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Notas sobre o Prós & Prós

17 Fevereiro, 2009

1. Ao longo de todo o debate, não percebi qual a justificação para o casamento (gay ou hetero) nem porque é que os solteiros haveriam de ser discriminados. É irónico que o argumento da igualdade de direitos, qualquer que seja a orientação sexual, seja usado no contexto de uma instituição que discrimina pessoas solteiras.

2. Quem é contra o casamento gay tende a defender o argumento de que o casamento serve como suporte à reprodução. Quem é a favor tende a defender que o casamento é para pessoas que se amam. O amor substitui a reprodução como justificação para o casamento, embora nada impeça os casamento estéreis ou os casamentos de conveniência.

3. O casamento incestuoso é um bom teste às teorias gerais do casamento. Foi interessante ver quem é a favor do casamento gay opor-se ao casamento incestuoso basicamente porque existe um tabu social contra o casamento incestuoso. Note-se que há uma geração atrás a homossexualidade também era tabu. O argumento da identidade também é interessante. Ver mais abaixo.

4. Quem é contra o casamento gay só pode ser homofóbico. Essa posição ficou clara ao longo do debate e pode ser confirmada aqui. Debate de ideias? Liberdade de pensamento? Pois …

5. A dada altura o debate enveredou pelos caminhos da identidade homossexual. Parece que os homossexuais, por terem uma identidade homossexual, obtida certamente pelo reconhecimento dessa identidade por outros homossexuais e por meia dúzia de académicos alternativos, adquirem direitos que as pessoas que não se organizam em grupos não têm. Basicamente, se um gajo gosta de gajos tem uma identidade. Se gosta da irmã é uma aberração que precisa de ir ao psiquiatra.

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167 comentários leave one →
  1. Joana Monteiro permalink
    17 Fevereiro, 2009 10:09

    Quem poderá dizer que Carlos da Maia era uma aberração? A Isabel Moreira?

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  2. António Carlos permalink
    17 Fevereiro, 2009 10:13

    “meia dúzia de académicos alternativos”
    Faz-me lembrar a qualificação utilizada por alguns para “diminuir” os cépticos das mudanças climáticas e assim confirmar o consenso da comunidade académica.

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  3. Erik permalink
    17 Fevereiro, 2009 10:18

    João,

    Para já, excelente post.
    O número 1 é de facto a grande discussão que tem de ser efectuada. Coisas tão simples como: porque é que o BI tem o Estado Civil? Que importância tem a minha vida privada na sociedade? Um casal que procrie um filho (e tendo apenas um rácio de reposição de 50%) e ganhem o ordenado mínimo ambos é melhor para o Estado que um solteiro que pague 1000 euros em impostos? Devem ter direitos diferentes?! Qual a base do benefício fiscal dos casais, se é sabido que inclusive gastam mais dinheiro do erário público?!

    Essa é a discussão.

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  4. 17 Fevereiro, 2009 10:32

    Gostei especialmente do ponto 5. 🙂

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  5. Nuspirit permalink
    17 Fevereiro, 2009 10:33

    Gostei do debate. Até ontem não tinha opinião formada. Apesar dos Contra estarem muito mal representados – levaram uma cabazada -, ficou clarinho que o casamento homo vai ser uma realidade. É só uma questão de tempo. Não há argumentos lógicos capazes de o contraditar. E, tanto o preconceito como a tradição nunca foram razão para que as coisas se fizessem. O que tem que ser tem muita força.

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  6. campeão permalink
    17 Fevereiro, 2009 10:33

    A questão a colocar deveria ser : O estado deve imiscuir-se na vida privada dos cidadãos?
    No caso da resposta ser não , o estado deve abolir a lei do casamento e libertar os cidadãos para que possam escolher as infinitas formas de união possiveis e acabar com esta discussão sem sentido, que mais não seve do que para distrair os portugueses daquilo que realmente interessa.

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  7. Nuspirit permalink
    17 Fevereiro, 2009 10:38

    Errata: E, tanto o preconceito como a tradição nunca foram razão para impedir que as coisas se façam.

    Este post do João Miranda é só floreados. Apesar de tudo os do Contra que estiveram no Programa de ontem ainda disseram algumas coisas com substância.

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  8. Toni o Grunho permalink
    17 Fevereiro, 2009 10:44

    Deixem lá os rabetas casarem senão os gajos ainda rebentam….

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  9. 17 Fevereiro, 2009 10:53

    O seu post é lamentável, porque aberrante.

    A resposta do Rui Tavares a um sr. do Não, deixou – o sem palavras, dizia o artista ” só em 7 países há casamento homo, os outros estão enganados”, afirma Tavares, “Há sempre um início, no fim da pena de morte Portugal foi pioneiro”.

    “Basicamente, se um gajo gosta de gajos tem uma identidade. Se gosta da irmã é uma aberração que precisa de ir ao psiquiatra”.

    Comparar incesto com homossexualidade ou poliganismo como fez o sacerdote católico e João Miranda, mostra desonestidade intelectual e mentes preversas. Para esta gente não há amor entre casais do mesmo sexo, só sexo e pecaminoso. O curioso é que a pedofilia acontece em casais heterossexuais.

    O Casamento entre homem e mulher deve acabar, é vergonhoso: Gera paneleiros e fufas!”

    A Juiza rebateu um por um todos os argumentos jurídicos do Não.

    A melhor da noite é dirigida à plateia do Não ” Voçes vão ter filhos homossexuais”, e a malta dos bons costumes faz barulho, querendo dizer, na nossa família Não.

    O seu 1º ponto é uma tentativa irónica que não colhe. O casamento não serve para nada! JM julga-nos a todos parvos.

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  10. JoaoMiranda permalink*
    17 Fevereiro, 2009 10:53

    ««Este post do João Miranda é só floreados.»«

    Poi, pois. E que tal se o Nusprit fundamentasse as suas opiniões? Não lhe deve ser difícil rebater floreados.

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  11. Anónimo permalink
    17 Fevereiro, 2009 10:53

    Miranda o incesto costuma produzir mentalidades como a sua.

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  12. Erik permalink
    17 Fevereiro, 2009 10:54

    #6,

    Completamente de acordo.

    Todos devemos responder por nós próprios perante o Estado.
    O casamento deriva do mesmo princípio de ajuntamento que os sindicatos.
    O direito sucessório é só uma ferramenta de perpetuar as castas.

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  13. JoaoMiranda permalink*
    17 Fevereiro, 2009 10:59

    ««Comparar incesto com homossexualidade ou poliganismo como fez o sacerdote católico e João Miranda, mostra desonestidade intelectual e mentes preversas. Para esta gente não há amor entre casais do mesmo sexo, só sexo e pecaminoso. O curioso é que a pedofilia acontece em casais heterossexuais.»»

    Está a dizer que o amor incestuoso (irmã/irmão) não é amor? É só sexo pecaminoso?

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  14. JoaoMiranda permalink*
    17 Fevereiro, 2009 11:00

    ««O seu 1º ponto é uma tentativa irónica que não colhe.»»

    Se não colhe, suponho que não lhe seria difícil mostrar que não colhe. O facto de não o ter feito leva-me a suspeitar que lhe faltam argumentos para rebater o ponto 1.

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  15. JoaoMiranda permalink*
    17 Fevereiro, 2009 11:02

    ««Miranda o incesto costuma produzir mentalidades como a sua.»»

    Depende. Se for incesto entre pessoas do mesmo sexo, não produz nada.

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  16. 17 Fevereiro, 2009 11:04

    Durante um debate em 1998 sobre a IVG. Perguntei a um defensor do Não ( médico e sr. dos bons costumes).

    – Caro dr., caso a sua filha de 14 anos seja violada por um negro, deixa – a levar a gravidez até ao fim?

    Responde o sabichão – Isso nunca acontecerá à minha filha.

    Disse-lhe, o sr, para além de idiota inconsequente; reina na sua mente hipocrisia pura.

    Saí do debate, pois tudo o que o cavalheiro afirmava metia-me nojo.

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  17. Vá Lá permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:09


    ««Miranda o incesto costuma produzir mentalidades como a sua.»»

    Depende. Se for incesto entre pessoas do mesmo sexo, não produz nada.

    O Miranda está inspirado hoje.

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  18. fernando permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:12

    Se o casamento fosse uma coisa tão boa não pediam testemunhas, não?

    Muito bom post.

    Só mais uma coisa – o Daniel Oliveira deve ser o gajo mais irritante que já ouvi até hoje, que ser!

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  19. a rodrigues permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:13

    Nunca percebi por que razão vão buscar um padre para discuir o casamento dos não padres, ainda por cima civil. Menoridade intelectual, reverencial, atávica.

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  20. Anónimo permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:13

    “Ao longo de todo o debate, não percebi qual a justificação para o casamento (gay ou hetero) nem porque é que os solteiros haveriam de ser discriminados.”

    Na verdade se não entendeu e ainda não entende , o problema é mesmo do João Miranda.
    É capaz do problema estar em não conseguir se colocar na pele do outro. Imagine o João Miranda que é homossexual, que por acaso se apaixona por alguém do seu sexo e se quer casar mas não pode.

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  21. 17 Fevereiro, 2009 11:14

    Primeiro dou a minha opinião. O problema que vejo nos homosexuais é o de serem discriminados por um preconceito. Se eles querem – através de uma lei que lhes permita “casar” – acabar com um preconceito, sou a favor. Mas o problema é que quem defende o casamento homosexual, apenas parece querer ter uma “coisa” igual ao casamento entre homem e mulher. Querem ter os mesmos direitos e até o mesmo nome. Ora, já é permitido, através da união de facto, duas pessoas do mesmo sexo constituirem familia. Então porque querem agora que haja uma nova lei que faça com que se chame a essa união de facto, casamento?

    Agora a questão política. Dizem que os homosexuais são mais sensíveis, mais inteligentes e mais astutos. Ora sendo assim, não conseguem eles ver que Sócrates apenas introduz esta questão agora no seu programa de governo, para ir buscar os votos dos homosexuais ao BE e ao PCP? Ainda há meses Sócrates se recusou a discutir este assunto, e agora já é uma das suas maiores bandeiras?

    Para finalizar, duas notas em relação ao Prós e Contras da RTP:
    – a intervenção (sempre infeliz) de Fernanda Câncio. Ela, jornalista, tentando (ao melhor estilo socretino) ficar por cima num tête-a-tête com um advogado, pergunta a este, com ar paternalista, se ele já leu o código civil… enfim. O problema é que ela se julga mesmo…
    – incrível a coincidência de pela 20ª vez, o tema do programa da televisão pública, seguir o programa e as questões levantadas pelo PS e José Sócrates…

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  22. 17 Fevereiro, 2009 11:14

    O seu 1º ponto é uma fuga para a frente. e tenta fazer de todos uns tontos ” o casamento não serve para nada e discrimina os solteiros”.

    Aconselho JM a encetar uma luta contra o Casamento civil. Tretas, até a sua familia heterossexual lhe chamaria “tonto”.

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  23. JoaoMiranda permalink*
    17 Fevereiro, 2009 11:20

    ««O seu 1º ponto é uma fuga para a frente. e tenta fazer de todos uns tontos ” o casamento não serve para nada e discrimina os solteiros”.»»

    Mais uma vez não respondeu aos argumentos levantados no ponto 1. A sua posição é que o casamento não é discriminatório? Ou é discriminatório, mas isso não interessa nada desde que não discrimine os gay? Será que defende que algumas discriminações são justificáveis e outras não? Ficamos sem saber, talvez porque o José Manuel Faria não tenha vindo aqui para debater ideias. Mas se não veio, o que veio cá fazer?

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  24. JoaoMiranda permalink*
    17 Fevereiro, 2009 11:22

    ««Na verdade se não entendeu e ainda não entende , o problema é mesmo do João Miranda.»»

    Quase que pensei que o anónimo me iria explicar. Mas nada. Ataque-se o João Miranda sem responder às questões levantadas.

    ««É capaz do problema estar em não conseguir se colocar na pele do outro. Imagine o João Miranda que é homossexual, que por acaso se apaixona por alguém do seu sexo e se quer casar mas não pode.»»

    Não percebi. Isso justifica a discriminação dos solteiros?

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  25. BBJ permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:31

    O jose manuel faria anda as voltas e nao diz nada. Entra numa retorica do diz-que-nao-diz e ninguem percebe o que quer dizer.
    No post 9 p.exemplo, delicia-se com a comparacao entre “casamentos homossexuais e pena de morte”, e dp irrita-se entre “casamentos homossexuais e incesto”… nao sei qual das comparacoes e mais estupida.

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  26. Anónimo permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:33

    ««Miranda o incesto costuma produzir mentalidades como a sua.»»

    Depende. Se for incesto entre pessoas do mesmo sexo, não produz nada.

    pois, eu não queria pôr os seus pais ao barulho, mas se você põe essa hipótese, eu não sou biólogo para o contrariar.

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  27. frio porte permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:33

    enrrabem-se mas não me chateiem

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  28. Filipe permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:35

    Este post e o do LR “A opção liberal” são o que de melhor li sobre o assunto.

    O casamento (ou contrato ou união de facto) não deveria ter nenhuma relevância fiscal.
    O casamento se é algo positivo foi porque ao longo dos séculos os heteros lhe deram essa caracteristica.
    O estado não deveria decidir quem pode ou não casar, nem com quantos companheiros(as) viver.
    O casamento não devia ter nada a ver com o estado.
    As consequências de uma vida partilhada deviam ser relevantes em alguns aspectos (como nas heranças e partilhas)

    Há vida para o casamento para além do estado.

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  29. Filipe permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:39

    Do prós e contras gostei particularmente da tentativa de ridicularização, por parte da FC, sobre um comentário da bissexualidade. Os bi são uma espécie de monos alternados. Eu gosto sempre daquelas risadas de superioridade dos detentores de conceitos exclusivos.

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  30. PMG permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:40

    João Miranda,
    Não acho que faça sentido referir o incesto neste contexto ou a adopção por parte de gays – discute-se o casamento.
    Nessa perspectiva importa perceber qual é o papel do estado e importa perceber qual a justificação de se ter presente elementos ligados à igreja. Vivemos num estado laico e como tal não há que trazer para aqui uma determinada moral mas deixar que participem as mais variadas morais individuais.
    Nesta perspectiva concordo que a união de facto, é algo que não faz sentido – ou então será o casamento que não faz – por ser mais uma excepção à regra e ter constrangimentos quer em termos legais quer fiscais (a HelenaFmatos refere-se bem ao assunto no post anterior a este)
    Seria mais fácil discutir um único modelo (ou 2), igual para todos – casados e solteiros. Quanto aos solteiros nada a referir, já os casados que sejam de todos os sexos, credos e raças – com os mesmos direitos e obrigações perante os outros e perante o estado.

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  31. Erik permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:41

    #29,

    Concordando totalmente com o que diz, acrescento:

    O casamento deveria ser um acto exclusivamente religioso. Já que representa algo tão esotérico como a fé. Crê-se no casamento.

    Não pode é ter implicação fiscal por isso. Aos olhos do Estado deveremos ser todos iguais, indivíduos responsáveis pelos seus actos enquanto indivíduos singulares.

    Gostam tanto de exemplificar com os nórdicos, fica uma achega: na Suécia entrega-se o IRS individualmente.

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  32. Filipe permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:42

    “Não acho que faça sentido referir o incesto neste contexto ”

    Pq é que 2 irmãos não podem casar. São cidadãos de 2ª? Deverão ser discriminados? Só espero que a resposta não tenha nada a ver com a procriação.

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  33. Anónimo permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:44

    “Quase que pensei que o anónimo me iria explicar. Mas nada. Ataque-se o João Miranda sem responder às questões levantadas.”

    Peço-lhe desculpa se se considerou atacado. Mas se João Miranda não consegue entender e ainda por cima me pergunta sobre a descriminação de solteiros é porque não está interessado em se colocar na pele do outro ou ouvir e pensar sobre os argumentos do sim. Só está interessado em argumentar a favor do não. Há solteiros descriminados. Há soteiros que não são solteiros mas que não podem mudar o estado civil para a realidade de casado. João Miranda é que descrimina esses solteiros.

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  34. 17 Fevereiro, 2009 11:46

    Para combater o casamento gay, inventa o argumento do casamento ser discriminatório para com os solteiros.

    É discriminatório para os assexuados, impotentes, padres católicos, viúvos, viúvas, solteiros, solteiras, pedófilos, pedófilas, poligâmicos, swingers, sexo grupal, rapaziada até aos 12 anos, amantes de animais, de mortos ou de bonecas insufláveis.

    O Casamento discrimina todas as parafilias ou gostos bizarros.

    Por isso acabe-se com o casamento.

    Essa agora os Homossexuaias querem casar-se! E fomentar a discriminação, essa gente é reacçionária dos 4 costados. Fora com eles. Coloquem estrelas rosas, amarelas, azuis em toda a malta que quer casar. Olhe, vai ser o fim da Caras e afins, ainda bem. Tem somente um problema, o aumento do desemprego.

    Não esquecer encerrar esses antros discriminatórios onde o acto é registado que agora não me lembro do nome.

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  35. Erik permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:48

    José Manuel Faria,

    Porque é que os casados devem ter benefícios fiscais?

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  36. JoaoMiranda permalink*
    17 Fevereiro, 2009 11:49

    ««Peço-lhe desculpa se se considerou atacado. Mas se João Miranda não consegue entender e ainda por cima me pergunta sobre a descriminação de solteiros é porque não está interessado em se colocar na pele do outro ou ouvir e pensar sobre os argumentos do sim. Só está interessado em argumentar a favor do não. Há solteiros descriminados. Há soteiros que não são solteiros mas que não podem mudar o estado civil para a realidade de casado. João Miranda é que descrimina esses solteiros.»

    Voltou a não responder aos problemas levantados no ponto 1. Nomeadamente sobre a inconsistência entre a defesa da não discriminação de gays numa instituição como o casamento que tem propósitos discriminatórios.

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  37. 17 Fevereiro, 2009 11:50

    O abuso da intromissão do estado na relação afectiva das pessoas, chega ao ponto de lhe chamar
    estado civil.

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  38. JoaoMiranda permalink*
    17 Fevereiro, 2009 11:50

    José Manuel Faria,

    ainda não conseguiu explicar porque é que a discriminação dos solteiros é boa e a dos homossexuais é má.

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  39. OLP permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:52

    Está a parecer que os preconceitos sobre qualquer outro tipo de casamento que não hetero ou homo enferma de graves preconceitos e de mentalidades muito perversas.
    Ou será hipocrisia pura?

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  40. Nuspirit permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:53

    1-…de uma instituição que discrimina pessoas solteiras.”JM

    E faz muito bem em descriminar. As pessoas solteiras dão maior despesa ao Estado, por isso é natural que o estado incentive o casamento.

    2-….embora nada impeça (… )os casamentos de conveniência.” JM

    Errado. Os casamentos por conveniência são proibidos.

    3 -… opor-se ao casamento incestuoso basicamente porque existe um tabu social contra o casamento incestuoso.” JM

    Esta parte do programa escapou-me. Não vi ninguém falar em tabu social. Adiante. O que eu digo é que se se provar que não há problemas com geração de filhos, eu pessoalmente nada tenho contra o casamento entre irmãos.

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  41. Filipe permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:56

    “O que eu digo é que se se provar que não há problemas com geração de filhos, eu pessoalmente nada tenho contra o casamento entre irmãos.”

    Não é preciso provar nada nuspirit. Que eu saiba o estado proibe o casamento incestuoso mas não proibe as quecas incestuosas. Provar o quê se filhos de incesto já existem mesmo sem o casamento.

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  42. Nuspirit permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:56

    4 –“Quem é contra o casamento gay só pode ser homofóbico.”

    Há gays que são contra o casamento homo. Palermas há em todo o lado.

    5 – …adquirem direitos que as pessoas que não se organizam em grupos não têm.”

    Infelizmente sempre foi assim. Sem relevância alguma para o que se esta a discutir, portanto. Não passa de um desabafo, que eu também partilho.

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  43. Nuspirit permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:58

    “Não é preciso provar nada nuspirit. Que eu saiba o estado proibe o casamento incestuoso mas não proibe as quecas incestuosas. Provar o quê se filhos de incesto já existem mesmo sem o casamento.”

    Ouvi dizer que há problemas de sanguinidade. Se não há, então, não vejo qual é o problema de permitir o casmento entre irmãos.

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  44. Anónimo permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:59

    joão miranda não fuja à resposta. qual era a relação familiar entre os seu pais. além da óbvia marido e mulher.

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  45. JoaoMiranda permalink*
    17 Fevereiro, 2009 11:59

    ««E faz muito bem em descriminar. As pessoas solteiras dão maior despesa ao Estado, por isso é natural que o estado incentive o casamento.»»

    Se os gay dessem mais despesa ao estado que os hetero, o Nusprit seria contra o casamento gay?

    ««Errado. Os casamentos por conveniência são proibidos.»»

    é proibido casar por interesse? Não sabia. E como é que se prova que um dado casamento foi por interesse e não por amor?

    ««O que eu digo é que se se provar que não há problemas com geração de filhos, eu pessoalmente nada tenho contra o casamento entre irmãos.»»

    Mas então o Nusprit reconhece que o casamento e reprodução estão associados? Esse argumento está relacionado com o dos que são contra o casamento gay porque não produz descendência.

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  46. Nuspirit permalink
    17 Fevereiro, 2009 11:59

    Em suma o post do João Miranda é um conjunto de vacuidades. Anda a perder qualidades. Precisa de férias. Digo eu.

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  47. Anónimo permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:00

    “Voltou a não responder aos problemas levantados no ponto 1”

    E o João Miranda continua a não se conseguir colocar no lugar do outro. Os propósitos discriminatórios são alteráveis que é para não serem discriminatórios e absurdos.

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  48. Filipe permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:00

    “Ouvi dizer que há problemas de sanguinidade. Se não há, então, não vejo qual é o problema de permitir o casmento entre irmãos.”

    Claro que há problemas de sanguinidade Nuspirit. Mas isso é irrelevante para o casamento visto que o objectivo do casamento não é a procriação (pelos vistos) e visto as pessoas poderem se “enroscar” sem estarem casadas.

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  49. Nuspirit permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:04

    “Se os gay dessem mais despesa ao estado que os hetero, o Nusprit seria contra o casamento gay?”
    JM
    Clama. Nada disso. Apenas graduava os incentivos em função disso.

    “é proibido casar por interesse? Não sabia. E como é que se prova que um dado casamento foi por interesse e não por amor?”JM

    É. Só que é muito difícil provar, de facto.

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  50. JoaoMiranda permalink*
    17 Fevereiro, 2009 12:05

    ««E o João Miranda continua a não se conseguir colocar no lugar do outro. Os propósitos discriminatórios são alteráveis que é para não serem discriminatórios e absurdos.»»

    O anónimo continua a não responder ao ponto 1 e a fazer considerações pessoais irrelevantes sobre o João Miranda.

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  51. JoaoMiranda permalink*
    17 Fevereiro, 2009 12:06

    ««“Se os gay dessem mais despesa ao estado que os hetero, o Nusprit seria contra o casamento gay?”
    JM
    Clama. Nada disso. Apenas graduava os incentivos em função disso.»»

    Ou seja, em vez de discriminar os gays no acxesso ao casamento passaria a discriminá-los no acesso a subsídios. Mas isso não é uma discriminação à mesma?

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  52. Tiago M. permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:06

    O papel da constituicionalistazinha com aquele arzinho afectadinho do ploticamente correcto merecia era um par de chapadas.

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  53. Erik permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:07

    Nuspirit,

    “E faz muito bem em descriminar. As pessoas solteiras dão maior despesa ao Estado, por isso é natural que o estado incentive o casamento.”

    Gostava que explicasse esta. Pensava que um solteiro com exactamente o mesmo vencimento que um casado, pagava mais impostos. Mas se não se importar de explicar exactamente onde é que um solteiro dá mais despesa eu agradeço.

    Aliás, um solteiro é por natureza uma pessoa mais disponível. As empresas preferem os solteiros por isso mesmo, pelo maior potencial de produtividade. À produtividade, estão normalmente associados salários (a menos que se seja professor) sobre os quais são calculados impostos.

    Pode explicar o que quer dizer?

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  54. Nuspirit permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:09

    “Mas então o Nusprit reconhece que o casamento e reprodução estão associados? Esse argumento está relacionado com o dos que são contra o casamento gay porque não produz descendência.”

    O que eu reconheço é que quando um homem e uma mulher passam muito tempo juntos têm tendência para pinar. Se disso podem nascer filhos com deficiências temos aqui um problema muito sério. Se for um casamento homo incestuoso já não há problema algum. Por isso, esse deveria ser permitido desde já.

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  55. Anónimo permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:09

    o miranda já armou a confusão e basou (escreve-se com s ou z, tou confuso). é vê-lo, nã tarda mais acima de (in)cesto à cabeça a facturar comentários para a tese do maior QI BLAFÊMEAS AWARD.

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  56. Erik permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:10

    Nuspirit,

    Então os heterossexuais que desejam casar não deveria fazer prova de que pretendem ter filhos?

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  57. Nuspirit permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:12

    “Ou seja, em vez de discriminar os gays no acxesso ao casamento passaria a discriminá-los no acesso a subsídios. Mas isso não é uma discriminação à mesma?”

    Os solteiros tb são descriminados no acesso a subsídios. Trata-se de uma descriminação pacifica. Quem tem mais filhos tb tem mais subsidios. Enfim, pormenores.

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  58. Filipe permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:13

    “O papel da constituicionalistazinha com aquele arzinho afectadinho do ploticamente correcto merecia era um par de chapadas.”

    Ela fez bem o seu papel, levou a discussão para onde lhe interessava, apenas questões legais. Como todos os (de)formados em direito usam os seus conhecimentos para justificar a falta de qualidade.

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  59. Filipe permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:16

    “O que eu reconheço é que quando um homem e uma mulher passam muito tempo juntos têm tendência para pinar.”

    Pelo facto de pinarem quer dizer que daí resultam obrigatoriamente filhos? E se ela apresentar uma prova de que foi “laqueada”? Já podem casar?

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  60. Erik permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:16

    #58 Nuspirit,

    E os casais que não têm filhos aos 50 anos de idade.
    Porque pagam eles menos impostos?

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  61. 17 Fevereiro, 2009 12:16

    >i>”continua a não responder ao ponto 1″

    Acho piada à insistência do JM, em querer que isto seja um interrogatório.
    E dá classificação ao fim?

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  62. Anónimo permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:16

    “O anónimo continua a não responder ao ponto 1 e a fazer considerações pessoais irrelevantes sobre o João Miranda.”

    Já lhe respondi várias vezes, o João Miranda é que está bloqueado e não aceita nada. Já lhe respondi que se não percebeu é porque não se consegue colocar na pele do outro e já lhe disse que a discriminação não é com solteiros , é com os solteiros que se querem casar e não podem. Ou então teriam de ser descasados os casais que não quisessem ou pudessem ter filhos, para continuar a dizer que a instituição discrimina solteiros.

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  63. Erik permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:17

    Nuspirit,

    Ainda não explicou onde é que o solteiro dá mais despesa ao Estado. Disse-o. Mas não explicou.

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  64. 17 Fevereiro, 2009 12:17

    “O que eu reconheço é que quando um homem e uma mulher passam muito tempo juntos têm tendência para pinar.”

    Nuspirit, tenho três novidades para si:
    1- A contracepção já foi inventada.
    2- É possível ter filhos sem estar casado.
    3- É possível estar casado e não querer ter filhos.

    Já agora, o mínimo de pessoas para formar uma família são 2 e não 3.

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  65. Anónimo permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:20

    falta de qualidade e honestidade

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  66. observateur permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:21

    A Fernadinha parecia um Augusto de saias, que deprimente!
    Ficou-lhe bem a defesa das “namoradas dos bis”…

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  67. Bonifácio permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:22

    O pensamento revolucionário dá mais um passo na destruição de todo a estrutura que possibilitou a construção da civilização ocidental.
    Chegará o dia em que serão erguidas estátuas a Gramsci, Marcuse e Lukács onde antes existiam igrejas, provavelmente por perto das valas comuns para os homossexuais e outros idiotas úteis esquerdistas.
    Pobres imbecis… nem imaginam que estão a cavar a própria sepultura.
    Vide o tratamento que lhes foi sempre reservado pelos governos revolucionários.

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  68. Nuspirit permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:23

    “Pelo facto de pinarem quer dizer que daí resultam obrigatoriamente filhos? E se ela apresentar uma prova de que foi “laqueada”? Já podem casar?”

    Não havendo o perigo de nascerem filhos, e existir um desjo genuino de viverem juntos, porque não? Qual é o problema!?

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  69. Nuspirit permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:27

    “Ainda não explicou onde é que o solteiro dá mais despesa ao Estado. Disse-o. Mas não explicou.”

    Há uma economia de escala na vida a dois. Duas pessoas a viver juntas consomem menos recursos do que se o fizerem separados. O estado só tem a ganhar com uma eficiente alocação de recursos. Os casamentos favorecem essa alocação. Depois na doença e na velhice os solteiros são um peso maior para o estado. Enfim..

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  70. 17 Fevereiro, 2009 12:27

    “ainda não conseguiu explicar porque é que a discriminação dos solteiros é boa e a dos homossexuais é má.”

    Finalmente chegou ao ponto. A sua preocupação desde o início era o combate ao casamento Homo.

    Eu nunca coloquei essa questão.

    O sr, é que coloca em pé de igualdade solteiros e homo, faz de propósito para tentar ridicularizar o casamento gay.

    36- Não sei, talvez por ter uma vida em comum. Mas olhe que a sua pergunta é muito difícil de responder!! E teve muito que ver com a problemática de ontem.

    O casamento não serve para nada, não deve discriminalizar ninguém. No entanto há tanta gente renitente ao casamento homo. Porque será? Claro, os heterossexuais são seres superiores para os outros muita compreensão, amor, etc. Tudo o que eles queiram, chamem-lhe outro nome, casamento é que Não.

    E se forem bissexuaias, casam com os 2 disse um expert na matéria do Não!

    E a resposta de JM, claro, senão há discriminação!

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  71. Toni o Grunho permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:27

    A Cancio é igualzinha ao namorado, gosta de infantilizar as pessoas.

    Juntou-se a fome com a vontade de comer

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  72. Anónimo permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:28

    João Miranda.
    Vamos então aos argumentos que tanto reclama:

    1.
    O casamento não é apenas uma questão de fiscalidade. Trata de regular questões como o património e a paternidade. A descriminação fiscal não é um problema de solteiros e casados, é um problema transversal a toda a sociedade.
    2.
    Pelo que expus em cima, concordo consigo. O amor e a reprodução são questões que dizem respeito a cada um e no qual o estado não tem nada de se imiscuir (mas não me parece que seja essa a argumentação central no caso em apreço).
    3.
    O casamento incestuoso é de facto um bom teste. Em última análise pode-se discutir, falta é alguém com quem discutir, o que nos remete para o ponto 5.
    4.
    Trata-se de uma questão irrelevante, na medida em que inclusive pode se estar a favor do sim e isso não impedir em última análise, porque se trata de uma questão do foro pessoal, de se ser homofóbico. Ninguém me pode impedir de ser racista ou machista ou misógino, desde que a minha prática não viole a lei
    5.
    A identidade homossexual não é atribuída por outros homossexuais. Um tipo (a) não é o porque os outros (homos ou hetero) dizem que ele é, mas porque se identifica como tal. Se um gajo é preto, não o é porque se organiza como tal. Se uma gaja é uma gaja, não o é porque faz parte de movimento feminista. Um gajo é um gajo, não porque coça os tomates, é porque os tem.
    Acontece que os pretos, as mulheres e os homessexuais precisamente reclamaram e organizaram-se para que lhe fossem atribuídos direitos.
    Quanto aos incestuosos reclamarem o seu direito a casar cá estaremos para discutir. Foi assim com a liberdade dos pretos, o voto das mulheres e o casamento doa gays.

    Por último, mais interessante me parece o post da helena matos mais abaixo, sobre a iniquidade das uniões da facto e a sua equiparação ao casamento para efeitos de património, que me parece fácil de mais e sujeita a todo o tipo de falcatruas.

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  73. Toni o Grunho permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:28

    Esta levava era umas pauladas

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  74. Votoembranco permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:28

    A homosexualidade é uma perversão.
    (Freud & Companhia)

    acto ou efeito de perverter;
    uso desviado do normal;
    alteração de uma função normal;
    corrupção;
    depravação.
    (Dicionário Priberam)

    Ora aquilo que ontem vi no programa da GNR Fátima Campos foi a necessidade que os pervertidos têm de ver reconhecida a sua perversão como inofensiva pela restante sociedade.
    Digamos que pretendem normalizar essa perversão, julgando que tendo acesso ao casamento, conseguem dar mais um passo no sentido da sociedade passar a reconhecer a sua perversão como uma não perversão.
    Resumindo: os homosexuais, conforme ontem percebi no programa da Sargenta Fátima, querem ser,lá para as calendas, como os heterosexuais, só que a sua perversão sexual não o permite.

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  75. miguel dias permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:29

    o anonimo 73 sou eu.

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  76. ppp permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:29

    Nuspirit, n ha problema nenhum pa. Nao ha problema com nada. Tudo e’ permitido! Quem ‘e alguem para proibir o que quer que seja a outro?
    Era so o que faltava!! E as leis, para que caralho sao as leis? Han? O universo e’ laico e vazio de regras escritas. So contam as fisicas.

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  77. caramelo permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:36

    João Miranda, importa-se de dar a sua opinião sobre o assunto? É contra, é a favor, porquê, etc.

    “Note-se que há uma geração atrás a homossexualidade também era tabu.”

    Se “era” tabu, já não é. O casamento entre pessoas de raça diferente também já foi tabu. Também já não é. O Incesto ainda é. E acontece que os tabus são coisas muito lentas de ultrapassar. Simples e óbvio. Mas qualquer coisa que o JM escreva passa por brilhante. Um espanto.

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  78. Anonimo permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:37

    .
    O “Prós € Contras” conseguiu um inicio de impacto. Muita gente, muito falatório, muito foguetório. Mas depressa fez harakiri. Não serve para nada. Arranjem outro que este já deu o que tinha a dar.

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  79. 17 Fevereiro, 2009 12:43

    João Miranda,

    Falta frisar 2 aspectos:
    1- Que o que se deveria estar a discutir é a liberdade contratual, que não existe verdadeiramente nem para homossexuais nem para heterossexuais.

    É de uma total incoerência que tantas pessoas que há 3 meses vieram impôr um modelo de casamento aos heterossexuais venham agora falar em liberdade de casar para os homossexuais. Para estes senhores a liberdade é totalmente irrelevante. O importante é impôr os modelos de família que eles pretendem.

    Eles não defendem a liberdade de casar aos homossexuais, defendem apenas a possibilidade de ter um casamento igual ao dos heterossexuais. Um modelo que hoje se assemelha à união de facto com vantagens sucessórias.

    2- O argumento final de usar o casamento como um sinal político ou a sua importância simbólica. É efectivamente uma questão de liberdade poder estabelecer contratos (de casamento) com quem e da forma que se quiser (respeitando-se os respectivos limites constitucionais, direitos do homem e regras contratuais gerais aplicáveis). Mas não existe qualquer direito à apropriação de simbolos colectivos.

    Logo, os Gays não têm direito à palavra casamento, mas têm direito a estabelecer relações tipo casamento. Note-se que para mim é irrelevante qual o nome que se lhe dá. Podem chamar casamento se assim a sociedade entender. Mas não existe um real direito a usar esse nome.

    Ou seja, o real problema aqui é que o casamento é um contrato entre 3 pessoas, um casal mais o Estado. O Estado dá reconhecimento legal (que com o tempo se tornou também reconhecimento social) a esta relação jurídica, mas em troca arroga-se ao direito de impedir as relações jurídicas não definidas por si.

    Os gays (e os heteros) deveriam lutar para poder estabelecer as relações jurídicas livremente. Mas os gays lutam também, indevidamente e inutilmente, pelo reconhecimento social via intervenção Estado.

    Indevidamente porque ao Estado cabe apenas assegurar a igualdade perante a lei. O que não obriga a um nome igual. Não cabe ao Estado impôr reconhecimento social. Inutilmente, porque os gays têm a ilusão que existe algum carácter sacral / simbolico / espiritual no casamento civil. Que eu saiba, esse advém do casamento religioso. Dadas as recentes alterações ao casamento civil, no sentido da sua precarização, todo o carácter “sacral” do casamento civil (que este tinha herdado por inerência) irá inevitavelmente perder-se.

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  80. D. Sebastião permalink
    17 Fevereiro, 2009 12:46

    Roma e Atenas acabaram assim: a tentar evitar o óbvio enquanto a realidade tsunami avançava. Talvez porque a pulsão suicida era demasiado forte. Cabe-vos agora saír da História com estilo.

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  81. JoaoMiranda permalink*
    17 Fevereiro, 2009 13:03

    ««O casamento não é apenas uma questão de fiscalidade. Trata de regular questões como o património e a paternidade. A descriminação fiscal não é um problema de solteiros e casados, é um problema transversal a toda a sociedade.»»

    Regular a paternidade? Essa é capaz de ser um argumento contra o casamento gay.

    A ideia de que podemos discriminar os solteiros porque há muitas discriminações na sociedade, ela pode levar à ideia de que podemos discriminar os gays porque há muitas discriminações na sociedade.

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  82. miguel dias permalink
    17 Fevereiro, 2009 13:13

    JoãoMiranda:
    Não é um argumento contra nem a favor do casamento homossexual. É uma argumento a favor do casamento tout-court, do qual resultem filhos (seja biológicos ou por adopção).

    “A ideia de que podemos discriminar os solteiros porque há muitas discriminações na sociedade, ela pode levar à ideia de que podemos discriminar os gays porque há muitas discriminações na sociedade”.

    Eu não defendi que se possam descriminar os solteiros. Disse-lhe apenas que reportando ao seu comentário, que a descriminação fiscal é outra questão e abrange muitas outras áreas. Podemos discuti-las no âmbito de politicas fiscais, não aqui, que se trata de regular o casamento.

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  83. JoaoMiranda permalink*
    17 Fevereiro, 2009 13:17

    ««Não é um argumento contra nem a favor do casamento homossexual. É uma argumento a favor do casamento tout-court, do qual resultem filhos (seja biológicos ou por adopção).»»

    Desculpe, mas se aceita que a discriminação dos solteiros se justifica pelos filhos que poderão nascer do casamento também tem que aceitar que a discriminação dos gay se justifica pela mesma razão.

    ««Eu não defendi que se possam descriminar os solteiros. Disse-lhe apenas que reportando ao seu comentário, que a descriminação fiscal é outra questão e abrange muitas outras áreas. Podemos discuti-las no âmbito de politicas fiscais, não aqui, que se trata de regular o casamento.»»

    Desculpe, mas o que está em discussão é o princípio da não discriminação. Esse princípio é universal. Se se é pelo casamento gay para evitar discriminações, tem que se ser contra o casamento porque o casamento é sempre discriminatório.

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  84. chato permalink
    17 Fevereiro, 2009 13:22

    Toda a vida ouvi dizer: não te cases… amiga-te
    Para quê casar?
    Tanto heteros como homos, para que casar?
    Amiguem-se e tá tudo resolvido.
    Mas
    depois dizem: ah, mas depois os direitos e os deveres não existem!!!
    Ah, então o casamento é apenas um contrato de interesses em jogo.
    Logo, deixem que toda a gente se case: onde está o problema?
    Eu sei que pode ser chato, mas se todos bebem água ou vinho, ou cerveja, ou outras, porque raio de razão não podem todos beber as mesmas coisas?
    Como chato que sou, não sou homofóbico, por isso, quero lá saber que os heteros se casem ou se amiguem; quero lá saber se os homos se casam ou se amiguem. O que eu sei é que cada vez mais, os heteros casados, se estão a divorciar.

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  85. 17 Fevereiro, 2009 13:24

    «Há gays que são contra o casamento homo. Palermas há em todo o lado.»

    Além de homofóbicos, agora também são palermas.
    Mas porque é que uma pessoa não pode ser contra? há uns anos todos eram, todos achavam isso um disparate. Agora todos têm de ser a favor, largar as suas ideias sociais, filosóficas
    só porque sim?
    Às tantas, quem daqui a uma geração for contra o casamento entre pessoas e animais também é zoofóbico.
    E quem é a favor, é homófilo?

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  86. miguel dias permalink
    17 Fevereiro, 2009 13:30

    joãomiranda
    Talvez não me tenha explicado bem. O que eu digo é que estado discrimina, não no sentido fiscal como refere, mas no sentido em que lhes confere um estatuto diferente, pela necessidade de regular a união entre duas pessoas, por questões como o património e a paternidade.

    Por outro lado o princípio da não-descriminação como lei universal é que você diz. Existem todo o tipo de discriminações positivas, relativamente às mulheres grávidas e os idosos, às crianças, os inválidos, aos estrangeiros, às pessoas com menos de 35anos, os filhos e os enteados, e que a sociedade tolera sem grande contestação.

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  87. JoaoMiranda permalink*
    17 Fevereiro, 2009 13:34

    Miguel Dias,

    Portanto, na sua opinião, não há motivo de princípio para não discriminar positivamente os hetero no acesso ao casamento. Lembro-lhe a sociedade tolera sem grande contestação a discriminação positiva dos hetero no acesso ao casamento.

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  88. 17 Fevereiro, 2009 13:44

    acho que a RTP deveria mudar de nome, em vez de radio televisão portuguesa, para rádio e televisão de um português, sócrates claro.

    é o branqueamento dos casos onde está envolvido com um prós&prós sócrates, é um prós&prós sócrates para ajudar e defender a sua agenda política.

    isto é bem pior que a Venezuela.

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  89. 17 Fevereiro, 2009 13:44

    EXCELENTE,

    sobretudo, nº 3 e 5 fo post. Óptimas questões…

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  90. júlia permalink
    17 Fevereiro, 2009 14:27

    João Miranda, uma pergunta:

    Os solteiros são de facto discriminados: só o casamento dá acesso a certos privilégios sociais e fiscais. A partir daqui só há duas hipóteses (se assumirmos que pretendemos generalizar esses privilégios a todos os cidadãos): ou se modifica todo o sistema que confere privilégios só a quem oficializa o seu cônjuge (ou seja, anula-se o estatuto de casamento), ou se reabilita o estatuto de modo a inteirar todas as pessoas que cumpram os três critérios pre-estabelecidos sem exepção (adultos, livres, duplo consentimento). A pergunta é, se aceita este cenário:

    O João Miranda tenderia a achar mais eficiente/justo/desejável (riscar o que não interessa) anular a categoria de casamento civil, ou reformulá-la de modo a não ser um estatuto social que apenas assegura privilégios civis discriminadamente?

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  91. 17 Fevereiro, 2009 14:55

    Pois , se a identidade homossexual é especifica e diferente , não percebo por que a insistência em copiar instituições construídas com base na identidade heterosexual. Façam lá as deles ,todos ao molho e fé em deus , tipo sauna e quartos escuros.

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  92. observateur permalink
    17 Fevereiro, 2009 15:26

    Sou gay e sou contra o CASAMENTO entre homossexuais.
    Sou o quê, para além de palerma?

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  93. celestine permalink
    17 Fevereiro, 2009 15:26

    Impossível vislumbrar melhor súmula de ideias sobre o casamento, autêntica aberração instituída contra a humanidade livre, simples e magnânima, quão marginalizada, de solteiros.
    Que não chega a ser tabu, por ora, nem doente, e é capaz de povoar a terra com imensidão de gente.
    Diga-o diga Alfie, desde Inglaterra, com apenas treze aninhos, e a Chantelle, de 15 anos, como os mais dois putativos pais do bebé, Richard, de 16, e Tyler, de 14 anos, que dormiram com a Chantelle. (Da crónica de Ferreira Fernandes, no DN de ontem.
    E se meninos assim dormem, quanto mais não o fazem mancebos, homens feitos, lá porque só também não vão à gravata do casamento?!
    O meu inteiro apoio, JM, dêmo-nos as mãos pelos solteiros deste mundo, se o Estado não tem que se meter para os prejudicar, virgens, puros como padres, para mais, quantos, e reivindiquemos seus direitos.

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  94. miguel dias permalink
    17 Fevereiro, 2009 15:43

    JoãoMiranda
    Pois claro que não.
    A descriminação só pode ser avaliada em casos concretos.
    Os silogismos ficam bem em discussões de retórica.

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  95. Nuspirit permalink
    17 Fevereiro, 2009 15:45

    observateur disse
    17 Fevereiro, 2009 às 3:26 pm

    Expliquei-me mal.

    O JMiranda disse “Quem é contra o casamento gay só pode ser homofóbico!”

    O Que ewu queria dizer:
    Há gays que são contra o casamento homo. Serão esses gays tb homofóbicos? Claro que não. Dizer que se é homofóbico por se ser contra o casamento homo é uma palermice. Palermas há em todo o lado.

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  96. nuno silva permalink
    17 Fevereiro, 2009 15:52

    Alguem me pode passar os links para o vídeo do programa?

    No site da RTP não dá.
    Já agora, é possível fazer o download dos programas ou tem mesmo que se ver no stream deles?

    Obrigado

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  97. 17 Fevereiro, 2009 16:04

    “Não é um argumento contra nem a favor do casamento homossexual. É uma argumento a favor do casamento tout-court, do qual resultem filhos (seja biológicos ou por adopção).”

    Os solteiros ou divorciados que têm filhos devem ser discriminados face aos casados? Porquê? Isso defende a família?

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  98. miguel dias permalink
    17 Fevereiro, 2009 16:26

    PMS
    Boa argumentação, reconheço. Pena é que não tenha percebido que essa frase é uma resposta a um comentário e é nesse contexto que deve ser interpretada.

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  99. 17 Fevereiro, 2009 16:30

    este é o link, como é o último programa está logo lá nesta página

    http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/pros-contras/

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  100. lucklucky permalink
    17 Fevereiro, 2009 16:51

    ««E faz muito bem em descriminar. As pessoas solteiras dão maior despesa ao Estado, por isso é natural que o estado incentive o casamento.»»

    Uh!? não quer estender esse argumento ou é só para este caso de estimação? Por exemplo os pobres não podem ter filhos porque expandem a pobreza e os custos sociais? Que tal o Estado só favorecer a procriação dos que têm posses?

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  101. lucklucky permalink
    17 Fevereiro, 2009 16:56

    “Comparar incesto com homossexualidade ou poliganismo como fez o sacerdote católico e João Miranda, mostra desonestidade intelectual e mentes preversas.”

    Esta é cómica: “Mentes preversas” então afinal já há sexo/relações preversas entre adultos passíveos de proibição? Se dois, três, quatro são adultos e livre vontade qual o argumento que apresenta para os proibir?

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  102. Tribunus permalink
    17 Fevereiro, 2009 17:33

    Quanto pagaram à RTP, para incluir um programa de paneleiros?
    Quanta pressão fizerão os acessores do Socrates para a RTP, para fazer um programa de paneleiros?
    Porque foi Fernanda Cancio à televisão defender os paneleiros?
    # preguntas que espero resposta!Não existem pressões diz o socrates e a pandilha dele………
    Agora fiquei assombrado com o mau aspecto que tem a fernanada Cancio, esperava que o Socrates tivesse melhor gosto (mas com
    auelas casinhas, como podia ter bom gosto) a fulana è no minimo excravel, sem gosto a vestir, malcriada, uma coisinha de mau gosto………….

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  103. 17 Fevereiro, 2009 17:57

    “O casamento incestuoso é um bom teste às teorias gerais do casamento”.

    Pois é, pode por em causa o casamento heterossexual. No incestuoso há tanta probabilidade de gerar filhos como no normal.

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  104. 17 Fevereiro, 2009 18:32

    Ridículo, tudo isto.
    Com estas paneleirices vai o Sócrates entretendo o pagode.
    O que importa é que o país não pense na desgraça em que está.
    Da-se!!!

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  105. OLP permalink
    17 Fevereiro, 2009 18:48

    Não percebo porque insistem na ideia perversa de falarem sempre em procriaçao no casamento incestuoso.
    Preconceitos é?

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  106. 17 Fevereiro, 2009 18:56

    Miranda,

    Essa da irmã não cai muito bem. Parece que estás a reclamar por um direito. Talvez escrito de outra forma…

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  107. celestine permalink
    17 Fevereiro, 2009 19:08

    E se os passarinhos se casam uns com os outros, livremente, como os lobos e raposas e os sapos, toda a viva criatura, tendo sorte, se tem tempo, por que há-de meter-se o estado, logo, a determinar sobre quem casa e não casa entre os humanos de seu pleníssimo direito?
    Entretanto, a minha causa é a dos solteiros, já disse, atropelados, discriminados que são, além do estado, por toda a classe de grupos, ciosos machos, de fêmeas alfa e mais tendências.

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  108. um dos muitos paneleiros que não pensa em casar permalink
    17 Fevereiro, 2009 20:12

    os argumentos contra os casamentos gay são tão fraquinhos, tão fraquinhos, tão fraquinhos, que só podiam acabar com manifestações de desejo de comer a irmã ou a mãe. por mim, sinta-se à vontade, joão miranda.

    como disse o eduardo nogueira pinto (um dos contra) a questão é política: POLÍTICA! e politicamente só há coisas a favor, a saber: o direito à igualdade, liberdade e felicidade.

    e sim, joão miranda, as suas posições são homofóbicas. se não gosta, incline-se, baixe a cabeça e levante o rabinho. vai ver que ainda gosta.

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  109. lucklucky permalink
    17 Fevereiro, 2009 20:31

    Errado, as opiniões dos Homossexuais é que são Heterofóbicas. Querem unir-se tudo bem encontrem um termo, uma palavra que defina a vossa união e avancem. Não tentem usurpar aquilo que é de outros. A questão é de roubo.

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  110. um dos muitos paneleiros que não pensa em casar permalink
    17 Fevereiro, 2009 20:34

    lucklucky,

    comprou a patente da palavra, foi?

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  111. Zenóbio permalink
    17 Fevereiro, 2009 20:46

    A mim ninguém me tira da cabeça que isto do “casamento” gay, é uma questão de moda. Do modo como os pequenos são volúveis, é só deixar repousar o assunto, que a crise passa. O pior será quando quiserem passar da fase dos fifis para a adopção de crianças – aí meus amigos, só por cima do meu cadáver Já agora… porque não pedem um referendo e acabava já o folclore.

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  112. Zenóbio permalink
    17 Fevereiro, 2009 20:53

    “sou paneleiro e pai de um rapaz lindíssimo”

    Se tivesse um porche, um apartamento em Cascais, e um barco na marina era gay. A vida é lixada!

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  113. ciclópico permalink
    17 Fevereiro, 2009 20:56

    Por acaso, sinto que a palavra casamento faz parte da minha identidade heterossexual (comprovada em milhares de anos de história da humanidade).

    Nisto não percebo porque ficam tão chateadas as pessoas do sim ao casamento entre pessoas do mesmo sexo quando se fala em casamento incestuoso ou poligâmico.

    Qual o problema? Quererão impor limites? É esta a tolerância desejada? A tolerância do é só para nós… no fundo, são iguais aos defensores do não que acusam de discriminação e fobias.

    Enfim, vivemos a ditadura da defesa do que é, a determinado momento, politicamente correcto e não de verdadeiros princípios.

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  114. um dos muitos paneleiros que não pensa em casar permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:07

    “Enfim, vivemos a ditadura da defesa do que é, a determinado momento, politicamente correcto e não de verdadeiros princípios.”

    e quais são esses verdadeiros princípios, ciclópico?

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  115. Zenóbio permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:08

    #120

    Deixe lá o Botto, era um bom poeta, um tudo nada pedófilo. Ah e eu conheço esse poema há anos…

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  116. ciclópico permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:10

    O princípio da igualdade.

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  117. um dos muitos paneleiros que não pensa em casar permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:13

    ciclópico, então estamos de acordo.

    se os heterossexuais podem casal, pelo princípio da igualdade, os homossexuais também.

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  118. ciclópico permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:14

    E os incestuosos os poligámicos também. Desde que concorde com isso, estaremos de acordo.

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  119. um dos muitos paneleiros que não pensa em casar permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:16

    “Ah e eu conheço esse poema há anos…”

    Zenóbio, ainda bem que conhece. isso prova que há homofóbicos que não são ignorantes de todo.

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  120. Zenóbio permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:16

    #124

    Só podemos comparar o que é semelhante.

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  121. Anónimo permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:17

    antónio roto era mais pós manipulados.

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  122. um dos muitos paneleiros que não pensa em casar permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:19

    “Só podemos comparar o que é semelhante”

    claro que sim, somos todos cidadãos igualmente livres.

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  123. Zenóbio permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:25

    “homofóbicos que não são ignorantes de todo”

    A sua prima é que é homofóbica, eu considero-me apenas não gay friendly. Será que é crime?

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  124. Zenóbio permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:28

    Para quando um esquadrão para ir às escolas fazer proseletismo gay?
    Nos EUA tem o lema “it’s ok to be a gay” e visitam escolas primárias.
    Acho uma ternura.

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  125. agnabixaangaabix permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:33

    Epá tenho um amigo que pratica a bestialidade,ele tem-me falado

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  126. agnabixaangaabix permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:34

    Epá tenho um amigo que pratica a bestialidade,ele tem-me falado que gostava de casar pelo civil com o pastor alemão, digam-me o porquê da razão de ele não o poder fazer?
    Não acham que estão a discriminar o amor animalesco?

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  127. um dos muitos paneleiros que não pensa em casar permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:36

    “Acho uma ternura”

    Zenóbio, eu também. mas gosto deles mais crescidinhos. assim entre os vinte e os trinta. dão-me uma tesão.

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  128. ciclópico permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:37

    # 124

    Diga-me só então se concorda comigo, como expus, relativamente a estendermos o direito do casamento a pessoas que queiram casar de forma incestuosa ou com mais do que uma pessoa.

    É que não estou certo que esteja a defender verdadeiramente o princípio da igualdade. Receio bem que o limite apenas ao grupo que lhe interessa.

    É porque se assim for, não difere dos outros que acusa, mais ou menos, no fundo, de intolerância. Ou seja, se assim for, nisso já é completamente igual.

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  129. Zenóbio permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:38

    # 135

    Ironia ou deboche? lol

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  130. Zenóbio permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:41

    #136

    Desista. O gay subprime, está aqui para mangar com o pessoal.

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  131. agnabixaangaabix permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:42

    E aqueles que querem casar com mortos? Os necrófitos? Ninguém pensa neles?
    E os coprofágicos? Lá por eles comerem os excrementos uns dos outros são postos de lado? Pois já o meu tio me dizia : o homem é um ser imperfeito, tudo o que come se torna em bosta…e até na concepção a mesma é feita pelos canais urinários…em resumo não sei o que têm contra o casamento de necrófitos e coprofágicos.

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  132. lucklucky permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:49

    Pergunto-me o porquê disto, da necessidade doentia de equiparar mesmo no nome uniões que são necessáriamente diferentes.

    A conclusão que resta é uma tentativa imperialista de imposição de um estilo de vida, por isso é que o nome tem de ser Casamento não pode ser qualquer outro. É preciso destruir a ordem vigente para ganhar poder político e social. É isso que está em causa.

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  133. um dos muitos paneleiros que não pensa em casar permalink
    17 Fevereiro, 2009 21:59

    # 136

    a poligamia é uma prática aceite e que faz parte de muitas culturas, mesmo nos dias de hoje. mas isso acontece em sociedades onde as mulheres são tratadas, literalmente, abaixo de cão.

    quanto ao incesto, desconheço se é prática aceite por alguma cultura.

    porém para eu lhe responder terá de me dar exemplo de pessoas que queiram casar e viver em poligamia e exemplos de pessoas que queiram casar em situação incestuosa.

    caso contrário, a sua pergunta assemelha-se a esta: devem os marcianos poder casar?

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  134. Zenóbio permalink
    17 Fevereiro, 2009 22:02

    #143

    A isto chama-se: responder sem nada dizer.

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  135. um dos muitos paneleiros que não pensa em casar permalink
    17 Fevereiro, 2009 22:04

    “E aqueles que querem casar com mortos? Os necrófitos? Ninguém pensa neles?”

    141, tenha calma que há-de chegar um dia em que alguém vai pensar em si.

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  136. Zenóbio permalink
    17 Fevereiro, 2009 22:13

    144

    Para esse peditório já dei, não tenho feitio para aturar maduros. Passe bem.

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  137. ciclópico permalink
    17 Fevereiro, 2009 22:29

    Desculpe que lhe diga mas quer parecer-me que a sua argumentação é um bocadinho lateral, em relação ao princípio da igualdade, e demonstra que não está verdadeiramente disponível para ser tolerante.

    Pior… confirma aquilo que eu suspeitava a igualdade termina nos homossexuais.

    Muito sinceramente, diga-me há um grande movimento de pessoas homossexuais que querem casar?
    Ou mesmo de pessoas heterossexuais que achem que isso é premente?

    Eu não o vejo. Vejo mais oportunismo político.
    Aliás a maioria das pessoas homossexuais que eu conheço não têm o mínimo desejo disso.

    Pelo que, se calhar, seguindo a sua argumentação perigosa de que não vê pessoas a reclamarem casamento incestuoso ou poligamico(nessa lógica os homossexuais sofreram bem em silêncio todas as atrocidades e discriminações que lhes foram cometidas ao longo dos séculos, porque só nas últimas décadas reclamaram igualdade), eu também não vejo um movimento de fundo, no nosso país, em prol da causa que defende. Daí que se calhar tenha, infelizmente para si, razão em relação à questão marciana.

    Por momentos também me pareceu que defendia uma ideia de tradição cultural (ao falar-me dos islâmicos, por exemplo) por detrás da ideia de casamento o que é contraditório para quem defende o casamento homossexual no Ocidente.

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  138. um dos muitos paneleiros que não pensa em casar permalink
    17 Fevereiro, 2009 22:41

    “Muito sinceramente, diga-me há um grande movimento de pessoas homossexuais que querem casar?”

    há.

    “Eu não o vejo”

    tem de abrir mais os olhos. eu conheço várias associações gay que defendem o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

    diga-me: há alguma associação que defenda o casamento poligamico ou incestuoso e que seja representativo de um grupo social?

    deixo-lhe um conselho: saía do armário e seja o primeiro a criar tal associação, já que pelos vistos está tão preocupado com isso.

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  139. Não compareço à dose diária permalink
    17 Fevereiro, 2009 22:50

    Caros

    E andou a natureza tantos milhões de anos a diferençar…e falamos nós sobre a necessidade de manter a diversidade …vem a questão fundamental…..o homem e a mulher são iguais ou diferentes?….se encontrarmos alguma diferença entre eles não podemos admitir como coisa natural a homosexualidade.
    Ou então a natureza ainda é mais absurda do que aquilo que já é.
    e os codões do genótipo?
    Como se dará a evolução da espécie humana?
    Como será a educação sexual doss filhos dos homosexuais casados (adoptados)?
    Enfim…no fim a isomorfia e o caos.
    Admiremos entretanto o cenário.

    cumps

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  140. um dos muitos paneleiros que não pensa em casar permalink
    17 Fevereiro, 2009 22:52

    Não compareço à dose diária,

    mas olhe que devia. por aquilo que diz deve estar com síndrome de abstinência…

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  141. um dos muitos paneleiros que não pensa em casar permalink
    17 Fevereiro, 2009 22:54

    “Como se dará a evolução da espécie humana?”

    já ouviu falar de uma coisa chamada fecundação in vitro ou acabou de chegar agora de outro planeta?

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  142. Anónimo permalink
    17 Fevereiro, 2009 22:57

    Eu penso que a questão de fundo é mesmo a questão da identidade. Rapazes e raparigas , a dada altura , passam a construir as suas a partir do sexo oposto , com quem querem acasalar. Ora , as meninas não dão ( davam? ) a lolita a qualquer um , ele tem de ser assim e assado , parecer bom pai , ter pilim e tal .Então , vão os rapazes e inventam o casório , para terem lolita assegurada prá vida . De aí a tal fidelidade matrimonial e tal .
    Este problema parece que não ocorre entre rapazes e rapazes , eles não têm pra lá os remoques das meninas e têm o que um hetero só consegue , normalmente , pagando. De aí que seja redundante o casamento ( ainda por cima com dever de fidelidade ) em sexualidade caracterizada por ser promíscua. Estão à vista os hoteis gays para o confirmar.
    No fundo , se calhar acham que casando muda a sua identidade/sexualidade e passam a virgens marias e a respeitar o corpo . Ou que os vão deixar de discriminar no recreio. Mas não vão. As brincadeiras de hetero metem murros e pontapés desde pequeninos , e irão pôr sempre de parte quem não alinhe nelas. È natural , as brincadeiras fazem parte da socialização , da construção da identidade , e brincamos com quem gosta das mesmas e das mesmas coisas. Não se trata sequer de discriminação negativa dos delicados , trata-se de discriminação positiva dos iguais.

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  143. um dos muitos paneleiros que não pensa em casar permalink
    17 Fevereiro, 2009 23:03

    “Ora , as meninas não dão ( davam? ) a lolita a qualquer um , ele tem de ser assim e assado , parecer bom pai , ter pilim e tal .Então , vão os rapazes e inventam o casório , para terem lolita assegurada prá vida . De aí a tal fidelidade matrimonial e tal”

    AHAHAHAAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHA!!!!!!!!

    pré-histórico e eu que não consigo parar de rir.

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  144. A propósito permalink
    17 Fevereiro, 2009 23:12

    Podem-me explicar o que é o amor? Não estarão a confundir com amizade?
    Exemplificando: Eu (Homem) sou um grande amigo de outra pessoa (Homem), e isso eu defino por amizade. Os Homo’s definem isso como atracção? Mas que raio de inteligência é esta???

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  145. Anónimo permalink
    17 Fevereiro, 2009 23:12

    Pode parar de rir. Acontece que é por o panorama ter mudado no que diz respeito ao comportamento homem/mulher a nível relacional que o casamento hetero tradiciona está em crise e não tarda aparecerá outro modelo mais adequado à nova identidade feminina. Concerteza que as pessoas agora não são todas umas cabras doidas que não conseguem manter um casamento e divorciam-se à toa. O modelo de relação já não serve , não une o desejo de independência de agora com o desejo de companhia de sempre.

    Pena que os gay se limitem a lutar por uma instituição caduca e não nos mostrem qualquer coisa nova.

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  146. A propósito permalink
    17 Fevereiro, 2009 23:14

    Também gostava de saber a origem da Homosexualidade… onde é que raio foram buscar esta ideia. Há natureza e etimologia do Homem não foram concerteza. É que nem os animais pensam em tal coisa… por exemplo, um sapo ama uma sapa e assapa-lhe para nascerem sapinhos 🙂

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  147. A propósito permalink
    17 Fevereiro, 2009 23:18

    Também quero perguntar a um hetero que defende o casamento homosexual, como vai explicar aos seus filhos quando vir dois homosexuais a beijarem-se ou, eventualmente a fazerem sexo… Eu acho que não estão a medir bem as consequências desta merda toda

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  148. um dos muitos paneleiros que não pensa em casar permalink
    17 Fevereiro, 2009 23:26

    “como vai explicar aos seus filhos quando vir dois homosexuais a beijarem-se ou, eventualmente a fazerem sexo…”

    162, da mesma forma quando ele vir dois hetros a beijarem-se ou, eventualmente a fazerem sexo…

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  149. ciclópico permalink
    17 Fevereiro, 2009 23:41

    # 141

    Lamento mas não há nenhum movimento de fundo. Você mesmo o confirmou ao restringir a associações gays (o que eu nem sei o que seja) que provavelmente se resumem a alguma rua da capital. Se tem assim tanta certeza defenda um referendo à coisa. Ou melhor, um referendo à pertinência da coisa.

    Eu também não me lembro de ver nenhuma associação de direitos dos homossexuais a defender, nos anos 50 ou 60, em Portugal, a não discriminação dos homossexuais… isso quer dizer que não havia? Ou será que havia era medo, entre outras coisas, da censura social? É que, lamento, é incomensuravelmente mais fácil, nos dias de hoje, uma pessoa assumir homossexualidade do que o incesto.

    E recomendo-lhe que trate os seus interlocutores com respeito porque contribui para a credibilidade e dignidade do que defende. Ou seja, limite-se a discutir as ideias e não a atacar os outros. Porque, seguindo a sua linha, teria de achar que todos os que defendem o sim são homossexuais que têm de sair do armário, né?

    (e já agora, eu não estou preocupado com isso, toda esta questão é de certa maneira para mim e creio que para a maioria dos portugueses irrelevante… o que quero perceber é porque é que uns podem, outros vão poder e outros não… e ainda não percebi e não ouvi nenhum argumento que o sustentasse)

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  150. A propósito permalink
    17 Fevereiro, 2009 23:44

    151, vais dizer isso com essa leviandade toda…

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  151. anti-liberal permalink
    18 Fevereiro, 2009 05:40

    JoaoMiranda disse
    17 Fevereiro, 2009 às 1:17 pm
    … Se se é pelo casamento gay para evitar discriminações, tem que se ser contra o casamento porque o casamento é sempre discriminatório.

    O casamento é sempre discriminatório? Você é parvo, ou faz-se?

    Nuno

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  152. 18 Fevereiro, 2009 08:04

    Ena!
    Ontem à noite houve baile por aqui.

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  153. OLP permalink
    18 Fevereiro, 2009 11:50

    Qualquer argumento que se use por comparação esbarra com o preconceito e perversidade nos raciocínios.
    Afinal não são os homofóbicos exclusivos detentores exclusivos dos ditos cujos.
    Quando se fala de alternativas ao casamento homo e hetero se nota a agressividade do argumentário moralista inquisitorial.
    Tenho a impressão que os ditos “de mente aberta” para determinadas “correntes de pensamento” afinal são mais preconceituosos , retrógrados e reaccionários.

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  154. OLP permalink
    18 Fevereiro, 2009 11:50

    ops escapou o “eclusivos”.

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  155. goodfeeling permalink
    18 Fevereiro, 2009 14:42

    Só para acrescentar mais uma coisinha que o biólogo JM desconhece. senão não fazia esta comparação nem a defendia…deve andar a investigar o assunto e ainda não chegou à conclusão. O incesto é bio-geneticamente desaconselhável.Aumenta a probabilidade de transmissão de doenças congénitas, por ex. A homossexualidade não aumenta a probabilidade de coisa nenhuma.perdão, aumenta a probabilidade de a igreja islamica-judaico-cristã se chatear com essas coisas. A homossexualidade era aceite na Grécia e Roma antigas… depois apareceram uns tipos a dizer que estava errado…também se lembraram que o sexo mesmo o heterossexual era pecado, só para chatear a malta.Enfim…Ainda não sei porque condenam a pedofilia, se Maria teve Jesus com a provecta idade de 12 anos… enfim.. contradições de uma Igreja (instituição) que não sabe para onde vai.Apenas é do contra (preservativos, aborto, eutanásia, etc, etc).É como o JM.

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  156. goodfeeling permalink
    18 Fevereiro, 2009 14:46

    A Propósito disse

    17 Fevereiro, 2009 às 11:14 pm
    Também gostava de saber a origem da Homosexualidade… onde é que raio foram buscar esta ideia. Há natureza e etimologia do Homem não foram concerteza. É que nem os animais pensam em tal coisa… por exemplo, um sapo ama uma sapa e assapa-lhe para nascerem sapinhos 🙂

    O que não falta na natureza são casos de homossexualidade (procure por pinguins, macacos).
    Na natureza também o que não há falta é de casos de poligamia…outra coisa em que só pensam os animais…(gostava imenso de ir buscar esta ideia à natureza), talvez houvesse menos divórcios….

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  157. goodfeeling permalink
    18 Fevereiro, 2009 14:48

    Um pensamento profundo. Se permitirem o casamento a homossexuais, o número de divórcios homossexuais tende a aumentar. (casamentos e divórcios… cheira a taxas e a emolumentos para o estado)

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  158. Hyperion permalink
    18 Fevereiro, 2009 16:30

    Defender o homossexualismo com base em sentimentos é irracional e perigoso.

    Daqui já se justifica o incesto a poligamia, a poligamia incestuosa, etc… O único valor são os “sentimentos”.

    A estabilidade da civilização está ameçada de morte, não se aprendeu nada de como e porquê a heterossexualidade e a monogamia foram reguladas por normas sociais nem porque o incesto foi considerado tabu.

    Há espertos que julgam que quando 20 homens puderem casar e viver numa quinta criando criançinhas é possível que exista algum tipo de sustentabilidade em sociedade, que a vida decorrer como de costume…

    Inevitavelmente o colapso social acontecerá e depois volta de novo o autoritarismo dos que souberam não comprometer a sua sustentabilidade com EXPERIÊNCIAS SOCIAIS.

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  159. ramiro permalink
    19 Fevereiro, 2009 00:00

    esse pros e contras, nao era para perceber. o pros e contras e a rtp, estao uns autenticos veiculos de propaganda do socrates. ate fizeram um pros e contras, em que o tema era o palhaço do cristiano ronaldo !!! … como o país esta em termos de violencia criminal, em risco de se vir a tornar uma sociedade ultraviolenta como o brasil, estados unidos e africa, nao era BEM pertinente fazer um programa dedicado ao tema ? chamando o seboso do alberto costa e o artista da reforma do codigo penal, rui pereira, para dizer de sua “””justiça””” sobre a materia ?

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  160. anonimo permalink
    19 Fevereiro, 2009 11:34

    Desculpem, mas enfiar coisas pelo cu acima nao é normal, logo é anormal e também o é quem o faz.
    Os argumentos que apresentam a favor do sim sao muito fracos, metafisicos. Felicidade, sentimentos e merdas assim.
    Meus amigos, eu sou casado e ja era feliz antes de o ser. Os meus sentimentos nao mudaram quando me casei. Se nao sao felizes sem casamento também nao vao ser com ele.
    Isto cheira-me a complexo de inferioridade.
    O carro do vizinho é sempre melhor que o meu…

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  161. 19 Fevereiro, 2009 14:04

    “Ainda não sei porque condenam a pedofilia, se Maria teve Jesus com a provecta idade de 12 anos…”

    Não se esqueça que ela era virgem. Em todo o caso, apenas terá casado com S.José aos 15.

    Mas isso é um caso interessante. É que segundo alguns historiadores, S.José era tio de Maria… Mas não se pode dizer que tenha havido incesto, pois foi sempre virgem.

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  162. 19 Fevereiro, 2009 21:14

    “Homosexual relationships, like heterosexual relationships, can be conducted in both moral and immoral, virtuous and vicious, ways. I find no reason to regard homosexuality to be itself immoral. Of course, many others, especially those with religious commitments, think otherwise.

    For myself, I find that the many pleasures and virtues achieved through homosexual relationships (pleasures and virtues that would be lost to us were homosexuality prohibited) militate against judging homosexuality to be per se immoral. Besides religious objections, there are also, of course, various civic and health-related arguments against homosexuality (e.g. that it undermines the family, that it exhibits and produces illness, that it makes for incompetent parenting). So far as I can tell, these are, similarly, either unsound or outweighed by the goods produced by homosexuality.

    How is homosexuality different from incest? Well of course the two are different simply by definition. Homosexual relationships are same-sex relationships. Incestuous relationships are sexual relationships among close family members (and, of course, what counts as too close varies from society to society). Incestuous relationships may or may not be homosexual. Homosexual relationships may or may not be incestuous.

    What’s the moral difference between (a) an infertile (heterosexual, I take it) incestuous relationship that comprises two consenting adults and (b) a binary homosexual relationship? I suppose I would say that the crucial moral difference is that the infertile incestuous relationship involves close family members while the homosexual sexual relationship (assuming it’s not incestuous) does not. The moral weight here is born by the moral prohibitions built into the idea of family.

    I’m not an anthropologist, but I’m told by them that every organization of family involves some sort of incest prohibition. Could there be families without incest prohibitions? I don’t know, but I have my doubts. Could there be homosexual families? The existence of many homosexual families makes it abundantly clear that there can be.

    I take it, however, that there’s a more challenging implied question here: if homosexual relationships are morally permissible, then as a matter of consistency shouldn’t incestuous relationships between infertile consenting adults be premissible, too? If we are to permit homosexuality, what grounds can there be for regarding incest between infertile consenting adults to be immoral?

    As I said, it’s an interesting question. Now, as I see it, incest prohibitions are indeed about preventing the biological problems rooted in reproduction involving beings too closely related. It would seem, at first blush, that this wouldn’t be a risk for an infertile incestuous couple; but keep in mind it’s not always certain that someone is infertile.

    Moreover, those prohibitions are of course also about other things, like preventing other pathologies that empirical evidence suggests are likely to arise among siblings or even first cousins who become lovers. Again the moral work here is done by the concept of family. This may be one reason why so many critics of homosexuality wish to argue that it would also undermine “the family” or that it’s inconsistent with the very idea of family.

    At this point things become empirical again. Do such pathologies really exist in the case of incestuous relationships but not in homosexual relationships? Some of those opposed to homosexuality maintain that there is empirical evidence to support the claim that homosexuality produces and exhibits various pathologies, physical, mental, and social. I’ve not been persuaded that this is so. My personal experience suggests that homosexuals are able to participate in all of the goods produced by heterosexual relationships, except of course breeding. The vices they commonly produce seem comparable to those of heterosexuals, as well.

    In addition, neither the American Psychological Association nor the American Medical Association find homosexuality to be pathological. On the other hand, my guess is that the APA would regard incestuous relations even among infertile consensual adults to be pathological.

    Of course, they might be wrong in this. The APA used to regard homosexuality as pathological. Then after reconsidering the issue, it changed its position. Again, incest taboos are rather plastic across cultures. Perhaps we might relax the taboos against incest in situations like those you describe, so long as they can be shown to be harmless. If you could show empirically that incestuous relationships among consenting infertile adults (a) do not exhibit or produce psychological, physical, or social pathologies and (b) infertility can be conclusively established in such cases, then you’d have a good start on arguing that the practice is morally permissible.”

    http://www.askphilosophers.org/question/1368

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  163. 19 Fevereiro, 2009 21:46

    “Desculpem, mas enfiar coisas pelo cu acima nao é normal, logo é anormal e também o é quem o faz.”

    E o sexo oral é normal, segundo um qq critério que não especificas? Não vejo muitos heterossexuais a repudiá-lo, aliás sexo anal também não…
    http://sexuality.about.com/od/sexinformation/a/anal_sex_stats.htm

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