O problema aqui não está em aplicar a lei aos pequenos delitos, mas não a aplicar aos grandes corruptores que, no nosso país, gozam da maior das impunidades independentemente do tipo de crime que cometem.
Fernanda, precisamente. O problema é que o pequeno delito feito pelo comum cidadão, facilmente aplicada, leva a que, a prazo, a confiança (se ainda existe alguma) na justiça dos cidadãos comuns (cumpridores da lei) seja minada, levando a uma bola de neve. Bola essa que acaba por se arrastar para todos aqueles que desempenham as suas profissões em sectores onde a corrupção se joga ao mais alto nível.
Mas o problema também Fernanda é que, aquilo a que chama de pequenos delitos, mas praticados por gente influente também não leva a nada. Assim de repente lembro-me da casa pia.
Ó DSC, desde quando é que o caso casa pia trata de “pequenos delitos”? Ou os delitos medem-se pelo estatuto social das vítimas — além do dos perpretadores, sobre o qual estamos todos de acordo?
Talvez o DSC considere o caso casa pia um processo de “pequeno delito”, atendendo à moldura penal a que este tipo de crime está configurado.
Na minha opinião considero este um crime hediondo passível de tratamento psiquiátrico e/ou clausura perpétua.
Perplexo, exactamente o que a Fernanda disse em 4#. Não, não é um delito menor. Respondia apenas à Fernanda quanto ao tratamento dado a uns e outros consoante a inflûencia que têm.
Levar a julgamento este tipo de coisas é um testado de estupidez a todos quantos estão em condições de conseguir cumprir as finalidades das penas, sem que se tenha de sujeitar o Estado e o cidadão à anormalidade de um julgamento.
O MP podia bem propor a suspensão provisória do processo. O Senhor confessa de roubou, concorda, por exemplo, em ir limpar celeiros para aprender a lição e, passado x tempo, o caso é arquivado – sem andarmos para aqui feitos parvos a fingir que se faz justiça
O problema aqui não está em aplicar a lei aos pequenos delitos, mas não a aplicar aos grandes corruptores que, no nosso país, gozam da maior das impunidades independentemente do tipo de crime que cometem.
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Fernanda, precisamente. O problema é que o pequeno delito feito pelo comum cidadão, facilmente aplicada, leva a que, a prazo, a confiança (se ainda existe alguma) na justiça dos cidadãos comuns (cumpridores da lei) seja minada, levando a uma bola de neve. Bola essa que acaba por se arrastar para todos aqueles que desempenham as suas profissões em sectores onde a corrupção se joga ao mais alto nível.
Mas o problema também Fernanda é que, aquilo a que chama de pequenos delitos, mas praticados por gente influente também não leva a nada. Assim de repente lembro-me da casa pia.
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Ó DSC, desde quando é que o caso casa pia trata de “pequenos delitos”? Ou os delitos medem-se pelo estatuto social das vítimas — além do dos perpretadores, sobre o qual estamos todos de acordo?
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Talvez o DSC considere o caso casa pia um processo de “pequeno delito”, atendendo à moldura penal a que este tipo de crime está configurado.
Na minha opinião considero este um crime hediondo passível de tratamento psiquiátrico e/ou clausura perpétua.
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Perplexo, exactamente o que a Fernanda disse em 4#. Não, não é um delito menor. Respondia apenas à Fernanda quanto ao tratamento dado a uns e outros consoante a inflûencia que têm.
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Levar a julgamento este tipo de coisas é um testado de estupidez a todos quantos estão em condições de conseguir cumprir as finalidades das penas, sem que se tenha de sujeitar o Estado e o cidadão à anormalidade de um julgamento.
O MP podia bem propor a suspensão provisória do processo. O Senhor confessa de roubou, concorda, por exemplo, em ir limpar celeiros para aprender a lição e, passado x tempo, o caso é arquivado – sem andarmos para aqui feitos parvos a fingir que se faz justiça
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“atestado de estupidez”, digo.
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