Previsões
Não sei porquê, o Boletim de Inverno do Banco de Portugal fez-me recordar esta crónica de Ferreira Fernandes.
Pensando melhor, até sei:
Em Janeiro de 2005, o BP previu para 2006 um crescimento de 2% do PIB, valor que reduziu, um ano depois, para 0,8%. Errou das duas vezes (crescimento real: 1,2%).
Em Janeiro de 2006, o BP previu para 2007 um crescimento de 1%, valor que aumentou, um ano depois, para 1,8%. Quase acertou à segunda (crescimento real: 1,9%).
Em Janeiro de 2007, o BP previu para 2008 um crescimento de 2,1%, valor que reduziu, um ano depois, para 2%. Errou das duas vezes (crescimento real: 0,3%).
Em Janeiro de 2008, o BP previu para 2009 um crescimento de 2,3%, que reduziu, um ano depois, para -0,8% (uma diferença de 3,1). Atrevo-me a dizer que, mais uma vez, errou ambas as previsões. Resta saber qual delas está mais longe da realidade.

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Fòra de tema, “aquecimento global com fotografias lindas”,
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http://www.dailymail.co.uk/news/article-1105053/
Deep-freeze-Britain-A-thought-make-shiver–colder-Antarctic.html
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parecidas com as previsões do BdP
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As previsões nesta altura são com o OGE. A Alemanha também previu -0,8%, mas o IfW um dos melhores Institutos Alemães já avisou que pode chegar aos -2,7% (a pior desde a II Guerra Mundial, 3 vezes maior que a pior em 1975 de -0,9%).
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Mais vale estar quieto. AGIR sem medo e poderosamente. Se o Governo se prepara para apresentar medidas fiscais segundo as ligeirezas das “filosofias de paninhos quentes do BdP” mais vale estar quieto. Apenas acelera o efeito sistémico de encerramentos empresariais e o desemprego galopante. Quem não sabe sequer tomar conta da casa própria (Bancos) não meta o bedelho na casa dos outros (Politica).
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É preciso o pacote muito simples mas de efeitos poderosos que por si só vire quasi instantaneamente toda a situação. Tratamento de choque. E ele existe há mais dum ano. Tem vindo a ser publicado pela NET.
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Liberalismo avançado com Direitos Sociais intocaveis, liberto de amarras mentais marxistas.
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Actualizações:
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Krugman já percebeu que estava errado, acertou o passo com a realidade. O keynesianismo não resolveu a 1ª Grande Depressão (foi a II Guerra que a solucionou pela destruição maciça de grande parte do aparelho produtivo mundial por força da guerra).
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-KRUGMAN: BANCOS CENTRAIS SÃO INCAPAZES DE RESOLVER ESTA 2ª GRANDE DEPRESSÃO, SÓ UM PODEROSO ESTIMULO FISCAL É CAPAZ:
http://finance.yahoo.com/tech-ticker/article/153165/Krugman-Fed-Can%27t-
Save-Us-from-Great-Depression-II?tickers=gm,tm,^dji,^gspc
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-EUA: OBAMA, ECONOMIA ESTÁ “MUITO DOENTE”
http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/northamerica/usa/barackobama/
4139542/Barack-Obama-says-US-economy-is-very-sick.html
-CHINA: PREVÊS 8% DE CRESCIMENTO EM 2009:
http://www.ft.com/cms/s/0/97721c60-db91-11dd-be53-000077b07658.html?nclick_check=1
-JAPÃO: TOYOTA FECHA DURANTE 11 DIAS:
http://www.guardian.co.uk/business/2009/jan/06/toyota-factory-closures
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Krugman, refere um frantic government spending. Ora isso, é keynesianismo. A frase, tem entre parêntesis a expressão (fiscal stimulus) . Ora esse fiscal stimulus, nos USA, não é idêntico ao “frantic government spending que por cá se pretende seguir?
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Ó Loureiro! Meu caro, você é um blasfemo! he he he!!! 🙂
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El presidente electo de los Estados Unidos, ha acudido este lunes al Congreso para hacer campaña por su plan de ayuda y estímulo fiscal, que espera sirva para evitar que la crisis se acentúe y se extienda la recesión.
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“La razón por la que estoy aquí es porque los negocios de la gente no pueden esperar” y se tendrá que aprobar un paquete de ayudas de 775.000 millones de dólares en los próximos dos años, unos 575.000 millones son reducciones de impuestos
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Portanto, temos uma dúvida neste neo-keynesianismo: deverá ser por redução de impostos ou por ajudas indirectas através de investimento do Estado?
O fiscal stimulus de que fala Krugman, o que é afinal?
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Estive fóra.Exacto.
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Com “binoculos MARXISTAS” significa INVESTIMENTO PUBLICO massivo do Governo, pago com o dinheiro dos outros que o ganham. É dirigismo, estatismo, planos reguladores ditatoriais obscurantistas; Economia Dirigida com “sucessos” soviéticos, cubanos e outros mais “modernizados”:
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espera pelo que o Estado pode fazer por ti e não o que tu podes fazer pelo País.
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Com “binoculos NÃO-MARXISTAS” FORTE BAIXA DE IMPOSTOS massiva do Governo, ficando o dinheiro nos outros que o ganham. É Liberdade, Iniciativa, Regulação delicada por fóra/por cima da esfera “macro”. O livre mercado que puxou o actual grande avanço civilizacional da Humanidade, uns mais outros menos, mas avanço. Não acreditar, ter medo de cada cidadão/eleitor,
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não esperes o que o Estado pode fazer por ti e mas o que tu podes fazer pelo País.
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Eis a grande fronteira que encontra, uma e outra, aliados opostos nos extremismos de Direita e nos de Esquerda em que o Keynes é um “caleidoscópio” em que baila outra virtualidade, designar Estado social ao que são Direitos Sociais absolutos, educação, saúde, reforma, apoio no Desemprego, igualdade de oportunidades e a cada um depois segundo as suas capacidades. Acreditar, não ter medo de cada cidadão/eleitor,
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Liberalismo avançado com Direitos Sociais intocados.
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Tenho apreciado a qualidade dos seus textos também acima de “vulgaridades”, mais dentro do Racionalismo objectivo, sem emocionalismos de fés ou fundamentalismos.
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