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Neocomunismo

5 Maio, 2009

Vital Moreira explica hoje no Público as bases programáticas do neocomunismo. O neocomunismo não visa apropriar-se dos meios de produção. O neocomunismo usa a regulação e o sistema fiscal para se apropriar das mais valias do capitalismo. O Estado não deve ser produtor. Deve ser parasita.

32 comentários leave one →
  1. agonia permalink
    5 Maio, 2009 16:41

    “Caso projectos Sócrates «arrumado» após decisão de arquivamento do Ministério Público
    O presidente da Câmara da Guarda, Joaquim Valente, considerou hoje que o assunto dos projectos de obras assinados por José Sócrates na década de 1980 «está totalmente arrumado» com a decisão de arquivamento do Ministério Público”.
    Mai nada.

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  2. JCP permalink
    5 Maio, 2009 16:44

    O Vitralhas até é capaz de ter razão…
    neo-comunismo, neo-liberalismo, devem reger-se por bitolas semelhantes

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  3. 5 Maio, 2009 16:45

    Mas será que ainda alguém leva a sério este senhor?
    Quando chegar à altura das eleições, ele atingiu o ponto máximo do ridículo.
    Enfim… que boa escolha do PS…

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  4. rbv permalink
    5 Maio, 2009 16:46

    se é produtor não deve. se não é produtor é parasita. oh joão miranda, voçê até é investigador numa universidade paga com o dinheiro dos contribuintes…Put your money were your mouth is, e vá para o privado!

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  5. agonia permalink
    5 Maio, 2009 16:53

    # 4 se Rbv pudesse os investigadores iam para onde ele quizesse, os menos rosas para o olho da rua. Já conecemos o estilo cada vez mais prevalente numa sociedade que os xuxas tentam desesp+eradamente transformar numa escória. Não passarão.

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  6. xuxa permalink
    5 Maio, 2009 16:53

    Esqueceu o cerne da questão: O internacionalismo colonizador por nossa conta em contraposição com a descolonização igualmente por conta da casa.500000 imigrantes, boa parte dos quais já “portugueses”, pobres claro,em contraposição com 500000 gajos indígenas desempregados e que não gostam de “certos trabalhos” como ficar no bairro social a RSI e animar a malta.Tudo feito com o mesmo fervor internacionalista e pelos mesmos gajos.Cu de indígena é largo de tanto enrrabanço…

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  7. xuxa permalink
    5 Maio, 2009 16:57

    E maravilha quanto maior é o nº de pobres mais empregos dos bons(daqueles a 3800 euros/mês) se arranjam.Por isso é que a pobreza está proibida de se extinguir.Mesmo que seja importada.Tem que haver!

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  8. PKS permalink
    5 Maio, 2009 17:01

    VIta Moreia….

    Moreia ou Moreira.

    João: fizeste de propósito?

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  9. xuxa permalink
    5 Maio, 2009 17:04

    O “arrastão” fiscal sobre as pensões de normais licenciados que trablharam direitinho o tempo todo tamboi foi para combater a pobreza.A “avaliação” dos professores e funcionários é para arranjar dinheiro para a pobreza.Só os gajos que “decretam” essas merdas não nos explicam bem para que é que temos que importar e nacionalizar pobres que ficam muitos deles(milhares) mais caros que um dr por mês…só em comprimidos para a SIDA, que se for somar o resto…
    Com esta forma peculiar de governar até é de admirar isto ter durado tanto tempo…

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  10. rbv permalink
    5 Maio, 2009 17:07

    #5 – não gosto de rosas, nem de larajas, nem de foices, nem de estrelas, nem de setas a apontar para o centro. também não gosto de liberais que recebem dinheiro do estado.

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  11. xuxa permalink
    5 Maio, 2009 17:08

    O Vital é que vai endireitar isto.Para já os hospitais militares vão acabar, não só em Portugal, como na europa toda.A malta que vá ao SNS em “igualdade” com ele Vital que vai fazer um sacrificio enorme pela pátria e a ganhar menos segundo disse…
    Eu acho que quando vier o 2º Antoninho ele até é capaz de aderir.Gosta de homens fortes…quer-se dizer de “musculação governativa”

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  12. xuxa permalink
    5 Maio, 2009 17:10

    O caralho! O Vital ainda vai ouvir falar de mim…

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  13. Lusitana Antiga Liberdade permalink
    5 Maio, 2009 17:13

    Como militante que sou do PSD só posso dizer uma coisa: obrigado PS por escolher VItal Moreira…! O meu Partido agradece e muito!

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  14. Pi-Erre permalink
    5 Maio, 2009 17:58

    Sobre as tranquibérnias da regulação ver a obra de José Fernandes Soares “Teorias Económicas de Regulação – Grupos de interesse, procura de renda e aprisionamento”, editada pela Piaget.
    Imprescindível para quem pretenda saber como (e porquê) a regulação dos agentes económicos favorece as práticas do amiguismo e da corrupção em geral.

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  15. agonia permalink
    5 Maio, 2009 18:05

    # 10, não passarás, és um xuxa de serviço, não percebes o que é ser liberal na sociedade de hoje, receias argumentar, vai dar de comer aos ratos que eles dão-te uma rosa murcha comida pelos caracóis, fedes e enjoas qualquer um.

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  16. TOJUVI permalink
    5 Maio, 2009 18:20

    Será que ainda alguém leva a sério este Vital? E pensar que há quem o ponha em pé de igualdade–ou quase- com o Grande Professor e MESTRE DE DIREITO CONSTITUCIONAL, Jorge Miranda, o que só pode ser falta de senso ou…sentido de agradar. Sair do partido, “encaixar-se” noutro e, logo, ser brindado com um “lugarzito” de (candidato) Deputado europeu, com tudo o que de privilégios -e euros- comporta…é, de ,facto, uma atitude bem “progressista! Que treta de País e de Povo nos tornámos…Os valores; a ética, etc…

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  17. lucklucky permalink
    5 Maio, 2009 18:28

    Put your money were your mouth is, e vá para o privado!

    Rbv acabou de dizer a todos os Comunistas/Socialistas para se despedirem de empresas privadas?! Hehehe!
    E os Comunistas/Socialistas colocam dinheiro nos Bancos “Capitalistas”? Traidores!! Para o Index com eles!
    E as empresas formadas pelo Estado Socialista?

    “também não gosto de liberais que recebem dinheiro do estado.”

    E comunas e socialistas que recebem do Privado? Suponho que não receba nem nunca tenha recebido dinheiro do Privado e que se recuse a qualquer negócio. Só vai ao médico Público, á Escola Pública, ao Supermercado Público?

    Uma pessoa não se consegue afastar da sociedade onde vive. Para lá dos óbvios casos extremos de servir as forças opressivas no caso em que existem, não há hipóteses de um Liberal em Portugal lidar só com o Privado(e 99% dos liberais consideram que deve haver algum Estado) como não há hipóteses a um Comunista lidar só com o Estado. Para mais vocês Socialistas consideram bom o dinheiro dos Liberais para a vossa corrupção na compra de votos mas depois querem-nos expulsar do lindo desastre que construiram… Ei isto foi feito com o vosso dinheiro mas não entram aqui nem têm direito a criticar porque estão contra isto! Nojento.

    Rbv se fosse a si tentava que a sua escrita encontrasse um cérebro.

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  18. rvb permalink
    5 Maio, 2009 21:02

    Eu coloco dinheiro onde me apetece, e trabalho para quem me apetece, por acaso no privado, sem compadrios estatais. Abomino no entanto quem anda sempre a pregar a eficacia do mercado e ao mesmo tempo anda a fazer investigação com bolsa em Universidades Públicas. Digo isto porque obviamente que se o que ele investigasse fosse bom, trabalhava num privado, não é assim?

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  19. Amonimo permalink
    5 Maio, 2009 21:20

    .
    Vá lá “nomes aos bois”, neo comunismo = socialismo de veludo. Apenas uma questão de “modos” para o mesmo “fim”. Saltam dum lado para o outro e do outro para o mesmo. Têm jogo de cintura. Os nãp-marxistas não têm, nem querem nem deixam quem quere, um PROJECTO NACIONAL EM DEMOCRACIA e EM LIBERDADE. Alapou-se no sidecar da mota da Esquerda. Vai panhar o que anda a semear há naos. O que é que se há-de fazer com estes Partidos e Politicos …. !! Olha deixa andar. O ultimo que apague a luz, arengavam lá na tasca que “votar nem vale a pena quanto mais a cena” ……

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  20. Anónimo permalink
    5 Maio, 2009 22:23

    O Vital é um emplastro, um rural que descobriu tarde os prazeres da vida. Lá enganou o Sócrates com a prosápia dele…

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  21. Anónimo permalink
    5 Maio, 2009 23:00

    Os ratos do largo da escumalha controleira anda cada vez mais esperada e furibunda. Basta ver o baixo nível de ataque pessoal ao JM. Amigos, temos pena, o fim está próximo. Limpem o resto que conseguirem antes de serem chutados fora pelos portugueses.

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  22. rbv permalink
    5 Maio, 2009 23:29

    # 25 – ataques pessoais? ele foi investigador numa universidade estatal, teve bolsas com o dinheiro dos contribuintes. não é ataque é evidência.

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  23. rbv permalink
    5 Maio, 2009 23:31

    #23 – erro de português, de facto dou bastantes, talvez faça de mim um energúmeno. no entanto isso não transforma a universidade do minho ou a universidade do porto em universidades privadas. elas são públicas, assim como as bolsas de estudo recebidas da fct.

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  24. 6 Maio, 2009 00:15

    Hoje folga-se?

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  25. Kuito Kuanavale permalink
    6 Maio, 2009 08:29

    O avô cantigas é um flop

    Ele que se candidate à camara da Marinha Grande

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  26. permalink
    6 Maio, 2009 09:54

    “e 99% dos liberais consideram que deve haver algum Estado”

    Sim, que proteja os interesses dos ditos liberais.

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  27. JCP permalink
    6 Maio, 2009 12:23

    Oh JM é verdade que vexa andou fazendo pesquiza com disnheiros públicos?
    E sobre quê?
    E quais foram os resultados que obteve?
    E para que serviram esses resultados? (Para tirar o mestrado ou para a comunidade em geral ganhar algo)
    Tendo em conta umas postas que aqui colocou há algumas semanas, gostaria imenso de saber se algumas referências aqui feitas são verdadeiras ou se devo entendê-las como pura especulação!
    Só para saber que tratamento tenho de dar à garagem do estado social com que tanto gozou!
    Vamos lá, responda, não faça como o Socas, que eu faço queixa ao CAA!!!!!!!!!!

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  28. BRAZILDECENTELULAPRESIDENTE permalink
    6 Maio, 2009 12:55

    A única solução para a humanidade é o comunismo. E como o comunismo só pelo proletariado pode ser realizado, só ele pode salvar a humanidade dos horrores do capitalismo, da exploração bárbara, da política colonial, das guerras contínuas, da fome, da selvageria, da bestialidade e de todos os horrores do capital financeiro e do imperialismo. Daí a grande importância histórica do proletariado. Ele pode sofrer derrotas parciais, mas sua vitória é inevitável, tão inevitável quanto a derrota da burguesia.

    Resulta claramente do que precede que todos os grupos, todas as classes e todos os partidos que podem restaurar o capitalismo ou imaginam que o tempo do socialismo ainda não chegou, desempenham, na realidade, um papel contra-revolucionário, reacionário, queiram ou não queiram, tenham ou não consciência disso. Tais são os partidos social-democratas.

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  29. 6 Maio, 2009 16:00

    É incrível como os universitários não dizem nada de jeito. Um comentador aí acima tem toda a razão. O conceito de “parasita”, aliás, parece derivado da ciência do anti-semitismo. O que lhes vale é que há sempre uns Acácios para lhes tecerem louvores. Que os prejuízos sejam socializados e os trabalhadores os paguem com os impostos e exploração acrescida isso não é parasitismo. Só a luta de classes resolve, no fundo, estes diferendos. Entretanto os universitários são pagos para justificar a sua não existência.

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  30. João Fernandes permalink
    9 Maio, 2009 01:45

    Ao RBV, que culpa temos nós de que não tenha inteligência para receber uma bolsa de investigação da FCT? Eu estou a concluir uma bolsa de doutoramento e comecei a trabalhar para o privado, ainda na investigação….fora de Portugal é claro. Renda-se à evidência, nem todos os que trabalham no privado são bons assim como nem todos os bolseiros da FCT são maus.

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  31. 9 Maio, 2009 23:43

    Para receber uma bolsa da FCT não é preciso ser nenhum génio. A prova é um tal João Fernandes que parece não ser capaz de intellegere o que escreve outro comentador. Eu, por exemplo, não sou um génio e já recebi várias.

    É pura provocação nos tempos que correm, digna da coragem de quem sabe que fica impune, chamar parasitismo à intervenção estatal para redistribuir as mais-valias, extorquidas aliás aos trabalhadores que as criaram bem antes de o estado lhes deitar a mão. É que além de isso não ser nenhuma novidade neo-comunista está agora a ser praticada mesmo no sentido inverso: captar parte dos salários para os distribuir aos capitalistas. E quando o autor da posta de pescada compara um estado parasita a um estado produtor, pretende o quê? A estatização da produção? Como se vê, mesmo em termos estilísticos a posta está estragada.

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