Modelar
11 Novembro, 2008
Escolas entregues aos municípios.
Contratação do pessoal, incluindo professores, directamente pela escola.
Avaliação do pessoal docente e não docente da responsabilidade da direcção da escola.
39 comentários
leave one →

Isso será … O Fim!
GostarGostar
Concordo em parte, já seria um caminho.
Talvez retirasse o primeiro parágrafo, muitas vezes os municípios tendem a reproduzir as maleitas do poder central e com o risco maior de apropriação dos conselhos executivos pelas lógicas político-partidárias de índole local. Mas acho que sim, as escolas deviam ter os poderes que o Gabriel enunciou.
O ME entraria enquanto instância reguladora, mas destituída do peso que hoje tem, além de ser um depósito de professores falhados que aí encontraram refúgio, e que contribuem para inundar a escola de portarias e estatutos de aluno que redundam no esvaziamento desta.
GostarGostar
Uma adenda ao meu comentário anterior, ou não sou professor, numa espécie de declaração de interesses.
A minha mãe era professora, reformou-se há cerca de três anos. Ela disse-me que, antes do 25 de Abril, o director da escola tinha poderes para reconduzir (e mesmo contratar) os professores. Ora, isto era uma coisa boa, não obstante poder redundar em compadrio. A nossa democracia escolheu o caminho da centralização, processo que aparentemente ninguém consegue inverter. Não estou a fazer a apologia da escola do regime anterior ao 25 de Abril (lá em casa, ninguém defenderia tal coisa), mas apenas que, nesta questão, não era de todo desprovida de bom-senso.
GostarGostar
O grande problema é que a Escola Pública passará a ser mais um cabide dos filhos(as) dos apaniguados da Câmara Municipal! O que já acontece hoje, aliás, nas Autarquias. Depois, virá a regionalização para arranjar «tacho» a quem ainda não o tem. Das duas uma: ou não o conhecem o país onde vivem; ou conhecem e querem acabar mesmo com ele.
Convido-os a visitar o interior de Portugal, para tentarem compreender o que digo. Se agora o que mais há são «Cunhas» e «Padrinhos», quando as Câmaras decidirem do que dizem nas Escolas, será mesmo o FIM!
GostarGostar
Finalmente alguém com ideias neste blogue. Bem haja!
Penso que tudo o que seja feito no sentido de passar a responsabilidade para a comunidade local (neste caso, representada pelo Município) é muito positivo, dado que em última instância é esta (a comunidade) quem melhor conhece os seus próprios problemas e é a principal interessada na sua resolução.
Podemos também pensar num modelo de gestão da Escola que melhor sirva a comunidade educativa, bem como mecanismos de responsabilização credível de todos os intervenientes (nomeadamente os principais ausentes, os encarregados de educação).
GostarGostar
Isso seria uma receita para transformar a escola numa empresa privada estilo lusitano xunga. Contratação por cunhas, os melhores professores são os afilhados e as amantes, etc.
Basta ver como são geridas a maior parte das empresas municipais, Gabriel Silva. Todos os meses aparecem notícias nos jornais sobre o assunto!
GostarGostar
Isso seria o fim de manifestações como a última, que resulta da centralização e estatização que por sua vez levam a que 100 mil pessoas se sintam parte de um mesmo “rebanho” (salvo seja)! A cabeça do monstro da educação, ao acumular poderes e centralizar funções ao longo dos anos (fruto também de pressões igualitárias da classe docente) criou este “filho do monstro” que agora se vira contra o “pai”. Dividir para reinar seria mais liberal.
GostarGostar
Raskolnikov, efectivamente corre-se esse risco. Mas poderemos continuar a viver nesta paz podre, e que fingimos viver numa democracia? Se a situação está tão má assim (e acredito que esteja), há que dar um murro na mesa e mudar o estado de coisas. Não podemos continuar a escolher o mal menor.
nota: não vivo no interior de Portugal, mas num “dinâmico” município Oestino, com um presidente de Câmara que se tornou num dos maiores proprietários cá do concelho durante os seus sucessivos mandatos…
GostarGostar
E se for permitido aos pais escolher a escola dos filhos?
Não será este o principal incentivo para a direcção da escola contratar com base na qualidade e não no compadrio?
GostarGostar
É por isso que eu sou contra o processo de regionalização, o qual já está a decorrer, a avaliar por estas medidas de descentralização que o governo tem vindo a levar a cabo, sem que os portugueses nesta matéria, sejam tidos nem achados.
O processo da regionalização já começou e vai ser ratificado pela via parlamentar no segundo mandato: nem vai ser preciso maioria absoluta…!
GostarGostar
RXC:
Eu sei que infelizmente o que digo, se passa em todo o País. O pior é que no interior – abandonado pelo poder político há décadas -, sobretudo nos Concelhos mais pequenos como o meu, o que agora já acontece é absolutamente criminoso.
Ficaram na minha terra: os Velhos;
os Doidos;
os Bêbedos.
Os que governam a Câmara, governam-se a si próprios e aos filhos(as)! Na Escola Secundária já há imensas «Cunhas» para os amigos do eterno Conselho Executivo! Já imaginou o que seria se fosse a Câmara a escolher os Prof.s?
GostarGostar
Até diria mais:
para lá das Escolas nesse regime, também as esquadras da Polícia. E o comandante municipal seria eleito como o sheriff americano.
O mesmo regime para os hospitais, e as prisões.
Tudo financiado por portagens municipais á entrada de cada Vila.
E os Forais seriam assinados pelo Eanes que, dos Presidentes, foi o único que deu provas no concreto, na sua própria carteira, onde efectivamente dói, de ser íntegro e vertical…
Onde é que eu já vi isto ? Teria sido num filme de Hollywood, daqueles com os gajos em colants verdes ?… E a gaja boa casa-se com quem ? na volta, com o cavalo…
GostarGostar
Raskolnikov, não me conte mais sobre este triste país que já tenho motivos de sobra para justificar uma procura intensiva de oportunidades de emprego lá fora!
Só lhe posso desejar uma coisa: coragem.
GostarGostar
Ridícula proposta. Era o fim da escola democrática e o início da procura do cartão de militante da “cor” da Câmara.
GostarGostar
Ora aqui está uma proposta que anula o efeito dos concursos, que passam a ser outros. Já não é preciso avaliar ninguém, já que as autarquias percebem disto a rodos e têm os seus próprios mecanismos, separados em duas categorias: para alinhados e para desalinhados. Os alinhados dividem-se em militantes e não militantes.
GostarGostar
Luis Marvão 2
«os municípios tendem a reproduzir as maleitas do poder central e com o risco maior de apropriação dos conselhos executivos pelas lógicas político-partidárias de índole local.»
vejo como mais fácil, por proximidade e maior informação disponível as maleitas do poder local do que as malfeitorias do poder central.
Raskolnikov (4)
«O grande problema é que a Escola Pública passará a ser mais um cabide dos filhos(as) dos apaniguados da Câmara Municipal!»
nem hoje é muito diferente, nas escolas do ME.
Luis Lavoura (6)
«Isso seria uma receita para transformar a escola numa empresa privada estilo lusitano xunga. Contratação por cunhas, os melhores professores são os afilhados e as amantes, etc.»
as escolas do Me já tem o seu «estilo lusitano xunga, com as suas cunhas, os afilhados e as amantes», ou não anda pelas escolas e não vê? Se tal voltasse a suceder, sempre era maior a proximidade e mais fácil o controle.
Raskolnikov (10)
«Já imaginou o que seria se fosse a Câmara a escolher os Prof.s?»
Eu não disse que seria a cãmara a escolher, mas a escola.
Mas já agora, já imaginou um sistema onde os professores não são escolhidos por ninguém?
Carneiro (11)
«para lá das Escolas nesse regime, também as esquadras da Polícia. E o comandante municipal seria eleito como o sheriff americano.
O mesmo regime para os hospitais, e as prisões.
Tudo financiado por portagens municipais á entrada de cada Vila.»
até não acho mal, mas não é o tópico da posta.
GostarGostar
Um coisa que parece tão simples, porque será tão dificil de implementar?
GostarGostar
vejo que os leitores confundiram «Contratação do pessoal, incluindo professores, directamente pela escola.» com a questão das escolas passarem para os municipios.
Não surpreende. Vejo que se entende como natural que quem é «dono», quem é responsavel por gerir, tudo pode fazer. evidentemente, o que tudo possam fazer meia dúzia ou uns milhares de funcionários encarregues de controlar centenas de milhar de funcionários e sobre cuja actividade não existe qualquer escrutínio será coisa que não os preocupa. Tem uma fé de que nesse sistema centralizado não ocorrem compradrios, falsidades, cunhas ou outros desmandos. Apenas por que não sabem. E assustam-se com sistemas onde se pode saber. Sintomático.
GostarGostar
Confunde-se uma vez mais propriedade (para simplificar dei o exemplo das camaras, mas não é a única solução) com a gestão.
Entendo que as direcções das escolas, com poderes efectivos e responsabilidade deveriam ser escolhidas e reportar a conselhos alargados onde estivessem a câmara, os pais e entidades publicas e privadas, representativas dos interesses locais.
GostarGostar
Ordralfabetix (16)
«Um coisa que parece tão simples, porque será tão dificil de implementar?»
porque na verdade ninguém está interessado:
– a corporação minesterial, porque grande parte dos empregos nos serviços centrais deixariam de ser necessários.
– o ministério, porque perderia poder deixando poder influir directamente na politica educativa e na prática passando apenas a ser um facilitador e coordenador de politicas genéricas, abdicando de controlar desde a cor o balde do lixo à negociação do terreno onde ficará uma nova escola.
– os professores, porque a actual situação é vantajosa, pois que o único superior hierárquico que conhecem, o único que lhe pode dar ordens é o ministro. Nem conselhos directivos nem direcções regionais mexem uma palha sem um vistozinho, um aprove-se, um comunique-se. A passagem para um sistema como o indicado implicaria só coisas chatas como responsabilidade, avaliação e competição.
GostarGostar
“Escolas entregues aos municípios.”
Para quê?
GostarGostar
A “câmara,entidades publicas e privadas, representativas dos interesses locais” não têm nada que meter o bedelho nas escolas a não ser que os Pais(Clientes) o desejem.
GostarGostar
Gabriel, desista.
O sistema que temos gera cada vez piores resultados (sem prejuízo das estatísticas, claro…) mas pelos vistos é impossível de mudar. Não se pode fazer avaliação, não se pode descentralizar, não se pode nada. nem uma discussão minimamente séria se consegue, só ruído!
A Educação é apenas mais uma faceta do Portugal ingovernável, basta avaliar pelos comentários aos posts anteriores do JM. Mas claro, a culpa é apenas dos políticos. Em mais de cem mil professores, + de 1 milhão de alunos e 2 milhões de encarregados de educação(?) não há culpados! Eu sei, é mais fácil apontar o dedo e encher a boca com chavões como a destruição da Escola Pública! Como se a destruição viesse apenas do ME. Um professor a gritar insultos a um superior hierárquico é algo muito construtivo!
GostarGostar
Escolas entregues aos municípios.
Quê? Foi o Gabriel que decidiu isso?
Já agora, ou estamos co a Amamadora ou paga-nos a tempo.
GostarGostar
Os meus aplausos para a sugestão. Todos ganhariam!
GostarGostar
Nesse dia, e como sou tanto como os auxiliares de acção educativa exijo ser um N = (AG + Pav + RAF) × (1 + RF + T + L + CP_CEF) + UEE + UAE ver Portaria n.º 1049-A/2008 de 16 de Setembro.
Que a melhor avaliação é a que for feita no interior da escola, concordo.
Vá ver os pré-requisitos das escolas que têm oferta temporária. Os municípios não têm o dom de ser bons gestores. Mudar de dono, aqui, é andar de cavalo para burro na sentido próprio do termo.
Só haveria ganhos se houvesse maior autonomia. Responsabilização pelo trabalho de professores, alunos e funcionários, e orçamento a gerir com responsabilidade. Admito que pudesse haver reforços de orçamento e tratamento previlegiado para as escolas que recebessem os alunos que ninguém quer.
GostarGostar
«as escolas do Me já tem o seu «estilo lusitano xunga, com as suas cunhas, os afilhados e as amantes», ou não anda pelas escolas e não vê? »
Caro Gabriel Silva
Achei este ponto da sua argumentação pouco claro. Poderia concretizar (apresentando exemplos ou, em alternativa, identificando os mecanismos)?
Muito obrigado
GostarGostar
Não concordo com a passagem das escolas para os Municípios. O resto acho bem.
GostarGostar
Muito bem. Só falta acrescentar um exame nacional para poder entrar no mercado dos professores públicos. De resto , quem fala em compadrios tem certa razão , mas estamos a falar de colocação de pessoas que já estão no sistema ; a selecção dos novos deveria ser feita por um difícil exame a nível nacional.
GostarGostar
«a selecção dos novos deveria ser feita por um difícil exame a nível nacional.»
É algo a evitar a todo o custo, essa coisa do «exame nacional».
A escola é que sabe o perfil do professor que precisa.
GostarGostar
mas depois , gabriel , poderia escolher entre os seleccionados o mais adequado á escola. suponho que a escola abrindo vagas vários candidatos se apresentariam , não vejo qual o mal que esses candidatos tivessem já sido pre seleccionados em questões gerais.
GostarGostar
primeiro: nem todos os candidatos ao dito exame nacional estarão interessados em ir para determinada escola. Ou porque fica longe de casa, porque não tem boas referencias, teria despesas acrescidas, etc, etc.
Logo, de nada valerá a escola decidir escolher os melhores classificados se eles, na verdade não querem à partida lá ficar.
Pura perda de tempo. Para todos.
Ah, mas podiam colocar prioridades de colocação. Pois, e depois o que fazer com os 10 que queriam a mesma escola e a escola que não tinha candidatos para escolher? Uma vez mais, sistema complicado, e potenciador de insatisfação e como tal, de ineficiência.
segundo: num vulgar processo de selecção, melhor do que a prestação de quaisquer provas iguais para todos e que para nada na prática servem, é o cv, e a conversa. Nesta o candidato pode demonstrar a sua motivação e interesse, ser interrogado sobre as suas verdadeiras qualificações a vários níveis, etc. E a escola apresentar o seu projecto, as suas necessidade e o que pretende para o lugar em aberto.
Encontrando-se as vontades, está feito. Caso contrário…next!
Repare: existem milhares de trolhas, mulheres de limpeza, administrativos, vendedores, etc, nas listas de desempregados do IEFP.
Imagine o seu modelo do exame nacional classificativo aplicado a eles, em cada categoria profissional: classificação de costureiras, administrativos, etc. A sua empresa vai ao centro de emprego e diz, preciso de 2 com estes perfil. O que sucederia: um trabalho infinito para determinar simplesmente a oferta e a procura (aquele lugar interessa-me e esta pessoa parece-me adequada).
Precisamente, tal oferta e procura não tem sentido ser planeada a nivel central nem de maneira impessoal
A coisa é bastante mais simples: divulga-se a oferta de trabalho e quem quiser responde. Havendo muitos candidatos, sobem-se os parametros de selecção. Havendo poucos candidatos, adicionam-se incentivos e condições de trabalho.
GostarGostar
Escolas entregues aos municípios
O problema é que nessa situação, a não ser que o regime de autonomia das escolas o impeça, as câmaras municipais vão querer ficar com a contratação dos professores, não será a escola a seleccioná-los. Até agora eram as escolas que contratavam os Auxiliares e Administrativos, e neste momento com a passagem destes para as autarquias, vão deixar de o poder fazer, será competência das autarquias.
O que é essencial mudar, para mim, na educação:
1.Contratação dos Professores pelas escolas, repito, pelas escolas;
2.Definição clara das competências das autarquias, das Escolas e da Administração central no regime de autonomia das escolas;
3.Definição de regras de financiamento das escolas;
4.Especialização das escolas secundárias: Gerais, Artísticas, Profissionais, Tecnológicas;
5.Selecção dos alunos à entrada do Secundário, tendo em conta as notas dos exames do 9.º ano e a vocação dos alunos;
6.Gestão comunitária da Escola, o que não implica que sejam os autarcas a mandar na escola;
7.Organização dos Grupos-turma por nível de aprendizagem, nos anos mais avançados;
8.Extinção do Ministério da Educação, repito, extinção do Ministério da Educação.
GostarGostar
Na sequência do 33, acrescento que sou professor.
GostarGostar
Está previsto no Estatuto da Carreira Docente, uma prova de ingresso. Claro que os sindicatos são contra. Eu sou favorável. Mas pelo que sei o ME não está interessado em realizá-la. Dá trabalho.
GostarGostar
Gabriel Silva Diz:
11 Novembro, 2008 às 7:07 pm
Ordralfabetix (16)
“porque na verdade ninguém está interessado:”
E no entanto, só vantagens:
“grande parte dos empregos nos serviços centrais deixariam de ser necessários.” Menos despesa.
“o ministério, …passando apenas a ser um facilitador e coordenador” . Em suma , regulador.
“os professores, …responsabilidade, avaliação e competição”
Por certo que não haverá um professor competente que não subscreva que são três qualidades inerentes a um bom professor. E como tal deveriam ser estendidas a todo o universo da classe docente.
Mais: A qualidade e avaliação das escolas seria feita pelas famílias dos alunos, que poderiam escolher as escolas dos seus filhos. Os melhores professores, sendo mais procurados, poderiam até ser remunerados de uma forma muito mais compensadora, até porque se reduziriam imenso as despesas com a máquina burocrática do ME.
GostarGostar
.
Ou talvez SIMPLIFICAR TUDO. Libertar-se do “colete de forças” de ainda mais Dirigismos e Centralismos daqui e dacolá:
.
Qualiação pelo PRODUZIDO, o RESULTADO FINAL DO TRABALHO DO PROFESSOR, medido por exames nacionais anuais, com 1 pergunta sobre cada capitulo da matéria,
.
admitindo mesmo que para os Alunos essa nota de exame tenha um peso apenas relativo na nota final do ano e um peso especifico que ponderasse o meio familiar e social de cada aluno.
.
E claro conferir às Escolas poderes disciplinares para aguentarem um ambiente escolar normal que potencie melhores condições de aprendizagem e ensino dentro da Escola. Para cessar aberrações:
.
hoje os examinados e punidos parece que se quere sejam os Professores, não os Alunos que têm o DEVER DE TRABALHAR-ESTUDAR para aprenderem;
.
antigamente a tareia era nos Alunos, hoje é nos Professores.
..
Cheque-educação universal para Escolas Publicas e Privadas. Cada Escola governa-se com os Encarregados de Educação que a escolham para os Filhos. E contrata o Quadro Docente que melhor julga servir os seus objectivos de Ensino e Educação (coisas diferentes).
.
Investimento Publico para construir e instalar ESCOLAS PUBLICAS PROFISSIONAIS ajustadas ás profissões e oficios do sec XXI (um pouco na esteira das antigas Escolas Tecnicas Induestriais e Comerciais) acabando a rede de cursos profissionais, formações disto e dauilo, novas oportunidades etc etc que andam por aí.
.
Não sou Professor, nem Funcionário Publico. Apenas Pai de filhos em idade escolar. Amanhã os adultos que obrigatóriamente terão de ter “ferramentas” para ganharem a vida e serem independentes.
GostarGostar
Seria o fim do país.
GostarGostar
.
Não. Seria unir “Dois Países”. Defende que os filhos dos pobres sejam proibidos de frequentar Escolas Privadas ? É para acabar também com esta DESCRIMINAÇÃO que serve o “Cheque-Escola”
GostarGostar