Como o país mais africano da Europa estavam á espera do quê?
    Que venham mais africanos pois os “construtores de bairros sociais” andam sem encomendas.
    Por acaso um “português” dos “novos” ainda agora nos deu o exemplo em Santarém de como ele “anima” e “ajuda” na evolução desta terra parada… tentou “rebentar” com o prédio e pelos vistos “incêndiso” é com ele.Não é uma riqueza?
    Esfolem portanto mais os que podem porque em àfrica existem voluntáruios para vir que nunca mais acaba…

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  3. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    7 Julho, 2008 15:18

    O instrumento de politica externa é um bom instrumento. Afinal trata-se de levar água aos países mais pobres. É obvio que nao era para ter lucro. Nao precisava era de dar muito prejuízo.

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  4. Gabriel Silva's avatar
    Gabriel Silva permalink*
    7 Julho, 2008 15:40

    «Afinal trata-se de levar água aos países mais pobres. »

    a sério?
    A empresa que a AdP conseguiu vender foi a Prolagos, no Rio de Janeiro/Búzios, com menos valia de 100 milhões.
    No outro caso a participação, junto com a edp, na Electra de Cabo Verde, por exigência do governo local, face à má gestão da empresa, com sucessivos cortes de abastecimento, foi cedida com uma menos valia de 30 milhões……

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