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Confio

5 Dezembro, 2009

Confio na justiça portuguesa.

45 comentários leave one →
  1. J. B.M.'s avatar
    J. B.M. permalink
    5 Dezembro, 2009 02:01

    Não confio em ninguém, mas desconfio menos da justiça portuguesa do que do governo português.

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  2. Levy's avatar
    5 Dezembro, 2009 02:08

    Confio na Escola portuguesa.

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  3. Levy's avatar
    5 Dezembro, 2009 02:08

    Confio no governo português.

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  4. Levy's avatar
    5 Dezembro, 2009 02:10

    Confio no Bloco de Esquerda.

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  5. Levy's avatar
    5 Dezembro, 2009 02:11

    Confio no Hamas.

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  6. Levy's avatar
    5 Dezembro, 2009 02:12

    Confio em José Sócrates.

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  7. Levy's avatar
    5 Dezembro, 2009 02:12

    Confio em demagogos, ladrões e falsários.

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  8. blocodemarvila's avatar
    5 Dezembro, 2009 02:19

    confio em absolutistas na net (rede)

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  9. blocodemarvila's avatar
    5 Dezembro, 2009 02:25

    Still de José Sócrates a pedir Juizinho a Portas:

    blocodemarvila.blogspot.com

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  10. fernandog's avatar
    5 Dezembro, 2009 02:26

    5 Dezembro 2009
    Sócrates troca de telemóvel

    José Sócrates também trocou de telemóvel no mesmo dia em que Armando Vara e outros arguidos do processo ‘Face Oculta’ mudaram de aparelho. Entretanto, confirmando a notícia da última edição do SOL, o DIAP de Coimbra abriu inquérito a esta estranha coincidência de trocas de telemóvel

    O primeiro.ministro mudou de telefone na mesma altura em que os arguidos do processo ‘Face Oculta’. Segundo o SOL apurou, a partir de 25 de Junho o primeiro-ministro passou a recorrer a outros telefones para continuar a contactar o seu amigo Armando Vara, o que originou a extracção de mais certidões que foram encaminhadas pelo DIAP de Aveiro para o procurador-geral da República (PGR).

    Conforme o SOL noticiou na passada edição, a troca de telefones e de cartões pelos arguidos do ‘Face Oculta’ que estavam sob escuta registou-se no auge da polémica gerada pela notícia da possível compra da TVI pela PT. Suspeita-se de uma fuga de informação, que contribuiu para que o Governo anunciasse, de um dia para o outro, que iria impedir o negócio, quando este estava à beira de ser concretizado.

    Até aí, nas conversas com Armando Vara, José Sócrates surgia como tendo tratado da compra da estação televisiva directamente com a administração da PT. A partir do dia 25 – e depois de no dia anterior ter garantido no Parlamento que desconhecia o caso -passou a assumir que não concordava com a transacção.
    http://www.sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=155939&dossier=Caso%20Face%20Oculta

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  11. anonimo's avatar
    5 Dezembro, 2009 02:31

    José Sócrates é o político mais incompetente, suspeito de corrupção, mentiroso, vigarista, manipulador e indigno que a democracia já gerou.

    Para quando a “despedida” deste grunho e Cª …?

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  12. anonimo's avatar
    5 Dezembro, 2009 02:35

    Quando é que o tipo da «espionagem política» é demitido ou se demite?

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  13. Levy's avatar
    5 Dezembro, 2009 02:38

    11 # anónimo

    Concordo consigo. Acrescento cretino.

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  14. anonimo's avatar
    5 Dezembro, 2009 02:41

    Felizmente, a Justiça em Portugal tem Magistrados, Juízes e investigadores da Polícia criminal do melhor que existe. Deste ponto de vista, confio na Justiça.

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  15. Desconhecida's avatar
    ATEU JACOBINO permalink
    5 Dezembro, 2009 03:25

    Também acredito na ICAR.

    http://www.asianews.it/index.php?l=en&art=17006&geo=2&size=A

    Na ÍNDIA, os católicos não chegam a (DOIS) 2% da população.

    Mas são responsáveis por (OITENTA) 80% DOS CENTROS DE APOIO A DOENTES COM HIV/SIDA.

    E há aqueles “progressistas” que só vomitam insultos e frustrações contra a ICAR e Ratzinger por causa do preservativo…

    mas não tiram o rabo dos sofás de luxo capitalistas….

    não se misturam com os doentes escorraçados pela sociedade de castas rígida da Índia (ou na África…)

    Não sujam as mãos… não lavam os doentes…não sentem a angústia de quem não tem futuro…

    São a podridão da sociedade.

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  16. Desconhecida's avatar
    FALAR VERDADE permalink
    5 Dezembro, 2009 03:36

    A ICAR Portuguesa também vive a verdade do Evangelho: ajudar quem mais precisa!

    http://www.zenit.org/article-23451?l=portuguese

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  17. Desconhecida's avatar
    FALAR VERDADE permalink
    5 Dezembro, 2009 03:56

    MAIS VERDADES SOBRE A VERDADE DA IGREJA CATÓLICA!

    CARITAS: APOIO A 800 -OITOCENTOS-MENORES POR DIA:

    http://www.zenit.org/article-23451?l=portuguese

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  18. Desconhecida's avatar
    FALAR VERDADE permalink
    5 Dezembro, 2009 03:59

    O link anterior estava incorrecto:

    http://www.zenit.org/article-23429?l=portuguese

    MENORES DOENTES DE HIV/SIDA!

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  19. Levy's avatar
    5 Dezembro, 2009 04:03

    Eu confio no PRAVDA dos comentários 15,16,17 e 18.

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  20. Desconhecida's avatar
    No Encalço da Rataria... permalink
    5 Dezembro, 2009 04:17

    Eu confio na justiça portuguesa e acredito que José Sócrates é o cristo da politica portuguesa…

    Deus tena piedade de nós.

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  21. Levy's avatar
    5 Dezembro, 2009 04:38

    Confio em Deus e na rataria.

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  22. Capitão das batatas's avatar
    Capitão das batatas permalink
    5 Dezembro, 2009 05:03

    As unicas pessoas que em Portugal dizem que confiam na justiça são os ladrões e os vigaristas….dizer que se confia na justiça portuguesa pode ser encarado como sinal exterior de vigarice.

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  23. Aqui Estou's avatar
    Aqui Estou permalink
    5 Dezembro, 2009 07:07

    Pois confias…o problema é que os portugueses não.

    Como é que se pode confiar numa Justiça que tem Sindicatos PAGOS por um PSD acusado de branqueamentos de capitais e fraude fiscal?

    Como é que se pode confiar numa Justiça que ESPIA ILEGALMENTE UM 1º MINISTRO E SEGREGA AS FUGAS PARA JORNAIS DE ENCOMENDAS?

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  24. bottomfeeder's avatar
    bottomfeeder permalink
    5 Dezembro, 2009 07:57

    #23 deu um peido cerebral?

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  25. rui david's avatar
    5 Dezembro, 2009 08:28

    Confio em ti.

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  26. OLP's avatar
    OLP permalink
    5 Dezembro, 2009 08:58

    #23
    Está a falar da fuga que levou à troca de telélés?
    Confio em si.

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  27. Aqui Estou's avatar
    Aqui Estou permalink
    5 Dezembro, 2009 09:16

    26,

    Sócrates troca de peúgas todos os dias, Cavaco não muda de cuecas em nome da poupança nacional. Agora imagina a merda que se começa a descobrir desde que Cavaco Silva foi desmascarado a INVENTAR escutas!

    ..Afinal quem foi escutado foi o Sócrates e não o Cavaco.

    E para cúmulo do suicídio do psd, conforme as sábias palavras de Bolsanamão, o psd tornou-se um partido totalitarista, maldizente e cuscuvilheiro!

    Um parzinho disto “”….estais no bom caminho, bem como eu gosto..para a desgraça!

    Depois espantam-se por as pessoas dizerem que Sá Carneiro dá voltas no túmulo, inquieto com o que estes pulhas fizeram ao seu ppd.

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  28. Licas's avatar
    Licas permalink
    5 Dezembro, 2009 09:45

    Levy (#3) confia no governo português e também (#4) no Bloco de Esquerda.
    Como o BE, de maneira nenhuma, confia no PM, desconfio que Levy está marado de vez.

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  29. Desconhecida's avatar
    5 Dezembro, 2009 10:20

    Confia?

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  30. lica's avatar
    lica permalink
    5 Dezembro, 2009 10:58

    tambem confio no anonimo #14

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  31. DesconfiandoSempre's avatar
    DesconfiandoSempre permalink
    5 Dezembro, 2009 12:29

    Post para moncos. Desconfio

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  32. Desconhecida's avatar
    mussulo permalink
    5 Dezembro, 2009 12:41

    Ha, ha, ha,!

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  33. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    5 Dezembro, 2009 14:55

    eu também. pode-se fazer caca á vontade que não acontece nada .bem bom.

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  34. anónimo's avatar
    5 Dezembro, 2009 15:08

    A porcaria

    por Vasco Graça Moura
    02 Dezembro 2009

    Quem quer que venha acompanhando com alguma atenção o que dizem especialistas,
    comentadores, analistas políticos, opinion makers, jornalistas, simples cidadãos e mais
    gente com acesso aos media, pode notar uma transição tão interessante quanto deprimente
    no que toca ao teor geral dessas intervenções.

    A princípio e durante muito tempo, falava-se da crise. Depois, e também durante bastante
    tempo e porque os factos são o que são, passou-se a falar do lastimoso beco sem saída a
    que Portugal se encontra reduzido. Agora basta abrir um jornal, escutar a rádio ou ver a
    televisão: as vozes são praticamente unânimes e concluem que o nosso país se está a
    tornar uma autêntica porcaria.

    Esta é uma situação indiscutível. Na política, a porcaria salta à vista todos os dias. A
    governação socialista tornou-se, desde há muito, um sinónimo ominoso de aldrabação
    sistemática dos cidadãos, de passes de prestidigitação grosseira e de manipulação
    descarada da opinião pública. Tudo eram maravilhas nos resultados sucessivamente
    alcançados. Mas como era absolutamente falso que assim tivesse sido, afinal tudo era
    areia nos olhos dos papalvos…

    É claro que o eleitorado devia ter defenestrado devida, definitiva e implacavelmente, o
    Partido Socialista nas últimas eleições. Mas não o fez. Em consequência, o novo Governo
    não aprendeu nada com o passado nem com os insucessos e falhanços do Governo anterior.

    Com esse lindo serviço, Portugal continua a ser outra valentíssima porcaria na economia e
    nas finanças. Estas derrapam todos os dias escandalosamente. A economia enfia-se cada vez
    mais num buraco sem fundo. O desemprego aumenta de modo galopante e imparável e vai
    continuar a crescer com todas as consequências inerentes.

    Tão preocupado com a inovação, o nosso Governo pode pelo menos tirar uma patente
    europeia: a da miséria que está a tornar-se cada vez mais uma realidade social lusitana,
    devidamente financiada de modo absolutamente improdutivo pelo Estado e que não poderá ser
    erradicada tão cedo.

    Mas foi para chegar a isto que o povo votou em Setembro, encantado por estar a
    proporcionar a Portugal a possibilidade de se tornar o pior país da União Europeia, que
    nada de positivo acontece e tudo decorre sob o signo da batota e da esquizofrenia
    governativa.

    A recuperação, que noutras partes da União Europeia e do mundo começa a ser uma realidade
    palpável, entre nós corresponde apenas a uma ilusão cada vez mais patética. Os impostos
    também vão aumentar, não obstante todas as promessas que, mais uma vez, tudo indica virão
    a ser violadas por novos malabarismos e piruetas dos governantes.

    Os economistas mais competentes de todos os quadrantes dizem ser inevitável um aumento de
    impostos dentro de pouco tempo. Mas o Governo, que também sabe ser isso inevitável por
    força da governação desastrosa dos últimos anos, tem andado impávido e sereno a garantir
    exactamente o contrário.

    É um facto indesmentível que este Governo adoptou como programa o paleio a mascarar o
    falhanço e como método de acção o falhanço mascarado pelo paleio. A política económica e
    financeira da governação socialista é mais uma porcaria irresponsável, imprópria de um
    Governo normal de um Estado civilizado.

    A administração da Justiça também não presta. Qualquer arguido começa por dizer que
    confia na acção dos tribunais, porque já sabe que tem todas as probabilidades de se
    safar. A Justiça há-de chegar deficiente, imperfeita, desequilibrada e tarde e a más
    horas, de modo que, por cada bode expiatório encontrado (quando é encontrado algum),
    fiquem pelo menos dez ou vinte responsáveis que conseguem sacudir a água do capote,
    enquanto as autoridades e as magistraturas se vão enredando numa série de contradições e
    subtilezas, de jogadas de efeito retardado e de manobrismos inconciliáveis de todo com o
    correcto esclarecimento da opinião pública.

    Vivemos num Estado cada vez mais policial que também é uma verdadeira porcaria e todos
    capricham em se alvoroçar muito com as porcarias de que vai havendo notícia…

    É bem feito. O país votou nessa cambada. O país prefere a porcaria. Já está formatado
    para viver nela e com ela.

    Sirvam-se. Ponham-se a jeito. Besuntem-se.

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  35. anoimo's avatar
    5 Dezembro, 2009 15:24

    Arquivamento do Caso Freeport em causa

    Pressões sobre magistrados levam sindicato a pedir audiência de urgência ao Presidente da
    República

    30.03.2009 – 18h08 Luciano Alvarez

    O novo presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, João Palma, vai
    pedir uma audiência de urgência ao presidente da República Cavaco Silva. Nos últimos dias
    João Palma tem vindo a denunciar pressões sobre os magistrados, alegadamente relacionadas
    com o caso Freeport e que visam, segundo revelou o “Correio da Manhã” levar ao
    arquivamento do processo.

    O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público vai emitir ainda hoje um comunicado.
    http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1371687&idCanal=62

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  36. Levy's avatar
    5 Dezembro, 2009 15:47

    28 # Licas

    A ironia passa muito mal.

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  37. Desconhecida's avatar
    Anti-Barrigas Grandes permalink
    5 Dezembro, 2009 19:32

    CONFIO NA PUTA QUE OS PARIU!

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  38. Eduardo F.'s avatar
    Eduardo F. permalink
    5 Dezembro, 2009 20:03

    1.J. B.M. disse
    5 Dezembro, 2009 às 2:01 am

    «Não confio em ninguém, mas desconfio menos da justiça portuguesa do que do governo português.»

    Acompanho-o na parte da justiça e do governo.

    Tenho para mim que a degradação em que já estamos e que o governo continua, imparável e aceleradamente, a piorar, que a solução para Portugal já exige uma mudança profunda no plano constitucional. É necessário caminhar para uma IV República e para uma presidencialização do regime.

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  39. Desconhecida's avatar
    Gundisalves permalink
    5 Dezembro, 2009 22:34

    Por mim só confio nas putas e nos ladrões – ambos executam primorosamente os seus serviços.

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  40. Desconhecida's avatar
    TRIBUNUS permalink
    6 Dezembro, 2009 14:45

    <<<<<<<<<<<<confiar na justiça portuguesa? porque? que provas ela dá de uma entidade séria? quem não conhece os processos arquivados sem justificação? quem não conhece o descredito do comportamento dos juizes? as sentenças sem o necessario fundamento? e isto dura desde a abrilada!

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  41. noimo's avatar
    6 Dezembro, 2009 21:37

    Polémica: Magistrado da Casa Pia com carreira congelada

    Juiz vítima de “retaliação política”

    A decisão do Conselho Superior da Magistratura (CSM) de congelar a atribuição da nota de
    ‘Muito Bom’ ao juiz Rui Teixeira até que haja uma decisão final sobre o pedido de uma
    indemnização ao Estado por parte de Paulo Pedroso, ex-arguido do processo Casa Pia,
    ressuscitou a questão da “politização” e “partidarização” do órgão de gestão e disciplina
    de juízes.

    A decisão inédita, suscitada por três vogais nomeados para o CSM pelo PS, apanhou muitos
    magistrados de surpresa, que admitem nunca ter tido conhecimento de um caso semelhante.
    Até Calvão da Silva, um dos vogais do Conselho que não esteve presente na reunião em que
    o ‘congelamento’ foi decretado, manifestou-se surpreendido ao CM. “Neste mandato nunca
    houve nenhuma decisão paralela”, limitou-se a dizer, revelando, porém, que na próxima
    reunião irá pedir esclarecimentos.

    São cada vez mais as vozes críticas à actual composição do Conselho – integrado por
    membros nomeados pela Assembleia da República, Presidente da República e juízes –, mas
    poucos são os que dão a cara, devido ao dever de reserva que é imposto aos juízes. Um
    magistrado contactado pelo CM, que solicitou o anonimato, não tem dúvidas de que a
    decisão de congelar a avaliação de Rui Teixeira se trata de uma “retaliação política”,
    lembrando mesmo que o Conselho também impediu o ex-juiz da Casa Pia, que mandou prender
    seis arguidos, de depor no processo de Paulo Pedroso contra o Estado como testemunha do
    Ministério Público. Um processo que está ainda no Tribunal da Relação, que pode demorar
    anos a estar terminado, mas do qual o ‘Muito Bom’ de Rui Teixeira está agora dependente.

    SAIBA MAIS

    CONSELHO

    O Conselho da Magistratura é o órgão com competência de nomeação, colocação,
    transferência e acção disciplinar sobre os juízes.

    17

    elementos, dos quais apenas seis magistrados eleitos pelos seus pares, integram o
    Conselho Superior da Magistratura.

    RUI TEIXEIRA

    Esta é a segunda decisão do CSM desfavorável a Rui Teixeira: antes, foi impedido de depor
    no processo de Paulo Pedroso contra o Estado.

    VOGAIS

    O Conselho é composto por vogais designados pela Assembleia da República, pelo Presidente
    da República e por magistrados.

    PEDROSO PEDIU INDEMNIZAÇÃO DE 600 MIL EUROS

    Paulo Pedroso, então deputado socialista na Assembleia da República, foi detido pelo juiz
    Rui Teixeira em pleno Parlamento no dia 21 de Maio de 2003. Ficou em prisão preventiva
    por suspeitas de abusos sexuais de crianças e foi solto em Outubro do mesmo ano por
    decisão do Tribunal da Relação de Lisboa. Foi formalmente acusado de 15 crimes, mas a
    juíza de instrução decidiu não levar o ex-ministro a julgamento, decisão mais tarde
    confirmada pela Relação. Pedroso interpôs então uma acção cível contra o Estado a
    reclamar 600 mil euros de indemnização, alegando ter estado preso ilegalmente.

    ELEIÇÕES NO SUPREMO EM NOVEMBRO

    Noronha Nascimento é para já o único candidato à presidência do Supremo Tribunal de
    Justiça, cuja eleição está marcada para Novembro. Por inerência, o conselheiro preside
    também ao órgão de gestão e disciplina dos juízes, integrado por magistrados e membros
    designados pelo Presidente da República e do Parlamento.

    RECURSO HÁ UM ANO NA RELAÇÃO

    O Ministério Público recorreu da decisão do Tribunal Cível de Lisboa, que decidiu
    atribuir uma indemnização de 130 mil euros a Paulo Pedroso no âmbito do processo Casa
    Pia. A sentença já tem mais de um ano, e desde essa altura que o recurso se encontra na
    Relação de Lisboa, tendo sido distribuído à 6ª secção. No entanto, segundo apurou o CM,
    este processo ainda não tem projecto de acórdão.

    DISCURSOS DIRECTOS

    “FORTEMENTE POLITIZADO”: Rui Rangel, Pres. da Associação Juízes pela Cidadania

    Correio da Manhã – Como é que interpreta o congelamento da nota de Rui Teixeira?

    Rui Rangel – Não há nenhuma justificação para fundamentar o congelamento de uma
    classificação. Há aí razões do ponto de vista ideológico, do ponto de vista partidário,
    de tentar sancionar um juiz só porque teve um determinado processo e porque esse processo
    teve um determinado andamento.

    – O Conselho está politizado?

    – Hoje temo que o CSM já esteja fortemente politizado… Era só o que faltava que a
    carreira de um magistrado fosse sancionada ou melhorada por razões de política
    partidária. É inacreditável que isso possa acontecer.

    “FALTA TRANSPARÊNCIA”: António Martins, Pres. Associação Sindical dos Juízes

    Correio da Manhã – Como é que reage a esta decisão?

    António Martins – Não conheço os fundamentos e é essencial que sejam públicos para que
    possamos saber em que medida o nosso estatuto de independência está colocado em causa. Há
    uma falta de transparência inaceitável e inadmissível.

    – É uma decisão inédita?

    – Para mim é absolutamente inédita… Não estando a correr nenhum processo disciplinar,
    não percebo quais são os fundamentos para uma nota ficar suspensa.

    – A questão foi suscitada por vogais nomeados pelo PS…

    – A questão da partidarização do Conselho, mais do que a politização, é preocupante.

    NOTAS

    NORONHA: PRESIDENTE

    Luís Noronha Nascimento, de 65 anos, foi eleito presidente do Supremo Tribunal em 2006 e
    por inerência preside ao Conselho da Magistratura. Antes tinha perdido para Nunes da Cruz

    PLENÁRIO: TERÇA-FEIRA

    O plenário do Conselho Superior da Magistratura reúne-se novamente na próxima
    terça-feira. A polémica de Rui Teixeira deverá voltar a ser abordada

    VOTAÇÃO: DOIS CONTRA

    Na polémica decisão de suspender a nota ‘Muito Bom’ atribuída por um inspector a Rui
    Teixeira, dois juízes, José Manuel Duro e Rui Moreira, votaram contra

    20 Setembro 2009
    http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=21929184-459C-4FC3-9BC2-5DDFFF1C00F5&channelid=00000009-0000-0000-0000-000000000009

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  42. noimo's avatar
    6 Dezembro, 2009 21:45

    Caso Freeport
    Alberto Costa fez pressões em nome de Sócrates

    Lopes da Mota, o magistrado português que preside ao Eurojust, transmitiu aos dois
    procuradores responsáveis pela investigação do caso Freeport que o ministro da Justiça,
    Alberto Costa, lhe manifestara as apreensões do primeiro-ministro em relação a esta
    investigação

    Segundo contou o magistrado do Eurojust aos dois colegas, Alberto Costa revelou-lhe que
    José Sócrates afirmara que, caso perdesse a maioria absoluta por causa do Freeport,
    haveria «represálias».

    O encontro entre os três magistrados aconteceu há duas semanas, no mesmo dia em que Lopes
    da Mota também se terá encontrado com Alberto Costa. Os termos usados pelo presidente do
    Eurojust (órgão do Conselho da Europa que coordena as políticas anti-corrupção) foram
    considerados por Vítor Magalhães e Paes Faria como formas de «pressão» e disso mesmo
    deram conta ao Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, na passada segunda-feira.

    No encontro com Pinto Monteiro e Cândida Almeida, coordenadora do DCIAP, para fazer um
    ponto da situação do caso Freeport, os dois magistrados contaram ainda que Lopes da Mota,
    já regressado ao seu gabinete do Eurojust em Haia (Holanda), telefonou para os colegas,
    defendendo a tese de que no processo só estavam em causa crimes de corrupção para acto
    lícito e que estes já tinham prescrito, citando, inclusive, páginas e artigos de
    reputados penalistas. E insistiu no facto de Magalhães e Faria não terem alternativa
    senão «arquivar» o inquérito. «Estão sozinhos nisto», terá mesmo dito Lopes da Mota,
    segundo relataram os magistrados ao PGR.
    http://www.sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=131045

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  43. noimo's avatar
    6 Dezembro, 2009 21:51

    Juízes dizem que poder político tem acesso a processos mesmo em segredo de justiça

    Um manifesto subscrito por juízes denuncia o facto de o poder político ter acesso a todos
    os processos judiciais, mesmo os que estão sob segredo de justiça. Neste documento, os
    juízes dizem mesmo que é possível o acesso em tempo real a estes processos.
    O novo sistema informático Citius permite o acesso em tempo real do poder político a
    todos os processos judiciais, mesmo os que estão sob segredo de justiça, permitindo mesmo
    introduzir alterações nos despachos de um juiz ou nas acusações de um advogado.

    A denúncia está a ser feita por vários juízes através de um manifesto que já está a
    circular, onde esta situação está mesmo a ser considerada como um perigo e uma ameaça à
    independência do poder judicial.

    Neste manifesto, os magistrados recordam que este sistema bem como o Habilus está
    centralizado na Direcção-geral da Administração da Justiça, que está directamente
    dependente do Ministério da Justiça e cuja directora-geral é nomeada politicamente, não
    sendo esta uma magistrada.

    Os magistrados acrescentam que qualquer funcionário da Direcção-geral ou do Ministério
    tem a possibilidade real de ter acesso a todo e qualquer processo judicial inserido
    electronicamente no sistema, o que consideram perigoso.

    Depois, é também dito que qualquer funcionário pode ler o que qualquer magistrado está a
    digitar em qualquer momento relativamente a processos que poderão mesmo estar em segredo
    de justiça.

    Os juízes assinalam ainda que qualquer pessoa desta direcção-geral ou do ministério tem o
    chamado acesso de escrita, ou seja, o poder de alterar uma decisão de um juiz ou uma
    acusação elaborada por um procurador, sendo para isso apenas preciso aceder ao sistema
    com uma password de administrador.

    O manifesto, que está a circular entre vários tribunais, tem como primeira subscritora a
    magistrada Solange Hasse, do Tribunal de Família e Menores do Tribunal de Lisboa, e está
    a ser subscrito por vários magistrados.

    http://www.tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1123825

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  44. noimo's avatar
    6 Dezembro, 2009 21:54

    Escutas: juízes querem publicação de despachos

    Em nome da «transparência e da fiscalização social», diz ASJP
    26-11-2009

    A Associação Sindical dos Juízes Portugueses anunciou esta quinta-feira que defende a
    publicação dos despachos do PGR e do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça sobre as
    decisões que envolvem as escutas a Armando Vara e José Sócrates, no âmbito do processo
    Face Oculta, em nome da «transparência, informação e fiscalização social».

    «É falso» que juiz de Aveiro tenha recusado destruir escutas

    Em comunicado, os juízes criticam ainda «falta de informação» sobre se foi ou não aberto
    inquérito relativo a escutas do Face Oculta e a «inexplicada divergência» entre a Comarca
    de Aveiro e o procurador-geral da República.

    PGR arquiva escutas de Sócrates

    A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) refere também que «lamenta todos os
    equívocos gerados pela falta de informação sobre a existência ou não de inquérito a
    propósito das certidões» das escutas, a demora da «decisão de considerar não existirem
    elementos probatórios para iniciar uma investigação» e «a inexplicada divergência de
    valoração dos indícios que foi feita na Comarca de Aveiro e pelo procurador-geral da
    República (PGR)».

    Esclarecimento de equívocos

    A ASJP entende que «os deveres de transparência e de informação, essenciais para a normal
    e saudável fiscalização social sobre a actuação das autoridades judiciárias num caso que
    reveste manifesto interesse, impõem o esclarecimento daqueles equívocos».

    «PGR tem o dever social de esclarecer os portugueses»

    Quebrando o silêncio relativamente aos assuntos relacionados com o caso Face Oculta, a
    ASJP defende, assim, «a publicitação das decisões do procurador-geral da República e do
    presidente do Supremo Tribunal de Justiça»
    A ASJP, presidida pelo desembargador António Martins, alerta que «qualquer tentativa de
    constrangimento» da actuação dos juízes do processo, fora da via do recurso, será uma
    «ofensa intolerável aos princípios da independência e separação de poderes».

    Juízes repudiam acusações de «espionagem política»

    Entre outras considerações, a ASJP lembra que, contrariamente ao que foi noticiado e dito
    publicamente, as escutas autorizadas pelo juiz de Instrução de Aveiro «nunca tiveram por
    alvo o primeiro-ministro, mas sim os arguidos no inquérito».

    «Acusações sem qualquer fundamento, como agentes da lei fora da lei, mais não são do que
    tentativas desesperadas de descredibilizar as decisões judiciais no inquérito, apenas
    porque aí são investigadas pessoas política, económica e socialmente influentes»,
    salienta a ASJP.

    É «inaceitável» ministro acusar MP de «espionagem política»

    Os juízes afirmam ainda que repudiam «veementemente as insinuações e falsas acusações de
    responsáveis políticos, nomeadamente membros de órgãos de soberania, que visam apenas
    descredibilizar a actuação das autoridades judiciárias. Todos os que desempenham cargos
    públicos de responsabilidade têm um especial dever de respeito pelos princípios da
    separação de poderes e de acatamento das decisões dos Tribunais, não devendo contribuir
    com desinformação que coloca publicamente em causa a autoridade do Estado».

    A ASJP diz também ser «inaceitável que um vogal do Conselho Superior da Magistratura
    [órgão de gestão, disciplina e avaliação dos juízes] eleito pelo Parlamento não tenha
    suspendido funções a partir do momento em que passou a ser mandatário de um dos arguidos».
    http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/face-oculta-escutas-asjp-ultimas-tvi24-juizes/1106125-4071.html

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  45. noimo's avatar
    6 Dezembro, 2009 21:58

    Arquivamento do Caso Freeport em causa

    Pressões sobre magistrados levam sindicato a pedir audiência de urgência ao Presidente da
    República

    30.03.2009 – 18h08 Luciano Alvarez

    O novo presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, João Palma, vai
    pedir uma audiência de urgência ao presidente da República Cavaco Silva. Nos últimos dias
    João Palma tem vindo a denunciar pressões sobre os magistrados, alegadamente relacionadas
    com o caso Freeport e que visam, segundo revelou o “Correio da Manhã” levar ao
    arquivamento do processo.
    http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1371687&idCanal=62

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